Imagens Simbólicas (janeiro & fevereiro/18)

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018 16 comentários

Eminem na capa da revista Interview fazendo o sinal do
 "um olho". Parece que toda vez que ele lança um álbum novo, ele 
aparece em imagens desse tipo... pois ele tem que fazer isso. Um 
post de atualização sobre a  carreira de Eminem não está longe!

Em 2013, ele apareceu com esta
 imagem para promover seu álbum.

Finn Wolfhard, a estrela-mirim da série "Stranger Things" e
 do filme "It - A Coisa" também juntou-se ao "clube do um olho". 
Com apenas 15 anos de idade, o ator já sabe o que deve fazer.

Mais uma de Finn.

Neste ensaio, a fumaça cobre o olho esquerdo de Zayn. Tanto ele quanto sua 
namorada atual, Gigi Hadid, têm feito isso com muita frequência recentemente, 
 mostrando o quanto eles estão se aprofundando no mundo oculto da indústria.

Talvez seja também por isso que Zayn
 adicionou esta tatuagem "bem Baphomet".

Na mesma linha, a capa do single do ex-colega de banda de 
Zayn, Niall Horan, apresenta uma mulher fazendo o sinal do "um 
olho", e um olho mais abaixo.  Isso é tudo o que há hoje em dia.

O cantor britânico Tom Grennan também
 está se juntando ao clube do "um olho".

A seguir, diversas capas de revistas com a mesma temática
de sempre. Esta capa da revista de fotografia Click apresenta
 uma jovem com um olho escondido por uma borboleta.

Nesta capa de revista, nem mesmo 
as crianças estão sendo poupadas.

Nem aqui...

O modelo Jordy Gerritsma na capa de Vanity Teen,
 escondendo um olho usando um cinto Gucci.

Essa tendência está em todo mundo... até 
mesmo na capa da revista Marie Claire China.

A Ásia também está exposta
 ao simbolismo da elite.

Ksenia Sobchak escondendo o olho nesta capa de revista. 
Esta mulher é candidata presidencial nas eleições da Rússia 
em 2018 e ela já sabe o que deve fazer para "agradar a elite".

Capa da revista Wonderland.

Frank Ocean na capa da revista i-D.

 Katy Perry apareceu com essa roupa dourada
 em show de Las Vegas, que mais pareceu uma
 referência à robô Maria do filme "Metropolis".

A robô maria do filme "Metropolis". Um robô criado pela 
elite para programar as massas no filme (veja a análise aqui). 
Artistas adoram pagar tributo a esse personagem e já mostramos
 isso diversas vezes aqui. Aliás, Katy recentemente fez referência
 a elanum ensaio fotográfico para a revista W.

E ela ainda continua obcecada pelos símbolos
 e referências preferidas da elite oculta.

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Ikea contrata Bea Akerlund para criar Anúncios Explicitamente Monarcas

domingo, 25 de fevereiro de 2018 7 comentários

Dirigido pela estilista favorita da elite, Bea Akerlund, a nova campanha publicitária da Ikea é uma demonstração flagrante do simbolismo da elite oculta.

O gigante dos móveis, a Ikea, contratou Bea Akerlund, a estilista mais prominente da indústria, para criar uma linha de objetos baratos e inúteis. E a campanha publicitária em torno desses objetos baratos e inúteis é 100% com base no projeto mais horrível conhecido pelo homem: A programação monarca. Faz sentido, né?

Só de olhar a imagem no topo deste artigo, a maioria dos leitores provavelmente já identificou a referência clara e inequívoca à programação da Monarca. E há muito mais. Mas o pessoal da Ikea não poderia esperar menos contratando Bea Akerlund. Na verdade, ela e seu marido, o influente diretor de vídeo Jonas Akerlund, estão moldando a cultura pop e infundindo-a com as imagens da elite há anos. E isso não é um exagero.

Bae Akerlund

Uma das inúmeras fotos simbólicas 
encontradas no Instagram de Bea Akerlund.

O trabalho de Bea Akerlund está em toda parte e foi apresentado várias vezes neste site. Ela trabalhou no vídeo "Paparazzi" de Lady Gaga, Britney Spears "Hold it Against Me" e "Work B*tch", Beyoncé' "Lemonade" e inúmeros outros - muitas vezes com seu marido, Jonas Akerlund, atuando como diretor de vídeo. Bea também está por trás da performance oculta do Superbowl de 2012 de Madonna.

