Protestos em São Paulo: Uma Apresentação da Agenda do Estado Policial

sábado, 15 de junho de 2013 41 comentários

Já discutimos em artigos anteriores neste site sobre a indústria do entretenimento estar promovendo e normalizando o conceito de um estado policial, aos olhos dos jovens, em vídeos de música pop. Um estado policial é um estado no qual o governo exerce controles rígidos e repressivos sobre a vida social, econômica e política da população. Um estado policial tipicamente apresenta elementos de totalitarismo e controle social e, geralmente, há pouca ou nenhuma distinção entre a lei e o exercício do poder político pelo executivo. A população de um estado policial experimenta restrições em seu direito de ir e vir, em sua liberdade de se expressar ou comunicar opiniões políticas, ou outras visões, que são sujeitas a um controle rígido policial; e o controle político pode ser exercido por meio de uma força de uma polícia secreta que opera fora dos limites normalmente impostos pela constituição de um Estado.

O estado policial é um das principais agendas para o governo totalitário que a Elite pretende implantar em um futuro próximo. Aos poucos, essa agenda vem sendo preenchida, e suas características vêm ganhado forma nos acontecimentos diários. O pesadelo distópico descrito no romance "1984" de George Orwell tem silenciosamente se revelado em forma de projetos de lei, sistemas de monitoramento, SOPA, PIPA, CISPA, Lei Marcial e blá, blá, blá... Os últimos protestos civis ao redor do mundo, como na Turquia, por exemplo, estão cada vez mais sendo atendidos com a polícia anti-motim; e violência, repressão, prisões brutais e armas sofisticadas estão sendo usadas ​​com cada vez menos contenção, tornando-se na verdade uma norma.

Os protestos dos últimos dias em São Paulo podem se enquadrar perfeitamente dentro desse contexto, pois eles puderam oferecer ao Brasil uma doce amostra da Agenda do Estado Policial da Elite. Estudantes e trabalhadores que protestaram contra o aumento das passagens de ônibus bloqueando avenidas da cidade foram duramente reprimidos pela Polícia Militar, alvejados com tiros de borracha, bombas de gás lacrimogêneo etc. A PM prendeu centenas de pessoas no ato e as levaram para a delegacia em vans montadas justamente com o fim de recolher as pessoas e prendê-las. Até mesmo os jornalistas dos grandes órgãos de imprensa foram reprimidos com balas de borracha no rosto ou outro tipo de agressão.

Veja neste vídeo abaixo a polícia alvejando cinegrafistas.
 


 Este policial joga  spray de pimenta em direção a esse jornalista. Por quê?

Há depoimentos ainda de pessoas que não estavam participando do ato e
 foram alvejadas dentro do apartamento. Será que foi apenas um erro de mira?

A questão então é: por que a polícia alvejou, quase que descontroladamente uma população de estudantes e trabalhadores desarmada, até mesmo a imprensa, sendo que é altamente notório que protesto não é crime e ainda se faz um direito assegurando pelos documentos legislativos? A função da polícia ali não seria apenas acompanhar o protesto para que ninguém se "machucasse"? Por que a Avenida Paulista pode ser bloqueada para se protestar contra a "homofobia" e tantos outros tópicos, mas não pode ser palco de protesto contra as medidas do governo? Por que você acha então que a polícia tentou impedir o protesto de forma tão violenta? Resposta: Porque o maior medo de um governo é uma revolta civil de grandes proporções. Mas não é só isso. Uma polícia altamente repressora está dentro dos planos dos donos do mundo para os próximos anos.

O governo então formulou seu contra-ataque de forma imediata: Uma boa parcela da mídia brasileira, sua geralmente amiga, não perdeu tempo e começou a mostrar depoimentos de vários policiais afirmando que foram primeiramente agredidos com pedradas, obviamente para poder então justificar suas atitudes de repressão e mostrar para os telespectadores que aquilo não foi um protesto e sim uma "bagunça" ou um "ato de vandalismo". Foi exatamente com esses termos que os jornalistas mais importantes do país descreveram a manifestação. Há dezenas de depoimentos de PM que dizem que grupo queria 'caos' e pedia 'morte' em ato em SP. Se você vasculhar os sites de notícias, dificilmente encontrará aquelas com um discurso a favor dos manifestantes. Os telespectadores provavelmente, após assistirem aos jornais mais populares, disseram: "Eu sou a favor de manifestos, mas não a essa bagunça que estão fazendo em SP".

De fato, houve "bagunça" e "vandalismo" por parte dos manifestantes sim. Não estou dizendo que sou a favor do caos. No entanto, o que muitos talvez não percebem é que certos protestos pacíficos são muitas vezes propositalmente sabotados por agentes pagos que incitam a violência, a fim de "legitimar" a repressão policial. Será que a violência e o vandalismo nos atos em São Paulo não foram provocados por esses agentes?

Ordem à partir do Caos

Quando uma manifestação de grandes proporções acontece (ou quando a elite fabrica a manifestação),  é possível que ela a use a seu próprio favor. O lema Ordo Ad Chao, que significa "Ordem à partir do Caos", é bastante comum nesse tipo de contexto. De tempos em tempos, situações caóticas são "permitidas" - se não totalmente fabricadas - pela elite, a fim de criar medo, pânico e revolta entre a população geral. As massas desesperadas, em seguida, pedem aos governantes por uma intervenção e uma solução rápida. O resultado dessas intervenções é quase inequivocamente o mesmo: a introdução de regras e regulamentos prejudicando o cidadão comum, dando mais  poderes (antidemocráticos) para a elite.

Nos dias que se seguem, todos os meios de comunicação constantemente lembram a população dessa situação particular. Esse martelar constante torna a situação insuportável por parte da população, que não aguenta mais ouvir sobre isso continuamente na televisão e ler sobre isso nos jornais e na internet. Depois de um tempo, o telespectador vai querer apenas uma coisa: que isso acabe logo. Depois que o problema se arrasta por muito tempo, os meios de comunicação apresentam uma ou várias soluções. Não compreendendo plenamente essa solução, mas cansada e aborrecida, a maioria das pessoas pensa: "Bem, se isso é o que é preciso para que eles calem a boca e falem de outra coisa, então eu concordo." Será que o governo brasileiro está usando os protestos em SP para a adoção de políticas específicas que, previsivelmente, irão contra os interesses do público em geral?

Ou será ainda que os protestos em São Paulo estão sendo fabricados pelo próprio governo, além da confusão? Talvez seja verdade, e esse caos pode servir exatamente para que a classe dominante promova algumas de suas agendas. Os vários dias seguidos de noticiários na televisão de policiais afirmando terem sido agredidos por manifestantes, e os jornalistas mais influentes descrevendo o protesto como um ato de vandalismo podem ainda servir para uma outra agenda importante: a aceitação, e até mesmo as boas-vindas ao estado policial. As pessoas podem se acostumar com esse tipo de tratamento por parte da polícia. Cada dia adicional de tumulto que a televisão transmite faz com que o cidadão com menos senso crítico torne-se cada vez mais favorável ao uso de medidas drásticas por parte do governo, dizendo: "É isso mesmo que eles têm que fazer para acabar com essa bagunça!".

Contra ou a Favor?

Se os protestos em São Paulo trarão algum resultado positivo para a população manifestante, eu não sei. Também, ser "a favor" ou "contra" os protestos é um debate praticamente irrelevante. A coisa mais importante a considerar é o rescaldo e as mudanças que afetarão nossas nações para os próximos anos. Os protestos em SP estão servindo o interesse de alguém? Será que foi uma manobra política para justificar a repressão? Será que esses protestos poderão fazer a elite dominante querer justificar mais controle da população? Eles estão acostumando os nossos olhos com o estado policial?

Não se surpreenda se, em um futuro próximo, você encontrar a notícia de agentes sendo contratados para incitar violência aparecer no noticiário. Violência justifica a repressão. Em outras palavras, a elite precisa da violência para fazer suas políticas aceitáveis. Então, cuidado com esses protestos! Mais alguns dias de "confusão" e a população estará pronta para concordar com o governo usando táticas normalmente utilizadas em países opressivos do terceiro mundo. Pelo menos é sabido que essa é uma de suas agendas.

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A Vida Oculta de Marilyn Monroe, Uma Escrava Monarca de Hollywood Original - Parte 2

domingo, 9 de junho de 2013 48 comentários

Na segunda parte desta série de duas partes, vamos analisar o fim da carreira de Marilyn Monroe e as circunstâncias em torno de sua morte - que foram típicas de uma vítima de controle mental. Examinaremos também o seu legado no submundo sombrio do MK-Ultra e como ela se tornou um símbolo para a Programação Monarca em Hollywood.

