O PLANO MESTRE - PARTE 3 - ABRINDO OS PORTAIS

"Abrindo os Portais" é a terceira parte da série "O Plano Mestre". Nesta, abordaremos de forma simples e concisa os complexos conceitos de dimensão, portais e energia, para entendermos como funciona o processo de abertura de um portal dimensional. São os estranhos visitantes do mundo antigo seres extradimensionais? E se forem, como puderam manter contato com a humanidade, visto que habitam em dimensões paralelas? A resposta para isso pode estar na abertura de portais em lugares estratégicos do mundo. LEIA O RESTANTE AQUI
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A Vida Oculta da Família Kennedy: A Dinastia da Elite que foi Dizimada - Parte II

[ terça-feira, 19 de agosto de 2014 | 0 comentários ]

John F. Kennedy foi um presidente que definiu toda uma época. Embora ele tenha sido colocado no cargo pelo seu poderoso pai, parece que JFK tentou cortar as cordas que transformam presidentes norte-americanos em fantoches do governo sombrio do país. Vamos olhar para o lado oculto da presidência de John F. Kennedy.

Na primeira parte da série vimos a ascensão ao poder dos Kennedys. Você deve ler isto primeiro.

O assassinato de John F. Kennedy foi nada menos do que um ponto de virada na história americana. A bala que atingiu a cabeça de Kennedy brutalmente despertou um público americano inocente que depois entrou em uma época turbulenta de metamorfose. Despertado do sono tranquilo que foi o período de pós-guerra e a década de 50, o público americano viu uma mudança drástica após o trauma da morte de JFK. Essa nova fase não esteve tão coincidentemente ligada com o surgimento da televisão e meios de comunicação nos lares americanos, que se tornaram um poderoso motor de mudança.

JFK foi o rosto perfeito dessa nova era. Seu carisma natural e costumes encantadores foram totalmente explorados pelos meios de comunicação de massa para transformar esse político em uma celebridade amada por todo o país. Os sentimentos de esperança e otimismo engendrados por JFK não eram apenas uma mera ilusão, no entanto. Os registros mostram que ele realmente tentou trazer mudanças significativas para o seu país, indo contra as organizações mais poderosas que controlam o país: a CIA, a Reserva Federal e as grandes empresas de petróleo.

Vamos olhar para a presidência de JFK.

O Presidente de Uma Nova Era de Comunicação Social

JFK foi o protótipo final de uma figura política evoluindo na era da mídia de massa. Mesmo antes de se tornar presidente, JFK e sua equipe adotou totalmente o poder da televisão para ganhar apoio generalizado. Em 1960, Kennedy enfrentou Richard Nixon, no primeiro debate televisionado da história dos EUA e seu resultado é agora lendário. Enquanto Nixon apareceu pálido, suado e nervoso, JFK contratou os serviços de um artista de estúdio de maquiagem para conseguir um "brilho saudável" para a TV.

  Durante os debates presidenciais de 1960, JFK teve a calma presença
de uma personalidade de televisão experiente enquanto Nixon manteve-se 
enxugando o suor do seu rosto, fazendo-o aparecer como o estereótipo do
 "bandido" que veríamos em um filme. 

Sondagens após o debate foram bastante reveladoras: Uma pequena maioria dos ouvintes de rádio considerou Nixon o vencedor do debate, enquanto a esmagadora maioria dos telespectadores considerou JFK o vencedor. O debate proporcionou uma valiosa lição para todos os políticos futuros: Na era da televisão, a política é sobre as aparências e impressões. Enquanto assistem aos candidatos debaterem em suas salas de estar, as pessoas podem agora concluir: "Eu gosto desse homem" ou "Eu não confio nesse homem" sem sequer ouvir o que foi dito. O resultado do debate foi um fator importante que levou à vitória de JFK. Mas isso foi apenas o começo da "era Camelot", um termo inspirado no Rei Arthur para definir a popularidade da era Kennedy.

Após tomar posse, o discurso de inauguração do JFK chocou a nação. É agora amplamente considerado como o melhor discurso da história americana. Ele foi totalmente adaptado para essa nova era da mídia de massa e continha a frase de efeito político final, que encontra eco nos meios de comunicação de massa para o dia de hoje.

 
"E assim, meus compatriotas americanos - Não pergunte o que seu país pode fazer por você, pergunte o que você pode fazer por seu país." 
 

Não demorou muito antes de os Kennedys se tornaram celebridades de pleno direito, destacando-se na mesma arena da mídia como estrelas de cinema e cantores pop. Eles apareceram nas revistas e seu senso de moda até mesmo contribuiu para as novas tendências de estilo.

  Embora JFK fosse o homem mais poderoso do mundo, ele também 
usou o poder da mídia para transmitir um lado casual e orientado 
para a família, que era relacionável ​​com o público em geral.

JFK foi também o primeiro presidente a ter conferências de imprensa e discursos públicos transmitidos ao vivo pela televisão, marcando uma nova forma de fazer política nos EUA. Em suma, Kennedy foi o primeiro Presidente a estar totalmente presente na arena da mídia de massa, usando seu charme, carisma e sex appeal para criar um fenômeno mundial, mudando para sempre o mundo da política.

Embora a mídia de massa grandiosamente tenha abrangido todos os aspectos da vida de JFK, foi a sua morte prematura que causou um dos maiores momentos da mídia de massa na história. As horas, dias e meses seguintes de seu assassinato foram um ponto de virada no jornalismo, visto que assistimos a uma nova era de notícias de televisão ao vivo.

 Walter Cronkite anunciando a morte de JFK é um momento decisivo na 
história dos Estados Unidos. Visivelmente abalado, Cronkite tirou os óculos e
 dirigiu-se a uma nação que estava em completo choque. Este momento também 
marca o período de transição entre notícias impressas em tempo antigo
 e a cobertura televisiva ao vivo. 

