Na segunda parte desta série de duas partes, vamos analisar o fim da carreira de Marilyn Monroe e as circunstâncias em torno de sua morte - que foram típicas de uma vítima de controle mental. Examinaremos também o seu legado no submundo sombrio do MK-Ultra e como ela se tornou um símbolo para a Programação Monarca em Hollywood. LEIA O RESTANTE AQUI
[ segunda-feira, 17 de junho de 2013
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Durante anos, eu venho falando sobre a quantidade extrema de vigilância a nível "Big-Brother" que está acontecendo nos Estados Unidos e no mundo. Enquanto alguns têm rejeitado essas histórias como "teorias da conspiração paranoicas", as revelações recentes sobre o projeto da NSA (Agência Nacional de Seguraça Americana) "PRISM" provam que não havia teorias envolvidas - apenas simples fatos.
PRISM é um programa ultrassecreto que permite que a NSA possa acessar diretamente os servidores de vários serviços on-line e obter todos os tipos de informações sobre seus usuários. Desde que a história veio à tona, alguns serviços como o Facebook negaram qualquer envolvimento com esse programa, afirmando que a NSA não tem acesso aos seus servidores. O The Guardian publicou no entanto uns slides de PowerPoint altamente secretos, que vazaram, usados por agentes da NSA treinados que afirmam claramente que 1 - A NSA pode acessar diretamente esses servidores e 2 - A maioria dos principais provedores estão diretamente envolvidos no programa. Aqui estão os slides.
Este slide afirma claramente "Coleta diretamente dos servidores
desses prestadores de serviços dos Estados Unidos: Microsoft, Yahoo,
Aqui vemos que nenhuma pedra é deixada de lado por espiões da NSA: e-mails,
vídeos e chats de voz, transferência de arquivos e redes sociais são todas alvos.
Sim, até mesmo chamadas de Skype podem ser espionadas por agentes.
Aqui vemos a hora exata em que cada fornecedor juntou-se ao PRISM. O primeiro a
participar foi? A Microsoft. Isso não é surpreendente, agora que foi confirmado que o Xbox
One vai exigir uma conexão com a internet 24 horas por dia, é bastante possível que os dados
coletados pelo console (áudio e vídeo) sejam transferidos direito aos servidores da NSA.
Eu acho que o "estado totalitário" está agora totalmente eficaz.
O informante que vazou essa história chama-se Ed Snowden, e o Governo dos EUA está atrás dele para processá-lo severamente. Em um vídeo do YouTube ele descreve que o que está acontecendo agora é pior do que o romance "1984". Em um trecho desse vídeo, ele diz:
"Porque mesmo se você não estiver fazendo nada de errado, você está sendo
observado e registrado. E a capacidade de armazenamento desses sistemas
aumenta a cada ano de forma consistente por ordens de magnitude e está chegando ao ponto em que você não tem que ter feito nada de
errado, você simplesmente tem que cair sob suspeita de
alguém, até mesmo por causa de uma chamada errada. E então eles podem usar o
sistema para voltar no tempo e analisar cada decisão que você já fez.
Cada amigo com quem você já discutiu alguma coisa. E atacá-lo com base nisso,
para derivar as suspeitas de uma vida inocente, e pintar qualquer pessoa
no contexto de um malfeitor."
Então, para aqueles que dizem "Se você não tem nada a esconder, você não deve se preocupar." Você está errado. Absolutamente errado. E, para ser honesto, é esse tipo de atitude que vai destruir o que resta da liberdade e da privacidade nos EUA e no mundo. Além disso, se você estiver fora dos Estados Unidos - especialmente em países como o Canadá, Reino Unido ou Austrália - não acho que você está seguro. A elite não conhece fronteiras nacionais e aquilo que está sendo revelado nos Estados Unidos, é mais provável que já esteja acontecendo em muitos outros países.
Está na hora de acordar e deixar as pessoas saberem que a privacidade, a liberdade e a democracia estão em grave perigo. Não há especulação e nenhuma teoria da conspiração aqui. Isso é o que está acontecendo agora e, se você valoriza a sua liberdade, é melhor você fazer alguma coisa a respeito disso, fazendo com que a sua voz seja ouvida.
Anahí é uma cantora mexicana, conhecida especialmente por atuar na novela teen "Rebelde" e fazer parte do grupo RBD. Após o sucesso deste último, a atriz e cantora embarcou em um carreira musical solo que abrangeu ainda mais o mercado de língua espanhola. Não seria estranho se o mesmo simbolismo oculto encontrado na mídia americana e britânica fosse também encontrado no mercado de uma das línguas mais faladas no mundo. Seu videoclipe intitulado "Mi Delirio" é simplesmente o que chamamos de "simbolismo Illuminati explícito"; ou seja, os símbolos, códigos e temas associados
com a agenda da elite ocultista foram colocados ali com o mesmo propósito dos demais vídeos: uma tentativa de glamourizar uma das práticas mais desprezíveis da elite: a Programação de Controle Mental.
Embora tenha sido lançado em 2010, vale a pena catalogar aqui mais esse vídeo para reforçar a ideia do quanto a indústria da música não tem medido esforços para espalhar sua agenda por meio dos artistas. Diferenças superficiais definem cada um desses vídeos, mas o conteúdo e a
mensagem de suas músicas continuam as mesmas. Se alguns artigos deste
site parecem redundantes, é por causa da redundância clara das mensagens
comunicadas pela indústria da música através dos produtos que ela
promove. Essa repetição é uma pista importante para identificar a
existência de uma agenda na indústria.
Mi Delirio
O videoclipe oficial do single, dirigido por Max Gutiérrez apresenta Anahí em um manicômio,
onde a cantora aparece usando lingerie preta, dançando e se divertindo. O vídeo causou bastante controvérsia na época de seu lançamento por mostrar como seria dentro de um manicômio, o que teria ofendido algumas pessoas. "Mi Delirio" até mesmo foi censurado do YouTube naquela época. Enquanto a maioria pararia a sua análise por aí, achando que o vídeo apenas mostra Anahí em uma simples clínica psiquiátrica, um olhar mais atento ao vídeo revela que Anahí está recebendo um tipo de "tratamento" muito diferente do que seria oferecido a um "louco no hospício".
Anahí com camisa de força, agindo como "louca".
