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Imagens Simbólicas (março/12)

sábado, 31 de março de 2012 32 comentários

O clipe de Lil wayne e Bruno Mars esbanja simbolismo, desde 666 a olhos espalhados.

666

Um olho

 O olho...

Uma figura sinistra crucificada, em um ambiente avermelhado, cor do sacrifício. Menção a que?

O ensaio de Kate Moss para a W Magazine está encharcado de simbolismo. 
As duas capas alternativas referem-se ao conceito de dualidade.

Vestida de branco, Kate Moss parece possuída e carrega uma cruz 
de cabeça para baixo, símbolo utilizado no Satanismo.

Com um par de chifres de Baphomet bem grande.


Lindsay Lohan num ensaio de Terry Richardson. Uma das várias artistas
 que posam de Marilyn Monroe, a sex-kitten MK-Ultra original.
Depois de um ensaio MK-Ultra, a modelo faz alusão ao 'um olho'.

Aqui está outra posando com Marilyn Monroe para a Vogue na Itália. 
Sua postura enrijecida e sem vida é um tributo ao controle mental.

Este ensaio intitulado de "Origens de Monstros" mostra modelos sem expressão, e outras com asas de borboletas ou sendo atacadas por insetos. Insetos são utilizados para traumatizar vítimas MK-Ultra.




Justin Bieber cobre o olho com um pedaço de carne, após levar uma surra (parte do 
trauma para o controle mental?). Uma maneira curiosa de mostrar quem é seu dono.


Miley Cyrus com uma blusinha que lembra bastante os chifres de Baphomet?

Também, sua nova tatuagem, no dedo, é bastante intrigante. 
Por que alguém faria uma tatuagem assim?


A capa de Nicki Minaj destaca o simbolismo do 'um olho'.

...e seu vídeo mostra cenas com pentagramas invertidos.

Rihanna com o que parece uma cruz invertida, símbolo do Satanismo.

A atriz Taylor Momsen num ensaio que alude às múltiplas personalidades. O 
olho cortado refere-se à visão parcialmente perdida da vítima MK-Ultra.

Taylor Momsen novamente com o emblema da igreja de Satanás de Anton Lavey

A série infantil "Meu Pequeno Pônei" contém temas e simbolismo Illuminati. 
Neste print vemos o emblema do clube oculto da elite "Bohemian Club".

Pôster simbólico do novo seriado da ABC.

 O desenho "House of Anubis" da Nickelodeon também não esconde o simbolismo Illuminati.

Pirâmide e o 'um olho'


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Katy Perry - Análise em Part of Me

segunda-feira, 26 de março de 2012 31 comentários

Em 'Part of Me' seu videoclipe, Katy Perry enterra suas perucas e vestidos de látex para vestir um uniforme militar. Embora alguns possam achar essa mudança de estilo "inovadora", o vídeo de "Part of Me" tem uma agenda muito específica: atrair os jovens para se alistar nas forças armadas. Veremos como "Part of Me" é uma propaganda de três minutos de duração para recrutar novos soldados para as forças armadas dos EUA.

Katy Perry é geralmente conhecida por usar perucas azuis e vestidos sexy, mas ela desiste de tudo em "Part of Me". É, cuidado terroristas, Katy Perry é uma garota do exército agora. Enquanto os "críticos da cultura pop" parabenizou a mudança Katy Perry e sua imagem, qualificando-a como "inovadora", a maioria deixou passar um fato importante: Em "Part of Me", Katy Perry é usada para empurrar uma outra agenda da elite - o recrutamento de jovens no militarismo. Se olharmos objetivamente, "Part of Me" é, de fato, uma propaganda de três minutos e meio de duração, do tipo "junte-se ao militarismo", disfarçada de videoclipe. Este contém todos os componentes encontrados em anúncios regulares de TV para o exército: máquinas de guerra de alta tecnologia, emoção e ação e assim por diante. Porém o mais importante: ele apresenta o militarismo e, por conseguinte, guerra, como o escape perfeito do caos da vida regular.

