ANÁLISE DO VMA 2014

O VMA 2014 esteve focado em um único tema - um tema que foi expressado utilizando a maior parte das estrelas do show. De Nicki Minaj e Ariana Grande a Iggy Azalea e Beyonce, a imagem e o som do VMA foi sobre a mesma coisa: a "sexualização" excessiva trazida pelos fantoches Illuminati.O VMA do ano passado foi todo sobre Miley Cyrus agindo como uma Beta kitten totalmente programada. Este ano, quase todos as artistas que subiram ao palco estavam também agindo como Beta kittens programadas. LEIA O RESTANTE AQUI
, , ,

VMA 2014: "Sexualização" Excessiva trazida por Fantoches da Indústria da Música

[ domingo, 31 de agosto de 2014 | 9 comentários ]

O VMA 2014 esteve focado em um único tema - um tema que foi expressado utilizando a maior parte das estrelas do show. De Nicki Minaj e Ariana Grande a Iggy Azalea e Beyonce, a imagem e o som do VMA foi sobre a mesma coisa: a "sexualização" excessiva trazida pelos fantoches Illuminati.

O VMA do ano passado foi todo sobre Miley Cyrus agindo como uma Beta kitten totalmente programada. Este ano, quase todos as artistas que subiram ao palco estavam também agindo como Beta kittens programadas. Quando os "destaques" de uma cerimônia de premiação são os implantes de bumbum de Nicki Minaj e (provavelmente) Iggy Azalea, você já sabe que não haverá muita substância lá. Após o show, a MTV informou como "notícia" o que Austin Mahone disse sobre Nicki Minaj:

 
   "Sua bunda estava enorme. Isso era tudo que eu consegui me concentrar."
 

Isso resume muito bem o VMA 2014: um público estupefato olhando para bumbuns por algumas horas, misturados com alguns fantoches da indústria recebendo troféus brilhantes. Embora alguns espectadores possam dizer "Isso foi incrível!", não vamos esquecer que o público-alvo da MTV nasceu por volta do ano 2000. Eles são os que cresceram vendo isso, absorvendo essas imagens e sons. E as imagens e sons do VMA 2014 enviaram uma mensagem clara para esses jovens. 

"Oversexualization", do inglês, significa, simplesmente, "sexualizar excessivamente". Sim, fazer amor é uma parte maravilhosa da vida, mas quando esse ato é banalizado, corrompido, explorado e vendido para as mentes dos jovens imaturos isso pode produzir efeitos psicológicos e interpessoais negativos ao longo da vida. No entanto, para a elite oculta, esses efeitos são desejáveis ​​porque produzem uma população com "moral frouxa", que é exatamente o tipo de população que eles estão procurando criar.

 Um gigante e assustador Olho Que Tudo Vê está permitin-
do que você saiba que a elite está patrocinando esse fiasco.

Como de costume, o VMA contou com uma pequena seleção de artistas. Até mesmo o público estava concentrado apenas em algumas pessoas, ou seja, Katy Perry, Taylor Swift, e Kim Kardashian. Em suma, o VMA 2014 foi todo sobre as kittens da indústria.

Aqui está um olhar para as principais estrelas do VMA e sua mensagem principal. Você provavelmente vai perceber que elas são todas semelhantes, quase como se estivessem controladas pelas mesmas pessoas. Notícia rápida: Elas realmente estão. 

Ariana Grande 

  Ariana Grande é mais uma estrela de TV infantil 
que se transformou em uma kitten da indústria. 

Ariana Grande foi a rainha do olhar "eu sou tão jovem e inocente" durante sua carreira na televisão (veja o post sobre Ariana Grande aqui). Esse olhar agora foi combinado com trajes pequenos para agradar pervertidos ao redor do mundo. Até mesmo o apresentador do programa, Jay Farrow, comentou sobre a sensação de desconforto causada pela performance de Ariana.

 
Ariana Grande está arrasando agora. Eu estou atraído por ela e, você sabe, eu me sinto um pouco estranho com isso, porque... ela parece muito novinha, não é? Você não pode ser um homem crescido que gosta de "Sam e Cat", assim como seu sobrinho de cinco anos. Ele fala assim: "Tio, eu gosto dela". E eu: "Eu gosto dela também querido, ela é incrível".


"Sam e Cat" foi um programa da Nickelodeon
 popular entre as crianças menores de 12 anos.

 A co-estrela de Ariana, Jennette McCurdy, causou controvérsia quando 
selfies reveladores "vazaram" online. Mais uma vez, os jovens fãs testemu-
nharam a transformação de uma jovem garota que eles idolatravam em 
um produto da indústria Beta Kitten.

Ariana Grande está recebendo um grande impulso da indústria para lançar sua carreira. Sem surpresa, ela já está promovendo as mensagens e simbolismo que vêm com o ser um fantoche da indústria.

 Em seu vídeo "Break Free", a Árvore da Vida Cabalística é usada para lançar 
a nave espacial. Não ao contrário de Madonna, Britney Spears e outras kittens 
da indústria, Ariana Grande está na "Cabala de Hollywood".

  O selo oficial de peão da indústria.

Nicki Minaj

 Releia o título deste artigo para entender completamente esta imagem. 

Conforme documentado em vários artigos neste site, Nicki Minaj tem sido usada para promover todos os tipos de agendas nos últimos anos. Seu mais recente single, "Anaconda", é uma continuação daquilo que a indústria quer que ela faça. Sua música tem trechos de "Baby Got Back" de Sir Mix-A-Lot e usa várias vezes o verso "Minha anaconda não quer nada, a menos que você tenha pães", que pode ser traduzido para "Você não vai atrair os caras, se você não tiver um gigantesco bumbum como o de Nicki Minaj". Quando Sir Mix-A-Lot cantava esse verso na canção original parecia até meio engraçado, mas, no contexto da canção de Minaj, tornou-se uma maneira de fazer as jovens se sentirem inadequadas. 

Se você for capaz de não se concentrar exclusivamente em sua bunda e ouvir a letra, você vai perceber que cada verso fala sobre Nicki com um cara diferente. Porque ele tem dinheiro. Bastante motivador.

