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Governo Canadense faz Acordo com Filha de Vítima MKULTRA

terça-feira, 31 de outubro de 2017 0 comentários

A vítima foi mantida em um sono quimicamente induzido durante semanas e submetida a sessões de eletrochoques, drogas experimentais e gravações de mensagens tocadas sem parar.

A CBC News informou recentemente que o governo canadense fez um acordo extrajudicial de US$ 100.000 com Allison Steel, filha de Jean Steel, uma mulher que foi submetida a terríveis experiências de lavagem cerebral financiadas pela CIA.

O acordo foi feito silenciosamente em troca de que a ação judicial movida por Allison Steel em setembro de 2015 fosse retirada. O acordo inclui uma cláusula de não divulgação, que proíbe Alisson Steel de falar sobre o caso. No entanto, a existência do acordo e seu montante total apareceram nos relatórios públicos divulgados pelo governo federal em outubro.

Tortura Financiada pela CIA

O sofrimento de Jean Steel começou em 1957, com a idade de 33 anos. Ela foi internada no Allan Memorial Institute em Montreal depois de ter sido diagnosticada com "depressão maníaca e pensamento delirante".

O Instituto Memorial Allan em Montreal, Canadá.

Nos meses seguintes, Steel tornou-se vítima de experimentos MKULTRA financiados pela CIA, conduzidos pelo Dr. Ewen Cameron.

O Dr. Ewen Cameron era um psiquiatra nascido na Escócia que serviu como 
Presidente da American Psychiatric Association (1952-1953), Canadian Psychiatric
 Association (1958-1959), American Psychopathological Association (1963), Society of 
Biological Psychiatry (1965) e World Psychiatric Association (1961-1966). Durante 
os anos 50 e 60, ele foi financiado pela CIA para realizar experiências
 para o programa MKULTRA de controle mental.

As experiências de Cameron visavam "despadronizar" a mente da vítima através de um trauma intenso para "repadronizá-la" depois. Em outras palavras, ele estava pesquisando as bases da Programação Monarca - o programa de controle mental que é frequentemente discutido no Knowledge is Power.


Cameron acreditava que uma combinação de sono quimicamente induzido por semanas de cada vez, tratamentos de eletrochoque maciço, drogas alucinógenas experimentais como LSD e técnicas de "condução psíquica" através do jogo repetido de mensagens gravadas poderiam "despadronizar" a mente, rompendo os caminhos cerebrais e eliminar sintomas de doenças mentais como a esquizofrenia. Os médicos poderiam então "repadronizar" os pacientes.

No entanto, a "despadronização" também aniquilava a memória do paciente e deixava-os num estado infantil. Em alguns casos, adultos crescidos esqueciam habilidades básicas como usar o banheiro, como se vestir ou como amarrar seus sapatos. 

– CBC News, Federal government quietly compensates daughter of brainwashing experiments victim


Centenas de páginas detalham os terríveis experimentos com os quais Jean Steel foi submetida.


De acordo com um relatório escrito por Cameron, Steel foi mantida num sono quimicamente induzido durante semanas. Uma série durou 29 dias. Uma segunda durou 18 dias. A terapia do sono foi acompanhada de uma série de eletrochoques.

"Ela estava extremamente confusa e desorientada, mas muito mais cooperativa", escreveu Cameron em seu relatório. 

As notas das enfermeiras em seus gráficos detalhavam doses repetidas de sódio amital, e como Steel se sentia como um prisioneira: "É como estar enterrada viva. Alguém, por favor, faça algo. "Isso foi tudo dito gritando com a enfermeira e o médico", disse uma nota.


Steel então começou a exibir um comportamento estranho. Sua filha conta:


"Quando você queria conversar com ela sobre algo emocional... ela simplesmente não conseguia fazer isso", disse Steel. "Suas emoções foram roubadas. Isso tirou a alma dela".

Sua mãe ficava sentada sozinha no escuro, escrevendo códigos e números nas paredes.

"Uma vez eu cheguei em casa e o teto havia sido pintado com spray com redemoinhos vermelhos por toda parte", disse Steel. "Ela pegava papel de parede e cortava pequenos pedaços e os colocava em toda a sala".


Embora o MKULTRA seja visto pelos meios de comunicação de massa como um "episódio vergonhoso do passado", ele também faz parte do nosso presente. O programa ainda existe numa versão muito mais refinada sob o nome de Programação Monarca.

Aqui está um interessante documentário de 1980, produzido pela CBC, sem legendas, sobre experiências MKULTRA no Canadá:


Fonte: The Vigilant Citizen

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Corey Feldman é ameaçado de Morte após anunciar Um Projeto para expor Abuso Infantil em Hollywood

Corey Feldman alega que foi quase "atropelado por dois caminhões" depois de confirmar que iria trazer à luz todo o abuso infantil em Hollywood.

O ex-ator mirim Corey Feldman já foi mencionado várias vezes neste site, pois ele tem sido, durante anos, o denunciador de abuso infantil em Hollywood mais ativo. Embora ele sempre afirmara que vários executivos de Hollywood fazem parte de uma rede de abuso infantil (e que um deles estuprou seu colega Corey Haim aos 11 anos), Feldman nunca divulgou nenhum nome.

Provavelmente impulsionado pelo escândalo de Harvey Weinstein, Feldman divulgou recentemente que tem planos para expor o abuso de Hollywood, dirigindo, produzindo e distribuindo a "descrição mais honesta e verdadeira do abuso infantil já retratado", Feldman disse no Twitter:


 "Eu posso nomear seis nomes, um deles ainda é muito poderoso hoje."