O vídeo foi filmado em uma base real da Marinha dos EUA, usando soldados reais, o que significa que o vídeo é realmente uma "mensagem patrocinada" da Marinha. Ao apelar aos jovens usando cantores que eles admiram  e temas que eles podem relacionar-se, o exército dos EUA está procurando passar uma questão importante: levar as pessoas mais jovens a se alistarem. Há de fato uma crescente necessidade de  novo sangue nas forças armadas como o governo dos EUA e outros países ocidentais estão colocando pressão intensa sobre o chamado "Eixo do Mal" potências regionais como Irã e Síria. As numerosas expedições militares dos últimos anos (Iraque, Afeganistão, Líbia) e as chamadas contínuas para trazer os soldados alistados para casa que fizeram excursões múltiplas devem significar que enquanto os EUA se prepara para conflitos futuros, novos soldados são necessários se inscrever e ser embarcados para o exterior. Em vez de pagar por uma TV comercial de 30 segundos, especialistas em marketing militares provavelmente perceberam que poderiam obter melhores resultados, investindo no vídeo da música de uma estrela que é popular entre os adolescentes. Enquanto os comercias normais de TV "seja tudo o que quiser" foram eficazes no passado, a geração jovem de hoje assiste menos TV e mais YouTube. Então, por que não usar estrelas do pop que recebem centenas de milhões de visualizações no YouTube e que já são utilizadas para empurrar os outros aspectos da agenda da elite?
 
Não é um conceito novo

Um cartaz de 1917 do Tio Sam utilizado para 
recrutar soldados durante a Primeira Guerra Mundial

Os governos sempre usaram as formas mais avançadas de publicidade na mídia para atrair os cidadãos a se alistar no exército. Durante a I Guerra Mundial, a cara do Tio Sam foi rebocada por todo os Estados Unidos para recrutar novos soldados. No entanto, com o passar dos anos, e a televisão surgiu, cartazes do companheiro barbudo apontando para você com um olhar severo perdeu um pouco sua eficácia.

Durante os anos 1950, apesar de tentativas obrigatórias estarem em pleno vigor, os militares ainda procuravam oportunidades de boas relações públicas. Quando Elvis Presley, o artista mais quente e mais controverso da época, ingressou no exército como soldado regular, a imprensa foi dada "acesso completo", e ainda pôde tirar fotos dele enquanto era pesado.

A carreira de Elvis como um soldado foi muito divulgada, 
enquanto inúmeras fotos dele inundaram a mídia de massa.

O imenso charme de Elvis, carisma e popularidade deram uma visibilidade grande ao exército, seduzindo os jovens da geração "Rock'n'Roll" rebelde a se interessar nas forças armadas com sucesso.

Desde os anos 1950, técnicas de marketing têm melhorado em termos de eficiência e sofisticação. De fato, hoje, a melhor propaganda, muitas vezes se apresenta como uma não propaganda - na indústria da publicidade, as mensagens são conhecidas por serem recebidas de forma mais eficaz quando indiretamente alcançam um público que acredita que está sendo entretido. Para isso, celebridades e estrelas pop são frequentemente utilizadas como veículos para atingir as mentes dos jovens com mensagens específicas sem sequer perceberem. Katy Perry "Part of Me" é um exemplo dessa técnica, visto que em nenhuma parte do vídeo não está destacado que é uma propaganda para o militarismo dos EUA. O vídeo de Perry foi simplesmente utilizado pelos militares para atingir o seu público-alvo, os adolescentes que se aproximam da idade de alistamento, mas a coisa toda parece como se fosse uma decisão "criativa" da artista Katy Perry.

Assistir "Part of Me" imediatamente me lembrou do episódio de Simpsons em que Bart e seus amigos foram escolhidos por um produtor para formar uma boy band. O single de sucesso foi do grupo Yvan eht Nioj, que significa "Join the Navy"( Junte-se à Marinha) em sentido inverso. Foi descoberto mais tarde que o grupo de Bart Simpson foi utilizado pela Marinha para empurrar mensagens subliminares para os jovens, a fim de levá-los a se tornarem soldados.