Visto que a aura de JFK foi tão amplificada pelos meios de comunicação de massa, sua morte causou uma onda de choque, trauma e consternação em toda a América e no mundo. Foi um dos primeiros mega-rituais realizados por uma elite sombria... mas longe de ser a última. Depois de JFK, várias personalidades foram literalmente construídas pelos meios de comunicação de massa para depois morrer e causar choque e trauma. A era da comunicação de massa corresponde também a uma nova era de controle pela elite oculta.

As Conexões com o Lado mais Escuro de Hollywood

Embora JFK apreciasse o status de uma celebridade de Hollywood, ele também participou nos aspectos mais sombrios desse local. Durante os anos 60, Hollywood, decididamente direcionou para a exploração sexual, o controle mental e ocultismo sombrio, e JFK era amigo íntimo de suas principais figuras, a saber: Frank Sinatra, Peter Lawford e Sammy Davis, Jr., conhecido como "o rat pack". Segundo Fritz Springmeier, esses homens eram manipuladores de escravos MK, ligados com a Igreja  de Satanás, de Anton LaVey

 
Muitos dos filmes e programas usam escravos monarcas como atores e performers. Eles também usam muitos manipuladores de escravos, como Frank Sinatra, Peter Lawford, e Bob Hope. E, ocasionalmente, eles usam programadores como Anton LaVey, Jerry Lee Lewis. (...) 

Frank Sinatra foi um manipulador escravo. Ele lidou com os escravos de Bob Hope, quando Bob Hope os emprestou para Rat Pack (que consistia de Dean Martin, Frank, Sammy Davis, Jr. Peter Lawford e Joey Bishop). Frank Sinatra passa o tempo com os Rockefellers e Rothschilds. 
 - Fritz Springmeier, The Illuminati Formula to Create a Mind Control Slave
 

Arquivos do FBI recentemente divulgados descrevem "festas de sexo" com a participação dos irmãos Kennedy, Sammy Davis, Jr., Frank Sinatra (um manipulador de escravo MK) e Marilyn Monroe (a escrava de programação Beta).
 
 Um arquivo do FBI descreve uma festa que incluiu os
 Kennedys, os membros de Rat Pack, e Marilyn Monroe.
 
  Sammy Davis Jr. com Anton LaVey, o chefe da Igreja de 
 Satanás - uma poderosa organização que coloca uma
 fachada "Hollywood" no satanismo
O círculo de casos de JFK com vários parceiros durante a sua presidência não é nenhum segredo hoje. As duas mulheres mais famosas associadas a JFK são Marilyn Monroe e Jayne Mansfield, duas estrelas de cinema loiras com personas notavelmente semelhantes. Há, porém, um outro ponto que ambas tinham em comum: eram ambas "parceiras" de Anton LaVey. Na verdade, Mansfield era uma "Alta Sacerdotisa" da sua Igreja de Satanás.


Em San Francisco, para o 1966 Film Festival, Mansfield visitou a Igreja de Satanás, com Sam Brody (seu advogado e namorado) para atender Anton LaVey, o fundador da igreja. LaVey premiou Mansfield com um medalhão e o título de "Alta Sacerdotisa da Igreja  de Satanás de São Francisco". A Igreja de Satã proclamou Jayne um membro, e ela demonstrou uma certificação de filiação em um quadro no seu quarto rosa. A mídia entusiasticamente cobriu a reunião e os acontecimentos que o rodiavam, identificando-a como um satanista e romanticamente envolvida com LaVey. Essa reunião continuou a ser um evento muito divulgado e frequentemente citada de sua vida, bem como a história da Igreja de Satanás.

 - Strait, Raymond (1974). Vida Secreta e Trágica de Jayne Mansfield.
 

 Fotos de Jayne Mansfield com Anton LaVey.
 
A ligação entre Marilyn Monroe, Jayne Mansfield, Anton LaVey e JFK não é simplesmente o resultado de uma coincidência. Por trás de sua fachada teatral, Anton LaVey era um manipulador MK-ULTRA que programou Monroe e Mansfield para serem Beta Kittens.


"Anton LaVey foi o manipulador/programador de controle mental de uma série de atores e atrizes de Hollywood, incluindo Jayne Mansfield e Marilyn Monroe, que tanto o serviram como escravas sexuais". 

 - Anton Szandor LaVey, Whale.to

"Marilyn Monroe era uma órfã, e durante sua infância os Illuminati/CIA a programaram para ser uma escrava monarca. Antes de se tornar uma atriz, enquanto ela ainda era uma stripper, ela passou um tempo com o fundador da Igreja de Satanás Anton LaVey. Vítimas de LaVey têm o apontado como um programador de controle mental."

 - Ibid.

  

Marilyn Monroe fala com John F. Kennedy depois de cantar o famoso 
"Happy Birthday, Mr. President". Vestindo seu vestido cravejado de diamantes 
(diamantes estão associados com modelos presidenciais no simbolismo MK),
 a performance foi realmente a de uma Beta sex-kitten  sensualmente
 cantando para o homem ao qual ela estava atendendo. 
  
Como a maioria dos escravos MK, Monroe e Mansfield morreram jovens (na idade de 36 e 34, respectivamente) e em circunstâncias estranhas ("overdose" e acidente de carro).

Um Presidente Corajoso

Apesar de toda as festas e distrações, JFK foi um presidente ocupado e dedicado. Enquanto ele lidou com questões gigantescas, como o aumento dos direitos civis e da Guerra Fria, ele também tratou de assuntos menos conhecidos. Na verdade, JFK rapidamente entendeu quem estava no controle de Washington e que não era ele, o suposto Presidente democraticamente eleito. Foi a elite sombria que controlou o país por trás dos bastidores, através de vários grupos poderosos, que trabalharam de forma completamente independente do governo. No que parece ser uma tentativa de trazer o poder e a influência de volta aos representantes democraticamente eleitos, JFK entrou em confronto com a CIA, a Reserva Federal, os gigantes do óleo e até mesmo o complexo militar-industrial. Quase todas as políticas adotadas que iam contra esses grupos foram rapidamente revertidas depois de sua morte.
Contra o Fed? 

