POR QUE 'CORINGA' FOI CRITICADO PELA MÍDIA?

Embora “Coringa” tenha sido elogiado pela maioria dos críticos de cinema “sérios”, algumas fontes da mídia criticaram o filme de todas as formas possíveis, considerando-o até mesmo “perigoso”. Será que é porque o filme é realmente ruim? Ou porque ele vai contra a agenda delas? Hoje em dia, os críticos da mídia de massa não avaliam os filmes pelo seu mérito artístico, mas pela direção de sua mensagem política. Para ser considerado "bom", um filme precisa atender a uma lista de critérios da "agenda". Bem, o filme “Coringa” não atende a nenhum critério, e também vai contra a corrente. LEIA O RESTANTE AQUI

Imagens Simbólicas (setembro & outubro/19)

[ sexta-feira, 15 de novembro de 2019 | 0 comentários ]

Para comemorar o Halloween, Kylie Jenner se vestiu de Marilyn Monroe 
em ensaio para a V Magazine. Esse ensaio é uma referência ao filme "Os Homens
 preferem as Loiras", de 1953. Madonna e outras artistas também já fizeram referência 
a esse filme. Como já mencionamos em outros artigos, Marilyn Monroe é uma espécie 
de protótipo da programação Beta-kitten e, por esse motivo, essas artistas adoram 
pagar tributo à falecida atriz. Repare no sinal do "um olho" que ela faz.

Para confirmar tudo isso, Kylie faz o sinal do "um olho" novamente 
no mesmo ensaio: símbolo de controle e submissão à elite oculta. Leia o 

Kylie Jenner fazendo o sinal do "um olho" novamente em foto de 
seu Instagram. Isso não pode ser simplesmente porque ela gosta.

A modelo americana Bella Hadid, irmã mais nova de Gigi Hadid, crescendo
 cada vez mais na indústria da moda. Há três anos, Bella foi eleita a modelo do
 ano. Nos últimos tempos, ela tem feito o sinal do "um olho" várias vezes. 

A atriz Scarlett Johansson (a Viúva Negra dos filmes da Marvel e
 a vilã do filme "Lucy", veja a análise do filme aqui) fazendo o sinal 
do "um olho" em ensaio para a edição americana da revista Elle.

Maddie Ziegler tornou-se famosa em reality shows 
SiaEla ainda adora fazer o sinal do "um olho".

Esta é a capa do novo álbum de Beck. Ele está escondendo um olho 
com a mão. Já estou ouvindo comentários dizendo: "Cara, você está viajando, 
ele está apenas escondendo o rosto da luz. Nem tudo é uma conspiração." Sim,
 eu sei. Então, vamos dar uma olhada em outras capas de álbuns de Beck.

A capa do álbum de 2017 "Colors".

Uma capa alternativa do mesmo álbum.

Capa do single de 2015 "Dreams". O mesmo padrão.

A revista Cosmopolitan também está fazendo sua parte na promoção da 
bruxaria, tornando-a legal e elegante. Esta é a atriz de Riverdale, Madeleine 
Petsch, em uma sessão de fotos intitulada “Por que usar roupas normais 
quando você pode usar roupas de bruxa”.

Para confirmar que tudo isso faz parte da agenda da elite oculta de
 normalizar suas crenças e práticas, Petsch joga uma carta de tarô
 criando um sinal do "um olho".

Capa de um catálogo da Avon com uma mulher segurando 
uma cabeça de bode, um dos símbolos do satanismo.

Fernanda Montenegro posa de bruxa para a revista 
Quatro Cinco Um. No ensaio, ela tem olhos pintados na
 palma das mãos e faz o sinal do "um olho".

Todos os meses, a revista Bazaar publica revistas 
com o sinal do "um olho" em algum lugar do mundo.

A atriz americana Reese Witherspoon na capa da revista 
Bazaar. Nesta imagem, a teia de aranha foca em um olho
 dela, fazendo o sinal do "um olho".

Britney Spears postou foto vestida de Alice no País das Maravilhas para o dia
 do Halloween. Como já sabemos, Alice é uma das principais histórias associados
 à programação monarca, e Britney parece ser uma das artistas em que o controle 
mental monarca é mais aparente. Será essa escolha uma coincidência?