O vídeo de Party Posse apresentou o grupo fazendo coisas legais do 
exército no Iraque, tais como dirigindo dunebuggeys e voando caças a jato.

Apesar de o vídeo de Perry se basear em imagens aberta ao invés de mensagens subliminares (até o ponto que eu sei), "Part of Me" é baseada na mesma agenda como retratado em Os Simpsons: atingir os adolescentes, usando o grande apelo das estrelas pop. Vamos olhar para as cenas mais importantes do vídeo.

Part of Me

O vídeo começa com um conceito que a maioria dos adolescentes pode se relacionar: Problemas amorosos. Katy pega seu namorado beijando outra mulher, então ela vai e rompe com ele.

Katy anda longe de seu namorado cafajeste. Embora o vídeo seja basicamente um 
comercial para o militarismo dos Estados Unidos, ele começa com uma cena relacionada 
com relação a fim de fazer o vídeo relacionável e dar-lhe um elemento emocional.

Katy, em seguida, se dirige a um posto de gasolina. Ela está muito desesperada, confuso e impulsiva, por isso ela obedece ao primeiro anúncio que encontra. Aposto que os marqueteiros gostariam de ter mais pessoas como Katy.

Quando Katy lê este adesivo real das Forças Armadas dos EUA , ela imediatamente se vende.

Ao se deparar com mágoa, algumas pessoas podem tentar se sentir melhor com um sundae de chocolate ou talvez um passeio agradável em torno do quarteirão. Mas no caso de Katy, ela se junta ao complexo industrial-militar dos EUA e é treinada para combater em uma guerra de guerrilha no exterior. Não me interpretem mal, eu tenho respeito por soldados no exército, mas acho que uma decisão de mudança de vida como entrar para o exército não deve ser feita em um momento de frenesi emocional.

No entanto, Katy faz esta decisão, cortando o cabelo de uma forma masculina e trocando seu Blackberry por um uniforme do Exército.

Katy é agora propriedade do Exército dos EUA.

O resto do vídeo é muito semelhante aos comerciais vistos na TV, do Exército, onde grandes armas, máquinas grandes e cenas de treinamento de combate são apresentados em uma questão dinâmica para atrair os jovens que estão entediados com suas vidas. A letra da canção é habilmente misturada com as imagens do vídeo para fazer o anúncio ainda mais eficaz. Por exemplo, quando Perry canta "Eu só quero jogar meu celular fora, descobrir quem realmente está lá para mim", ela é vista com seus companheiros, o que implica que seus companheiros do exército nunca vão decepcioná-la.

Katy queima uma carta de seu namorado (que representa sua vida passada), enquanto  
com seu companheiro do exército. Ele REALMENTE está lá por ela. Camaradagem entre os 
soldados é um ponto de venda importante para ajudar a recrutar pessoas do exército 
e é fortemente promovido neste vídeo.

Quando Katy canta: "Eu caí profundamente e você me deixou afogar, mas isso era antes e esse é o agora ... Agora olhe para mim", ela é mostrada disparando um rifle como se fosse uma grande conquista. Sim, olhe para ela:

Katy está agora em uma base militar, disparando um rifle e provavelmente será enviada para 
uma zona de guerra no futuro próximo. Pegue aquele namorado traidor, isso te mostrará!

Durante a ponte da música, Katy canta "Agora olhe para mim, eu sou espumante, um fogo de artifício, uma chama dançante. Você não vai me colocar de novo, eu sou brilhante, oh". Durante esse tempo, ela é mostrada patrulhando uma aldeia do Oriente Médio falsa, usada para treinamento militar em simulações de guerrilha. Esta é uma outra associação inteligente entre a letra da música e as imagens no vídeo, provocando uma associação positiva entre os dois.
 Katy, você diz que é "brilhante" mas você está sendo treinada para combater em
 uma guerra de guerrilha no Oriente Médio, que é conhecido por ser extremamente 
sangrenta, violenta e muitas vezes envolver mortes de civis. Então, sim, eu não tenho 
certeza de que "brilhante" é a melhor palavra para descrever a sua situação.

