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Lil Wayne "Love Me": Um Vídeo glamourizando a Programação Sex-kitten

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013 32 comentários

O single de Lil Wayne "Love Me" (com a participação de Drake e Future) parece ser uma outra canção de rap sobre meninas fáceis e assim por diante. O simbolismo do vídeo, no entanto, acrescenta um significado mais sinistro para a música: ele se refere diretamente ao Controle Mental Monarca, especificamente à Programação Kitten e ainda se refere a suas técnicas. Vamos analisar o simbolismo de Lil Wayne "Love Me". 

À primeira vista, "Love Me" parece ser outra canção em que rappers gabam-se de quantas "minas" que eles têm. Enquanto alguns podem desaprovar a falta de originalidade do assunto, outros podem desaprovar a forma como as mulheres são retratadas no vídeo. No entanto, vou acrescentar mais um motivo para se chacoalhar a cabeça: "Love Me" se refere à prática mais terrível que existe na Terra, o Controle Mental Monarca (se você não souber do que estou falando, leia este artigo). Em suma, a programação Beta (também conhecida como Programação Kitten) é usada para criar escravas sexuais de mentes lavadas.


Esta programação elimina as convicções morais aprendidas e estimula os instintos primitivos sem inibições. Esse programa de treinamento (normalmente para as mulheres) é para o desenvolvimento de uma "prostituta final". Esse é o programa mais utilizado (pelos abusadores conhecedores do Projeto Monarca).

 - Mark Phillips, a Operação Monarca
 

Como veremos neste artigo, o vídeo contém todo o simbolismo possível relativo à programação  Kitten e também enfatiza a condição de escrava das mulheres no vídeo. As garotas de Lil Wayne estão literalmente trancadas em jaulas e descritas como animais. Elas também são mostradas em situações que aludem sutilmente a técnicas de tortura que manipuladores MK reais usavam ​​para traumatizar escravos e levá-los a dissociar da realidade. Claro, tudo é retratado de uma forma legal e elegante, para se certificar de que jovens abracem tudo isso mesmo sem perceber. Vamos então entender o significado do vídeo. 

Mulheres como Escravas MK, Rappers como Manipuladores

Nos primeiros segundos do vídeo, vemos uma imagem semi-subliminar que anuncia sobre o que o vídeo se trata. 

 
Por cerca de um segundo, o fogo do isqueiro toma a forma de uma cabeça de
 Baphomet/ bode de Mendes. Esta é uma espécie de "selo de aprovação" da elite 
oculta e um símbolo importante usado na programação MK. 

A canção é sobre como as mulheres, aparentemente, amam Lil Wayne. No vídeo, no entanto, elas não parecem ter muita escolha, porque estão PRESAS EM GAIOLAS, dentro de um local que se assemelha muito a um calabouço. 

Future canta sobre como as mulheres o amam ... mas ele não está prestes a libertá-las 
de suas gaiolas. Esta cena contraditória está relacionada à forma como os escravos
 MK são programados para identificar e até mesmo "amar" seu manipulador
 através de jogos mentais confusos. 

Trancar escravos em gaiolas é uma técnica da programação Monarca real usada para disciplinar, traumatizar e desumanizar as vítimas.

 Uma pintura feita por uma sobrevivente do controle mental baseado no trauma, 
Kim Noble, (do artigo O Mundo de Controle  Mental Através dos olhos de uma
 Artista com 13 Alter Personas) retratando crianças trancadas em jaulas 
e observadas por um manipulador. 

As várias imagens de mulheres mostradas durante todo o vídeo de alguma forma fazem alusão a um aspecto da programação Kitten. Aqui estão algumas delas:

Esta modelo tem impressões felinas em seu rosto (que são usadas nos meios de comunicação
 para se referir à programação Kitten). Para ter certeza que você está pegando a mensagem, 
ela também tem olhos de gato e está lambendo sua "pata". Neste ponto, o vídeo está, 
basicamente, gritando: PROGRAMAÇÃO KITTEN.

Lamber uma lâmina é talvez perigoso, mas isso também se refere à mistura 
de desinibição de lascívia e abuso físico envolvidos na programação Kitten.
 
 Este capacete é uma reminiscência de material BDSM, mas também é uma forma 
de representar a mente de um escravo sendo presa e controlada por um manipulador.

Kittens são treinadas para realmente abraçar seu estado de servidão. 
Esta modelo parece estar amando a prisão demais. Um pouco demais. 

Esta modelo tem uma borboleta enorme cobrindo um dos olhos, que é 
provavelmente a referência mais flagrante de controle mental Monarca no vídeo.

No vídeo, Lil Wayne desempenha o papel do manipulador, no qual ele está, basicamente, no controle dessas mulheres hipnotizadas. 