Este é Ezra Miller no desfile da Yves Saint Laurent. Como você pode ver,
 a palavra “slut” (vadia) está escrita sob seus olhos. Além disso, ele está usando
 um traje felino associado à programação Beta-kitten. Em resumo, tudo isso
 parece uma maneira de divulgar o fato de que ele é um escravo sexual
 masculino da elite oculta.

Para promover uma exibição de arte municipal, a cidade de
 Roma colocou uma enorme estátua de Moloque - o deus antigo que era
 usado em sacrifícios de crianças - bem na entrada do coliseu de Roma.

E o símbolo do Olho não poderia faltar.

Esta é uma imagem de cima da Suprema Corte Britânica.
 Que símbolo você está vendo as cadeiras e as mesas formarem?

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O que Há de Errado com o Hotel Lucia?

[ domingo, 3 de novembro de 2019 | 0 comentários ]

Localizado em Portland, Oregon (EUA), o saguão do Hotel Lucia parece um pesadelo: representações de crianças sofrendo, combinadas com fotos de celebridades e políticos. O que exatamente está acontecendo por lá?

Quando a pergunta "Você quer ser assustado em um hotel em que está prestes a dormir?" é feita, cerca de 99,6% das pessoas respondem: "É claro que não, você está louco?". Bem, apesar dessas estatísticas (inventadas), o Hotel Lucia parece se esforçar para tornar seu lobby o mais desanimador possível.

À primeira vista, a maioria das pessoas pode ignorar a arte desse hotel como uma "estranheza típica de Portland". No entanto, um olhar mais atento às várias peças em exibição revela que realmente há um tema acontecendo lá. E é um tanto assustador. É quase como se o hotel estivesse tentando enviar uma mensagem codificada através da arte simbólica de que algo terrível está acontecendo por lá.

Este não é o meu primeiro artigo sobre hotéis assustadores. O artigo de 2013 O que Há de Errado com o Quarto 322 no Hotel ZaZa? descreveu as características estranhas de um quarto "secreto" em um elegante hotel no Texas. Além do suspeito espelho de duas faces, a sala contém pinturas perturbadoras de rostos deformados, juntamente com a imagem de um proeminente empresário do Texas.

O lobby do Hotel Lucia segue o mesmo padrão estranho: arte perturbadora e imagens de pessoas poderosas. Vamos dar uma olhada no hotel.

Hotel Lucia

Descrito como um dos "hotéis mais históricos do centro de Portland", o Hotel Lucia abriga a maior coleção permanente de fotografias em preto e branco do mundo. É também o lar de uma arte assustadora. A combinação desses dois elementos cria um espaço bizarro, onde pode se perguntar se há um tema abrangente acontecendo aqui.

O lobby

Os visitantes que entram no saguão são recebidos com uma coleção de obras de arte curiosas que está pedindo para ser investigada. E isso nos leva à toca do coelho.

Primeiro, você é recebido com esta pintura.

Três meninos em trajes de banho ou talvez roupas íntimas.

A pintura é uma reminiscência das estranhas pinturas de crianças expostas na casa de Tony Podesta.

Arte na casa de Tony Podesta.

À medida que os convidados entram mais afundo no saguão, eles também entram mais afundo na estranheza.

Uma escultura de um jovem 
garoto que parece estar contido.

Tudo sobre essa escultura lembra o MKULTRA. O garoto está coberto de um padrão listrado dualístico - um elemento básico do simbolismo de controle mental monarca. As listras também lembram barras de prisão.

Uma mente atrás das grades.

Bem ao lado dessa escultura, há uma pintura que usa um padrão listrado semelhante.

Não sei exatamente o que está acontecendo
 aqui, mas parece haver uma pessoa pequena 
segurando um objeto fálico.

Do outro lado, há uma coleção de esculturas menores com o mesmo tema de sofrimento e estranheza.

Cinco figuras na mesma posição do garoto 
com vários objetos dentro e ao redor do corpo. 
Programação monarca pura.

Falando em programação monarca, outra pintura parece ser uma referência direta a ela.