Mais tarde no vídeo, as palavras positivas e edificantes do refrão são misturadas com as cenas de guerra envolvendo soldados correndo, tanques de rolamento e helicópteros voando. Não há dúvida alguma a dissonância cognitiva aqui porque, no caso de algumas pessoas não souberem, a guerra nunca é positiva e nem edificante. É sempre terrível, violenta e horrível. No entanto, a fim de recrutar novos soldados, os anunciantes precisam fazer toda a "experiência no exército" parecer maravilhosa.

Katy está agora presa no negócio da guerra, onde a morte, mutilação, horror e 
trauma podem entrar no caminho para conquistar países do Terceiro Mundo em termos 
de recursos e de poder...pelo menos, o namorado cafajeste de Katy não está lá!

Então, em suma, descobrir que seu namorado está traindo nela fez Katy Perry se alistar na Marinha, para ser treinada para o combate, e, finalmente, ser usada como bucha de canhão em conflitos que ela provavelmente não compreende inteiramente. A elite parece estar procurando uma juventude perdida para lutar suas guerras. Foi "Part of Me" uma mensagem patrocinada pelos Illuminati para encontrar novos recrutas para o seu braço armado, os complexo militar-industrial dos EUA?

Um único olho acima do gatilho de uma arma indica que este vídeo com tema 
militar é um produto da agenda da elite ... que por acaso tem um monte de guerras 
planejadas para os próximos anos.

Conclusão

Assistindo um pouco de "notícias internacionais" é o suficiente para fazer alguém perceber que existe atualmente uma grande pressão sobre países "ruins" como Síria, Irã e Uganda, e que a opinião pública está sendo preparada para novos conflitos militares. A perspectiva de guerras futuras, juntamente com as inúmeras zonas de guerra existentes em todo o mundo, estão gerando uma grande necessidade de novos soldados militares nos EUA e outros países ocidentais. Visto que a obrigatoriedade militar não é mais uma opção, novas e inovadoras maneiras estão sendo usadas ​​para atingir o público-alvo do exército (adolescentes) e para obtê-los interessados ​​em se alistar no exército. "Part of Me" de Katy Perry é um anúncio de recrutamento óbvio do exército disfarçado de vídeo musical, com o armamento "legal" do exército, o treinamento intensivo e a camaradagem dos soldado que são apresentados em uma questão dinâmica e atraente. Os militares e a guerra são apresentados como ideais de escapes ao caos da vida, como um namorado cajajeste, e feito para apelar a uma geração de adolescentes entediados. Mas é a guerra realmente a maneira perfeita para esquecer um relacionamento ruim? Vá perguntar a um veterano de guerra.

 Fonte: VigilantCitizen

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Simbolismo Illuminati em Comercial da Vodafone

sábado, 24 de março de 2012 22 comentários

Não é a aprimeira vez que os anúncios da Vodafone apresentam simbolismo. Existe uma série de comerciais que está encharcada de pirâmides e o "olho que tudo vê" (como também visto no print acima).

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Rihanna Participa da Fraude 'Kony 2012'

domingo, 18 de março de 2012 14 comentários

Rihanna assumiu o compromisso de se tornar "garota-propaganda" da campanha para intervenção "humanitária" militar ocidental na África depois de prometer que vai visitar Uganda para promover a fraude 'Kony 2012', apesar de ugandenses ficarem furiosos com o filme da propaganda viral.

Tendo sido identificada como um dos ícones culturais, os criadores de 'Kony 2012' deliberadamente almejando uma tentativa de fazer o filme se tornar viral fez com que Rihanna twitasse o link para os seus milhões de seguidores, os quais fizeram o vídeo bombar primeiro.