Ele também disse que pode mostrar uma ligação entre pedofilia e um dos principais estúdios.


Feldman também iniciou uma campanha na Indiegogo de U$ 10 milhões para financiar o filme, financiar uma equipe jurídica e estabelecer segurança para ele e sua família. A esposa de Feldman, Courtney, sugere que o dinheiro é para garantir sua segurança depois de certos eventos que a deixaram paranoica, pois Feldmam se "tornou um alvo".

Em 19 de outubro, Feldman tuitou:


"Pra deixar registrado: eu não irei a nenhum programa de entrevistas para divulgar nomes do meu abusador ou abusadores de outras pessoas. Então, pare de me pedir para fazer isso. Além disso, deixe-me em paz, isso não é sobre o medo de ser processado! Sim, essa é uma possibilidade real, mas a maior razão é a segurança de minha família"


Um Alvo?

Desde que Feldman lançou sua "campanha da verdade", Feldman afirma que se tornou "um alvo" e que sua vida está sendo ameaçada. Em 23 de outubro, ele foi preso por uma acusação de porte de maconha no Louisiana, depois que seu ônibus de turnê foi revistado, quando foi parado por excesso de velocidade. Feldman acredita que sua prisão foi um caso improvisado em resposta à sua campanha.


"A polícia de Mangham disse que os oficiais pararam o ônibus da turnê de Feldman por excesso de velocidade, e foi quando encontraram Feldman dirigindo com uma licença já suspensa.

A polícia disse que revistou o ônibus e encontrou pílulas de maconha e prescrição. Feldman foi acusado de posse de maconha, excesso de velocidade e condução com uma licença já suspensa. Ele conseguiu pagar uma multa e foi liberado.

Em sua conta no Twitter, Feldman disse que não tinha nada, mas foi acusado porque o ônibus está em seu nome. Ele disse que a maconha era de um membro da equipe, que tem uma prescrição legal da Califórnia. Ele também afirmou que as pílulas eram legais, e os oficiais prometeram descartar as acusações se ele pudesse providenciar prova de prescrição médica.

Ele afirmou que a abordagem que fizeram parecia 'um pouco com um velho assalto' e que os oficiais pediram fotos e autógrafos depois que ele pagou a multa em dinheiro". 

- KNOE8, Police release details in Coery Feldman traffic stop



Ele acrescenta que vários membros saíram da equipe porque temiam suas vidas, imaginando que "alguém pudesse chegar até eles".

Finalmente, Feldman disse que ele teve uma "experiência de quase morte" quando dois caminhões quase o atropelaram.

Será que Feldman vai de fato contar tudo e expor o sistema? Ele disse em seu vídeo:


"Não é fácil. Fui muito degradado. Os rumores foram contados, histórias foram inventadas sobre mim... tudo porque temem que eu conte o que eu sei. A justiça será feita, porque se trata sobre o bem e o mal"


Fonte: The Vigilant Citizen

O Escândalo de Harvey Weinstein

domingo, 29 de outubro de 2017 2 comentários

Ele já foi um magnata de Hollywood poderoso e intocável. Porém, ele "caiu da graça" e foi demitido da empresa de seu próprio nome. O que aconteceu?

Harvey Weinstein é um executivo de Hollywood. Ele foi acusado de prometer os melhores empregos para jovens e belas atrizes em troca de favores sexuais. Se as coisas não andassem do jeito que ele queria, ele provavelmente diria a típica frase de um manipulador de Hollywood: "Você nunca mais irá trabalhar nesta cidade". Se essas pessoas se atrevessem a ir contra ele, ele dava dinheiro para elas até que se calassem. Ou pior, ele ameaçaria destruir suas carreiras através de suas conexões com a mídia de massa.


"Múltiplas fontes disseram que Weinstein frequentemente se gabava de colocar polêmicas em meios de comunicação sobre aqueles que falavam contra ele; essas fontes temiam que elas pudessem se tornar alvos de uma armadilha semelhante". 

- The New Yorker, From Aggressive Overtures to Assault: Harvey Weinstein’s Accusers Tell Their Stories


Se você leu outros artigos neste site, você já sabe que a elite de Hollywood está cheia de indivíduos maldosos, desprezíveis, pervertidos, manipuladores e cruéis.

Harvey Weinstein era um deles e nem fazia questão de esconder isso.

Um Segredo Aberto

Durante anos, a série de assédios sexuais de Weinstein já era um segredo aberto. Pior ainda: mesmo assim, ainda foi uma mordaça. Aqui está um vídeo do Oscar 2013, onde Seth McFarlane faz referências ao abuso contra as atrizes de Weinstein.


A risada da plateia é um pouco perturbadora.

Aqui está um vídeo do canal 30 Rock sobre a personagem Jenna falando de Weinstein.


A esfera de poder de Weinstein não se limitou a Hollywood. Ele entrou na elite política, tornando-se um importante defensor financeiro de todos os principais candidatos democratas nas últimas duas décadas.

De acordo com o Responsible Policy Center, Weinstein vem doando pessoalmente U$ 1,4 milhão ao Partido Democrata, aos seus candidatos e aos seus comitês desde 1990. Além disso, sua rede arrecadou centenas de milhares de dólares para Barack Obama em 2012 e Hillary Clinton em 2016, o que lhe permitiu atingir um nível mais alto na escala dos doadores e um nível mais alto de acesso.