 
Esse cara chamado Michael costumava comprar motos
P*nis maior do que uma torre, não estou falando sobre a Eiffel 
Um verdadeiro cara patriarca, me deixa brincar com sua espingarda
A garota aqui botou ele pra dormir, agora ele está me chamando de remédio NyQuil
Agora esse bangue bangue bangue, eu o deixei transar porque ele vende cocaína
Ele faz sexo oral como se seu nome fosse Romaine 
E quando a gente termina, eu faço ele me comprar alface
Estou no meio de algumas idiotices


O último verso desse trecho é bastante verdade. Mas as coisas ficam piores. Uma parte da música diz repetidamente: "Oh. Meu. Meu Deus. Olhe para a bunda dela". Entretanto, durante sua performance Nicki balançou seu traseiro cirurgicamente ampliado continuamente. É nesses momentos de clareza em que você percebe que a nossa civilização atingiu um novo patamar cultural e que não estamos longe do estilo de decadência romano. 

Claro, pode-se dizer: "É uma música divertida sobre bundas grandes! Supere isso companheiro!". Bom, tudo bem, amigo. Vamos olhar para a outra performance dada por Minaj: 

 Usher encosta a cabeça na traseira de Minaj e depois dá um tapinha nela. 

Não era apenas uma canção. A premiação inteira foi sobre vender essas coisas através de fantoches da indústria. 

  O selo oficial de peão da indústria.

Jessie J 

 Jessie J e as amigas após a performance de "Bang Bang". 
Como se para destacar a verdadeira mensagem da premiação,
Nicki Minaj mal conseguia segurar suas roupas.
 
Por alguma razão, Jessie J é sempre convidada a grandes eventos. Talvez seja porque ela sempre esteve comprometida com a Agenda Illuminati. Neste caso, sua música "Bang Bang" se encaixa perfeitamente no tema principal do VMA 2014. Aqui está o refrão da música:

 
Bangue-bangue, no quarto (eu sei que você quer)
Bangue-bangue, todinho em você (vou deixar você ter)
Espere um minuto, vou te levar para lá (ah)
Espere um minuto, vou te contar
Bangue-bangue, lá vai o seu coração (eu sei que você quer)
No banco de trás do meu carro (vou deixar você ter isso)
Espere um minuto, vou te levar para lá (ah)
Espere um minuto, vou te contar
 

Jessie J é apenas mais um fantoche vendendo essas mensagens para os jovens.

O selo oficial de peão da indústria.

Iggy Azalea e Rita Ora 

 Iggy Azalea desceu o nível durante a apresentação de "Black Widow". 

Iggy Azalea e Rita Ora ambas já foram destaques no KIP porque promovem a Agenda Illuminati (veja meu vídeo falando sobre Iggy). No VMA, ela cantou a música "Black Widow", que é o nome de peçonhentas aranhas fêmeas que comem os machos após o acasalamento. Adivinha sobre o que a canção fala? Sim, copular com um cara e matá-lo depois. Cópula vingativa e má misturada com a morte. Esse é o tipo de porcaria que a indústria gosta de promover.

  Duas artistas, dois selos oficiais de peões da indústria. 

Beyonce

 Um monte de pernas espalhadas durante esta premiação.

Não diferente dos VMAs dos últimos anos, Jay-Z e Beyoncé atuaram como a "família real" da premiação. Beyoncé recebeu o prêmio Video Vanguard e começou a apresentar uma série de canções. Beyonce sendo premiada nessa edição do VMA faz sentido, já que durante anos ela foi a figura principal da indústria kitten. Como dito em vários artigos neste site, Beyoncé tem sido usada para promover todos os aspectos da agenda da elite.

Como esperado, a performance de Beyoncé ficou bastante atrevida e explícita. Aqui está um trecho de sua música "Partition".

 
Motorista suba a divisória, por favor
Motorista suba a divisória, por favor
Não preciso que você veja "Yonce de joelhos'
Foram necessários 45 minutos para ficar arrumada
Nem vamos conseguir chegar nessa balada
Agora o meu rímel está escorrendo
O batom vermelho borrado
Oh ele está tão excitado, ele quer transar
Ele desabotoou todos os meus botões e rasgou minha blusa
Ele, no estilo da Monica Lewinsky, estava no meu vestido
 

Isso foi entrelaçado de uma forma um pouco confusa com o feminismo.

  Nada disso faz sentido. Para terminar, isso foi 
seguido por ela cantando "Curvem-se v*dias". 

Enquanto Beyonce estava cantando, a câmara se manteve em Jay-Z e Blue Ivy.

  "Olha, mamãe está no pole dance de strippers agora". 

Embora a presença de Blue Ivy tenha sido um pouco reconfortante, há uma questão que é preciso ser feita. Ninguém mais está trazendo seus filhos? Por que ela é tão presente e divulgada? Ela precisa estar nesses holofotes? No contexto desses VMAs - que são quase dramas ritualísticos, sim, ela precisava estar lá. Ela é a herdeira do casal real. Como todos os jovens de todo o mundo, ela testemunhou algumas horas de intensa "sexualização". E depois ela viu a mãe conseguir um troféu por isso. A Agenda é sobre a implementação de valores para a geração mais jovem e Blue Ivy representou isso. E é assim que o VMA terminou.

  Selo oficial de peão da indústria. 

Conclusão

O VMA desse ano não conteve o simbolismo oculto habitual que é descrito no site. Na verdade, ele não conteve muita substância. Ele focou exclusivamente em uma parte essencial da agenda: sexualizar os jovens e expô-los a mensagens humilhantes e degradantes. Trata-se de associar arte, música e criação com a exploração da lascívia. Como visto nas letras e imagens acima, as "estrelas" do show não são artistas independentes, elas são marionetes partes do mesmo sistema, todas ligadas pelo "sinal do um olho".