Esta pintura apresenta uma borboleta (símbolo 
da programação monarca), os rostos de quatro 
crianças e, à direita, o corpo de uma criança.

À medida que ficamos cada vez mais perturbados por essa coleção de arte, encontramos essa monstruosidade:

Roupa íntima com uma protuberância perceptível 
feito de giz de cera… que são usadas por crianças. 
Qual é a mensagem aqui?

Uma criança em uma posição bastante desconfortável, 
um adulto que parece zangado. E dois patos?

Sinceramente, não sei o que está acontecendo nessa pintura. Isso pode representar uma criança sendo torturada enquanto é xingada por uma pessoa, com algum tipo de ajuda (os patos).

Uma pessoa negra e branca acorrentada. Escravidão MK.

Essa mulher não poderia 
parecer mais maligna?

Esta é uma xilogravura colorida chamada “The Empty Hand” 
do artista John Buck. Ela está repleta de imagens estranhas, como 
uma mulher segurando um bebê enquanto amarrada a bombas,
 igrejas em chamas e muitos símbolos esotéricos.

No fundo estão os ossos e 
partes do corpo desmembradas.

O tema geral da pintura parece girar em torno da guerra, poluição, grupos de ódio como o KKK e muita gente morrendo.


A peça de Buck parece ter sido inspirada
 no Grande Selo de Salomão - um dos símbolos
 mais importantes do ocultismo ocidental, que se 
baseia no conceito tão importante de dualidade.

Portanto, neste lobby de hotel cheio de imagens relacionadas à dor, abuso, escravidão e sofrimento, há uma enorme coleção de fotos de celebridades e pessoas poderosas. O site oficial do hotel declara:


“O Hotel Lucia abriga a maior coleção permanente de fotografias em preto e branco do mundo, pelo fotógrafo vencedor do Pulitzer e pelo natural de Oregon, David Hume Kennerly. Kennerly ganhou o Prêmio Pulitzer de 1972 aos 25 anos e atuou como fotógrafo pessoal do Presidente Gerald R. Ford. Ele fotografou oito guerras, assim como muitos presidentes dos EUA e inúmeras celebridades.”


Ao lado das peças vistas acima, há uma parede de fotos de 
Hugh Hefner e seus companheiros da Playboy; ex-presidentes 
Bush, Nixon, Carter, Ford e Reagan; Kramer, do Seinfeld; O
 líder soviético Leonid Brezhnev e... um parque deserto.

Muitas outras fotos estão espalhadas pelo hotel.

 Dick Cheney andando de carrinho bate-bate.

Bill e Hillary Clinton estão em exibição no sétimo andar.

Tudo o que falta é uma foto de Jeffrey Epstein jogando minigolfe.

Por fim, como se quisesse resumir tudo, é isso que está em exibição acima do restaurante.

A cabeça de uma cabra acima do restaurante do hotel.

Conclusão

Embora as obras de arte em exibição no Hotel Lucia sejam um tanto enigmáticas, parece haver um tema comum que as une. E gira em torno de crianças, abusos e a elite mundial. As várias representações de restrição, escravidão e sofrimento, juntamente com fotos de celebridades e políticos, parecem enviar uma mensagem específica aos visitantes. Bem, pelo menos, para aqueles "na luz".

Afinal, o nome Lucia vem da palavra latina Lux, que significa "luz". E quem é a figura favorita da elite oculta? Lúcifer... também conhecido como "portador da luz".

The Vigilant Citizen

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A Verdadeira Razão pela qual "Coringa" foi criticado pela Mídia de Massa

[ sábado, 19 de outubro de 2019 | 3 comentários ]

Embora “Coringa” tenha sido elogiado pela maioria dos críticos de cinema “sérios”, algumas fontes da mídia criticaram o filme de todas as formas possíveis,  considerando-o até mesmo “perigoso”. Será que é porque o filme é realmente ruim? Ou porque ele vai contra a agenda delas?


Aviso: spoilers pela frente!