Por exemplo, em agosto de 2011, Weinstein convidou "os VIPs" de Nova York (incluindo estrelas como Gwyneth Paltrow e Alicia Keys) a sua casa para uma arrecadação de fundos ao presidente Barack Obama - que estava presente. Sim, Obama estava em sua casa.

Harvey Weinstein também era um visitante regular na Casa Branca. Em 2011, ele estava na mesa de honra em um almoço do Departamento de Estado com Hillary Clinton e Angela Merkel. Em 2012, ele estava em um jantar em homenagem ao primeiro-ministro britânico David Cameron. A esposa de Weinstein, Georgina Chapman, desenhou o vestido de Michelle Obama para a ocasião.

Em 20 de junho de 2016, Hillary Clinton participou de um evento de arrecadação de fundos na casa de Weinstein em Nova York, onde cerca de 60 participantes pagaram U$ 33,400 ou mais para participar. Sim, Clinton estava em sua casa.


"Com o candidato lá pessoalmente, uma arrecadação de fundos no dia 20 de junho de 2016 na casa de Weinstein em Manhattan arrecadou U$ 1,8 milhão para a campanha de Clinton. Leonardo DiCaprio, Jennifer Lopez, Sarah Jessica Parker e Matthew Broderick participaram do evento. Esses foram alguns dos muitos que Weinstein esteve envolvido no ano passado na batalha de Clinton pela nomeação e, em seguida, contra Donald Trump em seu esforço para se tornar a primeira presidente mulher dos Estados Unidos. Fazendo os outros dar altos cheques, o próprio Weinstein deu milhares pessoalmente à campanha de Clinton e U$ 30.000 para o Clinton Victory Fund." 

– Deadline, Hillary Clinton Gets More Big Bucks Support From Harvey Weinstein, JLo and Sarah Jessica Parker


Weinstein estava perto de Hillary... 

...e de seu marido...

...e de sua filha.

 Weinstein com Obama e Schumer.

Weinstein no 100º aniversário da Planned 
Parenthood em 2 de maio de 2017 - com Hillary.

Notícia rápida: Em 2004, Weinstein foi nomeado comandante honorário da Ordem do Império Britânico.

Caindo da Graça

Durante décadas, Weinstein pareceu intocável, mas algo aconteceu recentemente. A elite parou de protegê-lo. O silêncio acabou. Os rumores se transformaram em fatos provados e, logo depois, as comportas foram abertas. Desde então, um número incompreensível de atrizes de Hollywood se apresentou acusando Weinstein desde "comportamento inadequado" a todo tipo de coisa. Aqui está a lista mais recente das acusações.



Cara Delevingne: A modelo que virou atriz disse que Weinstein tentou fazê-la participar de uma relação a três, com ele e com outra mulher, em um quarto de hotel na cidade de Nova York.

Gwyneth Paltrow: A estrela disse ao The New York Times que Weinstein a tocou e sugeriu fazer massagens conjuntas no seu quarto antes de começar a gravar o filme "Emma" de 1996. Ela disse que contou o que aconteceu ao seu namorado na época, Brad Pitt, e ele confrontou o magnata.

Angelina Jolie: Jolie disse ao Times que teve que recusar os avanços de Weinstein em 1998 e escolheu nunca mais trabalhar com ele de novo. Ela disse que avisou outras mulheres sobre isso.

Louisette Geiss: A atriz foi convocada para uma reunião tarde com Weinstein em 2008. Ele supostamente surgiu com um roupão de banho e disse-lhe que melhoraria seu roteiro se ela o assistisse se masturbar. Ela saiu da reunião.

Judith Godreche: A atriz francesa diz que Weinstein tentou massageá-la e tirar sua camisola depois de perguntar se ela queria ir à suíte de Cannes para ver a paisagem em 1996.

Dawn Dunning: A atriz diz que foi convocada para uma reunião sobre futuros projetos cinematográficos em 2003. Quando ela chegou, Weinstein apresentou três roteiros para seus próximos três filmes, que ele deixaria para sua estrela, apenas se ela tivesse três noites com ele. Ela fugiu do hotel.

Tomi-Ann Roberts: Weinstein a conheceu quando ela estava servindo mesas no restaurante de uma faculdade em 1984 e disse-lhe para encontrá-lo em sua casa. Quando ela chegou, ela disse que ele estava nu no banho e que ela iria cantar melhor se estivesse nua. Ela disse que recusou e saiu.

Asia Argento: A atriz italiana acusou Weinstein de forçá-la a ter relações orais com ele quando tinha 21 anos. Ele a aterrorizou. Não parava. Foi um pesadelo. Ela disse que ele continuaria a força-lá a ter relações sexuais com ele ao longo dos anos que iriam se seguir. Ela documentou o suposto assédio em seu filme de 2000 "Scarlet Diva".

Katherine Kendall: A atriz de "Swingers" foi informada de que Weinstein teve que ir em seu apartamento para pegar algo depois de uma exibição em 1993. Ele se vestiu em um roupão de banho e disse-lhe para massageá-lo. Ela resistiu, e com isso, Weinstein voltou nu e a perseguiu.

Lucia Evans: A atriz, anteriormente conhecida como Lucia Stoller, afirma que Weinstein a forçou a se pronunciar sobre ele em 2004. Falando ao New Yorker, ela disse que sofreu anos de trauma após o incidente, que ocorreu em uma "reunião de elenco" em um escritório em Manhattan. Ele supostamente a chamou tarde da noite após o incidente.