Em um mundo ideal, esse tipo de espetáculo levaria os espectadores a questionar o estado da arte e cultura da sociedade moderna, que está constantemente afundando para novos níveis. Faria telespectadores perguntarem-se por que a "música" tornou-se uma fossa homogênea de mensagens excessivamente estimulantes e entorpecentes. Infelizmente, a maioria dos espectadores tiveram apenas uma reação ao assistir ao VMA 2014: "Olhe para a bunda dela!"

Fonte: VC

Veja Mais
VMA 2013: A Apresentação Chocante de Miley Cyrus e a Nova Persona de Lady Gaga  
VMA 2011 - Uma Celebração da Indústria da Música Illuminati Atual 

 

Fergunson: Prova que os EUA está se tornando um Estado Policial Militarizado

[ terça-feira, 26 de agosto de 2014 | 4 comentários ]

Equipado com fardas, armas pesadas e veículos blindados, a resposta da polícia em Ferguson, Missouri foi a prova de que os EUA está rapidamente se tornando um estado policial militarizado.

O tiroteio e morte de um rapaz de 18 anos de idade, Michael Brown, por um policial provocou indignação em Ferguson, Missouri - uma cidade que é predominantemente negra, mas onde a força policial é esmagadoramente branca. De acordo com testemunhas oculares, o jovem foi baleado cerca de oito vezes, mesmo ele estando desarmado e tendo levantado as mãos para cima. Os policiais de Ferguson afirmaram que Brown estava tentando tomar a arma de um policial - uma versão da história que foi contrariada por várias testemunhas oculares. 

A morte do jovem na mão do policial causou protestos que degeneraram em saques e tumultos. Longe de tentar acalmar a situação, as autoridades locais transformaram Ferguson em uma zona de guerra ocupada, enquanto a polícia apresentava a sua vasta gama de equipamentos militares. Estava, então, Ferguson, um subúrbio do interior do Centro-Oeste, de repente, ocupado por soldados equipados com uniformes militares, coletes, capacetes, gás lacrimogêneo e armas de assalto, seguidos por veículos blindados com atiradores de elite em cima. Alguns veteranos de guerra nem repararam que os "policiais" estavam bem mais equipados do que eles quando serviam no Iraque.

Esse tipo de cena perturbadora está se tornando cada vez mais comum nos Estados Unidos visto que as forças policiais de todo o país têm estado ativamente comprando equipamento militar nos últimos anos. 

Walter Olson, do Instituto Cato, declarou:

 
Por que veículos blindados em um subúrbio do interior do Centro-Oeste? Por que os policiais usam roupas camufladas contra um terreno modelado por lojas de conveniência e salões de beleza? Por que as autoridades de Ferguson, Missouri são dada a métodos de controle de multidão quase marciais (como a proibição de andar na rua) e, conforme o relato de Riverfront Times, com disparo de gás lacrimogêneo contra pessoas em seus quintais? ("Esta é minha propriedade!", Ele gritou, o que levou a polícia a disparar uma bomba de gás lacrimogêneo diretamente em seu rosto.") Por que alguém, que se identificou como um veterano da 82ª Divisão Aerotransportada do Exército, observando a cena policial de Ferguson, comentaria que "Nós agíamos menos pesado do que isso em uma zona de guerra real"? 
 

Em 2013, Evan Bernick da Heritage Foundation observou que 

 
"O Departamento de Segurança Interna distribuiu bolsas anti-terrorismo para as cidades em todo o país, o que lhes permite comprar veículos blindados, armas, armaduras, aeronaves e outros equipamentos. As agências federais de todos as alçadas, assim como os departamentos de polícia locais em cidades com população inferior a 14.000, vêm equipadas com equipes da SWAT e artilharia pesada."
 

A polícia de Ferguson também usa uma tática que é vista em zonas de guerra como em Gaza, quando eles atiravam em jornalistas ou em qualquer um que filmasse policiais trabalhando nas ruas.

 
As prisões e o disparo de bombas de gás a jornalistas em uma cidade americana é ultrajante - em parte porque a mídia é todo mundo agora. "Pare com a filmagem!" É quase a primeira coisa que você ouve no vídeo amador do jornalista Wesley Lowery do Washington Post  de quando ele estava sendo preso pela polícia em Ferguson, Missouri, na quarta-feira, junto com Ryan Reilly do Huffington Post, por "invasão" - a um McDonald's aberto - enquanto cobria os protestos após a morte de Michael Brown a tiros pela polícia. Os dois jornalistas foram detidos, espancados e mantidos em uma cela antes de serem liberados mais tarde na mesma noite. (...) 

Outros nas ruas eram acertados por bombas e atingidos por balas de borracha, quando a polícia encontrava os manifestantes, equipados na engrenagem de SWAT e acompanhados por franco-atiradores em veículos blindados. Mas eles não foram os únicos jornalistas alvo: aqui você pode ver imagens de um grupo da Al Jazeera América que larga seu equipamento de vídeo depois de ser atingido com gás lacrimogêneo. Depois um veículo SWAT aparece e a polícia derruba a câmera e as luzes. 

A equipe da SWAT. Tirando as câmeras. Nos Estados Unidos da América. Porque você sabe o quão perigoso é quando as pessoas começam a mostrar essas coisas.

 - Time "It's Now Gun vs. Camera in Ferguson"



 Equipe de TV em fuga depois de receber gás lacrimogêneo perto de seu equipamento. 

Os acontecimentos em Ferguson provam que a América está se transformando em um Estado policial militarizado e que não é preciso muito para mirar engrenagem militar em cidadãos americanos.

Fonte: VC

Veja Mais

, ,

A Vida Oculta da Família Kennedy: A Dinastia da Elite que foi Dizimada - Parte II

[ terça-feira, 19 de agosto de 2014 | 2 comentários ]

John F. Kennedy foi um presidente que definiu toda uma época. Embora ele tenha sido colocado no cargo pelo seu poderoso pai, parece que JFK tentou cortar as cordas que transformam presidentes norte-americanos em fantoches do governo sombrio do país. Vamos olhar para o lado oculto da presidência de John F. Kennedy.

Na primeira parte da série vimos a ascensão ao poder dos Kennedys. Você deve ler isto primeiro.