Nota: É recomendado que você leia a primeira parte desta série
 
A primeira parte desta série de artigos descreve o lado oculto da infância de Marilyn Monroe e as suas origens na indústria do entretenimento. Enquanto Monroe projetava a imagem de um símbolo sexual glamourosa, a realidade do seu dia-a-dia era praticamente o oposto: ela foi controlada, abusada, explorada e ainda traumatizada por vários manipuladores, enquanto vivia em condições semelhantes a prisão. Sua situação difícil lentamente a levou a um colapso mental total e, quando ela aparentemente perdeu sua utilidade para aqueles que a controlavam, ela perdeu a vida em circunstâncias muito estranhas.
 
O legado de Monroe ainda está aí, no entanto, e de certa forma ela é mais relevante hoje do que em qualquer outra época na indústria do entretenimento... mas por razões ruins. Há agora um grande número de escravos de controle mental em Hollywood, e aqueles nos bastidores fizeram de Marilyn Monroe o símbolo máximo da programação Beta. Existem várias Marilyn Monroes em Hollywood nos dias de hoje, todas projetando uma imagem sexualizada ao serem submetidas ao mesmo controle e dificuldades assim como Monroe era. E todos eles se associam com Monroe em um momento ou outro em sua carreira. É uma coincidência? Se você ler minha série de artigos Imagens Simbólicas, você provavelmente sabe que o uso da imagem de Monroe é muitas vezes repetido em um tipo específico de celebridade... e demais para ser simplesmente uma coincidência.
 
Vamos então analisar o fim da carreira de Monroe, as circunstâncias de sua morte e como sua imagem é explorada pela indústria Illuminati de hoje.
 
Modelo Presidencial 
 
No auge de sua carreira, Marilyn se envolveu com a figura mais poderosa do mundo: O Presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy. Enquanto alguns historiadores classificam sua relação como um "affair", os pesquisadores em controle mental monarca afirmam que ela era, na verdade, uma modelo presidencial - o mais alto "nível" das escravas de programação Beta, que são usadas ​​para "serviços" presidenciais.
 
Se for verdade, a existência de modelos presidenciais é um conceito bastante preocupante, pois prova o poder e a importância do Controle Mental Monarca nos círculos da elite.


"As modelos presidenciais" foram/são supostamente usadas por grandes artistas e políticos como brinquedos sexuais; bonecas de mente controladas e programadas para realizar atos perversos variados a mando de seus "manipuladores". Supostamente, Marilyn Monroe foi a primeira escrava sexual monarca que alcançou o status de "celebridade". Para aqueles não familiarizados com o termo "modelo presidencial", vou encaminhá-los ao The Control of Candy Jones by Donald Bain e Long John Nebel. Enquanto a história progride, Long John Nebel - uma personalidade de rádio de Nova Iorque nos 50's -70's - descobriu através de hipnose que sua esposa, Candy Jones, foi vítima desse tipo de projeto de controle mental, uma das muitas escravas de controle mental MK-ULTRA, programadas  por "psiquiatra-espiões" da CIA e utilizados por altos dignitários para realizar suas fantasias sexuais perversas, dentre outras funções variadas, como a de serem usadas como mulas de drogas e mensageiras para essa vasta rede de pessoas poderosamente influentes e moralmente deficientes. Mais coisas vieram à luz a esse respeito disso nos últimos anos por meio de acusações semelhantes desembolsadas ​​amplamente na Internet, bem como tais livros altamente controversos como Trance Formation In America por Mark Phillips e Kathy O'Brien, onde a Sra. O'Brien diz seus próprios contos conturbados de MK-ULTRA e abuso monarca."
 
- Adam Gorightly, “An Interpretation of Kubrick’s Eyes Wide Shut”


De acordo com pesquisadores de controle mental, Marilyn foi a primeira grande modelo presidencial, uma situação que exigia que seus manipuladores exercessem controle extremo sobre o que ela dizia e fazia em público.


"Tiraram Marilyn de qualquer contato com o mundo exterior para garantir que seu controle mental fosse funcionar. Eles estavam com medo de que algo pudesse dar errado com a primeira escrava Presidencial que foi autorizada a ser altamente visível para o público".

- Fritz Springmeier, The Illuminati Formula to Create a Mind Control Slave


 Marilyn cantando "Happy Birthday Mr. President" para JFK em 19 de 
maio de 1962. Neste momento icônico da história dos EUA, Monroe canta 
para o presidente com uma voz sexy enquanto usava um vestido colante,
 sem nada por baixo. Quando se conhece o "lado oculto da história", este 
evento foi realmente sobre uma escrava de Programação Beta cantando
para o Presidente que ela servia - para o mundo inteiro ver.

As grandes escravas Monarcas são muitas vezes identificadas com joias e pedras para identificar seu status. É dito que modelos presidenciais seriam identificadas com diamantes.


"Para ter sinais de reconhecimento, os escravos Monarca usam diamantes para significar que são modelos presidenciais. (...)

 Esmeraldas significam drogas, rubis significam prostituição, diamantes (ou imitações), modelo de trabalho presidencial."

 - Ibid.
 

 No filme "Os Homens Preferem as Loiras", Monroe executa a 
famosa canção "Os diamantes são os melhores amigos de uma 
moça". Houve algum duplo significado para essa música? 

Fato relevante: o vestido usado por Monroe cantando "Happy Birthday Mr. President" continha mais de 2.500 pedras (imitação) de diamante. Era uma maneira de identificá-la como uma modelo presidencial? Uma coisa é certa, por trás dos sorrisos e dos diamantes, as coisas eram extremamente ruins para Marilyn durante esse período de tempo. Na verdade, essa performance presidencial foi realmente uma de suas últimas aparições públicas, visto que ela foi encontrada morta a menos de três meses depois.

Perdendo o Controle aos Poucos

Os últimos meses da vida de Marilyn foram caracterizados com comportamentos erráticos, anedotas estranhas e vários relacionamentos "íntimos" com indivíduos de alta potência. Como ela estava cada vez mais mostrando sinais de sofrimento mental grave, ela também teve casos com vários homens (JFK, seu irmão Bobby Kennedy, Marlon Brando e outros) e de acordo com a biografia de Marilyn Monroe: "My Little Secret" por Tony Jerris, com algumas mulheres também.

Como uma escrava Beta, ela também foi usada sexualmente por pessoas do setor. No livro de June de DiMaggio "Marilyn, Joe and Me", o autor descreve como ela foi forçada a atender homens velhos e que ela tinha de se dissociar completamente da realidade (um aspecto importante da programação MK) para ser capaz de aguentar os atos repugnantes.


 "Marilyn não podia conter as emoções quando ela tinha que dormir com homens velhos enrugados para sobreviver no negócio. Ela teve que se proteger praticamente desligando (as emoções) durante esses tempos - como se estivesse fazendo um papel, a fim de remover-se do horror da situação. Quando esses altos magnatas de alto custo dominavam seu corpo e alma, ela não podia pagar por uma vida própria. Houve momentos, ela me disse, quando ela chegou em casa exausta de um dia de sessão e um poderoso velhote telefonara para ela e sua pele arrepiara. Depois de alguns dos horrores de seu sexo de estúdio, ela vinha e ficava em nosso chuveiro por uma hora ou mais. Ela queria lavar a terrível experiência que ela teve de suportar."

 - June DiMaggio, Marilyn, Joe and Me
 

Nos últimos meses de sua vida, teria sido muito difícil de trabalhar com Marilyn e seu comportamento fez observadores se preocuparem com sua situação. Durante as filmagens de seu último filme concluído, "The Misfits", Monroe estava com uma "doença grave" que nunca foi divulgada, mas teria sido tratada por um... psiquiatra. Em outras palavras, o controle mental.


"Monroe estava frequentemente doente e incapaz de se apresentar, e longe da influência do Dr. Greenson, ela retomou seu consumo de pílulas para dormir, e álcool. Um visitante do set, Susan Strasberg, descreveu mais tarde Monroe como "mortalmente ferida de alguma forma", e, em agosto, Monroe foi levada para Los Angeles, onde ela foi internada por dez dias. Os jornais relataram que ela tinha estado perto da morte, embora a natureza de sua doença não fosse divulgada. Louella Parsons escreveu em sua coluna de jornal que Monroe era "uma garota muito doente, muito mais doente do que no início se pensava", e revelou que ela estava sendo tratada por um psiquiatra." 

 - Wikipedia, "Marilyn Monroe"


Em 1962, Marilyn começou a filmar Something’s Got to Give, mas ela estava tão doente e não confiável ​​que ela finalmente foi demitida e processada pelo estúdio 20th Century Fox por meio milhão de dólares. O produtor do filme, Henry Weinstein afirma que o comportamento de Marilyn durante as filmagens foi horrível:

 
"Muito poucas pessoas experimentam o terror. Todos nós experimentamos ansiedade, tristeza, mágoas, mas isso era puro terror primal". 

- Anthony Summers, “Goddess”
 

Weinstein observou que Marilyn não estava tendo "dias ruins" normais ou alterações de humor. Ela estava se sentindo um "puro terror primal" - algo que os produtos de controle mental baseado em trauma muitas vezes acabam experimentando.

