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Taylor Swift: A Rainha do American Music Awards 2018

sexta-feira, 12 de outubro de 2018 23 comentários

A maioria dos meus artigos sobre premiações mostra um fato importante: elas são peças de um drama ritualístico cuidadosamente orquestradas envolvendo um número limitado de personagens. Dê uma olhada nos meus artigos anteriores sobre premiações passadas e você rapidamente perceberá um padrão claro. O AMA 2018 obviamente se encaixou nesse padrão inconfundível.

Todo o show foi orquestrado para transmitir uma mensagem clara: “Salve, salve, Taylor Swift”. E, em uma época em que tudo deve ser politizado a um nível extremo, Taylor Swift fez sua “propaganda” política no momento mais estratégico possível.

O Alvoroço

A mídia de massa pode criar, a partir do nada, um "alvoroço" intenso em questão de horas, e agora foi a vez de Taylor Swift criar. O burburinho começou em 8 de outubro, quando ela anunciou no Instagram que votaria em democratas nas eleições de meio de mandato. Citando direitos LGBT e racismo sistêmico, Swift escreveu para seus 112 milhões de seguidores que, apesar de apoiar as mulheres no governo, ela não pôde dar seu apoio a Marsha Blackburn, a candidata republicana ao Senado no estado do Tennessee.

Postagem Instagram altamente mediatizada de Taylor Swift. 

Este anúncio acabou com os anos de “inaceitável” silêncio político de Taylor Swift. De fato, desde a eleição de Donald Trump em 2016, Swift permaneceu em silêncio sobre questões políticas, um silêncio que foi ensurdecedor aos ouvidos de alguns jornalistas. Por exemplo, este artigo de 2017 do The Guardian sugere que Taylor Swift não ataca Trump pelo fato de ela ser uma “mensageira” dele e a associa com o “alt-right”.

Uma manchete do The Guardian criticando o  silêncio político de Taylor Swift.

O artigo afirmou:


No ano em que Donald Trump foi eleito, o mundo do entretenimento esteve amplamente unido em seu desdém por sua presidência. Mas uma voz notável está faltando no refrão: a de Taylor Swift, a maior popstar do mundo. Seu silêncio é impressionante, destacando os paralelos entre o cantor e o presidente: seu uso adequado de mídias sociais para promover uma base de apoio obstinada; seu solipsismo; seu foco de laser na linha de fundo; seu apoio entre o "alt-right".

– The Guardian, The Guardian view on Taylor Swift: an envoy for Trump’s values?


O artigo termina com esta frase condenatória.


Swift parece não apenas um produto da época de Trump, mas uma enviada musical para os valores do presidente. 


- Ibid.


Outras fontes de notícias também não puderam lidar com o silêncio de Taylor Swift, que foi percebido como um ato de traição. Por que ela não poderia ser mais como Katy Perry, que apoiou abertamente Hillary Clinton durante a campanha presidencial?


Uma manchete da Refinery de 2017 
condenando o silêncio político de Taylor.

Considerando essa história, o apoio de Taylor Swift ao Partido Democrata gerou um alvoroço instantâneo. Fontes de notícias relataram um aumento notável no registro de eleitores após o post no Instagram.

E sim, as pessoas do The Guardian foram tranquilizadas.

Uma recente manchete do The Guardian celebrando o fato de que Taylor Swift 
“finalmente” fez uma intervenção política. FINALMENTE. Tudo o que precisamos 
agora é de Ja Rule revelando em quem ele votará e estaremos prontos.

Como de costume, esses “comentaristas” ignoram completamente um fato muito importante: a marca Taylor Swift pertence a sua gravadora. Tudo o que ela diz e faz é controlado por seus manipuladores da indústria. Taylor Swift nunca apoiou Trump no passado, ela simplesmente não assumiu uma postura política, talvez porque sua base de fãs Tennessee/Country seja altamente conservadora. Foi um movimento calculado.

Mas agora os cálculos mudaram. O endosso político de Taylor Swift caiu em um momento estratégico e estimulou uma dinâmica de mídia que foi levada ao AMA 2018.

E o AMA foi todo sobre Taylor Swift. Não foi nem engraçado. Foi tudo roteirizado para coroar a rainha da noite.

Rainha do AMA

O AMA 2018 não perdeu tempo. A cerimônia começou com um vídeo listando as muitas realizações de Taylor Swift no mercado musical.