Rihanna, em seguida, contatou a organização e planeja fazer um vídeo com eles que vai continuar a irrigar a intervenção militar estrangeira na África, com uma resolução já apresentada no Congresso para esse fim.

Durante uma entrevista com o Access Hollywood, a cantora de Barbados explicou que estava formando uma parceria com "Invisible Children", o sombrio grupo de fundação por trás de 'Kony 2012', para tomar medidas sobre "as coisas que não estão certas".

"Eu quero deixar minhas mãos bem sujas com esse projeto, então estou pensando em ir para Uganda no final deste ano", disse ela, acrescentando que ela estava trabalhando com "Invisible Children", fazendo um filme para divulgar a campanha "pare Kony". Rihanna também elogiou Barack Obama por "lidar" com o caso Kony enviando 100 soldados dos EUA no ano passado.

Rihanna afirma que ela está se tornando uma 'garota-propaganda' para o projecto "socorra as vítimas" de Joseph Kony. No entanto, como documentado anteriormente, as vítimas em Uganda estão horrorizadas que seu sofrimento está sendo usado para criar um pretexto para a intervenção militar ocidental na África, que só irá criar mais derramamento de sangue, a longo prazo.

Durante uma transmissão do filme 2012 Kony em uma cidade no norte de Uganda, os moradores reagiram com indignação e acabaram atirando pedras na tela para expressar seu desgosto com a motivação por trás do filme.

Uma ferramenta da Al-Jazeera que acompanha a reação de pessoas ao filme em Uganda mostra que a maioria são contra a campanha de 'Kony 2012'.

O fato de que Rihanna é uma estrela pop, cuja carreira gira em torno de botar "músicas" estúpidas para fora para o consumo de um exército de imbecis e idiotas, muitos dos quais provavelmente nem sequer sabem apontar para o continente africano em um mapa, faz com que sua mobilização de tal legião de idiotas ainda mais perigosa.

Por que ela está viajando a Uganda para promover uma caridade agora odiada pela grande maioria dos ugandenses?

Enquanto pessoas como Rihanna, Angelina Jolie, George Clooney e toda uma série de outras celebridades têm trabalhado arduamente para a fraude 'Kony 2012', apesar do fato de que Kony e seu exército estarem praticamente extintos e nem ao menos estado presente em Uganda durante seis anos, atrocidades reais cometidas agora contra os ugandeses por empresas britânicas de carbono apoiadas pelo Banco Mundial são completamente ignoradas.

O governo de Uganda, liderado por 30 anos pelo ditador Yoweri Museveni, está trabalhando com os interesses ocidentais para deslocar, torturar e massacrar civis na Uganda em grandes grilagens de terra  para fazer milhões de dólares em créditos de carbono para empresas como a New Forest Company.

Não há caridade para apoiar essas vítimas, nenhum vídeo viral, e nenhum dilúvio de celebridades para chamar a atenção para sua situação.

De fato, apoiando a fraude 'Kony 2012', Rihanna, Clooney, Angelina Jolie e sua laia estão realmente sustentando o regime ditatorial em Uganda, que está agora aterrorizando os ugandenses como Joseph Kony fez anteriormente.

Fonte: PrisonPlanet

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Kony 2012: Propaganda do Estado para uma Nova Geração

terça-feira, 13 de março de 2012 40 comentários


A sensação da noite para o dia Kony 2012 trouxe consciência mundial para o criminoso de guerra Africano Joseph Kony. Sob essa causa plausível, encontra-se no entanto uma agenda elaborada que é apresentada no vídeo de uma forma muito manipuladora. Vamos olhar para a agenda que está por trás de Kony 2012 e como ele usa a psicologia reversa, não só para justificar uma operação militar na África, mas para realmente fazer as pessoas a exigi-la. Kony 2012 é uma sensação viral que varreu o mundo inteiro em menos de 24 horas. Seu tema principal é o líder rebelde Africano rebeld Kony, seus crimes de guerra e o "movimento" para detê-lo. Inúmeras celebridades apoiaram o movimento, fontes de notícias relataram que e mídia social está o promovendo. Embora o problema da guerrilha e soldados tenha assolado a África durante décadas, e vários documentários já tenha sido produzidos sobre a questão, esse vídeo de 29 minutos feito especialmente para obter a exposição em massa e apoio.