O Último Ensaio

 No final de junho de 1962, Marilyn posou para uma sessão de fotos com o fotógrafo Bert Stern para a revista Vogue. Seis semanas depois, ela foi encontrada morta. Há algo preocupante sobre essas imagens, pois mostram uma sensual, mas ainda uma Monroe envelhecida, bêbada e com olhos que perderam um pouco de seu brilho. Se foi intencional ou não, esse ensaio é simbólico por vários motivos.

 No livro de Stern "The Last Sitting", o fotógrafo decidiu incluir fotos que foram
 riscadas por Marilyn porque foram consideradas insatisfatórias. Agora, sabendo 
que ela seria "deletada" algumas semanas mais tarde, provavelmente porque
 já era considerada insatisfatória pelos seus manipuladores, há algo de
 profético sobre essas imagens.

  Sabendo o que iria acontecer com ela algumas semanas depois 
desta filmagem, o véu vermelho no rosto e esses olhos fechados podem
 simbolicamente representar o sacrifício de Marilyn pela indústria. 

 A sessão de fotos aconteceu no Bel Air Hotel e,
 supostamente, havia uma grande quantidade de álcool 
ali. Há também rumores de que Marilyn e o fotógrafo 
tenham se tornado "íntimos" durante a sessão. 

Esse ensaio, feito no momento mais difícil de sua vida - depois de um "aborto", um divórcio, uma viagem forçada para um hospital psiquiátrico, e todos os tipos de abuso, também será lembrado como o mais revelador e íntimo. Como a vida de Marilyn ficou mais difícil, ela também se tornou cada vez mais sexual - que é o que os escravos de programação Beta são programados para fazer. No entanto, como outros escravos MK, ela não viveu após os 40.

Sua Morte
 
Marilyn Monroe foi encontrada morta por seu psiquiatra Ralph Greenson em seu quarto em 5 de agosto de 1962. Apesar de sua morte ter sido classificada como um "provável suicídio", devido ao "envenenamento barbitúrico agudo", ainda é uma das teorias da conspiração mais discutidas de todos os tempos. Realmente, há um grande número de fatos que apontam para um assassinato, mas a verdade sobre sua morte nunca foi oficialmente reconhecida. Desde a morte de Marilyn, um grande número de outras celebridades perderam suas vidas em circunstâncias semelhantes. Para aqueles que estão cientes do lado obscuro da indústria do entretenimento, o modus operandi da elite oculta tornou-se bastante claro.

No caso de Marilyn, a evidência é bastante surpreendente. Na verdade, tanta evidência foi destruída que é difícil não acreditar em uma armação. Jack Clemmons, o primeiro oficial da polícia de Los Angeles, que investigou a cena da morte, afirmou que acredita que ela foi assassinada. Muitos outros detetives disseram a mesma coisa, mas nenhuma acusação de assassinato foi levantada.

Três pessoas estavam presentes na casa de Marilyn no momento de sua morte: a governanta Eunice Murray, seu psiquiatra Dr. Ralph Greenson, e seu internista Dr. Hyman Engelberg. A investigação em torno da morte de Marilyn revelou que o Dr. Greenson chamou a polícia mais de uma hora após Dr. Engelberg ter declarado sua morta. O comportamento dos três presentes na cena foi descrito como "errático". Aqui estão as partes do calendário oficial de eventos daquela noite fatídica.


7-7:15 pm: Joe DiMaggio Jr., filho do jogador de beisebol Joe DiMaggio (e, portanto, o ex-enteado de Monroe) telefona para ela para falar de seu noivado rompido com uma menina em San Diego. DiMaggio Jr. disse em entrevista que Monroe parecia alegre e otimista. Em serviço com os fuzileiros navais na Califórnia, DiMaggio foi capaz de colocar a hora da chamada, porque ele estava assistindo o sétimo tempo do jogo de Orioles-Los Angeles Angels, que aconteceu em Baltimore. De acordo com registros do jogo, o sétimo tempo aconteceu entre 10 e 10:15, horário local; assim, Monroe recebeu o telefonema por volta das 7 horas, horário da Califórnia. 

 07:30-19:45: Peter Lawford (cunhado do Presidente Kennedy) telefona Monroe para convidá-la para jantar em sua casa, um convite que ela havia rejeitado antes naquele mesmo dia. De acordo com Lawford, a fala de Monroe foi arrastada e estava se tornando cada vez mais indecifrável. Depois de lhe dizer adeus a conversa terminou abruptamente. Lawford tentou ligar de volta, mas recebeu um sinal de ocupado. Os registros telefônicos mostram que esta foi a última chamada que a linha principal de Marilyn Monroe recebeu naquela noite.

08:00: Lawford telefona Eunice Murray, que está passando a noite na casa de hóspedes de Monroe, em uma linha diferente, perguntando se a empregada poderia dar uma olhada nela. Depois de alguns segundos, Murray retorna ao telefone dizendo a Lawford que ela está bem. Não convencido, Lawford tenta durante toda a noite entrar em contato com Monroe. Lawford telefona seu amigo e advogado Milton A. "Mickey" Rudin, mas é aconselhado a manter-se afastado da casa de Monroe para evitar qualquer constrangimento público que poderia resultar se Monroe estivesse sob a influência de alguma coisa.

10:00: a governanta Eunice Murray passa pela porta do quarto de Monroe e mais tarde testemunha que viu a luz acesa por baixo da porta, mas decidiu não perturbar Monroe.

03h00: Eunice Murray chama o psiquiatra pessoal de Marilyn, Dr. Greenson, na segunda linha telefônica, ela não consegue acordar Monroe. Ela tem certeza de que algo está muito errado depois de espreitar em sua janela de grade do quarto.

03h40: Dr. Greenson chega e tenta arrombar a porta, mas não consegue. Ele olha pela janela e vê Monroe deitada na cama segurando o telefone e aparentemente morta. Ele quebra o vidro para abrir a porta trancada e verificá-la. Ele chama Dr. Hyman Engelberg. Há alguma especulação de que uma ambulância pode ter sido chamada para a casa de Monroe neste momento e, posteriormente, essa informação foi desmentida.

04h30: A polícia foi chamada e chega poucos minutos depois. Os dois médicos e Murray são questionados e indicam a hora da morte em mais ou menos meia noite e 30 minutos. A polícia nota que o quarto está extremamente arrumado e a cama parece ter roupa limpa em cima. Eles afirmam que Murray estava lavando lençóis quando eles chegaram. A polícia nota que a mesa de cabeceira tem vários frascos de comprimidos, mas o quarto não possui nenhum meio para engolir as pílulas já que não havia garrafas e a água estava desligada. Monroe era conhecida por vomitar pílulas, mesmo quando bebia água para poder engoli-las. Mais tarde, um copo é encontrado deitado no chão ao lado da cama, mas a polícia afirma que ele não estava lá quando o quarto foi revistado. 

05h40: O agente funerário Guy Hockett chega e observa que os sinais de morte indicam a hora da morte entre 09:30-23:30. Depois, a hora é alterada para coincidir com as declarações de testemunhas.

06:00: Murray muda a sua história e agora diz que ela voltou para a cama à meia-noite e só chamou o Dr. Greenson, quando ela acordou às 3 da manhã e notou que a luz continuava acesa. Ambos os médicos também mudam suas histórias e agora afirmam que Monroe morreu por volta de 3h50. A polícia nota que Murray parece bastante evasiva e extremamente vaga e que ela acabava mudando a sua história várias vezes. Apesar de ser uma testemunha-chave, Murray viaja para a Europa e não é questionada novamente.

 - Wikipedia, "A morte de Marilyn Monroe"
 
   
Para resumir alguns acontecimentos estranhos que aconteceram naquela noite: a polícia foi chamada mais de uma hora depois de Monroe ter sido encontrada morta, o quarto foi limpo pela empregada e lençóis foram alterados depois de ela ter sido encontrada morta, havia vários frascos de comprimidos em sua quarto, mas sem água, um copo mais tarde foi encontrado no chão, mas não estava lá quando o quarto foi revistado primeiro, o tempo de morte dado pelas testemunhas mudou várias vezes. Finalmente, a principal testemunha (e uma possível suspeita), Eunice Murray deixa o país e nunca é questionada novamente.

  Frascos de comprimidos encontrados junto ao corpo de Monroe.

As circunstâncias que rodearam a autópsia de Monroe também são extremamente desconfiáveis, visto que a conclusão dos relatórios mais importantes mostram claramente que engolir comprimidos não foi a causa de sua morte. Além disso, parece haver um claro esforço para suprimir todas as provas que possam levar à verdadeira causa da morte de Monroe.