Mira Sorvino: A atriz disse ao New Yorker que Weinstein tentou massageá-la em um quarto de hotel no Festival Internacional de Cinema de Toronto em 1995. Ele então foi até sua casa no meio da noite, mas ela chamou um amigo do sexo masculino para protegê-la. Ela disse que negar ter relações com Weinstein afetou negativamente sua carreira.

Rosanna Arquette: A atriz disse que sua carreira sofreu depois que ela rejeitou os assédios de Weinstein no início dos anos 90. Num encontro num hotel, ele disse que estava ereto e tentou colocar a mão dela em seu pênis.

Rose McGowan: A atriz, que fez sucesso em 1996 no filme "Scream", inspirado no filme "Slasher", produzido por Weinstein, teria processado Weinstein depois de assedia-lá em 1997 no Sundance Film Festival. Ela assinou um acordo de não divulgação no final do processo e apenas se referiu a ele obliquamente nas mídias sociais desde então. No domingo, ela disse ter sido abusada por um "monstro" e anteriormente disse ter sido estuprada por um chefe de estúdio.

Ashley Judd: Os papéis do filme de Judd incluem o sucesso de 1997 "Kiss the Girls" - ela diz que durante a filmagem desse filme, Weinstein repetidamente pediu-lhe para vê-lo tomar banho. Ela foi uma das mulheres que falaram ao The New York Times nesta semana, dizendo: "As mulheres têm falado sobre Harvey entre nós por um longo tempo e já é mais do que hora de conversar sobre isso publicamente".

Emma De Caunes: A atriz francesa Emma de Caunes disse que conheceu Weinstein em 2010, logo depois que ele lhe disse que tinha um roteiro que produziu com base em um livro com uma personagem feminina forte. Weinstein ofereceu-se para mostrar o roteiro e pediu para ela entrar num quarto de hotel, onde começou a tomar banho. Ele então emergiu nu e com uma ereção, pedindo que ela se deitasse com ele na cama, lhe dizendo que muitas já haviam feito isso antes. "Eu fiquei sem reação", disse Caunes. "Mas eu não queria mostrar a ele que eu estava sem reação, porque eu podia sentir que quanto mais eu estava enlouquecendo, mais ele ficava excitado".

Lauren O’Connor: Um ex-funcionário da The Weinstein Company, disse aos executivos no outono de 2015 que havia "um ambiente tóxico para as mulheres naquela empresa". Depois que um de seus colegas lhe disse que Weinstein a tinha pressionado para massageá-lo enquanto ele estava nu, disse o NYT.

Ambra Battilana: A atriz e modelo italiana disse ao NYT que, em março de 2015, Weinstein a convidou para o escritório dele em Nova York. Lá ele perguntou se seus seios eram reais antes de agarrá-los e colocar as mãos na saia dela. Ela relatou o suposto incidente à polícia, mas eles não o prenderam. De acordo com o NYT, Weinstein depois a pagou.

Jessica Barth: Weinstein supostamente pressionou Barth, uma atriz, para fazer-lhe uma massagem nua no Hotel Peninsula, em 2011.

Laura Madden: Ela disse ao NYT que Weinstein pediu-lhe para lhe dar massagens em 1991, enquanto ambos estavam em Londres e em Dublin. "Foi tão manipulador", disse ela ao NYT. "Você constantemente pergunta a si mesmo - será que sou a única que é o problema?" Weinstein negou o fato.

Emily Nestor: Nestor tinha sido uma empregada temporária da Weinstein Company por apenas um dia em 2014, até que Weinstein se aproximou dela e ofereceu-se para impulsionar sua carreira em troca de relações, informou o NYT.

Zelda Perkins: Uma assistente de Weisntein, em Londres em 1998; 25 anos na época, teria processado Weinstein depois que ela e "várias" outras foram assediadas e depois fizeram um acordo na justiça.

Elizabeth Karlsen: A produtora nomeada para o Oscar por "Carol" e "The Crying Game", entre outros, disse ao The Hollywood Reporter no domingo que há quase 30 anos, uma jovem executiva sem nome que trabalhou na Miramax com Weinstein o havia encontrado nu no quarto dela uma noite. O executivo estava em uma casa alugada pela Miramax no momento de cortar seus custos indiretos.

Liza Campbell: Ela disse ao Sunday Times do Reino Unido que Weinstein a chamou para o quarto de hotel em Londres antes de dizer para entrar no banho com ele.

Lauren Sivan: A antiga ex-apresentadora da Fox disse que Weinstein a aprisionou em um restaurante fechado e se masturbou na frente dela até gozar, em 2007. Ele a levou para um restaurante fechado abaixo de um clube que ela visitou e tentou beijá-la, então, quando ela recusou, ele encurralou-a e fez com que ela observasse ele se tocando, de acordo com o The Huffington Post.

Jessica Hynes: A atriz britânica, mais conhecida por seus papéis nos filmes de Bridget Jones e por co-criar e co-escrever a comédia "Spaced", disse que foi convidada a fazer uma audição para Weinstein quando tinha 19 anos, vestindo um biquíni. Hynes, anteriormente conhecida como Jessica Stevenson, disse que se recusou a usar o item imoral... e perdeu o emprego.

Romola Garai: A atriz britânica Romola Garai disse que se sentia "violada" na sequência de uma reunião com Harvey Weinstein em seu quarto de hotel em Londres quando tinha 18 anos, em que estava com um roupão de banho. Garai, mais conhecida por seu papel em "Atonement", disse que já havia sido contratado, mas foi dita para fazer uma audição em particular com Harvey porque "ela precisava ser pessoalmente aprovada por ele". "Como todas as outras mulheres da indústria, tive uma audição com Harvey Weinstein", disse ela ao The Guardian. "Então eu tive que ir ao quarto do hotel no Savoy e ele colocou o roupão na porta. Eu tinha apenas 18. Eu me senti violada por isso".