 Aqui, Lil Wayne está em um quarto que está cheio de água com mulheres nadando 
nela. Tirando o fato de que essa água provavelmente irá causar uma série de danos no 
quarto, ela é também uma forma de mostrar que essas escravas estão, literalmente, 
"fora de si". Além disso, observe o quadro à esquerda com borboletas dentro.
 Sim, é tudo relacionado à programação monarca.

Uma das primeiras rimas de Lil Wayne é:


Essas mulheres me amam como Satanás, cara!


Vemos então um flash desta imagem: 

 Lil Wayne como Satanás. 

Este verso é desconcertante por algumas razões. Por que essas mulheres o amariam como Satanás? Ele está insinuando que elas estavam amando a Satanás? Se foi intencional ou não, esse verso tem profundas implicações no campo da programação monarca, visto que escravos são frequentemente vítimas de SRA (Ritual de Abuso Satânico) e têm que participar de rituais traumáticos (onde se tornam escravas, "noivas de Satã") e assim por diante. Às vezes manipuladores MK contam a suas escravas que eles são o próprio Satanás, enquanto as abusam para mais trauma. 


"Alters dentro de um escravo monarca são condicionados pela sua servidão a acreditam que a sua vida é controlada por Satanás, que seria mais forte do que Deus. Onde estava Deus quando eles precisaram dele? "

- Fritz Springmeier, The Illuminati Formula to Create a Mind Control Slave
 

Outra rima de Wayne é estranhamente reminiscente para o tipo de diálogo que um escravo Kitten teria com um manipulador. 


Ela disse: Eu nunca quero deixá-lo bravo,
Eu só quero fazer você se sentir orgulhoso
Eu digo, garota, só me faça g*zar,
Então não faça barulho 
 
 
Sem alma... como um manipulador MK. 

A última parte do vídeo também é um pouco perturbadora. Ela começa com as "kittens" entrando em um quarto branco.

Elas se movem como gatos, isto é, como na programação Kitten. 

Elas, então, chegam a uma banheira cheia de líquido vermelho (sangue) e, sem motivo aparente, fazem uma grande bagunça. 

As mulheres estão todas cobertas de sangue erolando nele e tudo. Isso é para 
ser legal ou algo assim? Quem em sã consciência faria isso? Ninguém. Mas 
essas mulheres não estão em seu estado mental normal. 

Mais uma vez, esta cena sutilmente se refere a uma prática real da programação monarca que é usada para traumatizar escravos e causar dissociação. 


"Em busca de traumas a aplicar às crianças pequenas, os programadores descobriram que essas fobias naturais que ocorrem na maioria das pessoas desde o nascimento vão funcionar "maravilhosamente" na divisão da mente. Nessa linha, são estas as amostras de traumas feitas para programar escravos:
 (...) 

C. A imersão em fezes, urina e recipientes de sangue. Depois sendo feitos comer essas coisas. Estes são os traumas padrões". 

- Ibid.
 

Enquanto a implicação na vida real de que essa cena é horrível, tudo é, no entanto, retratado de um jeito legal e estilizado, onde as modelos continuam fazendo uma cara sensual para a câmera (na vida real, essa cara seria completamente distorcida e dolorosa). 

Conclusão 

Como muitas outras canções pop, Lil Wayne "Love Me" tem um significado superficial de não se preocupar com inimigos enquanto suas "minas" a amam, mas o vídeo da música acrescenta um significado muito sinistro subjacente. Os leitores regulares deste site entendem que há um padrão inegável e recorrente de simbolismo na cultura popular e "Love Me" definitivamente acrescenta. De fato, neste vídeo, todo o simbolismo que está associado com a programação Kitten (um olho, borboletas, estampas de animais, etc) é representado no vídeo, juntamente com várias referências a  práticas de programação Monarca na vida real. Embora cada elemento individual poderia ter estado presente no vídeo para simbolizar algo mais do que o MK-Ultra, diga-me ... quais são as chances de que todos esses símbolos estariam sendo "aleatoriamente" inseridos em um vídeo de quatro minutos? Como é o caso de outros vídeos avaliados neste site, não se trata de apontar instâncias individuais de símbolos aleatórios, mas entender cada peça como um todo e as realidades ocultas a que elas se referem. Uma dessas realidades ocultas é programação monarca, uma das práticas favoritas da elite ocultista, que pode ser rastreada até ao que Springmeier chama de "famílias geracionais satânicas". 

 Enquanto o rap sempre teve uma boa dose de bravata machista, "Love Me" é uma deformação dessa "tradição", que acrescenta um toque doente e pervertido a ele, incluindo alusões a tortura, abuso, e até mesmo violência. Ao passar dos anos, esse "empurrão do envelope" torna-se mais evidente visto que a cultura original em torno do hip-hop está devagarinho, mas fielmente tornando-se "amiga dos Illuminati". Como muitos outros movimentos na sociedade, o hip-hop tem sido cooptado pela elite para ser usado como uma ferramenta para doutrinar os jovens. Há ainda rappers reais lá fora? Sim, toneladas deles. Mas você provavelmente nunca os viu no Grammy.