 "O patologista, Dr. Thomas Noguchi, não conseguiu encontrar nenhum vestígio de cápsulas, pó ou a descoloração típica causada por Nembutal no estômago ou intestino de Monroe, indicando que as drogas que a mataram não haviam sido engolidas. Se Monroe tivesse tomado durante um período de tempo (o que pode explicar a falta de resíduo), ela teria morrido antes de ingerir a quantidade encontrada em sua corrente sanguínea. Monroe foi encontrada deitada de bruços. Há também evidências de cianose, uma indicação de que a morte tenha sido muito rápida. Noguchi pediu o toxicologista por exames de sangue, fígado, rins, estômago, intestino e urina, que teriam revelado exatamente como as drogas entraram no sistema de Monroe. No entanto, o toxicologista, depois de examinar o sangue, não acreditou que precisasse verificar outros órgãos, tantos órgãos foram destruídos, sem serem examinados. Noguchi depois pediu por outras amostras, mas as fotografias médicas, os slides desses órgãos que foram examinados e o exame mostrando hematomas no corpo haviam desaparecido, o que torna impossível investigar a causa da morte.

O relatório toxicológico mostra altos níveis de Nembutal (38-66 cápsulas) e hidrato de cloral (14-23 comprimidos) no sangue de Monroe. O nível encontrado foi o suficiente para matar mais de 10 pessoas. Um exame do corpo descartou injeção intravenosa como a fonte das drogas. O legista Dr. Theodore Curphey supervisionou a autópsia completa. Além da causa da morte, conforme indicado na certidão de óbito, os resultados nunca foram tornados públicos e nenhum registro dos resultados foi guardado."

 - Ibid.


Em 1985, o jornalista britânico Anthony Summers investigou as circunstâncias da morte de Monroe. Ele conseguiu obter uma entrevista com a empregada doméstica Eunice Murray para uma reportagem da BBC. Ela inadvertidamente admitiu alguns fatos condenatórios.


"Para um programa da BBC, Eunice Murray inicialmente repetiu a mesma história que ela tinha dito a Robert Slatzer em 1973 e à polícia em 1962. Ela aparentemente percebeu a equipe de câmera começando a arrumar as coisas e, em seguida, disse: "Por que, na minha idade, eu ainda tenho que falar sobre isso?" Ela não sabia, mas o microfone ainda estava ligado. Murray passou a admitir que Monroe havia conhecido os Kennedys. Ela contou que na noite da morte da atriz, "quando o médico chegou, ela não estava morta." Murray morreu em 1994 sem revelar mais detalhes."

 - Ibid.
 

Apesar de todos esses fatos, a verdade sobre a morte de Marilyn ainda não está a céu aberto. Como é o caso de muitas outras mortes de celebridades, há uma aura de mistério em torno dela e um monte de perguntas não respondidas. Em outras palavras, sua morte se encaixa no perfil de um típico  assassinato da elite oculta que tem o poder sobre a aplicação da lei para não revelar a verdade.

Alguns pesquisadores tentaram descrever os fatos exatos de quem instigou o assassinato. Alguns citam o Kennedys, a CIA, seus psicólogos ou outros indivíduos. Talvez seja mais prudente dar um passo atrás e olhar para o quadro mais amplo: a maioria das pessoas ao redor de Monroe faziam parte do mesmo sistema. Não foi uma única pessoa que decidiu matá-la, ela era uma escrava MK que foi "descartada". Como muitos outros depois dela, ela foi uma celebridade explorada quando ainda era útil e eliminada quando sua programação começou a falhar.


 "O significado mais profundo aqui é que todos as escravas Monarca são dispensáveis ​​se cruzarem a linha, e muitas dessas vítimas supostamente foram "descartadas", de tal forma depois de uma certa idade e não são mais desejáveis ​​como prostituta/escravas, ou se de algum modo se libertarem de sua programação e for considerada um "risco"."

 - Op. Cit. Gorightly.
 

O Símbolo da Programação Beta na Indústria do Entretenimento de Hoje 

 Enquanto Marilyn Monroe tornou-se rapidamente um ícone gigantesco que representa tudo o que é sexy e glamouroso em Hollywood, ela também se tornou, no mundo sombrio do MK-Ultra, um símbolo de programação Beta em Hollywood. Hoje, mais do que nunca, muitas jovens atrizes criadas na indústria do entretenimento seguem os passos de Marilyn - como se tudo fosse planejado para elas. Manipuladas por manipuladores, elas são levadas para a fama e fortuna, mas também passam por controle mental baseado em trauma, abuso, exploração, colapsos e, às vezes, a morte prematura. Em todos os casos, essas celebridades são feitas para encarnar Marilyn Monroe em uma fase de sua carreira, como se fosse um requisito doentil pelos marionetistas MK, que fazem questão de identificar os seus escravos para as massas sem noção. Quantos vídeos ou ensaios apresentando grandes estrelas são ditos "encarnar" Marilyn Monroe? Demais para ser coincidência. Em alguns casos, a semelhança não é só estética. Aqui estão alguns exemplos.

Britney Spears 

Um dos casos mais evidentes de controle mental na indústria do entretenimento de hoje é Britney Spears. De sua infância como um Mouseketeer a sua vida adulta vivendo sob a tutela de seu pai e seu noivo (seus manipuladores), Britney sempre foi acompanhada de perto por figuras poderosas. Como tantos outros escravos, ela passou por avarias, abuso de substâncias, e é muitas vezes descrita como uma "zumbi drogada" por aqueles mais próximos a ela.

  Britney "encarna" Marilyn Monroe, completo com um visual loiro platinado. Suas
 mãos estão amarradas, que pode representar seu estado na indústria do entretenimento. 

  Nesta performance de palco, Britney recria o icônico momento Monroe e seu vestido.

Britney está supostamente "obcecada" com Monroe. De acordo com Wonderwall, Britney exige que uma coleção de DVD de Marilyn Monroe esteja em todos os seus quartos de hotel. Ela também visita o túmulo de Marilyn regularmente e quer ser enterrada no mesmo cemitério. Será que os escravos beta são programados para adular Marilyn?

Anna-Nicole Smith 

A vida de Anna-Nicole Smith foi muito semelhante à de Monroe, até o final trágico. Famosa por suas curvas e sua persona "loira burra" popularizada por Monroe, sua vida no centro das atenções era típico de uma escrava Beta. Nos últimos anos de sua vida, ela estava em um relacionamento com seu advogado Howard K. Stern - que atuou mais como um manipulador MK do que um marido. Neste vídeo, vemos Anna-Nicole demonstrando um comportamento estranho... perfeitamente possível uma alter-persona programada sendo ligada. A triste cena é filmada por Stern, que parece ter provocado o episódio.


Anna-Nicole também teve que passar por alguns acontecimentos extremamente traumáticos. Por exemplo, em 2006, logo após dar à luz sua filha, seu filho de 20 anos, veio visitá-la... e misteriosamente morreu logo em seu quarto de hospital. A causa de sua morte nunca foi clara, mas, como sempre, a razão dada pelos meios de comunicação é "drogas". Isso foi um sacrifício pela elite ocultista para traumatizar Anna-Nicole Smith, a escrava Beta? Uma coisa é certa, o evento mudou completamente o resto de sua vida. (Note que Monroe perdeu dois bebês em gestação e alega que eles foram "tirados dela" por pessoas não identificadas).

Menos de três semanas depois da morte de seu filho, Anna-Nicole "se comprometeu" com o manipulador Howard. K. Stern em uma cerimônia oficial. Cinco meses depois, Smith foi encontrada morta em um quarto de hotel na Flórida. Ela perdeu a vida aos 39 anos, devido a uma "combinação de drogas". Em suma, a semelhança de Smith para Monroe não era apenas física, ela foi programada para reviver a vida de Monroe.

 Anna-Nicole Smith, em uma recriação do filme de
 Marilyn Monroe "Os Homens Preferem as Loiras".

  Uma das inúmeras ocasiões em que Smith
 foi feita parecer exatamente como Monroe. 

Outras Celebridades da Programação Beta como Monroe 

Aqui estão outras personalidades com personas Beta que estão associadas com Marilyn Monroe:

  Lindsay Lohan recriou o ensaio  "The Last Sitting" com o mesmo fotógrafo Bert Stern.

 Como Monroe, Lohan é um símbolo sexual, cujas viagens para centros 
de reabilitação (centros de reprogramação) e comportamentos erráticos 
frequentes são uma reminiscência da quebra de controle de Monroe. 

Megan Fox posa com um livro sobre Marilyn 
Monroe, enquanto mostra sua "tatuagem Monroe". 

  Depois disso, Fox no entanto removeu a tatuagem. Ela declarou em uma
 entrevista: "Eu vou removê-la. É um rosto negativo, pois ela sofria de transtornos
 de personalidade e era bipolar. Eu não quero atrair esse tipo de energia negativa 
em minha vida. "Será que ela aprendeu a verdade sobre Monroe e o que 
ela representa na indústria do entretenimento MK-Ultra?

 Katy Perry está definitivamente sendo usada para empurrar a Agenda
 Illuminati - incluindo o simbolismo de programação Beta. Aqui ela está
 posando como Monroe, com um quadriculado maçônico atrás. 