O Sistema da Reserva Federal foi criado em 1913 para se tornar o sistema de bancos centrais dos Estados Unidos. No entanto, apesar do seu "nome governamental", o Sistema de Reserva Federal não é federal. Nem sequer é governamental. Apesar de ter sido criado por um ato do Congresso, a Reserva Federal é completamente independente do governo. É, essencialmente, uma organização privada de propriedade de doze monopólios de crédito, que são de propriedade das famílias bancárias mais poderosas do mundo.

Dicionário Black Law define o Fed como:
 

 "Rede de doze bancos centrais aos quais a maioria dos bancos nacionais pertencem e ao qual bancos estatais fretados podem pertencer. As regras de adesão exigirá um investimento de ações e reservas mínimas".
 

A Reserva Federal é a entidade que empresta dinheiro aos bancos, que então emprestam dinheiro aos cidadãos, com juros. Mais importante, o Fed cria o dinheiro americano e empresta ao governo dos EUA, também com cobrança de juros. O governo deve, então, recolher o imposto de renda para pagar esses juros. A alteração XVI, que deu ao Congresso o poder de cobrar impostos sobre a renda, foi aprovada no mesmo ano que o Fed foi criado.
Em 1934, o congressista Louis T. McFadden da Pensilvânia fez um discurso surpreendente expondo quem estava por trás do Fed. De acordo com ele, eram as mesmas pessoas que estão por trás dos acontecimentos mundiais importantes. Sem nomeá-las, McFadden descreveu as linhagens de elite do mundo.


Sr. Presidente, nós temos neste país uma das instituições mais corruptas que o mundo já conheceu. Refiro-me ao Conselho da Reserva Federal e os Bancos da Reserva Federal, a seguir denominado Fed. O Fed enganou o governo desses Estados Unidos e o povo dos Estados Unidos sem dinheiro suficiente para pagar a dívida da nação. As depredações e iniquidades do Fed custam dinheiro suficiente para pagar a dívida nacional várias vezes.

Essa instituição maligna tem empobrecido e arruinado o povo desses Estados Unidos, faliu-se, e praticamente faliu o nosso Governo. Ela tem feito isso através dos defeitos da lei sob a qual opera, com a má administração dessa lei pelo Fed e com as práticas corruptas dos abutres endinheirados que a controlam.

Algumas pessoas pensam que os Bancos da Reserva Federal dos Estados Unidos são instituições governamentais. Eles são monopólios privados que caçam as pessoas desses Estados Unidos para o benefício de si mesmos e seus clientes estrangeiros; especuladores e vigaristas estrangeiros e nacionais; e emprestador de dinheiro rico e predatório. Nesse grupo escuro de piratas financeiros, há aqueles que irão cortar a garganta de um homem para obter um dólar de seu bolso; há aqueles que enviam dinheiro para estados para comprar votos para controlar nossos corpos legislativos; há aqueles que mantêm propaganda internacional com a finalidade de enganar-nos a outorga de novas concessões que lhes permitem cobrir suas más ações passadas e colocar para funcionar novamente em marcha o trem gigantesco do crime.

Esses doze monopólios de crédito privados foram dolosamente e deslealmente impingidos neste País pelos banqueiros que vieram da Europa e nos reembolsaram a nossa hospitalidade, minando nossas instituições americanas. Esses banqueiros levaram o dinheiro para fora do país para financiar o Japão em uma guerra contra a Rússia. Eles criaram um reinado de terror na Rússia com o nosso dinheiro, a fim de ajudar a guerra. Eles instigaram a paz separada entre a Alemanha e a Rússia, e, portanto, provocaram um distanciamento entre os aliados na Primeira Guerra Mundial. Eles financiaram a passagem de Trotsky de Nova York para a Rússia para que ele pudesse ajudar na destruição do Império Russo. Eles fomentaram e promoveram a Revolução Russa, e colocaram um grande fundo de dólares americanos à disposição de Trotsky em uma de suas filiais de bancos na Suécia para que através dele casas russas pudessem ser completamente quebradas e crianças russas jogadas longe de seus protetores naturais. Eles já começaram a destruir os lares americanos e a dispersão das crianças americanas. Sr. Presidente, não deve haver parcerias em assuntos bancários e de moeda neste país, e eu não falo com nenhum. 

O Banco da Reserva Federal destruiu nossa maneira antiga e característica de fazer negócios. Ele discriminou nosso 1-nome comercial, o de melhor do mundo, e colocou o antiquado 2-nome, que é a atual maldição deste país e que destruiu todos os países que já deram a ele alcance; fixou-se sobre o País a própria tirania da qual os autores da Constituição tentaram nos salvar.
 

Neste discurso de veracidade raro, o deputado McFadden se refere aos "banqueiros que vieram da Europa" e que usam sua riqueza imensa para influenciar os eventos mundiais e ainda empurraram uma revolução russa. Sua descrição dos "banqueiros" é perfeitamente aplicável a uma família de elite, como os Rothschilds, uma dinastia de banqueiros da Europa que têm financiado os esforços de guerra de vários países durante séculos.
Dito isto, estava Kennedy trabalhando ativamente contra o Fed ou não? Até hoje, essa questão ainda é muito debatida. Alguns argumentam que JFK emitiu uma ordem executiva indo contra a Fed, outros afirmam que ele realmente fez o Fed mais forte. Parece haver uma grande quantidade de informações contraditórias e desinformações flutuando por aí sobre o assunto, um sinal clássico de uma questão "sensível".
Em seu livro de 1990 "Crossfire", Jim Marrs afirma que, cinco meses antes de seu assassinato, JFK assinou a Ordem Executiva 11110, que permitia ao governo emitir dinheiro sem juros, ignorando todo o sistema da Reserva Federal.
 