Assistente anônimo: Weinstein se comportou indevidamente em relação a uma mulher empregada em 1990. O caso foi resolvido com um acordo na justiça.

Outra assistente anônimo: Em 2015, Weinstein supostamente pressionou outra assistente para lhe dar uma massagem nua no Península Hotel, onde também foi dito ter pressionado Barth.

Empregada anônima do Miramax: Em um momento do início da década de 1990, uma jovem mulher teria subitamente deixado a empresa após um encontro com Weinstein. Ela também resolveu o caso com um acordo na justiça.

Mulher anônima: Uma mulher que, não quer ser nomeada porque teme as conexões de Weinstein, disse ao The New York Times que o produtor a convocou para o hotel em um encontro desconhecido e a estuprou.

– Daily Mail


Mais de 30 mulheres já acusaram Weinstein de todos os tipos de má conduta. Algumas dessas alegações datam de mais de 20 anos atrás. Hillary Clinton afirmou que ficou "doente, chocada e consternada" - como se isso fosse uma novidade tão tremenda para ela.

Por que tudo isso está se desvendando agora? Por que essas estrelas se apresentaram ao mesmo tempo? Quando Weinstein era protegido pela elite, as atrizes que tentaram contar suas histórias foram informadas de que ninguém acreditaria nelas, foram ditas para calar a boca, que isso não era grande coisa, e, se elas persistissem, tomariam o dinheiro do silêncio.

Agora, se foi o resultado de muitas mulheres bem conhecidas estarem dispostas a denunciar ou a algum outro motivo não relatado, Weinstein "caiu da graça" da elite de Hollywood. A parede da mídia que costumava protegê-lo - da mesma forma que continua a proteger inúmeros outros abusadores de elites - caiu.

Weinstein está agora no meio de uma "queda" americana clássica. Ao longo de alguns dias, as acusações voaram de todos os lugares, seu casamento desmoronou e ele foi demitido de sua própria companhia. Apesar de tudo isso, muitos temem que Weinstein possa "dar uma de Polanski" e evitar qualquer tipo de processo legal (Roman Polanski foi acusado do abuso de uma menina de 13 anos, mas evitou acusações nos EUA ao fugir para a Europa. Ele continua sendo reverenciado como diretor).

Embora a carreira em Hollywood de Weinstein tenha acabado, ele poderia ser capaz de se sentar em seus milhões de dólares e evitar a prisão pelo resto de sua vida. Até agora, não foram apresentadas provas de acusações criminais contra ele.

Lindsay Lohan Não Concorda


Quem está indo contra essa onda de acusações é Lindsay Lohan. Em um estranho vídeo no Instagram, Lohan (com seu novo sotaque) afirmou:


"Ele nunca me prejudicou nem fez nada para mim. Nós fizemos vários filmes juntos. Eu acho que todos precisam parar; eu acho que está errado. Então, levante-se".


Este vídeo foi bastante inesperado porque Lohan é um dos casos mais óbvios de uma celebridade em Hollywood que foi "abusada" pela elite. Ela até aparece em sessões de fotos descrevendo seu status como Beta Kitten.

Lindsay Lohan em uma foto de Tyler Shields, onde ela
 está prestes a ser "usada" por um grupo de homens.

O vídeo de Lohan foi apagado após cerca de uma hora. Rose McGowan, uma das acusadoras contra Weinstein tuítou:


"Por favor, vá devagar Lindsay Lohan. Ser uma atriz-mirim transformada em símbolo sexual mexe com o cérebro de uma forma que você não consegue compreender".


Ela está certa. Os atores infantis são repetidamente abusados ​​e traumatizados para se criar escravos MK. Conforme explicado neste artigo, a mudança súbita de Lohan no padrão de sotaque e fala é um sintoma de controle mental baseado em trauma.

Ponta do Iceberg

Embora as alegações contra Weinstein sejam espantosas e repugnantes, elas representam apenas a ponta do iceberg sobre os "rumores" contra a elite de Hollywood. E o tráfico de crianças para serem escravas sexuais? Abuso ritualístico? Escravos MK? Pedidos de assassinatos? Claro, a divulgação destas informações colocaria em risco os executivos que ainda estão sob proteção da elite. Agora, as alegações contra Weinstein envolvem apenas Weinstein, e é assim que eles querem mantê-lo. É uma demolição controlada.

O ator James Van Der Beek publicou alguns tweets em apoio às atrizes que falaram e revelaram, relatando que isso aconteceu com ele também.


Como você pode ver, ele não menciona esses "homens velhos e poderosos". Por quê? Porque eles ainda estão protegidos.

Weinstein está envolvido em assédios sexuais mais do que outros diabólicos em Hollywood? Nós provavelmente não vamos descobrir, mas o último parágrafo do artigo do New Yorker sobre Weinstein definitivamente nos faz perguntar.


"'Ele tem feito isso sistematicamente por muito tempo", disse a ex-funcionária dele. Ela disse que muitas vezes pensou em investigar Weinstein. Depois de um de seus muitos gritos no escritório, ela pegou seu iPhone e tocou em uma nota, em que estava escrito: 'Há coisas que eu fiz que ninguém sabe'" 

– The New Yorker


Fonte: The Vigilant Citizen
Colaboração: Dunai Junior

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Ex-Pussycat Doll Kaya Jones: O Grupo era Um "Círculo de Prostituição"

domingo, 22 de outubro de 2017 2 comentários

A cantora Kaya Jones, ex-membro do grupo The Pussycat Dolls, afirmou que elas tiveram relações sexuais com os executivos da indústria da música.