O assassinato de John F. Kennedy foi nada menos do que um ponto de virada na história americana. A bala que atingiu a cabeça de Kennedy brutalmente despertou um público americano inocente que depois entrou em uma época turbulenta de metamorfose. Despertado do sono tranquilo que foi o período de pós-guerra e a década de 50, o público americano viu uma mudança drástica após o trauma da morte de JFK. Essa nova fase não esteve tão coincidentemente ligada com o surgimento da televisão e meios de comunicação nos lares americanos, que se tornaram um poderoso motor de mudança.

JFK foi o rosto perfeito dessa nova era. Seu carisma natural e costumes encantadores foram totalmente explorados pelos meios de comunicação de massa para transformar esse político em uma celebridade amada por todo o país. Os sentimentos de esperança e otimismo engendrados por JFK não eram apenas uma mera ilusão, no entanto. Os registros mostram que ele realmente tentou trazer mudanças significativas para o seu país, indo contra as organizações mais poderosas que controlam o país: a CIA, a Reserva Federal e as grandes empresas de petróleo.

Vamos olhar para a presidência de JFK.

O Presidente de Uma Nova Era de Comunicação Social

JFK foi o protótipo final de uma figura política evoluindo na era da mídia de massa. Mesmo antes de se tornar presidente, JFK e sua equipe adotou totalmente o poder da televisão para ganhar apoio generalizado. Em 1960, Kennedy enfrentou Richard Nixon, no primeiro debate televisionado da história dos EUA e seu resultado é agora lendário. Enquanto Nixon apareceu pálido, suado e nervoso, JFK contratou os serviços de um artista de estúdio de maquiagem para conseguir um "brilho saudável" para a TV.

  Durante os debates presidenciais de 1960, JFK teve a calma presença
de uma personalidade de televisão experiente enquanto Nixon manteve-se 
enxugando o suor do seu rosto, fazendo-o aparecer como o estereótipo do
 "bandido" que veríamos em um filme. 

Sondagens após o debate foram bastante reveladoras: Uma pequena maioria dos ouvintes de rádio considerou Nixon o vencedor do debate, enquanto a esmagadora maioria dos telespectadores considerou JFK o vencedor. O debate proporcionou uma valiosa lição para todos os políticos futuros: Na era da televisão, a política é sobre as aparências e impressões. Enquanto assistem aos candidatos debaterem em suas salas de estar, as pessoas podem agora concluir: "Eu gosto desse homem" ou "Eu não confio nesse homem" sem sequer ouvir o que foi dito. O resultado do debate foi um fator importante que levou à vitória de JFK. Mas isso foi apenas o começo da "era Camelot", um termo inspirado no Rei Arthur para definir a popularidade da era Kennedy.

Após tomar posse, o discurso de inauguração do JFK chocou a nação. É agora amplamente considerado como o melhor discurso da história americana. Ele foi totalmente adaptado para essa nova era da mídia de massa e continha a frase de efeito político final, que encontra eco nos meios de comunicação de massa para o dia de hoje.

 
"E assim, meus compatriotas americanos - Não pergunte o que seu país pode fazer por você, pergunte o que você pode fazer por seu país." 
 

Não demorou muito antes de os Kennedys se tornaram celebridades de pleno direito, destacando-se na mesma arena da mídia como estrelas de cinema e cantores pop. Eles apareceram nas revistas e seu senso de moda até mesmo contribuiu para as novas tendências de estilo.

  Embora JFK fosse o homem mais poderoso do mundo, ele também 
usou o poder da mídia para transmitir um lado casual e orientado 
para a família, que era relacionável ​​com o público em geral.

JFK foi também o primeiro presidente a ter conferências de imprensa e discursos públicos transmitidos ao vivo pela televisão, marcando uma nova forma de fazer política nos EUA. Em suma, Kennedy foi o primeiro Presidente a estar totalmente presente na arena da mídia de massa, usando seu charme, carisma e sex appeal para criar um fenômeno mundial, mudando para sempre o mundo da política.

Embora a mídia de massa grandiosamente tenha abrangido todos os aspectos da vida de JFK, foi a sua morte prematura que causou um dos maiores momentos da mídia de massa na história. As horas, dias e meses seguintes de seu assassinato foram um ponto de virada no jornalismo, visto que assistimos a uma nova era de notícias de televisão ao vivo.

 Walter Cronkite anunciando a morte de JFK é um momento decisivo na 
história dos Estados Unidos. Visivelmente abalado, Cronkite tirou os óculos e
 dirigiu-se a uma nação que estava em completo choque. Este momento também 
marca o período de transição entre notícias impressas em tempo antigo
 e a cobertura televisiva ao vivo. 

Visto que a aura de JFK foi tão amplificada pelos meios de comunicação de massa, sua morte causou uma onda de choque, trauma e consternação em toda a América e no mundo. Foi um dos primeiros mega-rituais realizados por uma elite sombria... mas longe de ser a última. Depois de JFK, várias personalidades foram literalmente construídas pelos meios de comunicação de massa para depois morrer e causar choque e trauma. A era da comunicação de massa corresponde também a uma nova era de controle pela elite oculta.

As Conexões com o Lado mais Escuro de Hollywood

Embora JFK apreciasse o status de uma celebridade de Hollywood, ele também participou nos aspectos mais sombrios desse local. Durante os anos 60, Hollywood, decididamente direcionou para a exploração sexual, o controle mental e ocultismo sombrio, e JFK era amigo íntimo de suas principais figuras, a saber: Frank Sinatra, Peter Lawford e Sammy Davis, Jr., conhecido como "o rat pack". Segundo Fritz Springmeier, esses homens eram manipuladores de escravos MK, ligados com a Igreja  de Satanás, de Anton LaVey

 
Muitos dos filmes e programas usam escravos monarcas como atores e performers. Eles também usam muitos manipuladores de escravos, como Frank Sinatra, Peter Lawford, e Bob Hope. E, ocasionalmente, eles usam programadores como Anton LaVey, Jerry Lee Lewis. (...) 