Fonte: VC

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Grammy 2013: As apresentações de Taylor Swift, Carrie Underwood "Blown Away" e o Tributo ao Controle Mental

sábado, 16 de fevereiro de 2013 27 comentários

Virou tradição, principalmente por causa das últimas cerimônias do Grammy, a referência, muitas vezes explícita, de simbolismo da Elite durante a apresentação dos artistas prediletos da indústria da música. Em edições anteriores, já tínhamos testemunhado rituais de iniciação com "sangue", um "exorcismo" assustador em pleno palco, uma estranha apresentação da agenda da polícia de Estado e do transhumanismo, além de outras agendas escondidas em discursos vagos e incidentes curiosos acontecendo no show, como visto no ano passado no artigo Whitney Houston e o Mega-ritual do Grammy 2012

 O Grammy geralmente premia os artistas favoritos da indústria ou aqueles artistas cujos selos estão querendo promover e transformá-los em grandes estrelas nos próximos meses. É por isso que existem artistas, com poucos discos e singles de sucessos lançados, além de pouquíssimo talento musical, mas que já conquistaram vários grammys (muitas vezes em uma só tacada), enquanto há outros com mais de 20 anos de carreira e 150 milhões de discos vendidos, porém com menos que meia dúzia de prêmios desse tipo. Isso se dá porque o Grammy é um "clube fechado" dos “artistas favoritos da Elite” do momento e, também, um lugar para aqueles que a Elite está convidando a participar desse "clube". Existem exceções, é claro, especialmente no passado, entretanto as últimas edições dessa premiação têm mostrado que é dessa forma que o negócio funciona. 

 Portanto, a edição do Grammy 2013 não poderia ser diferente das sucessoras. Estavam lá os artistas favoritos da Elite, como Justin Timberlake, apresentando seu novo trabalho, Rihanna, Bruno Mars, Taylor Swift e outros. As gravadoras parecem investir pesado para colocar seus artistas nas apresentações da cerimônia do Grammy para promover suas músicas. Cada apresentação no Grammy faz com que as músicas desses artistas subam rapidamente nas paradas da Billboard na semana seguinte, seja na venda de singles ou na execução nas rádios. Ou seja, o Grammy não é um lugar para qualquer artista - é um negócio sério, no qual muito dinheiro está em jogo. Em troca, as gravadoras parecem ter que pagar algum tipo de “tributo aos Illuminati”. O Grammy 2013 foi então montado em volta de um tema que tem sido explorado exaustivamente na indústria do entretenimento, sobretudo na música e nos filmes de Hollywood, que, no entanto, ainda permanece desconhecido (ou desacreditado) do público geral - a Programação Monarca de Controle Mental.

Kimbra e Gotye levando o Grammy pela melhor gravação do ano. No total, a cantora levou 
dois prêmios para casa; um dos poucos artistas da Oceania a atingir tal feito. Lembre-se
 da cantora Kimbra do artigo Kimbra – Uma Nova Artista sobre Controle Mental

 Embora a 55ª edição do Grammy não tenha sido recheadíssima de simbolismo oculto, duas apresentações musicais de duas artistas "favoritas" da indústria da música do momento expuseram o mesmo simbolismo de Controle Mental, de forma divertida e engraçada, deixando o público ao final da apresentação pensando: "Nossa, que linda e criativa apresentação!" e outros possíveis artistas ali presentes assistindo ao show perguntando-se: "Será que é isso que tenho que fazer para conseguir sucesso com meu próximo álbum?". Vamos analisar as apresentações de Carrie Underwood e Taylor Swift no Grammy 2013. 

 Carrie Underwood "Blown Away" 

A cantora country Carrie Underwood, que chegou ao estrelato por meio do programa American Idol, ressurgiu em 2012 com um novo álbum cheio de simbolismo. O vídeo para seu primeiro single “Good Girl” lida com o tema de dualidade e alter-personas, conceitos referentes ao controle mental. No vídeo, Carrie ganha um novo alter-ego, um mais agressivo e sombrio, assim como em diversos vídeos de outras artistas que apresentam o mesmo conceito de “menina boa se tornando má”. Na noite do Grammy 2013, Carrie fez uma apresentação que deixou todo mundo "blown away", não apenas pela canção, mas pelo seu “lindo” vestido iluminado com um monte de borboletas monarcas saindo dele ao final da apresentação. 

Várias borboletas monarcas saindo de seu vestido em sua 
apresentação no Grammy 2013, "oh, que linda apresentação!". 