 Outro aspecto negligenciado da tentativa de Kennedy de reformar a sociedade americana envolve dinheiro. Kennedy aparentemente argumentou que ao retornar à Constituição, que afirma que só o Congresso deve cunhar dinheiro e regular, a dívida nacional crescente poderia ser reduzida por não pagar juros aos banqueiros do Sistema da Reserva Federal, que imprimem dinheiro de papel, em seguida, emprestam para o governo com juros. Mudou-se nesta área, em 4 de junho de 1963, através da assinatura da Ordem Executiva 11110, que pedia a emissão de $4.292.893.815 em Notas dos Estados Unidos por meio do Tesouro dos EUA, ao invés do tradicional sistema da Reserva Federal. Nesse mesmo dia, Kennedy assinou uma lei mudando o apoio de uma e duas notas de dólar de prata para ouro, adicionando força para a moeda americana enfraquecida. 

A controladoria de Kennedy, James J. Saxon, tinha estado em desacordo com a poderosa Reserva Federal por algum tempo, incentivando investimentos e poderes de empréstimos mais amplos para os bancos que não faziam parte do sistema da Reserva Federal. Saxon também decidiu que os bancos não reservas poderiam subscrever títulos de obrigação geral estaduais e municipais, de novo enfraquecendo os dominantes bancos da Reserva Federal.

 Um número de "notas de Kennedy" foi de fato emitido - o autor tem uma nota de cinco dólares em sua posse, com o título "United States Note" - mas foram rapidamente retiradas depois da morte de Kennedy. De acordo com informações da Biblioteca do Controlador da Moeda, a Ordem Executiva 11110 permanece em vigor até hoje, apesar de sucessivas administrações, começando com a do presidente Lyndon Johnson que, aparentemente, simplesmente ignorou e, em vez de acatar, voltou para a prática de pagar juros para a Reserva Federal. Hoje continuamos a usar notas da Reserva Federal, o déficit está em um ponto mais alto.

 - Jim Marrs, Crossfire
 

 Uma comparação entre a "United States Note" (em cima) emitidas pelo governo 
dos Estados Unidos e uma regular "Federal Reserve Note" (parte inferior) emitidas 
pelo Fed. Embora as notas são esteticamente semelhantes, a nota dos Estados Unidos
é livre de dívidas, sem juros e ignora o parasitário Sistema da Reserva Federal. 

De acordo com Marrs, a Ordem Executiva foi um esforço de Kennedy para transferir o poder do Reserva Federal para o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, substituindo Notas da Reserva Federal com certificados de prata.

No entanto, a teoria Marrs foi contestada por observadores que afirmam que a Ordem Executiva 11110 não menciona a criação de quatro bilhões de dólares em "Notas dos Estados Unidos" e é apenas uma alteração de uma Ordem Executiva de 1951 delegando poderes ao Secretário do Tesouro em questões relativas aos certificados de prata.

Contra a CIA e a guerra?

A presidência de Kennedy ocorreu em um período em que os Estados Unidos e a União Soviética estavam jogando um jogo de xadrez em escala mundial. Através de uma variedade de operações secretas, a CIA fermentou revoluções, financiado grupos armados e assassinou líderes para ganhar o controle de várias partes do globo. Durante a presidência de Kennedy, a Guerra Fria provocou conflitos em áreas, incluindo Vietnã, Laos, e Cuba.

Em 1961, Kennedy autorizou a invasão da Baía dos Porcos, a invasão de Cuba há muito planejada, usando um grupo paramilitar patrocinado pela CIA chamado "Brigada 2506". O objetivo final era a derrubada (ou assassinato) de Fidel Castro. A operação acabou falhando, causando JFK tomar publicamente a culpa por isso. Kennedy foi então citado como se dizendo a um oficial dentro de sua administração: "eu quero rachar a CIA em mil pedaços e espalhá-los aos quatro ventos". Poucos meses depois, o diretor da CIA Allen Dulles, o vice-diretor de Planos, Richard M. Bissell, Jr., e o vice-Diretor Charles Cabell foram forçados a renunciar. Após a morte de Kennedy, Allen Dulles fez parte da Comissão Warren, que investigou o assassinato de JFK - uma indicação que ainda causa espanto hoje.

Em 1963, Kennedy soube do assassinato do presidente do Vietnã do Sul, Ngo Dinh Diem, que estava disfarçado pela primeira vez como um suicida pela CIA. O sangrento golpe supostamente mexeu com JFK.

Nos últimos dias de sua administração, JFK tomou várias medidas para reduzir o número de soldados norte-americanos no Vietnã e planejou fazer finalmente uma retirada completa. Gravações do secretário de Defesa McNamara e do Vice-Presidente Lyndon Johnson têm relatos de JFK querendo cair fora do Vietnã após sua reeleição em 1964 (ambos estavam contra ele).

Kennedy reforçou a sua posição para a paz em 10 de junho de 1963, quando proferiu um importante discurso na American University:


Para discutir um tema sobre o qual muito frequentemente a ignorância abunda e a verdade é muito raramente percebida - mas ainda é o tópico mais importante na terra: a paz mundial... eu falo de paz por causa da nova face da guerra... numa época em que a arma nuclear singular contém dez vezes a força explosiva entregue por todas as forças aliadas na Segunda Guerra Mundial... uma idade em que os venenos mortais produzidos por uma troca nuclear seriam levados pelo vento,  pelo ar, pelo solo e por sementes para todos os cantos do globo e para gerações ainda por nascer... eu falo de paz, portanto, como o fim racional dos homens racionais... a paz mundial, como a paz da comunidade, não exige que cada homem ame o próximo, mas exige apenas que eles vivem juntos em tolerância mútua... nossos problemas são feitos pelo homem, por conseguinte, eles podem ser resolvidos pelo homem. E o homem pode ser tão grande quanto ele quiser.
 