Kaya Jones foi descoberta por R. Kelly quando tinha 13 anos e assinou com a Capitol Records aos 16 anos. Em 2003, ela fez uma audição e foi selecionada para se tornar parte do grupo feminino The Pussycat Dolls. Ela então se mudou para a gravadora Interscope e ficou sob a tutela do produtor musical Jimmy Iovine.

Apenas dois anos depois, Jones deixou o grupo enquanto ainda estava gravando seu álbum de estreia, alegando que "não era mais divertido estar na banda". Em uma entrevista para o Yahoo! Singapura, Jones disse:


"Quando todos não estão na mesma página, isso afeta o grupo, de modo que eu acho que foi a pior parte, então decidi sair. Não era porque eu queria ser solo e não queria mais estar em um grupo, eu sai porque isso deixou de ser agradável, deixou de ser divertido".

– Yahoo! , Ex-Pussycat Dolls member Kaya Jones: It was no longer fun


 The Pussycat Dolls

Hoje, 12 anos depois de deixar o grupo, Kaya lançou uma série de tweets explosivos explicando por que "não era mais divertido" ser uma Pussycat Doll. Não só não era "mais divertido"; era um pesadelo.

Twitter

No dia 12 de outubro, Jones começou a publicar tweets sobre a "elite de Hollywood", provavelmente em resposta ao escândalo de Harvey Weinstein.


No dia 13 de outubro, Kaya postou sobre ter sido "abusada", "drogada",  "silenciada" e colocada "na lista negra".


Ela então fez declarações bombásticas sobre o grupo The Pussycat Dolls, afirmando que ele era, acima de tudo, um "círculo de prostituição". Ela até acrescentou que manteve um diário e uma cronologia dos eventos.


Um tweet parece culpar a fundadora do The Pussycat Dolls pela morte de um membro do grupo feminino G.R.L.


O tweet acima é claramente dirigido a Robin Antin, a fundadora das Pussycat Dolls, chamando-a de "a mãe do covil do inferno".

Robin Antin, fundadora das Pussycat Dolls.

Antin iniciou sua carreira na indústria como dançarina e coreógrafa. Em seguida, ela passou a construir um império "Pussycat" literal.


"Em 1995, fundou a marca Pussycat Dolls. Em 2005, ela se diversificou em vários meios de comunicação, incluindo um grupo de gravação pop com hits internacionais, discotecas de Las Vegas, vários produtos e uma série de reality show. Desde então, ela passou a criar outros grupos femininos, incluindo Girlicious, Paradiso Girls e G.R.L. 

- Wikipédia, Robin Antin


G.R.L. foi o grupo mais bem sucedido que seguiu as Pussycat Dolls e assinou com o selo Lukasz "Dr. Luke" Gottwald (leia meus artigos sobre o Dr. Luke e Kesha para entender por que isso é significativo).

No dia 5 de setembro de 2014, Simone Battle, um membro da G.R.L. foi encontrada morta aos 25 anos. A causa da morte foi declarada como suicídio por enforcamento. Um porta-voz da Battle declarou que ela "sofria de depressão devido a problemas financeiros".

Simone Battle

Em seu tweet, Jones aparentemente culpa Antin pela morte, afirmando:


"Por que uma menina de seu grupo de garotas se suicidou? Diga ao público como você nos destruiu mentalmente."


Fato bizarro: a biografia de Antin na Wikipédia lista uma de suas ocupações como "Madame Hollywood".

A biografia de Robin Antin na Wikipédia 
 listando-a como "Madame Hollywood".

O nome "Madame Hollywood" está associado a Heidi Fleiss, que realizou um enorme círculo de prostituição durante a década de 1990. A página de Antin foi "hackeada"?

Em seus próximos tweets, Kaya Jones explicou a mecânica do controle da indústria.


Nos dias seguintes, Jones respondeu àqueles que alegavam que ela estava inventando isso, enquanto ainda falava sobre Robin Antin e Jimmy Iovine.


Reações

Robin Antin disse à The Blast em 15 de outubro que as afirmações de Kaya Jones são "mentiras desagradáveis ​​e ridículas", acrescentando que ela está "claramente procurando pelos seus 15 minutos de fama". Antin ficou surpresa que Jones tenha falado pelas Pussycat Dolls, afirmando que:


"Jones estava na verdade apenas em período de experiência e nunca foi um membro oficial do grupo. Jones era apenas uma das muitas garotas que faziam audições para o grupo ao longo dos anos, mas acabou sendo tirada e nunca se tornou um elemento permanente".


Quanto ao tweet de Jones sobre Simone Battle, Antin disse:


"Não é apenas desagradável, mas é insondável e desrespeitoso para todos os que trabalham na prevenção e conscientização do suicídio. Antin diz que trazer um suicídio de uma maneira tão abrupta não só machuca a família, mas sim os milhões de pessoas que amavam e se importavam com Simone".


Fontes dizem que o advogado do grupo está elaborando uma carta legal alertando Jones para "parar de espalhar mentiras e difamar a marca", ou enfrentará consequências legais. O momento dessas alegações é bastante ruim para Antin, uma vez que ela está trabalhando em um retorno das Pussycat Dolls.