Visto que a borboleta monarca é o símbolo mais importante da Programação Monarca (por isso que leva esse nome), não há como não inferir que as borboletas em seu vestido sejam apenas adornos sem significado algum. A música que ela apresentou no Grammy, "Blown Away", por exemplo, conta a história de uma menina que sofria abusos de seu pai em casa, um conceito que também está intrinsicamente associado ao Controle Mental. A maioria das vítimas de Controle Mental Mk-Ultra sofreu abusos, especialmente sexuais, durante a infância pelo próprio pai em casa. Algo bem parecido com os relatos de Cathy O'Brien, uma ex-vítima de controle mental usada pelo governo para fins específicos, mas que conseguiu ser desprogramada e, a partir de então, passou a denunciar as operações negras do governo pela qual sofreu (assista a um dos depoimentos de Cathy O' Brien neste vídeo). 

Podemos perceber que existe também um padrão semelhante na vida de artistas da indústria da música. Christina Aguilera, por exemplo, declarou que sofria abusos durante a infância, e outros artistas já falaram abertamente sobre uma infância triste e traumática. Depois, Christina foi selecionada por um programa da Disney nos anos 90, ao lado de Britney Spears e Justin Timberlake, por onde alcançaram a indústria da música. O trauma é o requisito mais importante para o Controle Mental Monarca; por esse motivo, no passado (ou até hoje), o governo procurava por crianças que sofriam abuso sexual em casa para poder facilmente transformá-las em escravas sexuais de mente controlada. Se o pai, ou responsável, não entregasse sua filha para o projeto Mk-Ultra do governo, ele seria então chantageado, ou seja, o governo ameaçaria acusá-lo legalmente de abuso sexual infantil. Foi exatamente isso que Cathy O'Brien diz ter acontecido com ela em um de seus depoimentos, e, talvez, ainda esteja acontecendo com muitas outras crianças até os dias de hoje. 

O vídeo da música “Blown Away” de Carrie Underwood mostra um comportamento abusivo de seu pai logo no início.

 O abuso em casa faz um cenário perfeito para se criar uma vítima MK. 

Carrie então se fecha em seu quarto e começa a chorar desejando que a tempestade destrua sua casa e a leve para um lugar mais tranquilo. Se analisarmos apenas a letra, a canção parece realmente estar falando apenas disso. Porém, ao analisarmos o vídeo juntamente, a música ganha um significado subjacente; isto é, torna-se possível entender que quando Carrie está desejando "um lugar melhor", a música na verdade está sutilmente se referindo a um conceito clássico da programação de controle mental e a "O Mágico de Oz", um filme MK que serve como uma ferramenta na dissociação das vítimas. Nesse filme, Dorothy procura por "um lugar melhor", "um lugar além do arco-íris, onde o céu é azul". Na verdade, esse conceito é um gatilho para encorajar as vítimas a dissociarem completamente da realidade e procurar um lugar tranquilo dentro de sua mente conturbada durante a programação, ou seja, "um lugar além do arco-íris". 

Ao entrar em seu quarto, Carrie começa a cantar e, assim, somos levados imediatamente ao seu mundo interior, triste e conturbado. 

 A tempestade que se aproxima na verdade refere-se ao terror 
que as vítimas passam dentro de sua própria mente. 

 Carrie passeando por este antigo cemitério, a tempestade que se aproxima e o cenário 
sombrio; tudo isso remete à psique conturbada das vítimas durante a programação.

Para poder escapar do horror em que se encontra sua mente e se dissociar completamente da realidade, a vítima precisa percorrer uma trajetória em sua própria mente, ou seja, “seguir a estrada de tijolo amarelo”, um gatilho para trazer a dissociação nas vítimas. Um conceito proveniente do clássico "O Mágico de Oz", um filme que foi provavelmente produzido especialmente para o Controle Mental Mk-Ultra, ao lado de Alice no País das Maravilhas. Perceba que a indústria da música não se cansa de fazer referências a esses dois filmes. 

 Carrie segue, então, a estrada (de tijolo) amarela. Esse caminho 
levará Carrie à dissociação completa, ou seja, "além do arco-íris". 

 Aqui os tijolos ficam visíveis, não deixando dúvidas a que o vídeo se refere. 

Durante a tempestade os vidros da casa são estilhaçados.

 Vidros ou espelhos estilhaçados representam o jeito que 
a mente é fragmentada durante a tortura mental.

Quando Carrie passa por um portal, ela encontra um lugar tranquilo em sua mente, ou seja, alcançou a dissociação - um lugar tranquilo que é criado na psique da vítima para ajudá-la a escapar da dor e do trauma e criar alter-personas.
 
 Carrie consegue atravessar a tempestade e alcança a dissociação ao atravessar esse portal.

 Aqui vemos a estrada amarela e o arco-íris, fazendo alusão a "O Mágico de Oz".
 A tempestade se foi, agora só a "terra da fantasia " trazida pela dissociação. 

Então não é surpreendente que Carrie tenha apresentado a canção "Blown Away" no Grammy 2013 com um vestido cheio de borboletas monarcas, pois o vídeo e a música são sobre Controle Mental. O filme "O Mágico de Oz" está sempre ganhando algum tipo de "olá" na mídia de massa. No mês que vem, estreia o mais novo filme da Disney "Oz the Great and Powerful", que parece ser mais um tributo ao antigo filme de Controle Mental Mk-Ultra. Vamos esperar para ver.