Cerca de um mês antes de seu assassinato, JFK assinou o Memorando de Ação Nacional de Segurança ordenando a retirada dos 1.000 militares do Vietnã até o final do ano. No entanto, em 26 de novembro de 1963, apenas quatro dias depois da morte de Kennedy, Lyndon Johnson reverteu a retirada e reforçou o compromisso dos EUA no Vietnã.

Contra o Gigante do Óleo?

Desde os dias da Rockefeller's Standard Oil, as grandes empresas de petróleo têm desfrutado de grandes privilégios e influência nos Estados Unidos. Por exemplo, desde 1926, as empresas petrolíferas beneficiam de grandes incentivos fiscais, incluindo o subsídio de esgotamento do petróleo, o que lhes permite manter 27,5 por cento de sua receita livre de impostos.

Em 1963, o presidente Kennedy propôs a remoção do subsídio de esgotamento do petróleo, o principal incentivo fiscal para as empresas petrolíferas. Estimativas mostram que isso teria custado aos donos do óleo no Texas $300 milhões a cada ano. Ele também aprovou a Lei de Kennedy, uma legislação que, especialmente, beliscou companhias de petróleo, o que teria causado elas desistirem de 15 por cento dos seus lucros de investimentos no exterior.

Após a morte de Kennedy, seu sucessor Lyndon Johnson, que era extremamente próximo com as empresas de petróleo do Texas, completamente abandonou esses planos.

Conclusão

Embora seja fácil de endeusar ou difamar JFK, a verdade é que ele foi apenas um homem que era um produto do seu meio - a elite ocultista. Como membro deste grupo rarefeito, ele se misturou com o lado escuro de Hollywood e se envolveu com o mundo horrendo de escravos e manipuladores MK.

No entanto, a nível profissional, Kennedy foi ao encontro dos melhores interesses da elite, em várias ocasiões, tentando ir contra a CIA, a Reserva Federal, o complexo militar-industrial, e as grandes empresas petrolíferas. Na verdade, Kennedy tomou medidas ousadas para limitar os poderes das organizações que atuam em total sigilo e que prestam absolutamente nenhuma conta de suas ações para o público. Ele foi contra o governo oculto que funciona no escuro e, logo depois, ele foi assassinado em plena luz do dia. Cinquenta anos depois, a teoria oficial é que um atirador solitário matou Kennedy. Isso é plausível? Nas décadas que se seguiram, a maldição Kennedy continuou, dizimando mais proeminentes membros da família. Foi a dinastia Kennedy evitada pela elite oculta?

A última parte da série vai analisar o assassinato de JFK, o seu significado oculto, e o destino do resto da dinastia Kennedy.

Fonte: VC

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A Morte de Robin Williams e o Simbolismo Illuminati no Filme "Jack"

[ domingo, 17 de agosto de 2014 | 0 comentários ]

A notícia da morte do ator Robin Williams aos 63 anos deixou o mundo, no mínimo, perplexo na última semana. Vimos que na hora em que sua morte era anunciada, a BBC exibia um episódio da série "Uma Família da Pesada" em que Robin Williams tinha uma participação importante, e também havia menção a suicídio. A informação de que ele teria se suicidado levou-nos de novo ao questionamento: por que algumas celebridades morrem em circunstâncias misteriosas? A mídia foi rápida em argumentar que Williams sofria de depressão, no entanto, quando se trata de Hollywood e seu lado sombrio, não é estranho presumir que sua morte possa ter sido parte de mais um ritual. O simbolismo Illuminati no filme "Jack" leva-nos a acreditar que Robin possa ter sido mais um escravo de controle mental monarca. Foi sua morte o resultado de anos de abuso?


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Estranha Coincidência na Morte de Robin Williams

[ terça-feira, 12 de agosto de 2014 | 13 comentários ]

A morte do ator americano Robin Williams na última segunda-feira (11) causou reações diversas em todo mundo. O ator era extremamente querido e, considerado por muitos, um dos melhores atores de Hollywood. A maioria das pessoas que cresceram nos anos 80 e 90 com certeza lembra dos papeis que ele desempenhou e dos grandes filmes nos quais atuou. Robin provavelmente será lembrado por décadas e homenageado como um dos maiores artistas de Hollywood pela nova geração de atores aspirantes. De acordo com o TMZ, Williams se enforcou com um cinto após tentativas de cortar seus próprios pulsos. Horas depois de sua morte, a mídia começou a reportar (sempre com um tom de deboche) que teorias da conspiração começaram a "pipocar" na Internet, alegando que sua morte teria sido mais um "sacrifício Illuminati".

Bem, para aqueles que já estão familiarizados com o lado oculto de Hollywood, de fato, na maioria das vezes que uma celebridade é encontrada morta em circunstâncias estranhas, não é tão implausível pensar que o incidente possa ser mais um desses "clássicos rituais de sacrifício" (visto que sacrifícios ritualísticos envolvendo celebridades de fato já aconteceram e deverão continuar acontecendo).

Assim como a maioria das mortes de celebridades em circunstâncias estranhas e eventos com aspectos ritualísticos, a de Robin Williams também veio acompanhada de estranhas sincronicidades. O público da emissora britânica BBC3 ficou chocado com a "estranha coincidência" na noite desta segunda-feira (11), quando foi dada a notícia de que Robin Williams havia morrido em um aparente suicídio pouco minutos depois em que era exibido um episódio da série de animação "Uma Família da Pesada" (Family Guy), que era centrado no ator e terminava com uma tentativa de suicídio do protagonista, como contou o jornal britânico The Independent.