Hoje em dia, os críticos da mídia de massa não avaliam os filmes pelo seu mérito artístico, mas pela direção de sua mensagem política. Para ser considerado "bom", um filme precisa atender a uma lista de critérios da "agenda". Bem, o filme “Coringa” não atende a nenhum critério, e também vai contra a corrente. É uma obra de arte intransigente que é mais parecida com um filme de baixo orçamento do que um sucesso de bilheteria da DC Comics. E, através do seu estudo profundamente perturbador de um personagem fracassado que se transforma em um assassino famoso, o filme fornece uma crítica dispersa da mídia de massa.

Aparentemente, as fontes da mídia não apreciaram as mensagens subversivas no filme e foram rápidas em considerar "Coringa" "problemático". Mesmo antes do lançamento oficial do filme, inúmeros artigos de notícias associavam o filme a "homens brancos zangados" e temiam que o filme iria inspirar imitadores do Coringa, que perpetrariam tiroteios em massa. A julgar pela insistência desses artigos, era como se a mídia de massa estivesse realmente tentando instigar um tiroteio, garantindo uma cobertura imediata e mundial de um evento como esse. Coincidentemente, o filme aborda essa característica exata de manipulação da mídia de massa.

De fato, em várias ocasiões, o filme destaca o papel da mídia de massa na criação e na validação do monstro que é o Coringa. E, em uma escala mais ampla, o filme vincula essa cobertura da mídia a uma revolta das massas que identificam o Coringa como seu herói e líder. De fato, embora o Coringa seja um vilão, o maior vilão do filme é a mídia de massa.

E a mídia de massa da vida real não gostou da crítica.

Crítica da Mídia

Embora a maioria das publicações “sérias” do cinema tenham elogiado "Coringa", fontes da mídia destruíram-no sem sentido. Eles realmente não queriam que as pessoas o assistissem. Aqui estão alguns exemplos:

Uma manchete da VICE

Vulture

The New Yorker

Slate

The Guardian

The Guardian novamente.

Eles não poderiam deixar isso mais claro.

Refinery 29

Como costuma acontecer hoje em dia com novos lançamentos que não "concordam" com a agenda, existe uma grande diferença entre as classificações dos críticos de mídia e dos telespectadores.


Se você gastar um tempo lendo essas críticas, você não deixará de perceber uma imensa insinceridade e hipocrisia de seus autores. Porque, concordando ou não com a mensagem do filme, "Coringa" é, objetivamente, um filme bem construído. É bem filmado, bem atuado e se destaca em qualquer outro critério que os críticos de cinema paguem para analisar. No entanto, toda essa análise objetiva é ignorada porque a mensagem do filme não segue a narrativa vendida diariamente por essas publicações.

É como se os chefes desses críticos de cinema invadissem seus gabinetes e gritassem:


- Escreva um artigo sobre o "Coringa" e diga que é ruim... e perigoso. Destrua!
- Na verdade, tenho outras coisas a dizer sobre esse filme.
- Cale a boca e comece a digitar, seu idiota!


Então, por que exatamente a mídia de massa odeia "Coringa"? Simplesmente porque "Coringa" odeia a mídia de massa.

Piada Sobre Eles

"Coringa" é basicamente sobre Arthur Fleck, o humano por trás da maquiagem. E Arthur é um homem triste e envelhecido cuja vida sempre foi caracterizada por abuso, rejeição e humilhação - todas amplificadas por uma doença mental debilitante.

No entanto, o status de Arthur como vítima eterna muda drasticamente quando dois eventos acontecem em sua vida: ele para de tomar o remédio e, mais importante, obtém uma arma. Depois de ser severamente espancado por três investidores babacas no metrô, Arthur pega sua arma e atira em todos eles.

A mídia imediatamente pega a história e constrói o Coringa como um "herói vigilante" que enfrenta os ricos e poderosos. É claro que ele se diverte com essa atenção quando finalmente consegue uma audiência para sua marca única de “arte performática”. Em uma cena das muitas cenas que enfatizam o papel da mídia de massa na criação de um monstro, Arthur está cercado por pessoas lendo o jornal com o Coringa na primeira página. Logo depois, ele se torna o rosto de uma revolta generalizada na cidade, enquanto legiões de pessoas se revoltam enquanto usam máscaras de palhaço.