Algumas pessoas vão para um "manicômio" devido a problemas
de saúde mental, mas outras estão lá porque foram colocadas à força. Aquelas que têm problemas
de saúde mental geralmente são tratadas por especialistas e recebem cuidados específicos,
enquanto aquelas que são levadas à força são torturadas por métodos horríveis. Elas
são violentamente abusadas e traumatizadas por manipuladores sádicos até
que completamente dissociem-se da realidade, que é a base do
Controle Mental Monarca.
Várias instituições de saúde mental eram locais reais de controle mental utilizados pela CIA.
A instituição mental em que Anahí é colocada tem toda a
característica de um local de programação de controle mental. Durante todo o vídeo vemos as técnicas que são usadas para causar a dissociação. O objetivo principal do controle
mental é traumatizar severamente vítimas para suficientemente levá-las
a se dissociar completamente da realidade. Uma vez que isso for feito,
manipuladores poderão programar novas alter personas no "quadro em branco" que seu cérebro se tornou.
Duas importantes técnicas de controle mental podem ser vistas no vídeo: o uso de drogas ("medicação") e tortura com eletrochoque.
Logo no início, os pacientes se enfileiram para receber sua dose de comprimido.
Anahí recebe doses de eletrochoque. Por que isso aconteceria em um hospício comum?
"Outro componente básico do programa Monarca é bastante eletrochoque. Armas de choque, com equipes com aguilhões eléctricos de gado escondidos e
cassetetes elétricos são frequentemente usados em escravos.
Eletrochoque é usado para criar a dissociação do trauma durante a
programação, e depois é usado para remover lembranças após o escravo
levar a cabo uma missão, ou para instilar o medo e a obediência de um
escravo relutante. Escravos geralmente carregam memórias horríveis no
corpo de excruciante torturas de eletrochoque por todo o corpo. Quando
os escravos iniciarem um processo terapêutico de desprogramação irão
recuperar essas lembranças terríveis, para não mencionar muitas outras
lembranças dolorosas."
- Fritz Springmeier, The Illuminati Formula to Create a Mind Control Slave
Essa cena de eletrochoque em que Anahí está sendo programada lembra bastante a famosa imagem desta vítima real de controle mental MK.
Anahí presa a uma mesa recebendo eletrochoques lembra bastante a imagem à esquerda.
Por que mais esse tipo cena seria retratada em tantos vídeo de música pop?
A Nova Persona Sombria
Durante a sessão de eletrochoque, vemos a persona núcleo de Anahí no balanço, com roupas claras e inocente. Esta cena é simbólica e mostra que uma dualidade está acontecendo; a fragmentação de personalidade. No controle mental, os escravos são encorajados a abraçar seu lado ruim
(sua alter persona sombria), pois é a única maneira de serem aliviados
de seu trauma / tortura.
Enquanto Anahí se dissocia da realidade, ela dá lugar a uma nova persona.
A nova persona de Anhí é sombria. A cena em que ela aparece usando lingerie preta sobre uma cama vermelha remete ao lado negro que ela abraçou, e sua nova persona sexualizada e desinibida de qualquer convicção moral (sex-kitten).
Esta cena mostra um crucifixo aparentemente pegando fogo, simbolizando que suas convicções religiosas também se foram.
O vídeo termina com Anahí dando uma festa com seus dançarinos e todos os pacientes. O controle mental monarca é doloroso, mas divertido!!
Os leitores regulares deste site podem notar que há redundância nas
mensagens e imagens encontradas em vídeos pop recentes. Embora isso
também faça com que alguns de meus artigos de música sejam um pouco
redundantes, meu objetivo é destacar o ritmo em que eles emergem, para
provar que há um esforço consciente e sustentado para empurrar uma
agenda específica para as massas. Cada repetição é mais uma prova de que
não há coincidência, apenas a execução de uma agenda clara e definida
focada na propagação e normalização de um conjunto específico de
mensagens e símbolos.
Já discutimos em artigos anteriores neste site sobre a indústria do entretenimento estar promovendo e normalizando o conceito de um estado policial, aos olhos dos jovens, em vídeos de música pop. Um estado policial é um estado no qual o governo exerce controles rígidos e repressivos sobre a vida social, econômica e política da população. Um estado policial tipicamente apresenta elementos de totalitarismo e controle social e, geralmente, há pouca ou nenhuma distinção entre a lei e o exercício do poder político pelo executivo. A população de um estado policial experimenta restrições em seu direito de ir e vir, em sua liberdade de se expressar ou comunicar opiniões políticas, ou outras visões, que são sujeitas a um controle rígido policial; e o controle político pode ser exercido por meio de uma força de uma polícia secreta que opera fora dos limites normalmente impostos pela constituição de um Estado.
O estado policial é um das principais agendas para o governo totalitário que a Elite pretende implantar em um futuro próximo. Aos poucos, essa agenda vem sendo preenchida, e suas características vêm ganhado forma nos acontecimentos diários. O pesadelo distópico descrito no romance "1984" de George Orwell tem silenciosamente se revelado em forma de projetos de lei, sistemas de monitoramento, SOPA, PIPA, CISPA, Lei Marcial e blá, blá, blá... Os últimos protestos civis ao redor do mundo, como na Turquia, por exemplo, estão cada vez mais sendo atendidos com a polícia anti-motim; e violência, repressão, prisões brutais e armas sofisticadas estão sendo usadas com cada vez menos contenção, tornando-se na verdade uma norma.
Os protestos dos últimos dias em São Paulo podem se enquadrar perfeitamente dentro desse contexto, pois eles puderam oferecer ao Brasil uma doce amostra da Agenda do Estado Policial da Elite. Estudantes e trabalhadores que protestaram contra o aumento das passagens de ônibus bloqueando avenidas da cidade foram duramente reprimidos pela Polícia Militar, alvejados com tiros de borracha, bombas de gás lacrimogêneo etc. A PM prendeu centenas de pessoas no ato e as levaram para a delegacia em vans
montadas justamente com o fim de recolher as pessoas e prendê-las. Até mesmo os jornalistas dos grandes órgãos de imprensa foram reprimidos com balas de borracha no rosto ou outro tipo de agressão.
Veja neste vídeo abaixo a polícia alvejando cinegrafistas.
Este policial joga spray de pimenta em direção a esse jornalista. Por quê?
Há depoimentos ainda de pessoas que não estavam participando do ato e
foram alvejadas dentro do apartamento. Será que foi apenas um erro de mira?