Frank Sinatra foi um manipulador escravo. Ele lidou com os escravos de Bob Hope, quando Bob Hope os emprestou para Rat Pack (que consistia de Dean Martin, Frank, Sammy Davis, Jr. Peter Lawford e Joey Bishop). Frank Sinatra passa o tempo com os Rockefellers e Rothschilds. 
 - Fritz Springmeier, The Illuminati Formula to Create a Mind Control Slave
 

Arquivos do FBI recentemente divulgados descrevem "festas de sexo" com a participação dos irmãos Kennedy, Sammy Davis, Jr., Frank Sinatra (um manipulador de escravo MK) e Marilyn Monroe (a escrava de programação Beta).
 
 Um arquivo do FBI descreve uma festa que incluiu os
 Kennedys, os membros de Rat Pack, e Marilyn Monroe.
 
  Sammy Davis Jr. com Anton LaVey, o chefe da Igreja de 
 Satanás - uma poderosa organização que coloca uma
 fachada "Hollywood" no satanismo
O círculo de casos de JFK com vários parceiros durante a sua presidência não é nenhum segredo hoje. As duas mulheres mais famosas associadas a JFK são Marilyn Monroe e Jayne Mansfield, duas estrelas de cinema loiras com personas notavelmente semelhantes. Há, porém, um outro ponto que ambas tinham em comum: eram ambas "parceiras" de Anton LaVey. Na verdade, Mansfield era uma "Alta Sacerdotisa" da sua Igreja de Satanás.


Em San Francisco, para o 1966 Film Festival, Mansfield visitou a Igreja de Satanás, com Sam Brody (seu advogado e namorado) para atender Anton LaVey, o fundador da igreja. LaVey premiou Mansfield com um medalhão e o título de "Alta Sacerdotisa da Igreja  de Satanás de São Francisco". A Igreja de Satã proclamou Jayne um membro, e ela demonstrou uma certificação de filiação em um quadro no seu quarto rosa. A mídia entusiasticamente cobriu a reunião e os acontecimentos que o rodiavam, identificando-a como um satanista e romanticamente envolvida com LaVey. Essa reunião continuou a ser um evento muito divulgado e frequentemente citada de sua vida, bem como a história da Igreja de Satanás.

 - Strait, Raymond (1974). Vida Secreta e Trágica de Jayne Mansfield.
 

 Fotos de Jayne Mansfield com Anton LaVey.
 
A ligação entre Marilyn Monroe, Jayne Mansfield, Anton LaVey e JFK não é simplesmente o resultado de uma coincidência. Por trás de sua fachada teatral, Anton LaVey era um manipulador MK-ULTRA que programou Monroe e Mansfield para serem Beta Kittens.


"Anton LaVey foi o manipulador/programador de controle mental de uma série de atores e atrizes de Hollywood, incluindo Jayne Mansfield e Marilyn Monroe, que tanto o serviram como escravas sexuais". 

 - Anton Szandor LaVey, Whale.to

"Marilyn Monroe era uma órfã, e durante sua infância os Illuminati/CIA a programaram para ser uma escrava monarca. Antes de se tornar uma atriz, enquanto ela ainda era uma stripper, ela passou um tempo com o fundador da Igreja de Satanás Anton LaVey. Vítimas de LaVey têm o apontado como um programador de controle mental."

 - Ibid.

  

Marilyn Monroe fala com John F. Kennedy depois de cantar o famoso 
"Happy Birthday, Mr. President". Vestindo seu vestido cravejado de diamantes 
(diamantes estão associados com modelos presidenciais no simbolismo MK),
 a performance foi realmente a de uma Beta sex-kitten  sensualmente
 cantando para o homem ao qual ela estava atendendo. 
  
Como a maioria dos escravos MK, Monroe e Mansfield morreram jovens (na idade de 36 e 34, respectivamente) e em circunstâncias estranhas ("overdose" e acidente de carro).

Um Presidente Corajoso

Apesar de toda as festas e distrações, JFK foi um presidente ocupado e dedicado. Enquanto ele lidou com questões gigantescas, como o aumento dos direitos civis e da Guerra Fria, ele também tratou de assuntos menos conhecidos. Na verdade, JFK rapidamente entendeu quem estava no controle de Washington e que não era ele, o suposto Presidente democraticamente eleito. Foi a elite sombria que controlou o país por trás dos bastidores, através de vários grupos poderosos, que trabalharam de forma completamente independente do governo. No que parece ser uma tentativa de trazer o poder e a influência de volta aos representantes democraticamente eleitos, JFK entrou em confronto com a CIA, a Reserva Federal, os gigantes do óleo e até mesmo o complexo militar-industrial. Quase todas as políticas adotadas que iam contra esses grupos foram rapidamente revertidas depois de sua morte.
Contra o Fed? 

O Sistema da Reserva Federal foi criado em 1913 para se tornar o sistema de bancos centrais dos Estados Unidos. No entanto, apesar do seu "nome governamental", o Sistema de Reserva Federal não é federal. Nem sequer é governamental. Apesar de ter sido criado por um ato do Congresso, a Reserva Federal é completamente independente do governo. É, essencialmente, uma organização privada de propriedade de doze monopólios de crédito, que são de propriedade das famílias bancárias mais poderosas do mundo.

Dicionário Black Law define o Fed como:
 

 "Rede de doze bancos centrais aos quais a maioria dos bancos nacionais pertencem e ao qual bancos estatais fretados podem pertencer. As regras de adesão exigirá um investimento de ações e reservas mínimas".
 

A Reserva Federal é a entidade que empresta dinheiro aos bancos, que então emprestam dinheiro aos cidadãos, com juros. Mais importante, o Fed cria o dinheiro americano e empresta ao governo dos EUA, também com cobrança de juros. O governo deve, então, recolher o imposto de renda para pagar esses juros. A alteração XVI, que deu ao Congresso o poder de cobrar impostos sobre a renda, foi aprovada no mesmo ano que o Fed foi criado.
Em 1934, o congressista Louis T. McFadden da Pensilvânia fez um discurso surpreendente expondo quem estava por trás do Fed. De acordo com ele, eram as mesmas pessoas que estão por trás dos acontecimentos mundiais importantes. Sem nomeá-las, McFadden descreveu as linhagens de elite do mundo.