"O episódio terminou assim que a notícia sobre sua morte foi dada", disse um porta-voz da BBC. "Foi uma reprise que foi exibida algumas vezes, então quem poderia prever isso? Estava agendado há mais de duas semanas atrás, então é só uma estranha coincidência", declarou o porta-voz, acrescentando que o episódio, que faz parte da décima temporada da série, estava planejado para ir ao ar novamente na nesta sexta, mas não será mais mostrado.

O episódio, em que há menção a suicídio, foi ao ar basicamente quando
 as notícias de sua morte começaram a surgir. Mas que coincidência, hein!

Em "Um Família da Pesada", Williams é o comediante favorito de Peter Griffin. O ator Seth McFarlane, criador da série e dublador do personagem, fez nesta terça (12) uma homenagem ao ator, dizendo: "O mundo acaba de ficar menos engraçado. Robin Williams é uma perda trágica". No entanto, Seth McFarlane, o autor da série "ateísta", parece bastante confortável em colocar simbolismo Illuminati em suas produções, como mostrado nesta postagem. Tendo por base o uso de simbolismo oculto em episódios anteriores da série, não seria tão absurdo que os produtores da série pudessem ter sido levados a produzir esse episódio para que este, por sua vez, pudesse ser usado mais à frente para uma sincronicidade.

Robin também foi morto no dia 11 do mês, um número cabalístico em numerologia e usado em diversos mega-rituais. Muitos vão dizer que isso pode ser apenas fruto de mais uma coincidência, pois a mídia tem divulgado com bastante esforço que o ator estaria deprimido e deu entrada em um centro de tratamento de dependências semanas antes de morrer. Mas a pergunta crucial que devemos fazer é: a dependência é o motivo central da morte dessas celebridades ou são as celebridades que enfrentam problemas de dependência escolhidas para serem sacrificadas (visto que assim será muito mais fácil encontrar um motivo para suas mortes)?

Vamos esperar por mais informações.

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Borgore - Simbolismo Illuminati em "Wild Out" feat. Waka Flocka Flame and Paige

[ sexta-feira, 8 de agosto de 2014 | 0 comentários ]

Borgore é um DJ e produtor israelense de música eletrônica que tem se tornado cada vez mais notável nos últimos anos. Ele já fez colaborações com vários artistas, inclusive Miley Cyrus. Seu álbum de estreia foi intitulado #NEWGOREORDER, uma clara referência a NEW WORLD ORDER, além dos simbolismos Illuminati, sempre presentes, como o triângulo e o olho que tudo vê, na capa de seu novo álbum. O vídeo "Wild Out" feat. Waka Flocka Flame and Paige deixa mais claro quem está financiando esses novos artistas.


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A Vida Oculta da Família Kennedy: A Dinastia da Elite que foi Dizimada - Parte I

[ domingo, 3 de agosto de 2014 | 5 comentários ]

Os Kennedys foram considerados, em um ponto, a família real dos Estados Unidos - uma poderosa dinastia que também era amada e admirada pelo público. No entanto, a incompreensível "maldição Kennedy" atingiu a família até o núcleo, quando vários membros perderam suas vidas em uma idade jovem e em circunstâncias estranhas. Esta série de artigos irá expor fatos menos conhecidos sobre os Kennedys e explicar como o destino da família está relacionado com o governo sombrio que governa os Estados Unidos.

O assassinato de John F. Kennedy em 22 de novembro de 1963 será sempre um dos dias mais trágicos da história americana. Ele pode ser apontado como o dia em que o público americano "perdeu sua inocência" e obteve um vislumbre do governo sombrio e mórbido que trabalha nos bastidores. Em 2000, mais de 81% dos americanos acreditava que o assassinato de JFK havia sido planejado por mais do que apenas um atirador, tornando-se uma das teorias da conspiração mais aceitas da história dos EUA. No entanto, com o passar dos anos, inúmeras teorias e hipóteses sobre o assassinato de JFK continuam aparecendo na forma de "livros reveladores" ou "documentários chocantes", contrariando teorias anteriores e turvando as águas da verdade em vez de esclarecê-las. Pode-se perguntar se algumas dessas "revelações" são na verdade tentativas de desinformação a fim de evitar que a verdade algum dia emerja.

Mas para entender os Kennedys e o que os levou ao poder, é preciso ir mais além do que a presidência de JFK e seu assassinato. Temos de olhar para aqueles que os precederam, especialmente seu pai, Joseph Patrick Kennedy Sr., que ganhou uma incrível quantidade de riqueza e tornou-se íntimo das famílias mais poderosas do mundo. Enquanto essas conexões, em última instância, levaram a família para a Casa Branca, os Kennedys não permaneceram no poder por muito tempo. A mesma "mão invisível" que os levaram ao topo aparentemente tentou erradicá-los completamente. Foi a maldição na verdade uma série de esforços com o objetivo de remover os Kennedys do poder? Estudar a história dos Kennedys é, essencialmente, estudar o funcionamento interno da elite oculta. Vamos primeiro olhar para as origens da dinastia Kennedy. 

Joseph P. Kennedy Sr.: O Magnata que Começou Tudo 

  Joseph Kennedy Sr. era uma figura poderosa no mundo dos 
negócios e na política. Ele também estava conectado com as 
linhagens mais importantes do mundo.

Joseph Patrick Kennedy Sr. era o homem que orquestrou a ascensão da família ao poder. Ele era uma figura importante do Partido Democrata e da comunidade católica irlandesa da América. Ele também era um empresário de sucesso, visto que ele fez fortuna comprando e unindo vários estúdios de cinema de Hollywood e importando e distribuindo bebidas alcoólicas nos Estados Unidos mesmo após a Lei Seca. Houve, no entanto, os rumores persistentes alegando que Joe estava trabalhando com o crime organizado e com álcool pirata durante a proibição. Pouco antes de sua morte, uma figura da máfia, Frank Costello, famosamente declarou: "Eu ajudei Joe Kennedy a ficar rico."