Courtney Stodden tem todos os quesitos de uma escrava Beta. Ela se casou com
 seu manipulador quando tinha 16 anos e ele tinha 51 anos. Seus vídeos on-line são 
todos sobre ser uma "sex-kitten" Beta e exibir múltiplas personalidades. 

  Nicki Minaj muitas vezes imita o visual de Marilyn Monroe. 

 Em seu vídeo "National Anthem", Lana Del Rey recriou o 
"Happy Birthday Mr. President" de Marilyn Monroe. As imagens
 em muitos de seus vídeos aludem à programação Beta. 

  Lana Del Rey em pé na frente de uma imagem de Marilyn Monroe.

Embora seja normal para celebridades ser inspirado por uma estrela icônica, como Marilyn Monroe, sua imagem é sistematicamente utilizada nas estrelas empurrando a Agenda Illuminati. Assim como outros símbolos descritos neste site, o símbolo de Monroe é usado para representar a presença da programação Beta na cultura popular.

Conclusão

Nesta série de duas partes de artigos, nós analisamos a juventude de Marilyn Monroe, a carreira, a morte e seu legado. Em todas essas etapas, a vida de Monroe foi impressa com trauma, abuso e controle mental. Como uma vítima de programação Beta, quando ela ainda não estava trabalhando em um projeto, ela foi literalmente usada para "serviços íntimos". No fim de sua vida, Marilyn foi modelo presidencial de JFK, uma situação que poderia ter sido explosiva se revelada ao público. Ambos morreriam pouco depois em circunstâncias que permanecem extremamente sombrias e suspeitas.

Mesmo depois da morte de Monroe, sua imagem continua a ser usado ad nauseam para identificar aqueles que estão seguindo seus passos pelo mesmo sistema que controlava toda a sua vida. Porque é que as figuras mais emblemáticas de nossa cultura pop muitas vezes acabam vivendo vidas trágicas? Será que é porque há algo de muito errado na indústria do entretenimento? Vou deixar Marilyn Monroe resumir a situação.


"Hollywood é um lugar onde eles te pagam 50 mil dólares por um beijo e 50 centavos pela sua alma".

 - Marilyn Monroe
 

Fonte: VC

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A Vida Oculta de Marilyn Monroe, Uma Escrava Monarca de Hollywood Original - Parte 1
Lil Wayne "Love Me" - Um Vídeo glomourizando a Programação Sex-kitten

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Bono, Richard Branson e Olivia Wilde Tiram Sarro das "Conspirações Illuminati" em Comercial

segunda-feira, 3 de junho de 2013 23 comentários

Em fevereiro, Matt Damon lançou uma campanha para aumentar a conscientização sobre a falta de água potável em países do terceiro mundo. Embora essa seja uma causa importante e nobre, um anúncio que a promove, traz Bono, Richard Branson e Olivia Wilde, mas, praticamente, se concentra em outra coisa: Ridicularizar as conspirações relacionadas aos Illuminati. Por quê? Ninguém realmente sabe. 


Trecho do vídeo traduzido:


 Bono diz: "Eu me lembro da primeira vez quando Matt trouxe a ideia, eu estava em uma reunião dos illuminati".

Olivia Wilde diz: "Bono ficou furioso", "Ei! Damon, quem deixou você entrar em nossa reunião secreta dos  illuminati?"



Este vídeo sobre a "água potável" termina com o bilionário Richard Branson gritando: "Assembleia Illuminati". Qual é a relação? Não sei. Isso é pra ser engraçado? Bem, eu não ri. Meu olho direito está ligeiramente contraindo-se, apesar de tudo.
 
Em menos de dois minutos, o anúncio consegue me irritar em vários níveis. Primeiro, é mais um exemplo de celebridades tentando obter algum status de bondade, associando a sua "imagem" com algum tipo de boa causa. Em vez de calarem a boca e ajudarem as pessoas na pobreza, eles preferem ficar na frente de uma câmera dizendo às pessoas comuns: "Ei! Eu sou uma celebridade e tenho dinheiro, olha quão bom eu sou; veja que eu me preocupo com essa última boa causa de Hollywood, que está na moda... E você é um egoísta idiota por não se importar!"

Em segundo lugar, todo mundo provavelmente foi ao banheiro logo após a gravação do vídeo. Basear uma campanha com celebridades em torno de uma ação que ninguém nunca vai realmente realizar não estaria apenas representando uma hipocrisia acontecendo ali? É como uma maneira indireta de dizer: "Nós não vamos fazer absolutamente nada sobre essa questão, apenas ficar falando sobre isso para provar que somos melhores do que os outros por estar se importando".

O que é no entanto mais incompreensível é que as celebridades no anúncio não parecem estar preocupados com a água, visto que elss estão tirando sarro das "conspirações" Illuminati e, ainda, dos milhões de "buscadores da verdade" em todo o mundo.

Primeiro, aparece Bono tirando sarro das teorias Illuminati - aquele cujas organizações pró-NOM são financiadas por Bill Gates (Sr. Despovoamento) e George Bush (Sr. Governo Mundial Único e Moeda Mundial Única). As pessoas em torno desse cara são parte do grupo Bilderberg, o Conselho de Relações Exteriores e de outros ramos elitistas dos Illuminati, e ele está tirando sarro dessas teorias. Bono, ninguém realmente acredita que os Illuminati é um bando de celebridades idiotas que se reúnem em segredo. Então, por que deformar a verdade para fazê-la parecer ridícula?

Daí, temos Richard Branson, que, provavelmente, tem dinheiro suficiente para resolver todo o problema por si mesmo, mas prefere fazer piadas no YouTube para se aparecer.

Depois, vemos Olivia Wilde, que diz que é um "androide do futuro", porque, aparentemente, aqueles que buscam a verdade sobre o mundo também são idiotas o suficiente para acreditar que ela é um androide do futuro.

Aqui está uma ideia: Que tal discutirmos a raiz do problema da escassez de água na África? Por que não falar sobre a exploração sistemática e desvio de todos os recursos da África para lucrar potências coloniais? A criação de países africanos falsos pelas potências coloniais para manter uma fortaleza econômica sobre eles? A colocação em prática de governos fantoches corruptos que não constroem infra-estrutura para o seu povo? O FMI impondo restrições econômicas rígidas sobre esses países para ajudar empresas multinacionais apoiadas pelos Bilderberg? É... não, isso é chato... e vai contra os interesses dos seus "mestres". Sim, eles não querem que as pessoas saibam que os que fazem você se sentir mal sobre o problema são os únicos que realmente o criaram. Vamos fazer piadas estúpidas Illuminati ao invés.

 Eu acho que a greve de banheiro se adequa bem a essas celebridades... porque elas são cheias de ****.

Fonte: VC

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Jim Carrey brincando com o Simbolismo Illuminati
O Simbolismo Illuminati em Ke$ha "Die Young" e Como Ele Ridiculariza as Massas Doutrinadas

Imagens Simbólicas (maio/13)

sexta-feira, 31 de maio de 2013 33 comentários

Ke$ha, em seu mais recente vídeo, Crazy Kids, aludindo
 ao "olho que tudo vê", que está na palma de sua mão.

 Finalista do The Voice UK já parece bastante familiarizado com o 
simbolismo MK - a borboleta monarca escondendo um de seus olhos.

Rihanna e mais simbolismo MK.

Naomi Campbell, após esbanjar tantos símbolos
 ocultos na mídia, agora revela que é uma sex-kitten.

A atriz americana Janette McCurdy e o "olho que tudo vê".

Modelos da Calvin Klein e o simbolismo do "olho que tudo vê" em suas camisas.

O ator Jim Parsons do The Big Bang Theory, em ensaio para a revista Rolling Stones, 
posando ao lado do robô Maria, do filme Metrópolis. A cultura popular adora fazer
 referência a esse filme devido a sua mensagem oculto-elitista.

 Cena da telenovela mexicana "Qué Bonito Amor" (capítulo 32).

A estreia da telenovela brasileira "Sangue Bom" também contou com o "olho que tudo vê".

Cena do desenho da Cartoon Network, Mad. O "olho que tudo vê" novamente.

"Olho que tudo vê" no comercial do supermercado Pão de Açúcar.

Camisetas "estranhas" no site da Loja Vaca Amarela.

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Imagens Simbólicas (abril/13)
Imagens Simbólicas (março/13)

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A Vida Oculta de Marilyn Monroe, Uma Escrava Monarca de Hollywood Original - Parte 1

domingo, 26 de maio de 2013 59 comentários

Marilyn Monroe é possivelmente a figura mais emblemática da cultura americana e símbolo sexual mais conhecido de todos os tempos. No entanto, por trás do sorriso fotogênico, Monroe era uma pessoa frágil que foi explorada e submetida ao controle mental por manipuladores poderosos. A primeira parte, desta série de duas partes, vai analisar a vida oculta de Marilyn, a escrava monarca de Hollywood. 