Sr. Presidente, nós temos neste país uma das instituições mais corruptas que o mundo já conheceu. Refiro-me ao Conselho da Reserva Federal e os Bancos da Reserva Federal, a seguir denominado Fed. O Fed enganou o governo desses Estados Unidos e o povo dos Estados Unidos sem dinheiro suficiente para pagar a dívida da nação. As depredações e iniquidades do Fed custam dinheiro suficiente para pagar a dívida nacional várias vezes.

Essa instituição maligna tem empobrecido e arruinado o povo desses Estados Unidos, faliu-se, e praticamente faliu o nosso Governo. Ela tem feito isso através dos defeitos da lei sob a qual opera, com a má administração dessa lei pelo Fed e com as práticas corruptas dos abutres endinheirados que a controlam.

Algumas pessoas pensam que os Bancos da Reserva Federal dos Estados Unidos são instituições governamentais. Eles são monopólios privados que caçam as pessoas desses Estados Unidos para o benefício de si mesmos e seus clientes estrangeiros; especuladores e vigaristas estrangeiros e nacionais; e emprestador de dinheiro rico e predatório. Nesse grupo escuro de piratas financeiros, há aqueles que irão cortar a garganta de um homem para obter um dólar de seu bolso; há aqueles que enviam dinheiro para estados para comprar votos para controlar nossos corpos legislativos; há aqueles que mantêm propaganda internacional com a finalidade de enganar-nos a outorga de novas concessões que lhes permitem cobrir suas más ações passadas e colocar para funcionar novamente em marcha o trem gigantesco do crime.

Esses doze monopólios de crédito privados foram dolosamente e deslealmente impingidos neste País pelos banqueiros que vieram da Europa e nos reembolsaram a nossa hospitalidade, minando nossas instituições americanas. Esses banqueiros levaram o dinheiro para fora do país para financiar o Japão em uma guerra contra a Rússia. Eles criaram um reinado de terror na Rússia com o nosso dinheiro, a fim de ajudar a guerra. Eles instigaram a paz separada entre a Alemanha e a Rússia, e, portanto, provocaram um distanciamento entre os aliados na Primeira Guerra Mundial. Eles financiaram a passagem de Trotsky de Nova York para a Rússia para que ele pudesse ajudar na destruição do Império Russo. Eles fomentaram e promoveram a Revolução Russa, e colocaram um grande fundo de dólares americanos à disposição de Trotsky em uma de suas filiais de bancos na Suécia para que através dele casas russas pudessem ser completamente quebradas e crianças russas jogadas longe de seus protetores naturais. Eles já começaram a destruir os lares americanos e a dispersão das crianças americanas. Sr. Presidente, não deve haver parcerias em assuntos bancários e de moeda neste país, e eu não falo com nenhum. 

O Banco da Reserva Federal destruiu nossa maneira antiga e característica de fazer negócios. Ele discriminou nosso 1-nome comercial, o de melhor do mundo, e colocou o antiquado 2-nome, que é a atual maldição deste país e que destruiu todos os países que já deram a ele alcance; fixou-se sobre o País a própria tirania da qual os autores da Constituição tentaram nos salvar.
 

Neste discurso de veracidade raro, o deputado McFadden se refere aos "banqueiros que vieram da Europa" e que usam sua riqueza imensa para influenciar os eventos mundiais e ainda empurraram uma revolução russa. Sua descrição dos "banqueiros" é perfeitamente aplicável a uma família de elite, como os Rothschilds, uma dinastia de banqueiros da Europa que têm financiado os esforços de guerra de vários países durante séculos.
Dito isto, estava Kennedy trabalhando ativamente contra o Fed ou não? Até hoje, essa questão ainda é muito debatida. Alguns argumentam que JFK emitiu uma ordem executiva indo contra a Fed, outros afirmam que ele realmente fez o Fed mais forte. Parece haver uma grande quantidade de informações contraditórias e desinformações flutuando por aí sobre o assunto, um sinal clássico de uma questão "sensível".
Em seu livro de 1990 "Crossfire", Jim Marrs afirma que, cinco meses antes de seu assassinato, JFK assinou a Ordem Executiva 11110, que permitia ao governo emitir dinheiro sem juros, ignorando todo o sistema da Reserva Federal.
 

 Outro aspecto negligenciado da tentativa de Kennedy de reformar a sociedade americana envolve dinheiro. Kennedy aparentemente argumentou que ao retornar à Constituição, que afirma que só o Congresso deve cunhar dinheiro e regular, a dívida nacional crescente poderia ser reduzida por não pagar juros aos banqueiros do Sistema da Reserva Federal, que imprimem dinheiro de papel, em seguida, emprestam para o governo com juros. Mudou-se nesta área, em 4 de junho de 1963, através da assinatura da Ordem Executiva 11110, que pedia a emissão de $4.292.893.815 em Notas dos Estados Unidos por meio do Tesouro dos EUA, ao invés do tradicional sistema da Reserva Federal. Nesse mesmo dia, Kennedy assinou uma lei mudando o apoio de uma e duas notas de dólar de prata para ouro, adicionando força para a moeda americana enfraquecida. 

A controladoria de Kennedy, James J. Saxon, tinha estado em desacordo com a poderosa Reserva Federal por algum tempo, incentivando investimentos e poderes de empréstimos mais amplos para os bancos que não faziam parte do sistema da Reserva Federal. Saxon também decidiu que os bancos não reservas poderiam subscrever títulos de obrigação geral estaduais e municipais, de novo enfraquecendo os dominantes bancos da Reserva Federal.

 Um número de "notas de Kennedy" foi de fato emitido - o autor tem uma nota de cinco dólares em sua posse, com o título "United States Note" - mas foram rapidamente retiradas depois da morte de Kennedy. De acordo com informações da Biblioteca do Controlador da Moeda, a Ordem Executiva 11110 permanece em vigor até hoje, apesar de sucessivas administrações, começando com a do presidente Lyndon Johnson que, aparentemente, simplesmente ignorou e, em vez de acatar, voltou para a prática de pagar juros para a Reserva Federal. Hoje continuamos a usar notas da Reserva Federal, o déficit está em um ponto mais alto.