Outros membros do grupo permaneceram em grande parte silenciosos sobre o assunto. No entanto, em 2013, a cantora principal do grupo, Nicole Sherzinger, deu algumas palavras reveladoras em relação à indústria.


"Esta é uma indústria tão difícil, você sabe. Para fazer sucesso, você realmente precisa vender sua alma ao diabo".


Então, será que Kaya está dizendo a verdade ou, como diz Antin, está procurando por "15 minutos de fama"? Bem, para ser sincero, embora as alegações de Kaya sejam perturbadores, não posso dizer que elas sejam surpreendentes. O nome do grupo é Pussycat Dolls - um nome que se refere claramente à Programação Beta Kitten. Conforme indicado no meu artigo, O Controle Mental Monarca - Suas Origens e Técnicas, a programação Beta é sobre a criação de escravos sexuais para ser usado pela elite. Para atingir esse objetivo, os manipuladores fazem com que os escravos se dissociem através de drogas, abuso e trauma. Os tweets de Kaya descrevem essa situação específica e eu não ficaria surpreso se os membros fossem colocados numa versão "leve" do MKULTRA para alcançar esses objetivos.

Seja qual for o caso, Kaya está certa sobre este fato: a indústria da música precisa de uma boa limpeza.

Fonte: VC

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Lil Uzi Vert “XO Tour Llif3” é Explicitamente Satânico

domingo, 15 de outubro de 2017 11 comentários

Lil Uzi Vert foi descrito como o"futuro do hip-hop", e, aparentemente, o futuro é extramente satânico. O seu vídeo "XO Tour Llif3" é a prova disso.

Aviso: este artigo contém imagens perturbadoras.

Diga "Lil Uzi Vert" rapidamente algumas vezes. Parece Lil Lucifer, não? Bem, esse é o ponto deste artigo. Obrigado por lê-lo, e nos vemos em breve de novo....

...ah, espere, nem entrei no vídeo "XO Tour Llif3" ainda, porque ele é explicitamente satânico, e repleto de simbolismos ritualísticos. Se, no passado, alguns rappers foram acusados ​​de serem "adoradores do diabo" usando referências obscuras, Lil Uzi Vert torna as coisas bastante óbvias. Infelizmente, isso não impede esse jovem artista de ser extremamente popular.

Lil Lucifer

Lil Uzi Vert tem um seguimento de centenas de milhões de visualizações do YouTube e desfruta de muita aclamação da indústria. Recentemente, o "XO Tour Llif3" ganhou o Prêmio de "Canção do Verão" no MTV Video Music Awards de 2017. A revista de música Noisey descreve Lil Uzi como "particularmente carismático, um entretenedor natural que, para melhor ou pior, está influenciando as pessoas para esse futuro".

Lil Uzi realmente representa uma nova geração de artistas do hip-hop que cantam sobre serem sedados com Xanax e que gostam de usar roupas femininas.

Lil Uzi no Billboard Music Awards 2017. Fato 
curioso: ele teria pago US$ 2.400 por esse lindo suéter.

Mais importante ainda, Lil Uzi adora usar peças específicas de jóias que resumem tudo o que ele realmente é.

A "foto oficial" de Lil Uzi na premiação da 
Billboard. Em volta do pescoço: uma cruz invertida. 

Lil Uzi usando uma grande cruz invertida
 durante uma entrevista para Complex.

Como os leitores do blog certamente sabem, o símbolo da cruz invertida é um elemento básico no simbolismo satânico. Ele faz a mesma prática clássica da magia negra de inverter e corromper símbolos cristãos para fins ritualísticos.

Um altar da Igreja de Satanás
 com uma cruz invertida.

Lil Uzi também gosta de usar esta corrente de $ 220,000: 

Corrente de Lil Uzi: Marilyn Manson com orelhas de Mickey Mouse.

Lil Uzi chama Marilyn Manson de "sua maior inspiração". Embora ele provavelmente goste de sua música, parece haver outra coisa que liga os dois artistas: a Igreja de Satanás.

Marilyn Manson posando com Anton 
LaVey, o fundador da Igreja de Satanás.

Manson gosta muito de LaVey e de sua Igreja. Na verdade, o "superstar anticristo" estava profundamente envolvido com a organização.


Em um dia de folga da turnê da banda Nine Inch Nails em São Francisco, Manson recebeu uma ligação dizendo que o fundador da Igreja de Satanás, Anton Szandor LaVey, pediu sua presença. Perto do final da nossa visita, ele disse: "Quero fazer um Reverendo", e me deu um cartão que me certificava ministro na Igreja de Satanás", escreveu Manson em sua autobiografia. "Era como um diploma honorário de uma universidade".

Consequências: Manson escreveu o prefácio do livro final de LaVey, "Satan Speaks!", que saiu em 1997. "Anton LaVey compartilhou sua magia, e acho que fez deste planeta um lugar melhor", ele escreveu 

– Rolling Stone, The Golden Age of Grotesque: Marilyn Manson’s Most Shocking Moments


Conhecendo toda essa informação, você ficaria surpreso ao saber que o vídeo mais popular de Lil Uzi é puro satanismo?

XO Tour Llif3

A música é supostamente sobre os problemas de relacionamento de Lil Uzi com sua ex-namorada, Brittany Byrd. Ele também aborda tópicos que outros artistas hip-hop de hoje: Dinheiro, morte, suicídio, depressão e pílulas.