A entrada de Madonna no 2012 Superbowl celebrou a Grande 
Sacerdotisa da indústria e replicou o cartão de tarô "The Chariot".

Cada artigo vinculado acima fornece toneladas de exemplos do foco de Akerlund no ocultismo da elite e no simbolismo MKULTRA. No entanto, é com atos menos conhecidos que o verdadeiro espírito não filtrado dos Akerlunds brilha.

Bea trabalhou algumas vezes com a banda sueca 
Ghost. Como você pode ver, é satanismo explícito.

Os Akerlunds não apenas moldam a imagem visual em torno das maiores estrelas pop do mundo, mas também criam campanhas publicitárias para as maiores corporações do mundo, como a H&M, Virgin Mobile, Adidas, Citroen, Dell, McDonald's, Panasonic, Puma, Miller Light, Nike, 7-Up, BMW, Ford, Toyota, Nissan e Visa. 

A última mega corporação na lista: Ikea.

Omeldebar

A campanha publicitária promovendo a coleção Omeldebar mistura padrões hipnóticos com música de circo que grita: "Estou perdendo a cabeça". E, desde o início, não há dúvidas de que estamos no território da programação monarca.

Bea está dentro de uma sala com listras dualistas em preto e branco - uma 
parte importante da programação MK. Ela usa um vestido de estampas de 
leopardo que está associado à programação Sex Kitten e é usado para
 identificar os escravos Beta.

O anúncio então faz referência a um outro código de Programação Monarca: "Alice no País das Maravilhas". 

Bea segura um relógio - não muito diferente do 
coelho branco em "Alice no País das Maravilhas".

O coelho branco em um cartaz
 de "Alice no País das Maravilhas".

Em "Alice no País das Maravilhas", Alice segue o coelho branco através do espelho em um mundo confuso, onde qualquer coisa pode acontecer. Na programação monarca, o País das Maravilhas representa o estado dissociado do escravo, que é totalmente controlado pelo manipulador.


O Coelho Branco é uma figura para a programação Alice no País das Maravilhas, que permitirá que você vá para lugares outrora inacessíveis para aventura. Ele representa o mestre. O Coelho Branco é uma figura importante para o escravo". 

– Fritz Springmeier, The Illuminati Formula to Create a Mind Control Slave


A próxima cena confirma que isso é sobre a programação monarca e nada mais.

Bea abre uma caixa e as borboletas monarcas voam para 
fora. Isso não poderia ser mais sobre a programação monarca.

Então, as coisas se aprofundam no sombrio mundo MK.

Bea bebe dois copos de uma bebida não identificada.

Na próxima cena, ela deita no chão, sem vida. Isso é uma 
referência às drogas dos escravos durante o trauma e programação?

O print acima é significativo por outro motivo: é uma recriação de pinturas feitas de uma sobrevivente de controle mental monarca real: Kim Noble.


As pinturas "Waiting Rose" e "Crying Rose" retratam uma escrava 
vestindo roupas dualísticas dentro de uma sala com um padrão dualista.

Na primeira pintura, a menina segura uma rosa nas mãos. Na segunda, a menina está chorando e a rosa está no chão, destruída. Isso pode representar o escravo depois de ser "desflorado" pelo seu manipulador.

"Under The Table" - outra pintura de Noble que se concentra em
 padrões dualistas e referências ao abuso por um manipulador sem rosto.

Sim, você ainda está lendo um artigo sobre um comercial da Ikea. Você esperava que as coisas ficassem tão escuras? Bem, esse é o mundo em que vivemos agora. Isso é o que está sendo promovido em toda a mídia de massa agora.

Espelhos, óculos, reflexos - todos os símbolos
importantes da programação MK.

Agora você pode literalmente 
dormir sobre o sinal do um olho.

Bea faz chifres do diabo com essas 
mãos que ela vende. Tanta criatividade. 

Conclusão

O fato de Bea e Jonas Akerlund receberem contratos lucrativos pelas maiores empresas do mundo não deve ser uma surpresa. Eles são os fabricantes das imagens favoritas da elite. Tudo o que fazem é impregnado com as obsessões doentias da elite: controle mental, abuso ritualístico, satanismo misturado com "estilo" e "glamour".