Durante sua carreira política, Kennedy se tornou um conselheiro próximo do presidente Franklin D. Roosevelt e foi apontado como o presidente inaugural da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA. Em 1938, ele foi nomeado Embaixador dos EUA no Reino Unido, uma posição de prestígio, onde formou laços com a nobreza britânica e testemunhou os primeiros estágios da Segunda Guerra Mundial. 

Laços com a Elite

Nascido em uma família de políticos de destaque de East Boston, Joseph Kennedy se casou com Rose Elizabeth Fitzgerald em 1914, a filha mais velha do prefeito de Boston, John Francis Fitzgerald. Assim como é visto frequentemente em linhagens da elite, o casamento uniu as duas famílias políticas mais importantes da cidade. No entanto, na medida em que a riqueza e o poder de Kennedy cresceram, sua influência passou a ir muito além da cidade de Boston e formar laços com a elite do poder no mundo. 

Compreender os laços e relações de Joe Kennedy é igual a compreensão da elite oculta e a forma como ela funciona. Ele lidou com pessoas que faziam parte das "linhagens Illuminati" (conforme definido por Fritz Springmeier), tais como os Rothschilds, os Astor e os Sassoons. Ele estava próximo do magnata da imprensa e Illuminatus de alto nível, William Randolph Hearst, que mais tarde ajudou a lançar a carreira de JFK.

Durante a carreira política de Kennedy Sr., ele aconselhou FDR, que era um maçom de grau 33 e o primeiro Honorário Grão-Mestre da Ordem DeMolay. FDR, que também foi aconselhado pelos ocultistas notáveis ​​Manly P. Hall e Nicholas Roerich, ordenou a colocação do selo dos Estados Unidos (o símbolo dos Illuminati da pirâmide com olho que tudo vê) na nota do dólar. 

Joe Kennedy Sr. também era parte de várias ordens da elite, como os Cavaleiros de Malta e a Sociedade Pilgrim, um grupo altamente secreto que tinha dentro de seus membros os Rockefellers, os Vanderbilt, JP Morgan, britânicos da realeza, vários chefes da sociedade Skull and Bones, os maçons, Cavaleiros Templários, presidentes do Banco de Reserva Federal, e executivos de grandes empresas e meios de comunicação de massa. Na verdade, a Sociedade Pilgrim é provavelmente o "grupo da elite" mais influente em existência (veja a lista de membros aqui). 

  No topo da London Bush House, esta a estátua
 construída pela Sociedade Pilgrim representando a Amé-
rica e a Inglaterra segurando a tocha da Iluminação. 

Como resultado de seu embaixador na Grã-Bretanha, Kennedy Sr. desenvolveu boas relações com a realeza britânica, onde foi muitas vezes recebido com grandes honras. Em 1944, a filha de Joe Kennedy Kathleen se casou com William Cavendish, o Duque de Devonshire (uma posição de muito prestígio dentro da Nobreza britânica). O duque de Devonshire era Grão-Mestre da Grande Loja Unida da Inglaterra, o órgão que governa a maioria dos maçons na Inglaterra, País de Gales, os Estados Unidos e colônias britânicas. Após a morte prematura de sua filha, Joseph Kennedy afirmou:


 Se Kathleen e seu marido estivessem vivos, eu seria o pai da Duquesa de Devonshire (primeira dama da Rainha) e o sogro do cabeça de todos os maçons do mundo.

 - David E. Koskoff, Joseph P. Kennedy: A Life and Times
 

Joseph Kennedy esteve, portanto, extremamente bem relacionado com a elite oculta e as linhagens Illuminati dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha. Embora ele tinha tido esperanças de se tornar um candidato presidencial, a sua janela de oportunidades fechou quando, enfrentando a ameaça de invasão nazista, ele afirmou que "a democracia na Grã-Bretanha está consumada", e acrescentou que a "batalha pela Grã-Bretanha não é sobre democracia, é tudo bobagem". A portas fechadas, Kennedy também foi pego simpatizando-se com Hitler e o movimento nazista. Ele também foi citado professando várias declarações antissemitas em discussões com os Astors. Percebendo que o clamor que ele causou iria proibi-lo de se tornar presidente, Kennedy Sr. passou para os bastidores e começou a focar  em "colocar" seus filhos em posições de poder. Ele teve a riqueza e, mais importante, a conexão necessária com a elite para tornar os seus planos realidade. 

Altas Expectativas Para as Filhos

Enquanto a maioria das fotos da família Kennedys dá a impressão de que eles eram uma grande e feliz família americana, a verdade é muito menos do que essa imagem perfeita. O grande número de biografias que documentam os nove filhos de Kennedy, muitas vezes, conta sobre as infâncias "sem amor", a grande distância entre os membros da família e as incontáveis​​ tragédias devastadoras. Joseph Kennedy Sr. foi muitas vezes descrito como um pai rigoroso e com expectativas gigantescas para seus filhos. Infelizmente, sua filha Rosemary Kennedy não fez jus a essas expectativas. 

A Kennedy lobotomizada

  Rosemary Kennedy com seu pai Joe Kennedy Sr. ...antes da lobotomia.

Rose Marie "Rosemary" Kennedy, a terceira da família, era descrita como "mentalmente retardada, errática e propensa a mudanças de humor". Joe Kennedy foi dito pelos médicos que uma lobotomia pré-frontal poderia "curar" a sua condição, que poderia ser, por outro lado, embaraçosa para a família. Aos 23 anos, Rosemary foi forçada a se submeter ao procedimento experimental. Aqui está um relato do procedimento realizado em Rosemary. 