Marilyn Monroe é o símbolo sexual máximo, incorporando tudo o que Hollywood representa: glamour e sex-appeal. Sua icônica persona loira e sensual revolucionou para sempre a indústria do cinema e, até hoje, é muito influente na cultura popular. Enquanto Marilyn representa tudo o que é fascinante sobre Hollywood, a história perturbadora de sua vida privada igualmente representa tudo o que é obscuro em Hollywood. Marilyn foi realmente manipulada por "doutores da mente" de alto nível, que controlavam todos os aspectos de sua vida e fizeram com que ela perdesse basicamente sua mente. Sua morte, na tenra idade de 36 é uma das primeiras "mortes misteriosas" de celebridades na cultura popular. 

Enquanto muitos fatos apontam para um assassinato, sua morte ainda é classificada como um "provável suicídio". Enquanto muitos biógrafos explicam as dificuldades de Marilyn e "problemas psicológicos", reunindo fatos sobre sua vida combinado com o conhecimento do lado negro de Hollywood, revela-se algo muito mais sombrio: Marilyn Monroe foi uma das primeiras celebridades submetidas ao controle mental monarca, um ramo do programa MK-Ultra da CIA (para mais informações sobre o assunto, leia o meu artigo intitulado Origens e Técnicas de Controle Mental Monarca). Através de trauma e programação psicológica, Monroe tornou-se uma marionete de alto nível da elite oculta, até mesmo se tornou a Modelo Presidencial de JFK.

Quando a programação de Marilyn perdeu seu efeito e ela começou a "quebrar o controle", alguns argumentaram que ela foi "descartada", um termo MK-ULTRA para designar os escravos que são mortos quando não são mais úteis (e potencialmente perigosos) para seus manipuladores. 

A primeira parte desta série de artigos irá analisar a vida real e a carreira de Marilyn, uma garota isolada, cuja grande beleza tornou-se uma verdadeira maldição. 

Seus Primeiros Anos 

 Norma Jeane como uma adolescente. 

Norma Jeane Mortenson teve uma juventude difícil e instável. Ela nunca conheceu seu pai e sua mãe era mentalmente instável e incapaz de cuidar dela. Em "My Story", Monroe escreveu que ela se lembrava de ver a mãe "gritando e rindo", quando ela foi levada à força para um hospital do Estado.

Aos 11 anos, Norma Jeane foi declarada estar sob a guarda do Estado. Ela viveu em um total de 11 lares adotivos ao longo de sua juventude. Quando não havia lar adotivo disponível, às vezes ela acabava no Orfanato Hollygrove em Los Angeles. Como se deslocar de um lar adotivo para outro não fosse difícil o suficiente, Norma Jeane lembrou que estava sendo maltratada em vários deles. Pior ainda, ela foi abusada em pelo menos três deles.

Por exemplo, aos 11 anos, Norma Jeane foi adotado pela melhor amiga de sua mãe, Grace McKee, e seu novo marido, Ervin Silliman "Doc" Goddard. Lá, "Doc" repetidamente abusava sexualmente dela, o que obrigou Norma Jeane se mudar. Em outro caso, quando ela estava no meio do período letivo na escola, Norma Jean era enviada para a casa de sua tia-avó em Compton, Califórnia. Lá, um dos filhos de sua tia-avó abusou dela, obrigando-a, mais uma vez, se mudar. Aqui está outro relato de abuso:


"Ela disse que foi chicoteada por uma mãe adotiva por ter tocado "a parte ruim" do seu corpo. Outro incidente mais grave ocorreu quando ela tinha oito anos. Uma noite, um inquilino, que ela chamava de Sr. Kimmel (Marilyn disse mais tarde que este não era o seu verdadeiro nome), pediu a ela para entrar em seu quarto e trancou a porta. Ele colocou seus braços em volta dela. Ela chutava e lutava. Ele fez o que ele queria, dizendo-lhe para ser uma boa menina. (Em uma entrevista mais tarde, Marilyn afirmou que o abuso envolveu carícias).

Quando ele a deixou sair, ele entregou-lhe uma moeda e disse-lhe para ela comprar um sorvete. Ela jogou a moeda no seu rosto e correu para dizer a sua mãe adotiva o que aconteceu, mas a mulher não quis ouvir.

 "Que vergonha", disse sua mãe adotiva. "'Mr. Kimmel é meu hóspede estrela".

Norma Jeane foi para seu quarto e chorou a noite toda. Marilyn disse que se sentia suja e tomou banhos dias depois de ter acontecido isso para se sentir limpa. Tais tentativas repetidas para se sentir limpa através de chuveiros ou banhos são um comportamento típico para as vítimas de abuso.

Marilyn disse que começou a gaguejar após o incidente e isso voltava em momentos de stress. Quando ela disse a um entrevistador sobre o abuso, ela começou a gaguejar. As evidências apontam para o fato de que ela era uma criança abusada, cuja sexualização precoce levou a um comportamento inadequado quando adulta.

 - Daily Mail, “The magic red sweater that turned ‘Norma Jeane, string bean’ into Marilyn Monroe”


A juventude instável e, por vezes, traumática de Norma Jeane fez dela uma candidata perfeita para o controle mental monarca. Estando em guarda do Estado, ela não tinha família estável.


 "Algumas crianças vivem em lares adotivos ou com pais adotivos, ou em orfanatos, ou com os cuidadores e responsáveis. Visto que essas crianças estão à mercê dos adultos não-relacionados, esses tipos de crianças são frequentemente vendidas para se tornarem escravas de mente controlada das agências de inteligência."

 - Fritz Springmeier, The Illuminati Formula to Create a Mind Control Slave


O passado de Norma Jeane fez dela um alvo principal para a programação Beta (também conhecida como programação Kitten). Sendo uma mulher atraente e carismática, procurando fazer parte do show business; ela também tinha o perfil perfeito para isso. 


 "Beta é a segunda letra grega, e representa os modelos sexuais e 'alters' que os programadores estão criando. A parte mais primitiva do cérebro está envolvida nesse tipo de programação. Um acontecimento de abuso precoce vai ser utilizado para ancorar essa programação".

 - Ibid.


 O Contato com a Hollywood Oculta

Antes de se tornar famosa, Norma Jeane passou pelo nome de Mona e trabalhou como stripper em uma casa burlesca em Los Angeles. Lá, ela entrou em contato com Anton LaVey, o homem que viria a fundar a altamente influente Igreja de Satanás. De acordo com Springmeier, LaVey era um manipulador MK, e Monroe tornou-se uma de suas escravas "kitten". 


"Marilyn Monroe era uma órfã, e durante a sua infância, os Illuminati/CIA programaram  ela para ser uma escrava monarca. Antes de se tornar uma atriz, enquanto ela ainda era uma stripper, ela passou um tempo com o fundador da Igreja de Satanás, Anton LaVey. Vítimas de LaVey têm o apontado como um programador de controle mental."

 - Ibid.


A biografia de LaVey também menciona um "affair" com Monroe, que foi, provavelmente, mais do que isso. 


"Quando a temporada de carnaval terminou, LaVey iria ganhar dinheiro tocando órgão em casas burlescas em áreas de Los Angeles, e ele diz que foi durante esse período que ele teve um breve 'affair' com a então desconhecida Marilyn Monroe."

 -  Magus Peter H. Gilmore, Anton Szandor LaVey: A Biographical Sketch
 


 Túmulo de Anton LaVey visitando Monroe, em 1967. 

Em torno do mesmo período de tempo, LaVey estava envolvido com outra atriz: Jayne Mansfield. A relação entre os dois também foi descrita como um "affair", mas a realidade foi muito mais sombria. 


 "Anton LaVey foi o manipulador de controle mental/programador de uma série de atores e atrizes de Hollywood, incluindo Jayne Mansfield e Marilyn Monroe, e ambas serviram-lhe como escravas sexuais".

 - Anton Szandor LaVey, Whale.to


 Fotos de Jayne Mansfield com Anton LaVey

Marilyn Monroe e Jayne Mansfield tinham muito em comum. Ambas eram "símbolos sexuais loiras" (não eram loiras naturais) e são creditadas por terem "sexualizado" Hollywood. Ambas eram capas de Playboy, ambas tiveram um "affair" com Anton LaVey e ambas tiveram um "affair" com Robert F. Kennedy e John F. Kennedy (o "affair" era na verdade elas terem sido modelos presidenciais). Finalmente, ambas morreram na casa dos 30. 

Uma Estrela Vivendo como uma Reclusa

Outro ponto comum entre Monroe e Mansfield é que ambas eram parte da agência de modelo Blue Book. É lá que Norma Jean se metamorfoseou na icônica Marilyn Monroe. 

 Quando Norma Jeane foi recrutada como modelo, ela tinha cabelo 
encaracolado vermelho. Essa garota iria em breve começar uma reforma 
em Hollywood e encarnar uma nova persona chamada Marilyn Monroe. 