A questão então é: por que a polícia alvejou, quase que descontroladamente uma população de estudantes e trabalhadores desarmada, até mesmo a imprensa, sendo que é altamente notório que protesto não é crime e ainda se faz um direito assegurando pelos documentos legislativos? A função da polícia ali não seria apenas acompanhar o protesto para que ninguém se "machucasse"? Por que a Avenida Paulista pode ser bloqueada para se protestar contra a "homofobia" e tantos outros tópicos, mas não pode ser palco de protesto contra as medidas do governo? Por que você acha então que a polícia tentou impedir o protesto de forma tão violenta? Resposta: Porque o maior medo de um governo é uma revolta civil de grandes proporções. Mas não é só isso. Uma polícia altamente repressora está dentro dos planos dos donos do mundo para os próximos anos.
O governo então formulou seu contra-ataque de forma imediata: Uma boa parcela da mídia brasileira, sua geralmente amiga, não perdeu tempo e começou a mostrar depoimentos de vários policiais afirmando que foram primeiramente agredidos com pedradas, obviamente para poder então justificar suas atitudes de repressão e mostrar para os telespectadores que aquilo não foi um protesto e sim uma "bagunça" ou um "ato de vandalismo". Foi exatamente com esses termos que os jornalistas mais importantes do país descreveram a manifestação. Há dezenas de depoimentos de PM que dizem que grupo queria 'caos' e pedia 'morte' em ato em SP. Se você vasculhar os sites de notícias, dificilmente encontrará aquelas com um discurso a favor dos manifestantes. Os telespectadores provavelmente, após assistirem aos jornais mais populares, disseram: "Eu sou a favor de manifestos, mas não a essa bagunça que estão fazendo em SP".
De fato, houve "bagunça" e "vandalismo" por parte dos manifestantes sim. Não estou dizendo que sou a favor do caos. No entanto, o que muitos talvez não percebem é que certos protestos pacíficos são muitas vezes propositalmente sabotados por agentes pagos que incitam a violência, a fim de "legitimar" a repressão policial. Será que a violência e o vandalismo nos atos em São Paulo não foram provocados por esses agentes?
Ordem à partir do Caos
Quando uma manifestação de grandes proporções acontece (ou quando a elite fabrica a manifestação), é possível que ela a use a seu próprio favor. O lema Ordo Ad Chao, que significa "Ordem à partir do Caos", é bastante comum nesse tipo de contexto. De tempos em tempos, situações caóticas são "permitidas" - se não
totalmente fabricadas - pela elite, a fim de criar medo, pânico e revolta entre a
população geral. As massas desesperadas, em seguida, pedem aos governantes por
uma intervenção e uma solução rápida. O resultado dessas intervenções é
quase inequivocamente o mesmo: a introdução de regras e regulamentos
prejudicando o cidadão comum, dando mais poderes (antidemocráticos) para a
elite.
Nos dias que se seguem, todos os meios de comunicação constantemente
lembram a população dessa situação particular. Esse martelar constante
torna a situação insuportável por parte da população, que não
aguenta mais ouvir sobre isso continuamente na televisão e ler sobre
isso nos jornais e na internet. Depois de um tempo, o telespectador vai
querer apenas uma coisa: que isso acabe logo. Depois que o problema se
arrasta por muito tempo, os meios de comunicação apresentam uma ou
várias soluções. Não compreendendo plenamente essa solução, mas cansada e
aborrecida, a maioria das pessoas pensa: "Bem, se isso é o que é
preciso para que eles calem a boca e falem de outra coisa, então eu concordo." Será que o governo brasileiro está usando os protestos em SP para a adoção
de políticas específicas que, previsivelmente, irão contra os interesses
do público em geral?
Ou será ainda que os protestos em São Paulo estão sendo fabricados pelo próprio governo, além da confusão? Talvez seja verdade, e esse caos pode servir exatamente para que a classe dominante promova algumas de suas agendas. Os vários dias seguidos de noticiários na televisão de policiais afirmando terem sido agredidos por manifestantes, e os jornalistas mais influentes descrevendo o protesto como um ato de vandalismo podem ainda servir para uma outra agenda importante: a aceitação, e até mesmo as boas-vindas ao estado policial. As pessoas podem se acostumar com esse tipo de tratamento por parte da polícia. Cada dia adicional de tumulto que a televisão transmite faz com que o cidadão com menos senso crítico torne-se cada vez mais favorável ao uso de medidas drásticas por parte do governo, dizendo: "É isso mesmo que eles têm que fazer para acabar com essa bagunça!".
Contra ou a Favor?
Se os protestos em São Paulo trarão algum resultado positivo para a população manifestante, eu não sei. Também, ser "a favor" ou "contra" os protestos é um debate praticamente irrelevante. A coisa mais importante a considerar é o rescaldo e as mudanças que
afetarão nossas nações para os próximos anos. Os protestos em SP estão servindo o interesse de alguém? Será que foi uma manobra política para justificar a repressão? Será que esses protestos poderão fazer a elite dominante querer justificar mais controle da população? Eles estão acostumando os nossos olhos com o estado policial?
Não se surpreenda se, em um futuro próximo, você encontrar a notícia de agentes sendo contratados para incitar violência aparecer no noticiário. Violência justifica a repressão. Em outras palavras, a elite precisa da violência para fazer suas políticas aceitáveis. Então, cuidado com esses protestos! Mais alguns dias de "confusão" e a população estará pronta para concordar com o governo usando táticas normalmente utilizadas em países opressivos do terceiro mundo. Pelo menos é sabido que essa é uma de suas agendas.
Na segunda parte desta série de duas partes, vamos analisar o fim da carreira de Marilyn Monroe e as circunstâncias em torno de sua morte - que foram típicas de uma vítima de controle mental. Examinaremos também o seu legado no submundo sombrio do MK-Ultra e como ela se tornou um símbolo para a Programação Monarca em Hollywood.
A primeira parte desta série de artigos descreve o lado oculto da infância de Marilyn Monroe e as suas origens na indústria do entretenimento. Enquanto Monroe projetava a imagem de um símbolo sexual glamourosa, a realidade do seu dia-a-dia era praticamente o oposto: ela foi controlada, abusada, explorada e ainda traumatizada por vários manipuladores, enquanto vivia em condições semelhantes a prisão. Sua situação difícil lentamente a levou a um colapso mental total e, quando ela aparentemente perdeu sua utilidade para aqueles que a controlavam, ela perdeu a vida em circunstâncias muito estranhas.