A notoriedade do Coringa atinge outro nível devido à mídia de massa. Um popular programa de entrevistas na TV chama Arthur como convidado apenas para tirar sarro das suas stand-ups desastrosas. Arthur entra no palco como Coringa e acaba matando o apresentador (interpretado por Robert DeNiro) ao vivo na TV, provocando uma cobertura massiva da mídia. Isso leva a mais notoriedade e adulação por sua legião de fãs.

É aqui que as coisas se tornam "problemáticas" para a mídia de massa da vida real: os manifestantes no filme, aqueles que adoram o Coringa, estão claramente associados a grupos específicos da vida real. Em várias cenas, os manifestantes seguram cartazes que dizem "Coma os Ricos" e "Resista" - dois slogans que são muito usados ​​em protestos de grupos como o "Antifa", "Occupy Wall Street" e outros. O problema é: as fontes da mídia mencionadas acima são simpáticas a esses movimentos porque são de propriedade das mesmas entidades globalistas. Em suma, isso faz com que eles pareçam ruins.

Uma faixa “Coma os ricos” em 
um protesto estudantil na Áustria.

Cartazes de "Resistir" em um protesto contra Trump 
após sua decisão de restabelecer a proibição de indivíduos
 transgêneros servirem nas forças armadas em 2017.

Portanto, os manifestantes do filme estão associados a movimentos globalistas da vida real. E, enquanto andam por aí usando máscaras de palhaço, saúdam o Coringa - um assassino em massa que não acredita em nada - como seu herói. Tudo isso se deve à mídia de massa que transformou as ações de um homem enlouquecido em algo muito maior. Para piorar as coisas, esses manifestantes mascarados até acabam matando os pais de Bruce Wayne (que acabaria se tornando Batman) bem na frente dos seus olhos.

Considerando essas mensagens, pode-se começar a entender por que fontes como o The Guardian odiaram o filme. Isso vai contra toda a narrativa.

O filme também deixa claro que o Coringa não é, de forma alguma, um herói. Enquanto a maioria das pessoas que ele mata o prejudicou de uma maneira ou de outra, essas pessoas ainda não mereciam uma morte violenta. Além disso, ele mata sua própria mãe.

É, no entanto, na cena final do filme (que acontece imediatamente depois que ele é levantado como herói pelos manifestantes) que o Coringa ascende como um personagem "maligno". Quando o vemos andando no corredor de um hospital com sangue sob os pés, percebemos que ele matou uma doce assistente social que não fez absolutamente nada com ele. O herói dos manifestantes é na verdade um monstro sem coração.

Conclusão

Embora o Coringa seja um vilão dos quadrinhos por excelência, o filme focou em seu lado humano e o retratou como um produto de um ambiente tóxico. O verdadeiro vilão desse filme é a mídia de massa, que deu a ele todo o elogio e atenção que ele sempre desejou - mas somente depois que ele matou pessoas. A mídia transformou Arthur - um ninguém - no Coringa - alguém. E o povo ingênuo, aqueles que consomem meios de comunicação sem discernimento, transformaram esse Coringa em um líder político.

Sendo assim, "Coringa" é então um filme anti-elite e anti-establishment? Na verdade, não. Embora  ele critique a mídia de massa, "Coringa" continua sendo um produto de mídia de massa distribuído por uma grande corporação. A história segue uma tendência mais ampla no entretenimento, onde o protagonista relacionável é realmente o bandido cujas dificuldades passadas de alguma forma justificam cometer atos hediondos de puro mal. Em "Coringa", o assassinato é uma arte performática - é uma experiência catártica e libertadora que geralmente é seguida imediatamente por grandes risadas. Em suma, o filme nos dá mais da narrativa "combater o mal com mais mal" que vem ocorrendo há anos.

No final, "Coringa" oferece um espelho eficaz da sociedade atual. Olhando de volta para aquele espelho está um palhaço triste, mutilado e deprimido que não acredita em nada e precisa de toneladas de pílulas para funcionar corretamente. Nesse ambiente tóxico, esse palhaço só encontra alegria e libertação afundando nas areias movediças do mal e da depravação, sob o constante incentivo da mídia de massa. E, embora esse mal e depravação pareçam lhe trazer glória e justiça, tudo o que ele realmente realiza é destruir toda a humanidade que lhe restou.

The Vigilant Citizen

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