 Mariah Carey cantará a música tema do filme "Oz". Esta é a capa do 
single da canção e sim, vocês estão vendo uma borboleta monarca ali.
 
Taylor Swift e Alice no País das Maravilhas

Não foi apenas "O Mágico de Oz" que recebeu um tributo durante as apresentações do Grammy 2013. A apresentação de Taylor Swift abriu o Grammy com a canção "We Are Never Ever Getting Back Together" e fez um tributo de arrepiar ao clássico "Alice no País das Maravilhas". Diversos artigos neste site mencionam como o filme é aludido em diversos trabalhos de artistas da indústria da música, como descrito neste artigo Gwen Stefani e o Significado Oculto de “What Are You Waitin’ For”. Depois de realizar uma apresentação no AMA 2012 aludindo a sua iniciação oculta, Taylor Swift agora paga tributo ao Controle Mental. 

 Aqui vemos Taylor Swift com o coelho branco, um gatilho do filme "Alice". 
Quando é dito "siga o coelho branco", está se dizendo para percorrer o caminho 
até a dissociação, algo parecido com "siga a estrada de tijolo amarelo" de "Oz". 

 Há dualidade preto e branco por todo o lado, altamente usada em controle mental. 
Há uma roda hipnótica preto e branca, remetendo-se ao controle mental dos
 manipuladores sobre a vítima, a qual esse rapaz está sendo torturado.

 Há também essa marionete sendo controlada por um
 manipulador enorme. Sim, é controle mental.

 Taylor Swift sorri, ela agora é uma favorita da indústria da música (depois de 
ter sido praticamente humilhada no palco por Kanye West na edição de 2009). 

 Como mostrado em diversos artigos e vídeos anteriores do KIP, o simbolismo da Elite está sendo descrito em diversos trabalhos artísticos. Existem pessoas que perguntam qual é o propósito de eles espalharem tantos símbolos por aí se eles não querem ser descobertos. Uma das muitas respostas é que não é bem eles que fazem tudo isso. A arte por si só possui um característica denunciadora. O ser humano gosta de revelar seu íntimo por meio dela. Os trabalhos artísticos sempre estiveram de alguma forma denunciando o consciente e o inconsciente dos artistas, seja por meio de desenhos ou letras de música, é na arte que encontramos "a verdadeira alma" de um ser humano. 

 Ao trazer temas como Controle Mental para a televisão na noite do Grammy, a Elite está dizendo, de uma forma artística e estilística, além daquilo que lhe traz lucro, qual é o caminho que os artistas precisam percorrer para alcançar o estrelato. Você pode ser um excelente cantor e ter uma voz exuberante, mas se você não "seguir o coelho branco" ou "percorrer a estrada de tijolo amarelo", você não encontrará o lugar "além do arco-íris". O programa American Idol mostra exatamente isso: existem vários cantores com vozes exuberantes que nunca alcançaram sucesso, enquanto artistas com pouco talento vocal como Nicki Minaj, além de estar em todos os lugares nas paradas de sucesso, está servindo de juiz em um programa de competição de quem canta mais. Isso acontece por que alguns encontram o "coelho branco", enquanto outros nem ao menos percebem que ele existe (ainda bem). Na noite do Grammy, a Elite provavelmente estava querendo comunicar esta mensagem para muitos artistas que talvez ainda não se arriscaram: veja esses meus artistas favoritos aqui nesta noite sendo premiados, aplaudidos e louvados. Todos eles tiveram que "percorrer a estrada de tijolo amarelo" para chegar até aqui. Vamos, há um lugar “além do arco-íris” onde tudo é muito melhor. 

 Beyonce, que conquistou seu 17º Grammy, confirma.


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Beyonce e o Super Bowl 2013 - A Agenda Illuminati continua

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013 38 comentários

 O Super Bowl 2013 contou com o coral Sandy Hook, Jennifer Hudson, Alicia Keys, Beyoncé, um monte de propagandas e, oh, sim, um jogo de futebol. Embora as coisas não tenham sido tão óbvias e jogadas na sua cara como no ano passado no show ou celebração da Grande Sacerdotisa Madonna, havia, no entanto, muito coisa da Agenda Illuminati acontecendo. Aqui está um resumo dos elementos notáveis ​​que ocorreram no Super Bowl 2013, o evento de TV do ano. 

O Coral Sandy Hook

 Jennifer Hudson canta com o Coral Sandy Hook... um grupo
 que não foi criado pelos jovens garotos que fazem parte dele. 