O legado de Monroe ainda está aí, no entanto, e de certa forma ela é mais relevante hoje do que em qualquer outra época na indústria do entretenimento... mas por razões ruins. Há agora um grande número de escravos de controle mental em Hollywood, e aqueles nos bastidores fizeram de Marilyn Monroe o símbolo máximo da programação Beta. Existem várias Marilyn Monroes em Hollywood nos dias de hoje, todas projetando uma imagem sexualizada ao serem submetidas ao mesmo controle e dificuldades assim como Monroe era. E todos eles se associam com Monroe em um momento ou outro em sua carreira. É uma coincidência? Se você ler minha série de artigos Imagens Simbólicas, você provavelmente sabe que o uso da imagem de Monroe é muitas vezes repetido em um tipo específico de celebridade... e demais para ser simplesmente uma coincidência.
Vamos então analisar o fim da carreira de Monroe, as circunstâncias de sua morte e como sua imagem é explorada pela indústria Illuminati de hoje.
Modelo Presidencial
No auge de sua carreira, Marilyn se envolveu com a figura mais poderosa do mundo: O Presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy. Enquanto alguns historiadores classificam sua relação como um "affair", os pesquisadores em controle mental monarca afirmam que ela era, na verdade, uma modelo presidencial - o mais alto "nível" das escravas de programação Beta, que são usadas para "serviços" presidenciais.
Se for verdade, a existência de modelos presidenciais é um conceito bastante preocupante, pois prova o poder e a importância do Controle Mental Monarca nos círculos da elite.
"As modelos presidenciais" foram/são supostamente usadas por grandes artistas e políticos como
brinquedos sexuais; bonecas de mente controladas e programadas para realizar
atos perversos variados a mando de seus "manipuladores".
Supostamente, Marilyn Monroe foi a primeira escrava sexual monarca que
alcançou o status de "celebridade". Para aqueles não familiarizados com o
termo "modelo presidencial", vou encaminhá-los ao The Control of Candy Jones by Donald Bain e Long John Nebel. Enquanto a história progride, Long John
Nebel - uma personalidade de rádio de Nova Iorque nos 50's -70's - descobriu
através de hipnose que sua esposa, Candy Jones, foi vítima desse tipo de projeto de controle mental, uma das muitas escravas de controle mental MK-ULTRA, programadas por "psiquiatra-espiões" da CIA e utilizados por
altos dignitários para realizar suas fantasias sexuais
perversas, dentre outras funções variadas, como a de serem usadas
como mulas de drogas e mensageiras para essa vasta rede de pessoas poderosamente influentes e moralmente deficientes. Mais coisas vieram à luz a esse
respeito disso nos últimos anos por meio de acusações semelhantes
desembolsadas amplamente na Internet, bem como tais livros altamente
controversos como Trance Formation In America por Mark Phillips e Kathy
O'Brien, onde a Sra. O'Brien diz seus próprios contos conturbados de
MK-ULTRA e abuso monarca."
- Adam Gorightly, “An Interpretation of Kubrick’s Eyes Wide Shut”
De acordo com pesquisadores de controle mental, Marilyn foi a primeira grande modelo presidencial, uma situação que exigia que seus manipuladores exercessem controle extremo sobre o que ela dizia e fazia em público.
"Tiraram Marilyn de qualquer contato com o mundo exterior para
garantir que seu controle mental fosse funcionar. Eles estavam com medo
de que algo pudesse dar errado com a primeira escrava Presidencial que foi
autorizada a ser altamente visível para o público".
- Fritz Springmeier, The Illuminati Formula to Create a Mind Control Slave
Marilyn cantando "Happy Birthday Mr. President" para JFK em 19 de
maio de 1962. Neste momento icônico da história dos EUA, Monroe canta
para o presidente com uma voz sexy enquanto usava um vestido colante,
sem nada por baixo. Quando se conhece o "lado oculto da história", este
evento foi realmente sobre uma escrava de Programação Beta cantando
para o Presidente que ela servia - para o mundo inteiro ver.
As grandes escravas Monarcas são muitas vezes identificadas com joias e pedras para identificar seu status. É dito que modelos presidenciais seriam identificadas com diamantes.
"Para ter sinais de reconhecimento, os escravos
Monarca usam diamantes para significar que são modelos
presidenciais. (...)
Esmeraldas significam drogas, rubis significam prostituição, diamantes
(ou imitações), modelo de trabalho presidencial."
- Ibid.
No filme "Os Homens Preferem as Loiras", Monroe executa a
famosa canção "Os diamantes são os melhores amigos de uma
moça". Houve algum duplo significado para essa música?
Fato relevante: o vestido usado por Monroe cantando "Happy Birthday Mr. President" continha mais de 2.500 pedras (imitação) de diamante. Era uma maneira de identificá-la como uma modelo presidencial? Uma coisa é certa, por trás dos sorrisos e dos diamantes, as coisas eram extremamente ruins para Marilyn durante esse período de tempo. Na verdade, essa performance presidencial foi realmente uma de suas últimas aparições públicas, visto que ela foi encontrada morta a menos de três meses depois.
Perdendo o Controle aos Poucos
Os últimos meses da vida de Marilyn foram caracterizados com comportamentos erráticos, anedotas estranhas e vários relacionamentos "íntimos" com indivíduos de alta potência. Como ela estava cada vez mais mostrando sinais de sofrimento mental grave, ela também teve casos com vários homens (JFK, seu irmão Bobby Kennedy, Marlon Brando e outros) e de acordo com a biografia de Marilyn Monroe: "My Little Secret" por Tony Jerris, com algumas mulheres também.
Como uma escrava Beta, ela também foi usada sexualmente por pessoas do setor. No livro de June de DiMaggio "Marilyn, Joe and Me", o autor descreve como ela foi forçada a atender homens velhos e que ela tinha de se dissociar completamente da realidade (um aspecto importante da programação MK) para ser capaz de aguentar os atos repugnantes.
"Marilyn não podia conter as emoções quando ela tinha que dormir com
homens velhos enrugados para sobreviver no negócio. Ela teve que se
proteger praticamente desligando (as emoções) durante
esses tempos - como se estivesse fazendo um papel, a fim de remover-se
do horror da situação. Quando esses altos magnatas de
alto custo dominavam seu corpo e alma, ela não podia pagar por uma
vida própria. Houve momentos, ela me disse, quando ela chegou em casa
exausta de um dia de sessão e um poderoso velhote telefonara
para ela e sua pele arrepiara. Depois de alguns dos horrores de seu
sexo de estúdio, ela vinha e ficava em nosso chuveiro por uma hora ou
mais. Ela queria lavar a terrível experiência que ela teve de suportar."