 - Jim Marrs, Crossfire
 

 Uma comparação entre a "United States Note" (em cima) emitidas pelo governo 
dos Estados Unidos e uma regular "Federal Reserve Note" (parte inferior) emitidas 
pelo Fed. Embora as notas são esteticamente semelhantes, a nota dos Estados Unidos
é livre de dívidas, sem juros e ignora o parasitário Sistema da Reserva Federal. 

De acordo com Marrs, a Ordem Executiva foi um esforço de Kennedy para transferir o poder do Reserva Federal para o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, substituindo Notas da Reserva Federal com certificados de prata.

No entanto, a teoria Marrs foi contestada por observadores que afirmam que a Ordem Executiva 11110 não menciona a criação de quatro bilhões de dólares em "Notas dos Estados Unidos" e é apenas uma alteração de uma Ordem Executiva de 1951 delegando poderes ao Secretário do Tesouro em questões relativas aos certificados de prata.

Contra a CIA e a guerra?

A presidência de Kennedy ocorreu em um período em que os Estados Unidos e a União Soviética estavam jogando um jogo de xadrez em escala mundial. Através de uma variedade de operações secretas, a CIA fermentou revoluções, financiado grupos armados e assassinou líderes para ganhar o controle de várias partes do globo. Durante a presidência de Kennedy, a Guerra Fria provocou conflitos em áreas, incluindo Vietnã, Laos, e Cuba.

Em 1961, Kennedy autorizou a invasão da Baía dos Porcos, a invasão de Cuba há muito planejada, usando um grupo paramilitar patrocinado pela CIA chamado "Brigada 2506". O objetivo final era a derrubada (ou assassinato) de Fidel Castro. A operação acabou falhando, causando JFK tomar publicamente a culpa por isso. Kennedy foi então citado como se dizendo a um oficial dentro de sua administração: "eu quero rachar a CIA em mil pedaços e espalhá-los aos quatro ventos". Poucos meses depois, o diretor da CIA Allen Dulles, o vice-diretor de Planos, Richard M. Bissell, Jr., e o vice-Diretor Charles Cabell foram forçados a renunciar. Após a morte de Kennedy, Allen Dulles fez parte da Comissão Warren, que investigou o assassinato de JFK - uma indicação que ainda causa espanto hoje.

Em 1963, Kennedy soube do assassinato do presidente do Vietnã do Sul, Ngo Dinh Diem, que estava disfarçado pela primeira vez como um suicida pela CIA. O sangrento golpe supostamente mexeu com JFK.

Nos últimos dias de sua administração, JFK tomou várias medidas para reduzir o número de soldados norte-americanos no Vietnã e planejou fazer finalmente uma retirada completa. Gravações do secretário de Defesa McNamara e do Vice-Presidente Lyndon Johnson têm relatos de JFK querendo cair fora do Vietnã após sua reeleição em 1964 (ambos estavam contra ele).

Kennedy reforçou a sua posição para a paz em 10 de junho de 1963, quando proferiu um importante discurso na American University:


Para discutir um tema sobre o qual muito frequentemente a ignorância abunda e a verdade é muito raramente percebida - mas ainda é o tópico mais importante na terra: a paz mundial... eu falo de paz por causa da nova face da guerra... numa época em que a arma nuclear singular contém dez vezes a força explosiva entregue por todas as forças aliadas na Segunda Guerra Mundial... uma idade em que os venenos mortais produzidos por uma troca nuclear seriam levados pelo vento,  pelo ar, pelo solo e por sementes para todos os cantos do globo e para gerações ainda por nascer... eu falo de paz, portanto, como o fim racional dos homens racionais... a paz mundial, como a paz da comunidade, não exige que cada homem ame o próximo, mas exige apenas que eles vivem juntos em tolerância mútua... nossos problemas são feitos pelo homem, por conseguinte, eles podem ser resolvidos pelo homem. E o homem pode ser tão grande quanto ele quiser.
 

Cerca de um mês antes de seu assassinato, JFK assinou o Memorando de Ação Nacional de Segurança ordenando a retirada dos 1.000 militares do Vietnã até o final do ano. No entanto, em 26 de novembro de 1963, apenas quatro dias depois da morte de Kennedy, Lyndon Johnson reverteu a retirada e reforçou o compromisso dos EUA no Vietnã.

Contra o Gigante do Óleo?

Desde os dias da Rockefeller's Standard Oil, as grandes empresas de petróleo têm desfrutado de grandes privilégios e influência nos Estados Unidos. Por exemplo, desde 1926, as empresas petrolíferas beneficiam de grandes incentivos fiscais, incluindo o subsídio de esgotamento do petróleo, o que lhes permite manter 27,5 por cento de sua receita livre de impostos.

Em 1963, o presidente Kennedy propôs a remoção do subsídio de esgotamento do petróleo, o principal incentivo fiscal para as empresas petrolíferas. Estimativas mostram que isso teria custado aos donos do óleo no Texas $300 milhões a cada ano. Ele também aprovou a Lei de Kennedy, uma legislação que, especialmente, beliscou companhias de petróleo, o que teria causado elas desistirem de 15 por cento dos seus lucros de investimentos no exterior.

Após a morte de Kennedy, seu sucessor Lyndon Johnson, que era extremamente próximo com as empresas de petróleo do Texas, completamente abandonou esses planos.

Conclusão

Embora seja fácil de endeusar ou difamar JFK, a verdade é que ele foi apenas um homem que era um produto do seu meio - a elite ocultista. Como membro deste grupo rarefeito, ele se misturou com o lado escuro de Hollywood e se envolveu com o mundo horrendo de escravos e manipuladores MK.