Algumas semanas atrás, os sobreviventes do tiroteio Sandy Hook tiveram que cantar "Over the Rainbow", para comemorar o tiroteio. As crianças que sobreviveram ao tiroteio estão atualmente sendo usadas em todos os tipos de eventos de mídia; elas gravaram "Over the Rainbow" (uma canção de gatilho MK-Ultra) e tiveram que se apresentar ao vivo na televisão. Para o Super Bowl, o Coral Sandy Hook foi enviado a Nova Orleans para cantar perante 70.000 espectadores e milhões de telespectadores. Por quê? Por que continuamos trazendo esse tiroteio horrível para o centro do palco? Para lembrar as pessoas de que "o controle de armas é bom"? Não é muito triste e irônico que essas crianças tiveram que cantar "America the Beautiful" depois de testemunhar um massacre horrível, que poderia ter sido causado por um bode expiatório de mente controlada? Por que essas crianças estão se apresentando em todos os tipos de eventos da mídia de massa? Isso ainda é parte de seu "processo de cura"? Por que elas estão sendo misturadas com a indústria do entretenimento Illuminati? Elas não deveriam estar em casa com seus amigos e familiares, em vez de estar sob os holofotes? A exploração de suas imagens é bastante inquietante.

A apresentação foi conduzida por uma favorita da indústria, Jennifer Hudson - também conhecida como a "nova Whitney Houston" - que é sempre escolhida para atuar em ocasiões importantes. Hudson também sobreviveu a uma tragédia estranha e terrível, com o assassinato triplo de sua mãe, irmão e sobrinho em 2008. 

O Show do Intervalo 

A melhor expressão que posso usar para descrever o show do intervalo é "bem Beyoncé"- o show foi "bem Beyoncé". Depois de "cantar" (mais ou menos) na posse de Obama, Beyoncé foi novamente a estrela de um grande evento. Não é preciso dizer que ela é uma das favoritas da indústria, uma figura de proa da indústria da música Illuminati. Conforme descrito em vários artigos neste site, o simbolismo de seu trabalho indica claramente a quem ela está trabalhando. Embora seu show de intervalo não tenha sido grande, oculto e faraônico como o show de Madonna de 2012, nós pudemos testemunhar o simbolismo de controle mental, que é normalmente parte do trabalho de Beyoncé. 

 O show inteiro focou na dualidade e na multiplicação de personalidades, dois conceitos que são extremamente importantes em Controle Mental Monarca (leia o artigo Origens e Técnicas de Controle Mental Monarca, se você não souber do que estou falando). 

 A primeira e mais visível sugestão para o conceito de dualidade e alter-personas é o palco em si, que consiste em dois rostos que pouco se parecem com Beyoncé.

 O palco é composto de duas faces, uma espelhando a outra, 
uma imagem que evoca dualidade e múltiplas personalidades.

 A primeira parte do show continha uma combinação de símbolos e efeitos visuais que remetem aos conceitos de dualidade e múltiplas personalidades. 

 No início de "Baby Boy", Beyoncé dança na frente de um fundo preto e branco (uma representação da dualidade). Através de efeitos de vídeo, ela então "multiplica-se".

Aqui vemos uma silhueta negra (que é Beyoncé, a personalidade
 "núcleo") e duas silhuetas brancas (alter personas?). 

 As duas silhuetas brancas se transformam em verdadeiras sósias de Beyoncés que
 dançam com ela por um tempo. Vemos então um monte de luzes piscando e efeitos confusos, fazendo-nos perguntar quem é a Beyoncé real. A indefinição entre realidade e ilusão é 
um ponto importante no controle mental e é apropriadamente exibida aqui.

 Até a menina do saxofone, com seu vestido quadriculado
 maçônico, transmite o conceito de dualidade. 

Em um ponto, a tela atrás de Beyoncé exibe o símbolo clássico que representa a fratura de personalidades, um que é quase SEMPRE parte de narrativas MK. 

 A tela que exibia alter personas e padrões dualistas se estilhaça (enfatizado com um 
efeito de som alto), um símbolo indicando a fratura de personalidade no simbolismo MK.

A primeira parte do show foi, portanto, sobre dualidade e múltiplas Beyoncés. Então, o grupo "Destiny's Child" foi aleatoriamente trazido de volta do fim dos anos 90 para cantar junto com um dos hits solo de Beyoncé. Durante "Single Ladies (Put a Ring on It)", Beyoncé brevemente faz um sinal com a mão - que os leitores deste site provavelmente já conhecem muito bem. Esse gesto gerou muita atenção da mídia.

 Beyonce fazendo o sinal da mão "ROC". 

Alguns sites importantes como Yahoo! e Huffington Post publicaram artigos sobre este sinal da mão, perguntando se Beyoncé estava "fazendo um símbolo dos Illuminati". Esses artigos, no entanto,  chegaram todos à mesma conclusão: Beyoncé estava exibindo o sinal ROC e fazendo propaganda do selo de seu marido (dãããã) e todos que pensaram outra coisa são idiotas. Muitos dos artigos, então, forneceram um resumo rápido e meia-boca de quem são os Illuminati, certificando-se de distorcer muitos fatos para fazer a coisa toda parecer completamente idiota. Essa tendência está se tornando cada vez mais comum na mídia de massa.