- June DiMaggio, Marilyn, Joe and Me
Nos últimos meses de sua vida, teria sido muito difícil de trabalhar com Marilyn e seu comportamento fez observadores se preocuparem com sua situação. Durante as filmagens de seu último filme concluído, "The Misfits", Monroe estava com uma "doença grave" que nunca foi divulgada, mas teria sido tratada por um... psiquiatra. Em outras palavras, o controle mental.
"Monroe estava frequentemente doente e incapaz de se apresentar, e longe da
influência do Dr. Greenson, ela retomou seu consumo de pílulas para
dormir, e álcool. Um visitante do set, Susan Strasberg, descreveu mais
tarde Monroe como "mortalmente ferida de alguma forma", e, em agosto,
Monroe foi levada para Los Angeles, onde ela foi internada por dez dias.
Os jornais relataram que ela tinha estado perto da morte, embora a
natureza de sua doença não fosse divulgada. Louella Parsons escreveu em
sua coluna de jornal que Monroe era "uma garota muito doente, muito mais
doente do que no início se pensava", e revelou que ela estava sendo tratada
por um psiquiatra."
- Wikipedia, "Marilyn Monroe"
Em 1962, Marilyn começou a filmar Something’s Got to Give, mas ela estava tão doente e não confiável que ela finalmente foi demitida e processada pelo estúdio 20th Century Fox por meio milhão de dólares. O produtor do filme, Henry Weinstein afirma que o comportamento de Marilyn durante as filmagens foi horrível:
"Muito poucas pessoas experimentam o terror. Todos nós experimentamos
ansiedade, tristeza, mágoas, mas isso era puro terror primal".
- Anthony Summers, “Goddess”
Weinstein observou que Marilyn não estava tendo "dias ruins" normais ou alterações de humor. Ela estava se sentindo um "puro terror primal" - algo que os produtos de controle mental baseado em trauma muitas vezes acabam experimentando.
O Último Ensaio
No final de junho de 1962, Marilyn posou para uma sessão de fotos com o fotógrafo Bert Stern para a revista Vogue. Seis semanas depois, ela foi encontrada morta. Há algo preocupante sobre essas imagens, pois mostram uma sensual, mas ainda uma Monroe envelhecida, bêbada e com olhos que perderam um pouco de seu brilho. Se foi intencional ou não, esse ensaio é simbólico por vários motivos.
No livro de Stern "The Last Sitting", o fotógrafo decidiu incluir fotos que foram
riscadas por Marilyn porque foram consideradas insatisfatórias. Agora, sabendo que ela seria "deletada" algumas semanas mais tarde, provavelmente porque já era considerada insatisfatória pelos seus manipuladores, há algo de
profético sobre essas imagens.
Sabendo o que iria acontecer com ela algumas semanas depois
desta filmagem, o véu vermelho no rosto e esses olhos fechados podem
simbolicamente representar o sacrifício de Marilyn pela indústria.
A sessão de fotos aconteceu no Bel Air Hotel e,
supostamente, havia uma grande quantidade de álcool
ali. Há também rumores de que Marilyn e o fotógrafo
tenham se tornado "íntimos" durante a sessão.
Esse ensaio, feito no momento mais difícil de sua vida - depois de um "aborto", um divórcio, uma viagem forçada para um hospital psiquiátrico, e todos os tipos de abuso, também será lembrado como o mais revelador e íntimo. Como a vida de Marilyn ficou mais difícil, ela também se tornou cada vez mais sexual - que é o que os escravos de programação Beta são programados para fazer. No entanto, como outros escravos MK, ela não viveu após os 40.
Sua Morte
Marilyn Monroe foi encontrada morta por seu psiquiatra Ralph Greenson em seu quarto em 5 de agosto de 1962. Apesar de sua morte ter sido classificada como um "provável suicídio", devido ao "envenenamento barbitúrico agudo", ainda é uma das teorias da conspiração mais discutidas de todos os tempos. Realmente, há um grande número de fatos que apontam para um assassinato, mas a verdade sobre sua morte nunca foi oficialmente reconhecida. Desde a morte de Marilyn, um grande número de outras celebridades perderam suas vidas em circunstâncias semelhantes. Para aqueles que estão cientes do lado obscuro da indústria do entretenimento, o modus operandi da elite oculta tornou-se bastante claro.
No caso de Marilyn, a evidência é bastante surpreendente. Na verdade, tanta evidência foi destruída que é difícil não acreditar em uma armação. Jack Clemmons, o primeiro oficial da polícia de Los Angeles, que investigou a cena da morte, afirmou que acredita que ela foi assassinada. Muitos outros detetives disseram a mesma coisa, mas nenhuma acusação de assassinato foi levantada.
Três pessoas estavam presentes na casa de Marilyn no momento de sua morte: a governanta Eunice Murray, seu psiquiatra Dr. Ralph Greenson, e seu internista Dr. Hyman Engelberg. A investigação em torno da morte de Marilyn revelou que o Dr. Greenson chamou a polícia mais de uma hora após Dr. Engelberg ter declarado sua morta. O comportamento dos três presentes na cena foi descrito como "errático". Aqui estão as partes do calendário oficial de eventos daquela noite fatídica.
7-7:15 pm: Joe DiMaggio Jr., filho do jogador de beisebol Joe DiMaggio
(e, portanto, o ex-enteado de Monroe) telefona para ela para falar de seu noivado
rompido com uma menina em San Diego. DiMaggio Jr. disse em entrevista que
Monroe parecia alegre e otimista. Em serviço com os fuzileiros navais
na Califórnia, DiMaggio foi capaz de colocar a hora da chamada, porque
ele estava assistindo o sétimo tempo do jogo de Orioles-Los Angeles Angels, que aconteceu em Baltimore. De acordo com registros do
jogo, o sétimo tempo aconteceu entre 10 e 10:15, horário local; assim, Monroe recebeu o telefonema por volta das 7 horas, horário da
Califórnia.
07:30-19:45: Peter Lawford (cunhado do Presidente Kennedy) telefona Monroe para convidá-la para jantar em sua casa, um convite que
ela havia rejeitado antes naquele mesmo dia. De acordo com Lawford, a fala de Monroe foi arrastada e estava se tornando cada vez mais
indecifrável. Depois de lhe dizer adeus a conversa terminou abruptamente.
Lawford tentou ligar de volta, mas recebeu um sinal de ocupado. Os registros telefônicos mostram que esta foi a última chamada que a linha
principal de Marilyn Monroe recebeu naquela noite.