No entanto, a nível profissional, Kennedy foi ao encontro dos melhores interesses da elite, em várias ocasiões, tentando ir contra a CIA, a Reserva Federal, o complexo militar-industrial, e as grandes empresas petrolíferas. Na verdade, Kennedy tomou medidas ousadas para limitar os poderes das organizações que atuam em total sigilo e que prestam absolutamente nenhuma conta de suas ações para o público. Ele foi contra o governo oculto que funciona no escuro e, logo depois, ele foi assassinado em plena luz do dia. Cinquenta anos depois, a teoria oficial é que um atirador solitário matou Kennedy. Isso é plausível? Nas décadas que se seguiram, a maldição Kennedy continuou, dizimando mais proeminentes membros da família. Foi a dinastia Kennedy evitada pela elite oculta?

A última parte da série vai analisar o assassinato de JFK, o seu significado oculto, e o destino do resto da dinastia Kennedy.

Fonte: VC

Veja Mais

A Vida Oculta da Família Kennedy: A Dinastia da Elite que foi Dizimada - Parte I
Assassino de Robert Kennedy Alega que Estava sob Controle Mental
 
  

, , ,

A Morte de Robin Williams e o Simbolismo Illuminati no Filme "Jack"

[ domingo, 17 de agosto de 2014 | 4 comentários ]

A notícia da morte do ator Robin Williams aos 63 anos deixou o mundo, no mínimo, perplexo na última semana. Vimos que na hora em que sua morte era anunciada, a BBC exibia um episódio da série "Uma Família da Pesada" em que Robin Williams tinha uma participação importante, e também havia menção a suicídio. A informação de que ele teria se suicidado levou-nos de novo ao questionamento: por que algumas celebridades morrem em circunstâncias misteriosas? A mídia foi rápida em argumentar que Williams sofria de depressão, no entanto, quando se trata de Hollywood e seu lado sombrio, não é estranho presumir que sua morte possa ter sido parte de mais um ritual. O simbolismo Illuminati no filme "Jack" leva-nos a acreditar que Robin possa ter sido mais um escravo de controle mental monarca. Foi sua morte o resultado de anos de abuso?


Veja Mais
Estranha Coincidência na Morte de Robin Williams 
Amy Winehouse - Mais um Sacrifício Satânico 
 

,

Estranha Coincidência na Morte de Robin Williams

[ terça-feira, 12 de agosto de 2014 | 16 comentários ]

A morte do ator americano Robin Williams na última segunda-feira (11) causou reações diversas em todo mundo. O ator era extremamente querido e, considerado por muitos, um dos melhores atores de Hollywood. A maioria das pessoas que cresceram nos anos 80 e 90 com certeza lembra dos papeis que ele desempenhou e dos grandes filmes nos quais atuou. Robin provavelmente será lembrado por décadas e homenageado como um dos maiores artistas de Hollywood pela nova geração de atores aspirantes. De acordo com o TMZ, Williams se enforcou com um cinto após tentativas de cortar seus próprios pulsos. Horas depois de sua morte, a mídia começou a reportar (sempre com um tom de deboche) que teorias da conspiração começaram a "pipocar" na Internet, alegando que sua morte teria sido mais um "sacrifício Illuminati".

Bem, para aqueles que já estão familiarizados com o lado oculto de Hollywood, de fato, na maioria das vezes que uma celebridade é encontrada morta em circunstâncias estranhas, não é tão implausível pensar que o incidente possa ser mais um desses "clássicos rituais de sacrifício" (visto que sacrifícios ritualísticos envolvendo celebridades de fato já aconteceram e deverão continuar acontecendo).

Assim como a maioria das mortes de celebridades em circunstâncias estranhas e eventos com aspectos ritualísticos, a de Robin Williams também veio acompanhada de estranhas sincronicidades. O público da emissora britânica BBC3 ficou chocado com a "estranha coincidência" na noite desta segunda-feira (11), quando foi dada a notícia de que Robin Williams havia morrido em um aparente suicídio pouco minutos depois em que era exibido um episódio da série de animação "Uma Família da Pesada" (Family Guy), que era centrado no ator e terminava com uma tentativa de suicídio do protagonista, como contou o jornal britânico The Independent.

"O episódio terminou assim que a notícia sobre sua morte foi dada", disse um porta-voz da BBC. "Foi uma reprise que foi exibida algumas vezes, então quem poderia prever isso? Estava agendado há mais de duas semanas atrás, então é só uma estranha coincidência", declarou o porta-voz, acrescentando que o episódio, que faz parte da décima temporada da série, estava planejado para ir ao ar novamente na nesta sexta, mas não será mais mostrado.

O episódio, em que há menção a suicídio, foi ao ar basicamente quando
 as notícias de sua morte começaram a surgir. Mas que coincidência, hein!

Em "Um Família da Pesada", Williams é o comediante favorito de Peter Griffin. O ator Seth McFarlane, criador da série e dublador do personagem, fez nesta terça (12) uma homenagem ao ator, dizendo: "O mundo acaba de ficar menos engraçado. Robin Williams é uma perda trágica". No entanto, Seth McFarlane, o autor da série "ateísta", parece bastante confortável em colocar simbolismo Illuminati em suas produções, como mostrado nesta postagem. Tendo por base o uso de simbolismo oculto em episódios anteriores da série, não seria tão absurdo que os produtores da série pudessem ter sido levados a produzir esse episódio para que este, por sua vez, pudesse ser usado mais à frente para uma sincronicidade.

Robin também foi morto no dia 11 do mês, um número cabalístico em numerologia e usado em diversos mega-rituais. Muitos vão dizer que isso pode ser apenas fruto de mais uma coincidência, pois a mídia tem divulgado com bastante esforço que o ator estaria deprimido e deu entrada em um centro de tratamento de dependências semanas antes de morrer. Mas a pergunta crucial que devemos fazer é: a dependência é o motivo central da morte dessas celebridades ou são as celebridades que enfrentam problemas de dependência escolhidas para serem sacrificadas (visto que assim será muito mais fácil encontrar um motivo para suas mortes)?

Vamos esperar por mais informações.

Veja Mais
Novo Laudo diz que Brittany Murphy Estava Sendo Vigiada e Foi Envenenada  
Ariana Grande: A Nova Queridinha da Indústria da Música Illuminati?