"Fomos através do topo da cabeça, acho que ela estava acordada. Ela tinha um calmante suave. Fiz uma incisão cirúrgica no cérebro através do crânio. Era perto da frente. Foi em ambos os lados. Nós só fizemos uma pequena incisão, não mais do que um centímetro." O instrumento utilizado por Dr. Watts parecia uma faca de manteiga. Ele balançou para cima e para baixo para cortar o tecido cerebral. "Nós colocamos um instrumento dentro", disse ele. Enquanto Dr. Watts cortava, Dr. Freeman fazia perguntas para Rosemary. Por exemplo, ele pediu-lhe para recitar a oração do Pai Nosso ou cantar "God Bless America" ou contar de trás para frente... "Fizemos uma estimativa de quão fundo deveríamos cortar com base naquilo que ela respondia." ...Quando ela começou a ficar incoerente, eles pararam.

 - Ronald Kessler, The Sins of the Father: Joseph P. Kennedy and The Dynasty He Founded
 

O procedimento deu terrivelmente errado. Ele deixou Rosemary Kennedy com a capacidade mental de uma criança de dois anos de idade. Isso a impediu de andar ou falar de forma inteligível e foi considerada incontinente. Ela foi colocada em uma instituição onde foi cuidada até morrer em 2005. 

Joseph Kennedy nunca mencionou a lobotomia ao público e explicou a ausência de sua filha de eventos familiares como se ela fosse "reclusa". Ele nunca visitou Rosemary após a lobotomia e seu nome "nunca foi mencionado" na casa dos Kennedy. 

Almejando a Casa Branca 
 
 Joe Kennedy Sr., com seus dois filhos, John F. Kennedy (à esquerda) e 
Joseph P. Kennedy Jr. (à direita). Ambos perderam a vida em uma idade jovem.

Joe Kennedy Sr. sabia que ele tinha a riqueza, a influência e as conexões para chegar à Casa Branca, mas depois de sua "simpatia" para com os nazistas destruir sua carreira política, ele foi para os bastidores e procurou orquestrar as carreiras políticas de seus filhos.

Kennedy Sr. originalmente colocou suas esperanças presidenciais em Joseph Patrick Kennedy Jr., o filho mais velho da família. No entanto, Kennedy Jr. morreu na tenra idade de 29 anos em uma explosão de avião durante a Segunda Guerra Mundial. Seu corpo nunca foi recuperado (quatro anos mais tarde, sua irmã Kathleen - a esposa do duque de Devonshire - também perderia a vida em um acidente de avião aos 28 anos). 

Após a trágica morte, Joseph Sr. não desistiu da Casa Branca. Ele se concentrou sobre a carreira política de seu segundo filho, John Fitzgerald Kennedy, que todo o mundo acabaria conhecendo como JFK. 

Alegar que Joseph Kennedy Sr. foi o cérebro por trás da subida de JFK à Presidência está longe de ser um exagero.


Ele desempenhou um papel central na estratégia de planejamento, captação de recursos, e construiu coalizões e alianças. Kennedy supervisionou gastos e até certo ponto, a estratégia geral da campanha, ajudou a selecionar agências de publicidade, e ficava sem parar ao telefone com os líderes locais e estaduais do partido, jornalistas e líderes empresariais. Ele tinha encontrado milhares de pessoas poderosas em sua carreira, e muitas vezes os visitava para ajudar seus filhos.

 - Kesser, op. Cit.
 

JFK também teve o apoio de famílias de linhagem da elite e o apoio incondicional do jornal do magnata William Randolph Hearst (um Illuminatus de alto nível) que usou seu império da mídia para empurrar JFK ao poder.


JFK foi preparado desde cedo para tomar um alto cargo para a Irmandade e ele foi apoiado por todos os nomes clássicos como os Rothschilds, Tafts, Russell, Rockefellers, e os barões da mídia como Henry Luce, o chefe da Time-Life, e Randolph Hearst, o mais poderoso magnata da imprensa nos Estados Unidos. Quando Kennedy concorreu a um cargo político, o jornal Boston American, de propriedade da Hearst, se recusou a aceitar os anúncios pagos de seu adversário.

- David Icke, O Maior Segredo
 

Em 1961, JFK foi eleito presidente dos Estados Unidos por uma margem muito pequena. Jovem, carismático e fotogênico, Kennedy era o cara perfeito para puxar uma presidência apoiada pela elite oculta. No entanto, logo após assumir o cargo, JFK rapidamente compreendeu que a sua posição era algo como a de um "fantoche glorificado". Embora seus 23 meses na Casa Branca sejam  frequentemente associados com a guerra do Vietnã e o movimento pelos direitos civis, JFK tomou medidas que foram menos divulgadas, mas que poderia, no entanto, abalar com duas instituições extremamente poderosas nos Estados Unidos: a Reserva Federal e a Agência Central de Inteligência. Mais sobre isso na próxima parte da série.

Conclusão da Parte I 

Embora JFK seja geralmente o rosto associado aos Kennedys, foi o seu pai, Joseph Kennedy Sr., que projetou a ascensão da dinastia. Seus laços com linhagens da elite, com os magnatas dos negócios, políticos, sociedades secretas e grupos da elite fizeram dele um "bom e velho menino" típico da elite oculta. Depois de perder dois filhos em acidentes de avião e ver o terceiro se tornar deficiente para a vida toda, Joseph então orquestrou a eleição de JFK como o presidente dos Estados Unidos.

Como veremos no próximo artigo, JFK tomou posições que eram impopulares entre aqueles que o colocaram no poder. Ele também era católico, uma característica que fez ele e sua família parecerem distintos do ramo da elite oculta "anglo-saxão". Uma coisa é certa: as pessoas poderosas colocaram JFK ao poder e, depois de um tempo, eles queriam JFK, sua família e seus descendentes removidos desse poder.

Fonte: VC

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