08:00: Lawford telefona Eunice Murray, que está passando a
noite na casa de hóspedes de Monroe, em uma linha diferente, perguntando
se a empregada poderia dar uma olhada nela. Depois de alguns segundos, Murray
retorna ao telefone dizendo a Lawford que ela está bem. Não convencido,
Lawford tenta durante toda a noite entrar em contato com
Monroe. Lawford telefona seu amigo e advogado Milton A. "Mickey" Rudin,
mas é aconselhado a manter-se afastado da casa de Monroe para evitar
qualquer constrangimento público que poderia resultar se Monroe estivesse sob a influência de alguma coisa.
10:00: a governanta Eunice Murray passa pela porta do quarto de
Monroe e mais tarde testemunha que viu a luz acesa por baixo da porta, mas
decidiu não perturbar Monroe.
03h00: Eunice Murray chama o psiquiatra pessoal de Marilyn, Dr.
Greenson, na segunda linha telefônica, ela não consegue acordar Monroe. Ela
tem certeza de que algo está muito errado depois de espreitar em sua
janela de grade do quarto.
03h40: Dr. Greenson chega e tenta arrombar a porta, mas não
consegue. Ele olha pela janela e vê Monroe deitada na
cama segurando o telefone e aparentemente morta. Ele quebra o vidro para
abrir a porta trancada e verificá-la. Ele chama Dr. Hyman Engelberg. Há
alguma especulação de que uma ambulância pode ter sido chamada para a
casa de Monroe neste momento e, posteriormente, essa informação foi desmentida.
04h30: A polícia foi chamada e chega poucos minutos depois. Os dois
médicos e Murray são questionados e indicam a hora da morte em mais ou menos meia noite e 30 minutos. A polícia nota que o quarto está extremamente arrumado e a cama parece
ter roupa limpa em cima. Eles afirmam que Murray estava lavando
lençóis quando eles chegaram. A polícia nota que a mesa de cabeceira tem
vários frascos de comprimidos, mas o quarto não possui nenhum meio para engolir as pílulas já que não havia garrafas e a água estava desligada. Monroe
era conhecida por vomitar pílulas, mesmo quando bebia água para poder engoli-las. Mais tarde, um copo é encontrado deitado no chão ao lado da
cama, mas a polícia afirma que ele não estava lá quando o quarto foi
revistado.
05h40: O agente funerário Guy Hockett chega e observa que os sinais de morte indicam a hora da morte entre 09:30-23:30. Depois, a hora é
alterada para coincidir com as declarações de testemunhas.
06:00: Murray muda a sua história e agora diz que ela voltou
para a cama à meia-noite e só chamou o Dr. Greenson, quando ela acordou
às 3 da manhã e notou que a luz continuava acesa. Ambos os médicos também mudam
suas histórias e agora afirmam que Monroe morreu por volta de 3h50. A polícia nota que Murray parece bastante evasiva e extremamente vaga e que ela acabava mudando a sua história várias vezes. Apesar de ser uma
testemunha-chave, Murray viaja para a Europa e não é questionada
novamente.
- Wikipedia, "A morte de Marilyn Monroe"
Para resumir alguns acontecimentos estranhos que aconteceram naquela noite: a polícia foi chamada mais de uma hora depois de Monroe ter sido encontrada morta, o quarto foi limpo pela empregada e lençóis foram alterados depois de ela ter sido encontrada morta, havia vários frascos de comprimidos em sua quarto, mas sem água, um copo mais tarde foi encontrado no chão, mas não estava lá quando o quarto foi revistado primeiro, o tempo de morte dado pelas testemunhas mudou várias vezes. Finalmente, a principal testemunha (e uma possível suspeita), Eunice Murray deixa o país e nunca é questionada novamente.
Frascos de comprimidos encontrados junto ao corpo de Monroe.
As circunstâncias que rodearam a autópsia de Monroe também são extremamente desconfiáveis, visto que a conclusão dos relatórios mais importantes mostram claramente que engolir comprimidos não foi a causa de sua morte. Além disso, parece haver um claro esforço para suprimir todas as provas que possam levar à verdadeira causa da morte de Monroe.
"O patologista, Dr. Thomas Noguchi, não conseguiu encontrar nenhum vestígio
de cápsulas, pó ou a descoloração típica causada por Nembutal no
estômago ou intestino de Monroe, indicando que as drogas que a mataram não haviam sido engolidas. Se Monroe tivesse tomado durante um período
de tempo (o que pode explicar a falta de resíduo), ela teria morrido
antes de ingerir a quantidade encontrada em sua corrente sanguínea.
Monroe foi encontrada deitada de bruços. Há também evidências de
cianose, uma indicação de que a morte tenha sido muito rápida. Noguchi
pediu o toxicologista por exames de sangue, fígado, rins, estômago,
intestino e urina, que teriam revelado exatamente como as drogas entraram
no sistema de Monroe. No entanto, o toxicologista, depois de examinar o
sangue, não acreditou que precisasse verificar outros órgãos,
tantos órgãos foram destruídos, sem serem examinados. Noguchi depois pediu por outras amostras, mas as fotografias médicas, os slides desses
órgãos que foram examinados e o exame mostrando hematomas no corpo
haviam desaparecido, o que torna impossível investigar a causa da
morte. O relatório toxicológico mostra altos níveis de Nembutal (38-66
cápsulas) e hidrato de cloral (14-23 comprimidos) no sangue de Monroe. O
nível encontrado foi o suficiente para matar mais de 10 pessoas. Um
exame do corpo descartou injeção intravenosa como a fonte das drogas.
O legista Dr. Theodore Curphey supervisionou a autópsia completa. Além
da causa da morte, conforme indicado na certidão de óbito, os
resultados nunca foram tornados públicos e nenhum registro dos
resultados foi guardado."
- Ibid.
Em 1985, o jornalista britânico Anthony Summers investigou as circunstâncias da morte de Monroe. Ele conseguiu obter uma entrevista com a empregada doméstica Eunice Murray para uma reportagem da BBC. Ela inadvertidamente admitiu alguns fatos condenatórios.
"Para um programa da BBC, Eunice Murray inicialmente repetiu a mesma história
que ela tinha dito a Robert Slatzer em 1973 e à polícia em 1962. Ela
aparentemente percebeu a equipe de câmera começando a arrumar as coisas e, em seguida, disse: "Por que, na minha idade, eu ainda tenho que
falar sobre isso?" Ela não sabia, mas o microfone ainda estava
ligado. Murray passou a admitir que Monroe havia conhecido os Kennedys.