Kony 2012 é menos documentário do que um infomercial altamente eficiente que é feito sob medida para a geração Facebook, usando as super-técnicas de marketing para cravar o seu ponto. Jovens gostam de "movimentos clandestinos" e querem se sentir como se estivessem mudando o mundo. Kony 2012 cutuca a essas necessidades para trazer algo que não é "hip" ou "underground" de jeito algum: uma operação militar na Uganda. Não só isso, ele exorta os participantes do movimento a pedirem material, para usar pulseiras que estão associados com um perfil online e para registrar suas ações na mídia social. Isso faz com que Kony 2012 seja o primeiro movimento artificialmente criado que é totalmente monitorador, monitor e quantificável por aqueles que o geraram. Em outras palavras, o que parece ser um movimento "do povo" é realmente um novo caminho para a elite avançar sua agenda.

Um Experimento Propaganda

O vídeo começa com uma declaração interessante: "Os próximos 27 minutos são uma experiência. Mas para que isso funcione, você tem que prestar atenção ". É um experimento que testa uma forma nova e inovadora para ter uma agenda aceita pela geração Facebook. No passado, quando o governo precisava justificar a invasão de um país, o presidente se sentava na frente da câmera e dizia ao público por que a guerra deve ser declarada nessa área do mundo. No caso de Kony, a agenda militar está disfarçada como base no ativismo, onde a entrada do exército dos EUA na Uganda seria vista como uma "vitória do povo", efetivamente revertendo o modelo de comunicação.

No final do vídeo, uma imagem é exibida explicando como as decisões (e mensagens) iniciam 
a partir do topo da pirâmide (a elite) e são comunicadas para as massas através da mídia.

Devido ao advento das mídias sociais, o diagrama acima tornou-se muito menos eficaz para obter uma mensagem para a geração mais jovem. Não são os relatórios da CNN e o Presidente que estão sendo endereçados a nação mais, trata-se de "gostar" de páginas no Facebook e vídeos virais do YouTube. Esse é o lugar onde agora as mensagens são comunicadas. Sempre estudando, analisando e explorando as maneiras mais eficazes para persuadir a opinião pública, Kony 2012 parece ser uma tentativa de testar a eficácia de uma campanha de propaganda "viral". Com a criação desse "movimento" e fazendo com que os jovens realmente EXIJAM que o governo dos EUA intervenha na África, os cérebros por trás desta campanha iriam conseguir o impossível: reverter o modelo de propaganda, a fim de que ele venha agora do povo. Ao fazer isso, a agenda da elite não é apenas aceita pelas massas, ela é vista como uma vitória deles.

 "Estamos vivendo em um mundo novo" de fato. O logotipo Kony 2012 apropriadamente representa como um vídeo viral e mídias sociais podem reverter o modelo de propaganda. Não se deixe enganar, no entanto. Poder nunca está nas mãos de quem está na base da pirâmide ... longe disso. É tudo uma questão aparências.

Quando a guerra no Iraque foi declarada, uma grande parte dos jovens americanos se opuseram à guerra. Como é que eles já estão pedindo para o governo enviar tropas para África? Um vídeo simples, especificamente concebido para a geração Facebook, fez o truque. Como é o caso na maioria das campanhas para justificar uma guerra, o primeiro objetivo foi identificar o vilão.

Identificando o 'Vilão'

Ao associar Kony com Bin Laden e Hitler neste cartaz, Kony 2012 está promovendo guerra.