Eles moldaram as imagens das estrelas mais influentes do mundo, como Lady Gaga, Beyoncé, Katy Perry, Britney Spears e inúmeras outras. Eles são uma das principais razões pelas quais a cultura pop é agora um conjunto de homogeneidade onde todos os "artistas" acabam exibindo o mesmo simbolismo. O estilo pessoal e as imagens visuais costumavam ser uma forma de os artistas expressarem sua individualidade, sua natureza rebelde e suas perspectivas mundiais únicas. Agora, "estilo" e "moda" são uma apresentação uniforme indicando a agenda da elite. E, agora, eles estão vendendo essa uniformidade para você.

Fonte: VC

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O Plano Mestre - Parte 11 - Os Filhos de Sião

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018 11 comentários

"Os Filhos de Sião" é a décima primeira parte da série "O Plano Mestre" (se você ainda não viu a última parte, clique aqui) e mostra como a Grande Irmandade usa as religiões para criar conflitos. 

As religiões existem há milênios, e muitas delas surgiram basicamente da mesma fonte. No entanto, elas estiveram em conflito umas contra as outras várias vezes. Tanto o Cristianismo quanto o Judaísmo já foram colocados contra o Islamismo em algum momento. A criação do Estado de Israel no século 20 é um dos exemplos mais gritantes de como a Irmandade coloca as religiões umas contra as outras. O Sionismo foi  um movimento político 100% de acordo com Agenda da Elite e usou o Judaísmo e os judeus para abrir caminho nas terras ricas em óleo do Oriente Médio e criar conflitos com o mundo islâmico, que têm durado eternamente, pois o truque antigo para quem quer manipular é dividir para conquistar.


Veja Mais 
O Plano Mestre - Parte 10 - A Fórmula da Manipulação 
O Plano Mestre - Parte 9 - A Grande Irmandade

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5 Motivos pelos quais o Grammy 2018 foi um Fracasso

domingo, 4 de fevereiro de 2018 19 comentários

O Grammy 2018 exemplificou exatamente como a elite de Hollywood está completamente alheia ao público americano.

Sem sal, chato, irritante, hipócrita, alheio, moralizante, desastroso - estou descrevendo o Grammy 2018. E, se você leu os artigos anteriores sobre o Grammy, meu relacionamento de longa data com essa premiação já me causou muita dor e sofrimento.

Este ano foi ainda pior do que o habitual. Claro, esperávamos aquela mesma "ostentação de virtude" de nossos novos superiores morais: A "Santíssima Hollywood". Mas não esperávamos que essa sessão de lavagem cerebral de 3 horas e meia fosse tão estranha e desastrosa. Quase todas as pseudo-celebridades que receberam o microfone tiveram que dar um sermão.

Apesar de toda essa conversa, ninguém tinha uma opinião verdadeiramente pessoal, ninguém tinha uma visão original e nem mesmo trazia nuances ou reflexões pessoais. Todo mundo estava apenas repetindo as mesmas frases que podia repetir. Quando Luis Fonsi cantando "Despacito" se torna um alívio bem recebido, você sabe que algo está terrivelmente errado.

Aqui estão as 5 principais razões pelas quais o Grammy 2018 fracassou completamente.

#5: U2? Sério?

Apesar do fato de U2 não ter sido nomeado para receber Grammy este ano, a banda foi colocada dentro e fora do palco, não uma vez, nem duas vezes, mas três vezes. U2 estava lá no início com Kendrick Lamar, pois eles foram trazidos de volta no final para anunciar o álbum do ano e depois eles apresentaram um novo single que ninguém realmente queria ouvir: "Get Out of Your Own Way".

A performance ocorreu em frente à Estátua da 
Liberdade enquanto olhos eram projetados atrás da banda.

A canção fala dos Estados Unidos e de sua política de imigração.

No final, Bono pegou um megafone pintado de bandeira 
dos EUA e começou a gritar um monte de coisas.

O print acima é altamente simbólico. Ele diz que Bono está falando pelos americanos... embora ele seja irlandês.

O vídeo dessa música - criado por cineastas de Israel - transmite mensagens específicas que também aparecem em outros vídeos populares.

O vídeo apresenta imagens como a Estátua da Liberdade 
que desmorona quando um coquetel molotov acende.

Ele também mostra queima de dinheiro americano. O vídeo Justin 
Timberlake "Supplies" também mostra coquetéis molotov e queima 
de dinheiro americana (leia o artigo sobre isso aqui). Eles estão
 nos dizendo algo aqui.