Admito que as fontes mainstream estão corretas: Esse sinal da mão é de fato o "sinal ROC". Mas aqui está a minha pergunta para esses "jornalistas": De onde é que o sinal ROC vem? O que isso representa? Por que um selo chamado Roc-A-Fella (um "olá" para os Rockefellers, uma das famílias elitistas e Illuminati mais poderosas) usa um sinal da mão triangular para se representar? Que tal irmos um pouco mais longe do que a resposta óbvia e superficial dos meios de comunicação? 

 O sinal da mão "ROC" refere-se ao Olho Que Tudo Vê 
dentro de um triângulo, o principal símbolo dos Illuminati. 

 No judaísmo, o gesto é conhecido como mãos Kohanim Bênção 
Sacerdotal . É descrito aqui na sepultura do século 18.

 O sinal da mão não é aleatório. Significa alguma coisa e mostrá-lo durante o Super Bowl diz muito sobre quem está comandando o show. 

 Além disso, para responder às reivindicações ridículas desses artigos mainstream: Não, Beyoncé e Willow Smith não estão nos Illuminati. Elas são usadas ​​pela indústria da música Illuminati para empurrar uma agenda da elite. Artistas pop são peões que assinaram um contrato vinculando-os à elite e obrigando-os a fazer o que ela quer. A maioria dos leitores deste site já sabem disso, mas há uma crescente pressão na mídia para desacreditar "teorias da conspiração", escrevendo coisas como "Olhe para esses idiotas que pensam que Beyonce é parte de uma sociedade secreta do século 18".

 De qualquer forma, vamos analisar o restante do Super Bowl. 
 
Queda de Energia

Durante o terceiro quarto do jogo de futebol, metade das luzes se apagaram. A queda foi causada por uma "anomalia" misteriosa que fez o sistema se desligar. 

Durante a queda de energia, o logo da Mercedes ficou bem visível.

Considerando o sub-texto Illuminati do evento, não posso deixar de pensar sobre o pseudo-significado oculto de ter a metade do estádio na luz e a outra metade na escuridão. Eu não estou dizendo que isso aconteceu de propósito, mas ainda é uma sincronicidade interessante. Uma coisa é certa, a "falha" ajudou os 49ers, que marcaram alguns pontos e voltaram para o jogo. De repente, essa causa perdida tornou-se interessante e último quarto do jogo foi bem mais... emocionante. Aparentemente, a Mercedes-Benz sabia que isso iria acontecer. 

 Este anúncio de revista da Mercedes-Benz estava assustadoramente correto.

Embora o anúncio aparentemente refere-se ao quarto trimestre do ano fiscal, o significado literal do anúncio ainda é desconcertante, considerando o que aconteceu no jogo.

 Se combinarmos esse anúncio com o que eu descrevi em O Comercial da Mercedes exibido no Super Bowl e sua Mensagem Oculta, posso pelo menos dizer que a Mercedes-Benz trouxe muita coisa estranha para o SuperBowl. 

Conclusão 

Embora as coisas tenham sido um pouco mais suaves e abstratas no Super Bowl deste ano (em relação à edição de 2012), ainda havia muitos elementos que deram certo ao longo das Agendas descritas neste site. Quando combinamos todos os elementos juntos, damos conta de que há um tema comum e recorrente acontecendo, um que aponta diretamente para a "mão invisível" dos Illuminati e suas muitas agendas. 

 A cobertura da mídia de massa do sinal de mão Illuminati de Beyoncé também reflete uma nova tendência: os meios de comunicação estão agora abordando diretamente, desacreditando e ridicularizando "teorias da conspiração" (odeio esse termo), a fim de se certificar de que as pessoas não comecem a pensar muito sobre as coisas estranhas que estão sendo testemunhadas na TV. A cobertura da mídia em Sandy Hook também seguiu essa tendência, visto que várias personalidades de TV entraram no ar para "desmascarar" as teorias. Felizmente para os poderes constituídos, a maioria das pessoas ainda encheram de lágrimas quando viram o coral Sandy Hook em pé no meio do Superdome, cantando sobre como a América é bonita. Sim, a América é bonita, mas a elite que a governa e que explora a vida e emoções das pessoas para empurrar a sua própria Agenda, definitivamente não é. 

 Ah sim, e os Ravens ganharam o jogo.

Fonte: VC

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O Comercial da Mercedes exibido no Superbowl e Sua Mensagem Oculta

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013 33 comentários

O Super Bowl se tornou muito mais do que um jogo de futebol. É um evento multifacetado, que mistura entretenimento desportivo com a indústria da música e propaganda de grande corporação, monopolizando a atenção da mídia de massa para esse dia. Esse evento único e anual é visto por centenas de milhões de pessoas no mundo e é, portanto, uma grande plataforma para a elite ocultista empurrar sua agenda. Pior ainda, está se tornando uma celebração cada vez mais descarada da indústria dos Illuminati (veja o artigo do Show de Madonna no Superbowl: Uma Celebração da Grande Sacerdotisa da Indústria da Música). 