Eu não tenho absolutamente nenhuma intenção de defender Joseph Kony ou dizer "ele não é tão ruim assim". Ele, juntamente com muitas outras facções da guerrilha em toda a África, cometeu atrocidades absurdas. No entanto, o problema das crianças soldados já existe há décadas e há literalmente centenas de Joseph Konys em todo o continente Africano. Em alguns casos, alguns dos exércitos são efectivamente financiados por países ocidentais. Se quisermos realmente ir para a raiz do problema, a gente vai descobrir que a África tem sido atormentada com o problema das facções em guerra e os guerrilheiros rebeldes desde que as forças ocidentais "liberaram" suas colônias e dividiram o continente africano de acordo com os interesses ocidentais. Na verdade, em vez de definir os limites de cada país de acordo com a localização geográfica dos grupos étnicos e tribos que vivem lá, os países foram criados de acordo com as necessidades econômicas das forças colonizadoras, como a Grã-Bretanha, França e outros. O resultado líquido é: um grupo de países artificiais em que cada um deles há várias tribos, etnias, línguas e religiões. Quando um grupo toma o poder, os outros são reprimidos, o que leva à violência e rebeldia. Adicionar à pobreza extrema devido recursos que estão sendo tiradosda África pelos países ocidentais e você tem um terreno fértil para senhores de guerra impiedosos. Enquanto esse problema existe, Joseph Konys continuarão a surgir na África.

Mas o vídeo não menciona nenhum desses. Tudo o que diz é que prender Kony iria "tornar o mundo melhor". Kony 2012 é um jeito de identificar um vilão, "tornando-o famoso" e fazendo com que as pessoas exijam sua morte por forças norte-americanas. Corrigir a verdadeira causa dos problemas do terceiro mundo nunca foi a Agenda, mas escolher um "vilão" para justificar a ação militar sempre foi parte dela. Se no caso de Saddam Hussein, "fatos" (que acabaram sendo falsos) foram dados para justificar a invasão no Iraque. Uma técnica diferente está sendo usado com Kony, que se origina da publicidade.

Qualquer especialista de marketing lhe dirá: "Os fatos não vendem, as emoções sim". A primeira parte de Kony 2012 aborda apenas emoções. Trata-se de fazer o cineasta agradável, mostrando imagens angustiantes de crianças africanas na dor, na miséria e no desespero. Então, o ponto de viragem: Joseph Kony é a causa de tudo isso. E não os séculos de exploração e devastação pelas forças ocidentais na África que levam à anarquia, caos e pobreza. Não, é Kony. Aquele desgraçado. George Clooney está até bravo com ele agora. Ele até postou sobre isso.

Outra estratégia de marketing é apelar para o menor denominador comum. Em outras palavras, para passar uma mensagem, é preciso tratar o público como se este fosse feito de crianças. Kony 2012 faz isso exatamente ao ridiculamente simplificar o problema para uma criança de verdade - que representa os telespectadores. Isso não é surpreendente, porém, é assim que as massas são vistas pela elite.

 Aqui está o que esta cena insinua: "Olha, idiota, até mesmo essa 
pequena criança entende. Então é melhor entendê-lo".

Uma vez que os telespectadores tiverem suas emoções agitadas, ficaram infantilizados e tiveram o problema enunciado a eles como se estivessem no jardim de infância, a mesa está posta para o verdadeiro objetivo do vídeo: definindo a agenda.
 
Definindo a Agenda

Kony 2012 é um movimento apoiado por algumas das entidades mais poderosas do mundo e tem objetivos precisos. Assim como a introdução do filme declara: é uma experiência. É uma oportunidade para criar um movimento que pode ser totalmente rastreável, quantificável ​​e gerenciável ​​através de mídias sociais cujo ponto culminante é uma intervenção militar dos EUA em Uganda. A realização dessa missão não só será vista como uma vitória, mas vai restaurar a fé dos jovens na democracia. O que os membros desse movimento podem não perceber é que eles estão ajudando o avanço da agenda da elite para uma Nova Ordem Mundial.