Apesar da intensa promoção, a música não é um sucesso. Ela mal chegou a 1 milhão de visualizações no YouTube, mesmo após a apresentação do Grammy. Talvez eles deveriam forçar 500 milhões de usuários do iTunes a baixar a música para que possam ouvi-la. Oh, espere, eles já fizeram esse ato assustador em 2014.

Então, por que o U2 estava no Grammy? Por que essa música específica foi executada? A resposta pode ser encontrada na seguinte imagem.

Bono e George Soros no Fórum Econômico Mundial.

George Soros é uma das pessoas mais influentes que molda a economia, a política e as questões sociais do mundo. Sua Open Society Foundations opera com um orçamento perto de um bilhão de dólares por ano e está fortemente implicada nas políticas sociais de quase todas as nações do mundo. Não abordarei todas as formas em que essa Fundação transforma a sociedade moderna, mas uma das principais questões é a promoção de fronteiras abertas.

Bono é muito próximo de Soros (aqui está um vídeo dele o elogiando por 3 minutos). "Get Out Your Own Way" é basicamente um infomercial para a agenda de Soros. É por isso que foi promovido durante o Grammy, enquanto outras músicas e artistas foram ignorados.

Embora Bono adore se vestir com uma "roupagem de caridade", ele não pratica o que prega. Em 2006, a banda causou controvérsia quando transferiu suas operações de sua Irlanda natal para a Holanda para evitar o pagamento de impostos. Em 2017, Bono foi mencionado no Paradise Papers por investir em empresas que estavam sonegando impostos.

# 4: Hillary Clinton? Sério?

Um dos piores momentos do show de horrores que foi o Grammy foi a aparição "surpresa" de Hillary Clinton. Sua leitura sobre Donald Trump comendo no McDonald's foi uma política insignificante no seu pior - uma propaganda política intransigente e desastrosa que ainda conseguiu perder sua marca. Tudo o que isso realmente conseguiu foi lembrar o mundo de que Hillary era a única alternativa para Trump.

Ainda mais estranho foi o entusiasmo excessivo quando Hillary apareceu na tela.

"Êêêê! É Hillary Clinton! Uhulll!" 

Eu me pergunto o que teria sido a reação do público se fosse mostrada esta foto...

"Ei, é Harvey Weinstein! Foraaaaa! Hashtag 
MeToo! Hashtag Time's Up! Foraaaaa!" 

Ok, agora, e se o público tivesse visto estas imagens...

"Êêêê, é a Hillary! Espere, quero dizer, fora, 
Weinstein! Espere, quero dizer..." *A mente bugou*

Algumas semanas antes dos Grammy, outra figura poderosa atraiu aplausos depois de um discurso muito assustador.

"Êêê, é a Oprah! Tão corajosa! 
Oprah para Presidente!" 

"Êêêê, é a Oprah! Quero dizer, fora Weinstein!
 Quero dizer..." *A mente bugou de novo*

#3: Kesha "Praying"

Eu realmente sinto por Kesha. Durante anos, relatei como ela foi forçada a cantar músicas que ela odiava e sobre seu abuso nas mãos do Dr. Luke. Não há dúvida de que a mensagem por trás de sua música "Praying" seja poderosa. No entanto, o fato triste é: ela ainda está sob o controle do Dr. Luke e sua gravadora Kemosabe Records. Kesha tentou quebrar seu contrato nos anos anteriores, que foi negado pelo tribunal.

O olho que tudo vê na mão de Kesha: a prova 
visível de que ela está sob o controle da indústria.

O meu vídeo analisando "Praying" de Kesha é um triste lembrete de que ela ainda é propriedade da indústria, expliquei como o vídeo (dirigido por um favorito da indústria, Jonas Akerlund) simbolicamente revela que ela ainda é uma escrava da indústria. Embora "Praying" seja sobre Kesha "libertar-se" de Dr. Luke, uma parte de cada álbum vendido ainda vai direto para os bolsos dele.

Após a apresentação, a Sony Music, a empresa-mãe da Kemosabe Records, publicou um tweet que elogiava Kesha... para depois excluí-lo.


A coisa toda foi um exemplo perfeito de hipocrisia na indústria da música.