No entanto, o vídeo leva a música a um nível mais profundo e adiciona uma camada de espiritualidade obscura. Embora claramente presentes, geralmente, as alusões ao satanismo nos meios de comunicação de massa são sutis.

Por exemplo, uma característica curiosa do vídeo são as legendas em árabe.

As legendas em árabe parecem traduzir a letra da música.

De acordo com o co-diretor do vídeo, Alvin Sonic, as legendas foram adicionadas porque ele gostava de como elas pareciam "erradas". Há realmente algo "errado" com as legendas: elas estão de trás para frente. E, na teologia islâmica, a escrita de trás para frente está associada à magia negra. Na verdade, um Sihr (que significa um hexágono ou um feitiço) quase sempre envolve a escrita de versos do Alcorão de trás para frente, às vezes em sangue. Às vezes, isso é referido como a "linguagem de Sheitan" (Satanás). Mais tarde, no vídeo, vemos a escrita de Lil Uzi no sangue.

Enquanto alguns acreditam que isso foi simplesmente um erro da parte do diretor do vídeo, o resto do vídeo também indica que foi intencionalmente satânico. Por isso, vemos essa outra cena.

Aqui, Lil Uzi fica em uma banheira completamente vestido. Há 
cruzes invertidas em volta de seu pescoço (só vemos uma neste print).

A cena é justaposta com uma garota sangrenta que está 
deitada no banho também. Eles são a mesma pessoa? Eles
 estão conectados de alguma forma?

Então, Lil Uzi é jogado para fora da banheira pelo 
cara que está filmando. Isso é um batismo inverso.

Essa cena reproduz o mesmo conceito de magia negra que também se aplica a escrita invertida, cruzes invertidas e pentagramas invertidos. Trata-se da corrupção de símbolos "sagrados" para a magia negra.

Na cena acima, Lil Uzi inverte o rito religioso do batismo, que consiste em ser submerso na água. Enquanto representa purificação, regeneração e admissão na igreja cristã, a inversão do rito representa exatamente o oposto. Em suma, isso é satânico, coisas de uma missa negra.

Cultura da Morte

Além do simbolismo espiritual, o vídeo se aprofunda em outra agenda: a cultura da morte. Na verdade, a cultura pop adora fazer a morte parecer legal e na moda. O refrão da música, que é repetido cerca de 424 vezes, é sobre suicídio.


Ela disse: "Não tenho medo de morrer".
Todos os meus amigos estão mortos
Empurre-me da borda


A maioria das pessoas no vídeo está morta. Ou prestes a morrer. Ou é um zumbi. Ou possuída. Ou alguma coisa.

Lil Uzi se estrangulando. Eles dizem que "os olhos são as janelas para
 a sua alma". Olhos brancos simbolicamente não significam alma. 

Lil Uzi faz sinal de armas contra sua própria cabeça.

Há também um monte de meninas mortas-vivas andando por um cemitério e fazendo coisas relacionadas à morte.

Morte. Tão legal.

Essa garota pode precisar de um banho e de um exorcismo... 
Provavelmente o exorcismo primeiro, ou o banho não fará efeito.

Lil Uzi escreve algo com sangue... 
até que ele desmaia. Tão legal.

Enquanto todos experimentam do inferno, The Weeknd aparece tranquilo. Ele também está nos dizendo que tudo isso é sancionado pela elite oculta - seus governantes.

Durante uma parte da música, Lil Uzi canta um verso um pouco enigmático.




Ela diz: "Você é o pior, você é o pior". 
Não posso morrer porque este é meu universo.


Isso se refere a um conceito central no satanismo moderno. Do site da Igreja de Satanás:


O satanista entende que todos os deuses são ficção, em vez de dobrar um joelho na adoração ou buscar amizade ou unidade com essas entidades míticas, ele se coloca no centro de seu próprio universo subjetivo como seu valor mais elevado.


Lil Lucifer termina o vídeo com um sinal que resume todo esse vídeo.

Um olá para o demônio antes do final do vídeo.

Conclusão

Lil Uzi Vert é considerado, por muitos, como o "futuro do hip-hop". Ele aparentemente incorpora o som, o estilo e a atitude da nova geração de entretenedores. A julgar pela enorme quantidade de pessoas que consideram que seu trabalho está "iluminado", ele definitivamente está enganando esses jovens.

Ele também faz parte de um novo "estilo de vida hip-hop" que mistura letra pesada para trazer entorpecimento extremo, idealização da morte, problemas de saúde mental e um fascínio pela espiritualidade obscura. Em uma escala mais larga, pode-se argumentar que a sociedade, em geral, parece estar se movendo a essa direção. A cultura popular influencia a sociedade ou a sociedade influencia a cultura popular? Ambos. Todo esse estilo de vida está atualmente sendo facilitado e promovido através de vários canais.

Como inúmeros outros produtos analisados ​​neste blog, "XO Tour Llif3" deixa os telespectadores com um pensamento inquietante, um instinto de que algo "errado" acabou de ser testemunhado. Embora o vídeo possa ser uma representação da turbulência interna pessoal de Lil Uzi Vert, também representa a turbulência externa da cultura pop de hoje.

A elite procura criar uma geração de pessoas degradadas, deprimidas e fortemente medicadas. Mentalmente e fisicamente entorpecidos, esses indivíduos são expostos ao poderoso simbolismo da magia negra, que se baseia em uma profunda corrupção espiritual. As estrelas que podem fazer todo esse estilo de vida atraente são bem-vindas à indústria da música com braços abertos... até que esses braços os estrangulem até a morte.

Fonte: The Vigilant Citizen

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