Os membros da indústria convenceram Norma Jeane a se submeter à cirurgia estética, mudar seu nome para Marilyn Monroe e mudar a cor do cabelo para loiro platinado. A persona sensual e "loira burra" de Monroe lhe permitiu conseguir papéis em vários filmes, que começou uma clara mudança de cultura em Hollywood.

  No filme "Os Homens Preferem as Loiras", Marilyn adorna sua marca registrada
 de penteado loiro platinado de "Hollywood". Nesse filme, ela interpreta o papel de uma 
mulher sensual ainda materialista que não tem medo de usar seu charme para conseguir
 o que ela quer. Esse tipo de personagem será repetida mais vezes na cultura popular. 

Norma Jeane usou Marilyn Monroe como um nome de palco por vários anos, mas em 1956, ela realizou uma mudança estranha, mas simbólica: Ela mudou legalmente seu nome para Marilyn Monroe. A mudança reflete muitas verdades tristes sobre sua vida pessoal: Em termos de controle  mental, a mudança de nome para Marilyn Monroe representa a supressão de sua "persona núcleo", a fim de permitir que apenas sua alter persona programada existisse. Marilyn era só o que "eles" queriam que ela fosse. 

Como várias biografias revelaram, Marilyn tinha pouca ou nenhuma liberdade pessoal. Ela não tinha nenhum contato com sua família, e seus manipuladores a isolavam, a fim de controlá-la ainda mais e evitar que pessoas "reais" ajudassem-na a perceber que ela estava sendo manipulada. As únicas pessoas que ela tinha contato eram os "psicólogos" e seus manipuladores.


"A existência de Marilyn não era de uma pessoa rica, mas mais de uma reclusa . Marilyn não fora permitida ter uma vida pessoal fora dos ditames de seus programadores e mestres. Os programadores e usuários abateram-se com tanta força no controle de Marilyn que repetidamente chegaram perto de deixá-la louca."

- Springmeier, op. Cit.
 

Marilyn também esteve constantemente sob alta vigilância. Anos depois de sua morte, uma incrível quantidade de equipamentos de vigilância foi encontrado em uma de suas casas. 


"Em 1972, a atriz Veronica Hamel e seu marido se tornaram os novos donos da casa de Brentwood de Marilyn. Eles contrataram um empreiteiro para substituir o telhado e remodelar a casa, e o contratante descobriu uma escuta sofisticada e sistema de escutas telefônicas que cobriam todos os cômodos da casa. Os componentes não estavam disponíveis comercialmente em 1962, mas eram, nas palavras de um ex-funcionário do Departamento de Justiça "questão padrão da FBI." Essa descoberta emprestou mais apoio às reivindicações dos teóricos da conspiração de que Marilyn tinha estado sob vigilância pelo Kennedys e pela Máfia. Os novos proprietários gastaram US$ 100.000 para remover os aparelhos de escuta da casa."

 - Fonte: IMDB
 

Sob o Encanto de Médicos da Mente

Em 1956, Marilyn se converteu ao judaísmo e se casou com seu terceiro marido, o roteirista Arthur Miller. Nesse momento, as únicas pessoas na vida de Monroe eram seu marido, seu professor de teatro Lee Strasberg e seus psiquiatras Margaret Hohenberg, Marianne Kris e Ralph Greenson.


 "A vida de Marilyn foi extremamente monótona para ela. Os encontros com seu médico (eu descobri mais tarde que foram encontros com psiquiatras) e suas aulas de teatro eram praticamente tudo o que ela tinha de esperar pela frente".

- Lena Pepitone, Marilyn Monroe Confidential: An Intimate Account”
 

 Lee Strasberg, professor de teatro de Marilyn Monroe. De acordo 
com Elia Kazan: "Ele levou com ele a aura de um profeta, um mago,
 um feiticeiro, um psicanalista e um pai temido de um lar judaico."

A prova definitiva de que esses indivíduos eram as únicas pessoas na vida de Marilyn é que eles herdaram a maior parte de sua fortuna. Sozinho Lee Strasberg herdou 75% de sua propriedade, enquanto Dr. Kris obteve 25%. 


 "Marilyn começou a associar-se com Lee e sua esposa Paula Strasberg em torno de 1955, e rapidamente se tornou uma influência colossal na vida de Marilyn, assumindo quase todos os aspectos da sua própria essência.

 Muitos amigos e colegas de Marilyn viram isso acontecer e me senti muito desconfortável sobre isso, mas foram impotentes para fazer algo a respeito. Enquanto ela era casada com Arthur Miller, Miller havia começado a expressar essas preocupações com Marilyn. 

 Durante o último ano de sua vida, havia sinais de que sua fé nos Strasbergs foi enfraquecendo e que ela não queria que eles tivessem mais o controle. Foi dito que ela estava em processo de dispensar os seus serviços - isto foi visto como mais um indicador de que Marilyn teve a intenção de mudar seu testamento".

 - Loving Marilyn, Who Owns Marilyn’s Things?
 

 Após sua morte, a vontade de Marilyn foi contestada devido ela estar sob "influência indevida" de seus manipuladores. 


"No dia 25 de outubro de 1962, o Los Angeles Times informou que o testamento de Marilyn Monroe estava sendo contestado pelo seu antigo gerente de negócios Inez Melson. A Senhorita Melson, que não era uma beneficiária do testamento, afirmou que Marilyn estava sob influência indevida ou de Lee Strasberg ou de Dr Marianne Kris no momento em que o testamento foi feito".

 - Ibid.

  
Outra prova do controle excessivo dos "doutores da mente" na vida de Marilyn é o fato de que seu psiquiatra Ralph Greenson foi quem encontrou Monroe morta. Por que ele estava em sua casa tarde da noite? Como veremos na próxima parte dessa série de artigos, as circunstâncias de sua morte são extremamente suspeitas.

Em suma, como é o caso da maioria dos escravos monarcas, os manipuladores de Marilyn estavam encarregados de todos os aspectos de sua vida. O contato com os membros da família foi totalmente proibido. 


 "Apesar de Marilyn Monroe ter família, seus médicos, psicólogos e professores de teatro  isolaram-na deles. (...) Os membros da família Hogan, que viveram na área de Los Angeles, tentaram fazer contato com Marilyn Monroe depois que ela ficou famosa, e os seus esforços para se conectar com ela foram bloqueados."

- Jennifer Jean Miller, “Was Phenergan Marilyn Monroe’s Silent Killer, and Was She a Victim of Psychological Abuse, Medical Malpractice and Wrongful Death?”


 Desconectada de sua família e praticamente sem amigos, Monroe estava visitando terapeutas quase que diariamente. Será que essas visitas foram na verdade sessões de programação? Uma coisa é certa, na medida em que as visitas aumentaram em freqüência, Monroe tornava-se pior. Um relato é o "Surgeon Story" (A História do Cirurgião), um texto escrito por ela mesma, Monroe. 

A História do Cirurgião

O "Surgeon Story" é um texto escrito em forma de poema de Monroe, em que ela descreve ser cortada por Lee Strasberg e seu psiquiatra Margaret Hohenberg. Enquanto alguns descrevem essa história como lembrança de um pesadelo de Marilyn, outros pesquisadores afirmam que é na verdade uma descrição de uma sessão de controle mental.


O Melhor dos melhores cirurgiões - Strasberg 
para me cortar e abrir o que eu não me importo, desde que seja o Dr. H 
preparou-me dando-me anestésico
e também diagnosticou o caso e 
concordo com o que tem de ser feito-
uma operação - para me trazer de volta para 
vida e me curar dessa terrível doença
Seja lá o que for o inferno - (...)

Strasberg corta-me e me abre depois que o Dr. H me dá 
a anestesia e tenta de uma forma médica me confortar - 
tudo no quarto é branco, de fato, eu não posso nem ver ninguém, apenas objetos brancos - 

eles me cortam - Strasberg com a bunda de Hohenberg.
e não há absolutamente nada lá - 
Strasberg está 
profundamente desapontado, mas mais ainda -
academicamente espantado
que ele tinha feito tal erro. Ele 
pensou que não  estava sendo
tão mais do que ele tinha, sempre
sonhou ser possível ... 
ao invés não havia absolutamente nada-
destituído de 
cada sentimento humano vivo
a única coisa que saiu foi as serraduras de cortes finos - como uma boneca esfarrapada
e o pó da serragem saiu para fora
derramou-se
por todo o chão e a mesa e Dr. H está 
intrigado 
porque de repente ela percebe que este é
um novo caso. O paciente existente ... 
do vazio completo 
Sonhos e esperanças de Strasberg para o teatro estão caídos. 
Sonhos e esperanças do Dr. H para uma permanente 
cura psiquiátrica 
são desistidos-Arthur está decepcionado-
está para baixo.


Nesta história estranha e perturbadora, Monroe descreve ser drogada e cortada pelos seus psiquiatras. Ela escreve que ela "não se importava com a operação", porque ela estava "preparada". Ela estava dissociando? Há também menção de ela estar vendo "tudo branco", que pode se referir a privação sensorial - um método usado na programação MK-Ultra. 