#2: Chefe do Grammy Acusado de Sexismo


Apesar de criar um dos mais intensos eventos de "ostentação de virtude" de todos os tempos, o presidente do Grammy, Neil Portnow, ainda encontrou uma maneira de ser acusado de sexismo. Depois que ele foi questionado sobre o baixo número de nomeações e vencedoras mulheres, Portnow respondeu:


"Tem que começar com... mulheres que têm a criatividade em seus corações e almas, que querem ser musicistas, que querem ser engenheiras, produtoras e querem fazer parte da indústria no nível executivo", disse ele. "[Elas precisam] crescer porque eu acho que seriam bem-vindas".


Pink, Sheryl Crow, Kelly Clarkson e outras responderam para Portnow, afirmando que não precisavam "crescer". Portnow então recuou, pediu desculpas e até anunciou algum tipo de "plano de ação" para abordar o preconceito de gênero na música (ou seja lá o que for).

Isso não impediu que algumas celebridades exigissem a renúncia de Portnow, visto que uma petição com mais de 10.000 assinaturas circulou online.

A indústria do entretenimento criou para si um clima tão tenso e vingativo que os "ostentadores de virtude" estão realmente se agarrando até a morte. É uma visão bastante patética de se ver.

Enquanto isso, menos americanos do que nunca se preocupam com isso.

#1: O Grammy Menos Assistido

O Grammy 2018 registrou a menor audiência da história no grupo demográfico de adultos entre 18-49 anos. No total, a cerimônia foi assistida por 19,8 milhões de telespectadores, uma queda de 24% em relação à cerimônia do ano passado.

Várias teorias tentam explicar o motivo dessa queda acentuada.


Haverá uma série de teorias para explicar o declínio. Embora o Grammy tivesse um time de grandes artistas - incluindo Kendrick Lamar, U2 e Rihanna - , muitos "superstars", incluindo Taylor Swift, Drake e Kanye West, não compareceram. 

As cerimônias de premiação também se tornaram cada vez mais políticas, com apresentadores celebridades e vencedores desempenhando o papel de fanáticos políticos. O Grammy, que foi transmitido pela CBS, não foi diferente no domingo, com vários artistas trazendo o tema da imigração e do movimento #MeToo. U2 performou em uma balsa em frente da Estátua da Liberdade, uma performance não exatamente sutil em seu simbolismo, e Hillary Clinton apareceu em um segmento gravado, lendo sobre a preferência do presidente Trump pela comida do McDonald's, do best-seller de Michael Wolff, "Fire and Fury: Inside the Trump White House."

Nikki R. Haley, a embaixadora dos Estados Unidos nas Nações Unidas, deu voz aos defensores do "cale a boca e cante". "Sempre amei o Grammy, mas fazer os artistas lerem o livro 'Fire and Fury' matou", escreveu a Sra. Haley em um tweet durante o evento. "Não estrague uma ótima música com lixo. Alguns de nós amamos a música sem política jogada em cima. 

– The New York Times, Ratings for Grammy Awards Drop 24 Percent


Como se estivessem esperando que os telespectadores fossem tentar se matar após esse fiasco, o rapper Logic surgiu para cantar sobre o número de prevenção ao suicídio.

Você não está sozinho... O Grammy realmente foi um droga.

A queda acentuada na audiência foi provavelmente um resultado combinado de tudo mencionado acima, e o mais importante ainda, isso é sintomático de uma crescente divisão na América, onde uma grande parte do público simplesmente não se relaciona com a agenda óbvia que está sendo pressionada pelos meios de comunicação de massa. Como afirmado acima, essa agenda não vem do "povo", mas de uma elite globalista que busca criar um mundo sem fronteiras, sem gênero e sem princípios.

Os valores, as perspectivas e as prioridades de muitos americanos simplesmente não coincidem com os vistos na TV. A mídia de massa perdeu sua relevância e sua credibilidade. Muitos vêem através da superficialidade e da hipocrisia da "ostentação de virtude" de Hollywood. E eles estão cansados disso. Eles perceberam que a maioria dessas pessoas apenas "mostra preocupação" quando a câmera está ligada.

Aqui está uma ideia: ao invés de desfilar com vestidos pretos, rosas, laços, alfinetes ou qualquer outra coisa, que tal denunciar o abuso de crianças desenfreado que tem acontecido em Hollywood há décadas? Como fazer com que as autoridades atuem sobre esta prática horrível com investigações reais, prisões, julgamentos e punições? Que tal parar com as hashtags e os sermões e realmente agir?  
Mas isso seria muito real. E Hollywood não lida com o real.


Fonte: The Vigilant Citizen