Ela contou que na noite da morte da atriz, "quando o médico chegou, ela
não estava morta." Murray morreu em 1994 sem revelar mais detalhes."
- Ibid.
Apesar de todos esses fatos, a verdade sobre a morte de Marilyn ainda não está a céu aberto. Como é o caso de muitas outras mortes de celebridades, há uma aura de mistério em torno dela e um monte de perguntas não respondidas. Em outras palavras, sua morte se encaixa no perfil de um típico assassinato da elite oculta que tem o poder sobre a aplicação da lei para não revelar a verdade.
Alguns pesquisadores tentaram descrever os fatos exatos de quem instigou o assassinato. Alguns citam o Kennedys, a CIA, seus psicólogos ou outros indivíduos. Talvez seja mais prudente dar um passo atrás e olhar para o quadro mais amplo: a maioria das pessoas ao redor de Monroe faziam parte do mesmo sistema. Não foi uma única pessoa que decidiu matá-la, ela era uma escrava MK que foi "descartada". Como muitos outros depois dela, ela foi uma celebridade explorada quando ainda era útil e eliminada quando sua programação começou a falhar.
"O significado mais profundo aqui é que todos as escravas Monarca são
dispensáveis se cruzarem a linha, e muitas dessas vítimas supostamente
foram "descartadas", de tal forma depois de uma certa
idade e não são mais desejáveis como prostituta/escravas, ou se de
algum modo se libertarem de sua programação e for considerada um "risco"."
- Op. Cit. Gorightly.
O Símbolo da Programação Beta na Indústria do Entretenimento de Hoje
Enquanto Marilyn Monroe tornou-se rapidamente um ícone gigantesco que representa tudo o que é sexy e glamouroso em Hollywood, ela também se tornou, no mundo sombrio do MK-Ultra, um símbolo de programação Beta em Hollywood. Hoje, mais do que nunca, muitas jovens atrizes criadas na indústria do entretenimento seguem os passos de Marilyn - como se tudo fosse planejado para elas. Manipuladas por manipuladores, elas são levadas para a fama e fortuna, mas também passam por controle mental baseado em trauma, abuso, exploração, colapsos e, às vezes, a morte prematura. Em todos os casos, essas celebridades são feitas para encarnar Marilyn Monroe em uma fase de sua carreira, como se fosse um requisito doentil pelos marionetistas MK, que fazem questão de identificar os seus escravos para as massas sem noção. Quantos vídeos ou ensaios apresentando grandes estrelas são ditos "encarnar" Marilyn Monroe? Demais para ser coincidência. Em alguns casos, a semelhança não é só estética. Aqui estão alguns exemplos.
Britney Spears
Um dos casos mais evidentes de controle mental na indústria do entretenimento de hoje é Britney Spears. De sua infância como um Mouseketeer a sua vida adulta vivendo sob a tutela de seu pai e seu noivo (seus manipuladores), Britney sempre foi acompanhada de perto por figuras poderosas. Como tantos outros escravos, ela passou por avarias, abuso de substâncias, e é muitas vezes descrita como uma "zumbi drogada" por aqueles mais próximos a ela.
Britney "encarna" Marilyn Monroe, completo com um visual loiro platinado. Suas
mãos estão amarradas, que pode representar seu estado na indústria do entretenimento.
Nesta performance de palco, Britney recria o icônico momento Monroe e seu vestido.
Britney está supostamente "obcecada" com Monroe. De acordo com Wonderwall, Britney exige que uma coleção de DVD de Marilyn Monroe esteja em todos os seus quartos de hotel. Ela também visita o túmulo de Marilyn regularmente e quer ser enterrada no mesmo cemitério. Será que os escravos beta são programados para adular Marilyn?
Anna-Nicole Smith
A vida de Anna-Nicole Smith foi muito semelhante à de Monroe, até o final trágico. Famosa por suas curvas e sua persona "loira burra" popularizada por Monroe, sua vida no centro das atenções era típico de uma escrava Beta. Nos últimos anos de sua vida, ela estava em um relacionamento com seu advogado Howard K. Stern - que atuou mais como um manipulador MK do que um marido. Neste vídeo, vemos Anna-Nicole demonstrando um comportamento estranho... perfeitamente possível uma alter-persona programada sendo ligada. A triste cena é filmada por Stern, que parece ter provocado o episódio.
Anna-Nicole também teve que passar por alguns acontecimentos extremamente traumáticos. Por exemplo, em 2006, logo após dar à luz sua filha, seu filho de 20 anos, veio visitá-la... e misteriosamente morreu logo em seu quarto de hospital. A causa de sua morte nunca foi clara, mas, como sempre, a razão dada pelos meios de comunicação é "drogas". Isso foi um sacrifício pela elite ocultista para traumatizar Anna-Nicole Smith, a escrava Beta? Uma coisa é certa, o evento mudou completamente o resto de sua vida. (Note que Monroe perdeu dois bebês em gestação e alega que eles foram "tirados dela" por pessoas não identificadas).
Menos de três semanas depois da morte de seu filho, Anna-Nicole "se comprometeu" com o manipulador Howard. K. Stern em uma cerimônia oficial. Cinco meses depois, Smith foi encontrada morta em um quarto de hotel na Flórida. Ela perdeu a vida aos 39 anos, devido a uma "combinação de drogas". Em suma, a semelhança de Smith para Monroe não era apenas física, ela foi programada para reviver a vida de Monroe.
Anna-Nicole Smith, em uma recriação do filme de
Marilyn Monroe "Os Homens Preferem as Loiras".
Uma das inúmeras ocasiões em que Smith
foi feita parecer exatamente como Monroe.
Outras Celebridades da Programação Beta como Monroe
Aqui estão outras personalidades com personas Beta que estão associadas com Marilyn Monroe:
Lindsay Lohan recriou o ensaio "The Last Sitting" com o mesmo fotógrafo Bert Stern.
Como Monroe, Lohan é um símbolo sexual, cujas viagens para centros
de reabilitação (centros de reprogramação) e comportamentos erráticos
frequentes são uma reminiscência da quebra de controle de Monroe.
Megan Fox posa com um livro sobre Marilyn
Monroe, enquanto mostra sua "tatuagem Monroe".
Depois disso, Fox no entanto removeu a tatuagem. Ela declarou em uma
entrevista: "Eu vou removê-la. É um rosto negativo, pois ela sofria de transtornos
de personalidade e era bipolar. Eu não quero atrair esse tipo de energia negativa
em minha vida. "Será que ela aprendeu a verdade sobre Monroe e o que
ela representa na indústria do entretenimento MK-Ultra?