Este cartaz apropriadamente resume como a Illuminati funciona. Os partidos 
políticos são irrelevantes, pois ambos trabalham para a mesma agenda.

A segunda parte do filme esbanja emoções e descreve para os telespectadores o que a elite espera deles. Tropas norte-americanas já estão na Uganda, mas, de acordo com o filme, Kony "mudou suas táticas" ... Droga,  Kony! Você e suas táticas furtivas! Aparentemente, os satélites de alta tecnologia, aviões teleguiados não-tripulados e todos os tipos de radares não são o suficientes para pegar esse cara. Não, a  fim de pegá-lo, um plano complicado, que envolve a compra de um "kit ação" e registrar uma pulseira de identificação em um site é necessário. Faz sentido. [ironia]

Aqueles que querem "Parar Kony" são obrigados a usar uma pulseira contendo o código 
único que deve ser registrado em um website. Claro que a informação pessoal é solicitada.

Uma vez que a pulseira está registrada, os membros podem associá-la com a sua conta do Facebook, que irá acompanhar todas as ações relacionadas com Kony. O resultado final é: cada membro do Kony 2012 será conhecido, identificado e facilmente controlado - com informações constantemente atualizadas. Todos esses dados serão, obviamente, coletados, analisados e armazenados pelos responsáveis.

Além disso, os membros são convidados a contribuir com "alguns dólares por mês" para a TRI, uma organização cujo objetivo principal é a intervenção militar americana em Uganda.

O logotipo da TRI é um sinal da "paz" invertido. No simbolismo, um sinal invertido significa que ele representa o oposto do sinal regular. Em outras palavras, a TRI é sobre a guerra. Paz não envolve "equipar" e "treinar" as forças do governo para combater facções rebeldes. Assim como o romance 1984 declara, GUERRA É PAZ, LIBERDADE É ESCRAVIDÃO e IGNORÂNCIA É FORÇA.

Para apoiar a causa e torná-la popular, um grupo de artistas e políticos patrocinados pela elite foram alistados, incluindo Lady Gaga, Jay-Z, Rihanna, Oprah, George Clooney, Bono, etc. Não se engana, eles  não estão lá porque eles dão a mínima para as crianças-soldados na África. Eles são marionetes da elite e são usados para promover sua agenda. Basicamente, eles estão lá para promover o que a NOM quer.

Estou vendo o belicista George W. Bush aqui? O cara que mentiu para todo o país,
 a fim de atacar o Iraque por seu petróleo e outras coisas? Hmm. Estranho.

Depois de passar pelas celebridades e pelas emoções, o resultado final dessa campanha é simples e rica em real política: Desde a queda da URSS, a superpotência rival, as forças ocidentais têm procuradocontrolar os poderes regionais em todo o mundo, principalmente em países terceiros. Uganda é parte desse plano. Da mesma forma que o fantasma de Bin Laden foi usada para invadir o Afeganistão, Kony está sendo usado para entrar na Uganda.
 
O vídeo mostra claramente qual é o objetivo desse "movimento": as tropas dos EUA
tomar o comando do exército de Uganda, da mesma forma que assumiu o comando dos 
exércitos do Iraque, Líbia e outros exércitos nos últimos anos.

Conclusão

Kony 2012 é uma campanha habilmente orquestrada especificamente destinada a jovens de hoje, os futuros cidadãos do mundo. Usando o super-técnicas e novas tecnologias, a campanha é uma primeira tentativa de "propaganda reversa", onde a agenda PARECE emanar do povo. Ao usar as emoções, pensamentos irracionais e explicações superficiais, Kony 2012 tenta de pessoas bem-intencionadas, que desejam fazer uma mudança positiva no mundo, ao invés estão alimentando uma máquina gigantesca de guerra que é controlada pela elite do mundo.

Kony 2012 está tentando erradicar as crianças-soldados ou está tentando criar um novo tipo de crianças-soldados?

Nós enfretaremos guerra.

... certo.


Fonte: VigilantCitizen