 Uma vez cortada, os médicos só encontraram "serragem finamente cortada" dentro dela "como de uma boneca". Essas são as palavras típicas de um escravo MK que perdeu completamente o contato com a sua personalidade núcleo verdadeira. Marilyn percebe-se como uma boneca "vazia".

De acordo com Jason Kennedy, um membro da família de Marilyn, a história do cirurgião descreve técnicas de controle mental como a privação sensorial e a administração de anestésicos dissociativos.


"Publicações on-line se referem ao "Surgeon Story" como um sonho ou pesadelo. Mesmo um músico, Annie Clark, foi inspirado a escrever uma música com a letra, "O melhor cirurgião/Venha me cortar", porque acreditava que Marilyn escreveu as palavras devido à sua reverência a Lee Strasberg durante seus estudos com ele. 

Jason, por outro lado, comparou-o a um tempo muito real na vida de Marilyn Monroe, e sua narrativa da experiência, depois de ter sido sujeito a técnicas de controle mental e drogas nas mãos de Lee Strasberg e Dr. Margaret Hohenberg, quando ela se submeteu a sessões particulares com o duo em 1955 para ajudar os blocos de libertação em suas técnicas de teatro. 

Sua metodologia consistiu em ter Marilyn Monroe mergulhando em lembranças dolorosas da infância, que foi dito fazê-la uma grande atriz. Segundo a pesquisa de Jason, o casal convenceu Marilyn que isso era tudo parte de "ajudar" a ela. Ele disse que ela estava confusa desde o início, enquanto ela documentava em detalhes o "Surgeon Story", corrigindo seus próprios detalhes da história de "aluno", para cunhar-se a "paciente".

"Foi uma operação mental", disse Jason. "Ela não foi cortada fisicamente, mas mentalmente cortada."

Ele disse que foi usado para quebrá-la e mudar seu comportamento. 

"Isso não teve nada a ver com a atuação," Jason continuou.

"Foi extorsão pura e simples, usando técnicas de controle mental. Além disso, drogas de controle mental "eram apenas um aspecto do processo do controle mental. Privação sensorial, anestésicos dissociativos, e condução psíquica são parte de um processo global de controle mental.

" Lee Strasberg muitas vezes referiu a si mesmo como médico, inclusive em seu livro de 1965, “Strasberg At The Actor’s Studio: Tape Recorded Sessions”..

 - Ibid.
 

Se essa história realmente aconteceu ou não, ela, no entanto, transmite os pensamentos de um escravo de controle mental que está impotente contra seus manipuladores e suas tentativas clínicas para programar e modificá-lo. Infelizmente, outros eventos traumáticos causados pelos seus manipuladores foram muito reais.

Traumatizada pelos Seus Manipuladores

Em 1961, o Dr. Kris convenceu Marilyn a se internar na ala psiquiátrica de Payne Withney. Os acontecimentos que se seguiram são chocantes considerando o fato de que Marilyn foi uma estrela de cinema de renome mundial - mas não surpreende, considerando o fato de ela ter sido uma escrava de controle mental. Aqui está o que aconteceu na ala psiquiátrica:


"Kris tinha conduzido Marilyn dispersa, aos tijolos brancos do New York Hospital-Weill Cornell Medical Center, com vista para o East River na Rua 68. Envolta em um casaco de pele e usando o nome de Faye Miller, ela assinou os papéis de admissão, mas ela rapidamente descobriu que ela não estava sendo escoltada para um lugar onde ela poderia descansar, mas para uma sala acolchoada em um hospital psiquiátrico bloqueado. Quanto mais ela chorava e implorava para ser deixada sair, batendo nas portas de aço, mais a equipe psiquiátrica acreditava que ela era de fato psicótica. Ela foi ameaçada com uma camisa de força, e suas roupas e bolsa foram tiradas dela. Foi-lhe dado um banho forçado e colocado em um vestido de hospital.

No dia 1 e 2 de março de 1961, Marilyn escreveu uma extraordinária, carta de seis páginas ao Dr. Greenson descrevendo vividamente a sua provação: "Não houve empatia em Payne Whitney, que teve um efeito muito ruim que me perguntou depois de me colocar em uma 'pilha' (quero dizer, blocos de cimento e tudo) para pacientes deprimidos muito perturbados (exceto que eu senti que estava em algum tipo de prisão por um crime que não tinha cometido. A desumanidade que lá encontrei era arcaica... tudo estava sob chave e fechadura... as portas têm janelas para que os pacientes possam ser visíveis o tempo todo, também, a violência e as marcações ainda permanecem nas paredes de ex-pacientes.)"

 (...)

 Um psiquiatra chegou e deu-lhe um exame físico, "incluindo o exame da mama e dos nódulos." Ela se opôs, dizendo-lhe que ela tinha feito um mês antes, mas isso não o deteve.

 Quando ela se recusou a cooperar com o pessoal, "dois homens robustos e duas mulheres robustas" buscaram-na todos os quatro e a carregaram-na no elevador até o sétimo andar do hospital. ("Eu devo dizer que, pelo menos eles tiveram a decência de me levar de bruços .... Eu só chorava em silêncio todo o caminho até lá", escreveu ela.)

 Ela foi condenada a tomar outro banho, seu segundo desde que chegou e, em seguida, o administrador chefe veio questioná-la. "Ele me disse que eu era uma menina muito, muito doente e tinha sido uma garota muito, muito doente por muitos anos."

 Dr. Kris, que havia prometido vê-la no dia seguinte à sua prisão, não apareceu, e nem Lee Strasberg e nem sua esposa, Paula, a quem ela finalmente conseguiu escrever, poderiam libera-la, já que não eram da família."

- Marilyn and Her Monsters, Vanity Fair


Outros aspectos menos conhecidos da vida de Monroe é de suas duas gestações fracassadas. Enquanto a maioria das biografias afirmam que ela sofreu abortos espontâneos, alguns relatos sugerem que, na realidade, os abortos foram provocados. Provocar abortos é uma prática comum no MK-Ultra e, lendo as próprias palavras de Marilyn, parece que seu bebê foi levado por seus manipuladores. No livro de Pepitone, Marilyn teria contado sobre sua gravidez: 


 "Não tome meu bebê. Então eles pegaram meu bebê de mim... e eu nunca o vi novamente." 

  - Pepitone, op. Cit.


O livro, basicamente, afirma que Marilyn não sofreu um aborto espontâneo. "Eles" levaram seu bebê para longe dela.


"Depois que Marilyn teve um bebê saudável que foi tirado dela, ela nunca teve permissão para vê-lo. Foi muito provavelmente sacrificado. Marilyn estava com muito medo de perguntar o que eles iam fazer com ele."

- Springmeier, op. Cit.


 De acordo com suas biografias, Marilyn perdeu seus dois bebês no Polyclinic Hospital, o lugar onde, de acordo com Springmeier, ela estava sendo programada.


 "A operação aconteceu no Polyclinic Hospital, onde Marilyn tinha perdido seu bebê no ano anterior ... Marilyn disse: "Vamos voltar para aquele hospital que é um pesadelo... Dor? O que é a dor?". Para ela, a única dor era não ter o seu próprio filho".

- Pepitone, op. Cit.

 "Repare que ela sempre vai voltar para o Polyclinic Hospital. Vítimas monarcas tiveram de suportar grandes quantidades de torturas horríveis. Elas aprendem a sobreviver por dissociação. Quando Marilyn diz: "O que é a dor", ela está sendo precisa naquilo que reflete sua resposta à dor. Ela não podia sentir dor, porque ela iria dissociá-la. Alguns alters são criados para tirar a dor, e os outros alters não têm que experimentá-la".

- Springmeier, op. Cit.


 Conclusão 

Na primeira parte desta série de artigos, nós analisamos a vida oculta de Marilyn Monroe - que revela o lado negro de Hollywood. Marilyn não só foi completamente manipulada pelos seus manipuladores, mas, na verdade, foi maltratada e traumatizada, a fim de "mantê-la para baixo" e reforçar a programação. Os fatos mencionados acima são provenientes de diferentes fontes, mas, quando eles estão juntos, eles pintam um quadro triste, mas claro da vida de um escravo MK de Hollywood. Trauma, abuso, isolamento, controle mental e vigilância constante eram parte da vida diária de Monroe. Esse tipo de abuso no entanto tem um preço severo sobre as vítimas e, depois de um tempo, um colapso total, quase inevitavelmente se segue. Nesse ponto, os escravos MK geralmente são "descartados". Era esse o destino final de Marilyn? Isso conclui a primeira parte da série de duas partes sobre Marilyn Monroe. Fique atento para a segunda parte que irá descrever sua vida como modelo presidencial de JFK e as estranhas circunstâncias de sua morte. Também examinaremos como ela tornou-se o símbolo da programação Beta na indústria do entretenimento de hoje e como sua história se repete de vez em quando.

Fonte: VC

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