Katy Perry está definitivamente sendo usada para empurrar a Agenda
Illuminati - incluindo o simbolismo de programação Beta. Aqui ela está
posando como Monroe, com um quadriculado maçônico atrás.
Courtney Stodden tem todos os quesitos de uma escrava Beta. Ela se casou com
seu manipulador quando tinha 16 anos e ele tinha 51 anos. Seus vídeos on-line são
todos sobre ser uma "sex-kitten" Beta e exibir múltiplas personalidades.
Nicki Minaj muitas vezes imita o visual de Marilyn Monroe.
Em seu vídeo "National Anthem", Lana Del Rey recriou o
"Happy Birthday Mr. President" de Marilyn Monroe. As imagens
em muitos de seus vídeos aludem à programação Beta.
Lana Del Rey em pé na frente de uma imagem de Marilyn Monroe.
Embora seja normal para celebridades ser inspirado por uma estrela icônica, como Marilyn Monroe, sua imagem é sistematicamente utilizada nas estrelas empurrando a Agenda Illuminati. Assim como outros símbolos descritos neste site, o símbolo de Monroe é usado para representar a presença da programação Beta na cultura popular.
Conclusão
Nesta série de duas partes de artigos, nós analisamos a juventude de Marilyn Monroe, a carreira, a morte e seu legado. Em todas essas etapas, a vida de Monroe foi impressa com trauma, abuso e controle mental. Como uma vítima de programação Beta, quando ela ainda não estava trabalhando em um projeto, ela foi literalmente usada para "serviços íntimos". No fim de sua vida, Marilyn foi modelo presidencial de JFK, uma situação que poderia ter sido explosiva se revelada ao público. Ambos morreriam pouco depois em circunstâncias que permanecem extremamente sombrias e suspeitas.
Mesmo depois da morte de Monroe, sua imagem continua a ser usado ad nauseam para identificar aqueles que estão seguindo seus passos pelo mesmo sistema que controlava toda a sua vida. Porque é que as figuras mais emblemáticas de nossa cultura pop muitas vezes acabam vivendo vidas trágicas? Será que é porque há algo de muito errado na indústria do entretenimento? Vou deixar Marilyn Monroe resumir a situação.
"Hollywood é um lugar onde eles te pagam 50 mil dólares por um beijo e 50 centavos pela sua alma".
Em fevereiro, Matt Damon lançou uma campanha para aumentar a conscientização sobre a falta de água potável em países do terceiro mundo. Embora essa seja uma causa importante e nobre, um anúncio que a promove, traz Bono, Richard Branson e Olivia Wilde, mas, praticamente, se concentra em outra coisa: Ridicularizar as conspirações relacionadas aos Illuminati. Por quê? Ninguém realmente sabe.
Trecho do vídeo traduzido:
Bono diz: "Eu me lembro da primeira vez quandoMatttrouxe a ideia, eu estava em uma reuniãodosilluminati".
Olivia Wilde diz: "Bono ficou furioso", "Ei!Damon, quemdeixou você entrar emnossareunião secreta dos illuminati?"
Este vídeo sobre a "água potável" termina com o bilionário Richard Branson gritando: "Assembleia Illuminati". Qual é a relação? Não sei. Isso é pra ser engraçado? Bem, eu não ri. Meu olho direito está ligeiramente contraindo-se, apesar de tudo.
Em menos de dois minutos, o anúncio consegue me irritar em vários níveis. Primeiro, é mais um exemplo de celebridades tentando obter algum status de bondade, associando a sua "imagem" com algum tipo de boa causa. Em vez de calarem a boca e ajudarem as pessoas na pobreza, eles preferem ficar na frente de uma câmera dizendo às pessoas comuns: "Ei! Eu sou uma celebridade e tenho dinheiro, olha quão bom eu sou; veja que eu me preocupo com essa última boa causa de Hollywood, que está na moda... E você é um egoísta idiota por não se importar!"
Em segundo lugar, todo mundo provavelmente foi ao banheiro logo após a gravação do vídeo. Basear uma campanha com celebridades em torno de uma ação que ninguém nunca vai realmente realizar não estaria apenas representando uma hipocrisia acontecendo ali? É como uma maneira indireta de dizer: "Nós não vamos fazer absolutamente nada sobre essa questão, apenas ficar falando sobre isso para provar que somos melhores do que os outros por estar se importando".
O que é no entanto mais incompreensível é que as celebridades no anúncio não parecem estar preocupados com a água, visto que elss estão tirando sarro das "conspirações" Illuminati e, ainda, dos milhões de "buscadores da verdade" em todo o mundo.
Primeiro, aparece Bono tirando sarro das teorias Illuminati - aquele cujas organizações pró-NOM são financiadas por Bill Gates (Sr. Despovoamento) e George Bush (Sr. Governo Mundial Único e Moeda Mundial Única). As pessoas em torno desse cara são parte do grupo Bilderberg, o Conselho de Relações Exteriores e de outros ramos elitistas dos Illuminati, e ele está tirando sarro dessas teorias. Bono, ninguém realmente acredita que os Illuminati é um bando de celebridades idiotas que se reúnem em segredo. Então, por que deformar a verdade para fazê-la parecer ridícula?
Daí, temos Richard Branson, que, provavelmente, tem dinheiro suficiente para resolver todo o problema por si mesmo, mas prefere fazer piadas no YouTube para se aparecer.
Depois, vemos Olivia Wilde, que diz que é um "androide do futuro", porque, aparentemente, aqueles que buscam a verdade sobre o mundo também são idiotas o suficiente para acreditar que ela é um androide do futuro.
Aqui está uma ideia: Que tal discutirmos a raiz do problema da escassez de água na África? Por que não falar sobre a exploração sistemática e desvio de todos os recursos da África para lucrar potências coloniais? A criação de países africanos falsos pelas potências coloniais para manter uma fortaleza econômica sobre eles? A colocação em prática de governos fantoches corruptos que não constroem infra-estrutura para o seu povo? O FMI impondo restrições econômicas rígidas sobre esses países para ajudar empresas multinacionais apoiadas pelos Bilderberg? É... não, isso é chato... e vai contra os interesses dos seus "mestres". Sim, eles não querem que as pessoas saibam que os que fazem você se sentir mal sobre o problema são os únicos que realmente o criaram. Vamos fazer piadas estúpidas Illuminati ao invés.
Eu acho que a greve de banheiro se adequa bem a essas celebridades... porque elas são cheias de ****.