Anúncios no Super Bowl também são grande parte do show - eles são, provavelmente, mais discutidos e analisados ​​do que o jogo de futebol real. Este ano, a Mercedes entrou na arena comercial do Super Bowl com um anúncio cinematográfico promovendo um novo modelo de carro. Enquanto ela faz um bom trabalho vendendo o carro, ela também transmite outras mensagens para o público do Super Bowl. Em suma, a elite está deixando uma mensagem sobre quem está comandando o show.

O anúncio é baseado no conceito faustiano de vender a alma por fama e riqueza, um dos favoritos da indústria Illuminati. Em menos de dois minutos, o anúncio consegue embalar algum simbolismo e algumas verdades sobre a indústria do entretenimento. Aqui está o anúncio. 
 
 
Assinatura Obrigatória

O anúncio começa com um cara admirando um outdoor de um carro. O Diabo então aparece e diz-lhe:

   
 "Faça um acordo comigo garoto e você poderá ter o carro e tudo o que vir junto com ele".
 


 O diabo tenta fazer o homem vender sua alma.

O cara pega a caneta e depois começa a visualizar o que aconteceria se ele fizesse um acordo com o Diabo. Aparentemente, o que aconteceria com ele seria muito legal. De acordo com o anúncio, é isso que acontece quando você vende sua alma: 

 Você se torna uma celebridade e consegue namorar a garota
mais bonita do momento. Este ano é Kate Upton.


 Você participa de festas de gigantes da indústria da música como Usher.

 Você se torna o "cara" e sai em capa de revistas (muitas das quais  contêm
 símbolos Illuminati como visto na série de artigos Imagens Simbólicas).

Você também conduz um bom carro, tem meninas correndo atrás de você e se torna um campeão de corrida de carros. Então, muito legal. Um grande negócio. 

De volta à realidade, o sujeito olha para o contrato que foi apresentado a ele pelo Diabo.

  O símbolo do diabo é, aparentemente, o inverso do símbolo Chi-Rho antigo que foi adotado pela Igreja Católica como um símbolo de Cristo. Note que o símbolo em forma de ampulheta pequena no lado esquerdo é semelhante ao símbolo iluminado entre o rapaz e Usher. Isso é uma
 maneira de dizer que eles possuem tudo isso? Sim, o Diabo é o dono do clube também.


Olhando mais de perto para os anéis do Diabo, vemos que o de cima é claramente maçônica.  
Por que este símbolo específico está lá? Ele refere-se a uma verdadeira sociedade secreta, poderosa. Há muitas mensagens simbólicas  neste pequeno comercial. 

O cara, então, percebe que o carro é acessível o suficiente para não ter que vender sua alma para obtê-lo. Bom para você, rapaz, quem quer que você seja. 
 
O anúncio termina com alguma numerologia oculta sutil. 

Há fogo no 13 de 2013. Treze é, provavelmente, o número mais importante 
na numerologia maçônica e ocultista. Ser destacado é outra maneira de
 dizer que aqueles por trás do anúncio estão cientes. 

Então, embora o cara não tenha caído na armadilha do Diabo, o anúncio, no entanto, mostra o que é necessário para subir as fileiras mais altas da indústria do entretenimento. É preciso fazer um acordo com uma entidade do mal, que é, aparentemente, um membro de uma sociedade secreta, e, então, "magicamente", você aparece em todos os lugares da moda, música e esportes. Sim, tudo isso foi veiculado em um anúncio curto de um carro. É outra forma de a elite se gabar de como funciona o programa? Uma coisa é certa, toda a platéia do Super Bowl em breve terá absorvido essa mensagem... e alguns vão comprar esse carro.

Fonte: VC

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Vendendo a Alma para o Diabo

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Simbolismo Illuminati - Fundação Headspace

sábado, 2 de fevereiro de 2013 14 comentários

Headspace é um programa de ajuda mental para jovens estabelecido pelo governo australiano desde 2006. Um dos comercias do programa esbanja o simbolismo Illuminati mais comum, encontrado em diversos filmes e videoclipes da mídia mainstream. Embora, a fundação pareça ser beneficente, com esse simbolismo explícito, fica questionável o tipo de tratamento ou apoio mental que ela oferece aos jovens australianos, sob os olhares do governo aussie, pois instituições mentais e centros de reabilitação parecem ser os lugares preferidos para se conduzir o sádico "controle mental". O vídeo faz uma comparação com os caramujos, que andam uma vida devagar, e, portanto, não sofreriam de "estresse e depressão"; ou seja, o segredo seria manerar a velocidade da vida. No fim do vídeo, o simbolismo Illuminati não deixa dúvidas de que há algo mais por trás dessa organização. Assista ao vídeo abaixo.

 
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