O AMA começou lembrando-nos que Swift tinha 
“turnê americana de maior bilheteria” e que ela
 ganhou o “prêmio de maior artista do ano”.

O locutor então diz que Taylor estava disputando “quatro grandes prêmios” e que ela poderia quebrar o recorde de mais vitórias no AMA de uma mulher. Ela vai fazer isso?! O suspense está me matando! 

Então, era hora da performance de Taylor Swift... que foi muito simbólica. Era um clássico ensopado tóxico de simbolismo da elite oculta misturado a mensagens degradantes sobre ser uma bruxa cruel, odiosa e manipuladora.

A música é evocativamente chamada "I Did Something Bad", de seu álbum de 2017 "Reputation". O primeiro single desse álbum foi "Look At What You Made Me Do" e seu vídeo estava repleto de simbolismo de controle mental. "I Did Something Bad" também é um produto puro da lavagem cerebral da elite oculta. O refrão da música resume a mensagem da elite para os jovens:


Eles dizem que eu fiz algo ruim
Então, por que isso é tão bom?
Eles dizem que eu fiz algo ruim
Mas por que isso é tão bom?
A maior diversão que já tive
E eu faria de novo e de novo, se pudesse
Foi tão bom, bom
Foi tão bom


Mau é Bom

A performance começa com Taylor em pé no que parece ser um templo futurista, com um altar e pilares iluminados de vermelho. Um grupo de homens está deitado a seus pés, completamente à mercê dela.

 Quando Taylor canta o verso “Eu os toco como um violino”, 
os homens se levantam como marionetes e caem de novo.

Numa análise crua, a música seria sobre Taylor Swift destruindo "homens que falam m****". Alguns acreditam que é sobre Kanye West e outros caras. No entanto, é difícil ignorar o significado espiritual subjacente de toda essa exibição. De fato, a performance é uma celebração da religião favorita da elite: satanismo.

Quando Taylor canta o verso "Ele fez por merecer", ela faz um 
sinal de chifre do diabo com a mão. Tudo sobre essa performance 
foi bem coreografado e isso foi claramente intencional.

Então, ao contrário de outras estrelas pop, Taylor Swift se compara a uma bruxa sendo queimada na fogueira.


Eles estão queimando todas as bruxas, mesmo que você não seja uma

Eles conseguiram seus forcados e provas, suas fontes e razões
Eles estão queimando todas as bruxas, mesmo que você não seja uma
Então me queime (me queime), me queime (me queime)


Enquanto Taylor repetia “me queime” (como se fosse um mantra),
 seus dançarinos imitavam os movimentos de uma cobra… como se
 estivessem invocando uma cobra gigante ou algo do tipo.

Uma cobra gigante emerge do pedestal semelhante
um altar e governa ameaçadoramente a multidão.

Aparentemente, essa cobra é chamada Karyn e fez aparições regulares durante a turnê de Taylor. Mas o que há com ela e as cobras? Em seu vídeo, "Look What You Made Me Do", ela estava cercada por cobras. Alguns dizem que é uma referência a Kim Kardashian chamando-a de cobra em um telefonema vazado (ou algo assim). No entanto, considerando o contexto oculto e espiritual dessa performance, o símbolo da cobra assume um profundo significado.

A música é chamada "eu fiz algo que fiz algo ruim". Segundo a tradição religiosa, em Gênesis, Eva mordeu o fruto proverbial que foi dado a ela por Satanás, que tomou a forma de uma cobra. Ela fez algo ruim porque isso era estritamente proibido por Deus, que baniu Adão e Eva do jardim do Éden. Os mistérios ocultos ensinam que essa serpente, associada a Lúcifer, o portador da luz, é na verdade um salvador da humanidade.

No final da performance, Taylor brinca novamente com os rapazes como se fossem fantoches.

 Taylor levanta um cara com uma corda invisível como se ele fosse 
um fantoche. Ela então sopra um beijo da morte e ele cai de volta. 
A elite gosta de retratar as pessoas como fantoches impotentes
 que podem ser mortos quando quiser.

Neste ponto, estamos a cerca de 3 minutos do AMA e o show já se transformou em um pesadelo infernal satânico com fogo, relâmpago, uma cobra gigante, homens deitados sem vida no chão e Taylor cantando que ela “fez uma coisa ruim”. Ela foi aplaudida de pé.

Mais tarde, Taylor ganhou todos os quatro prêmios que ela estava disputando, quebrando o recorde de que eles estavam falando no início de sua performance. Sim, foi uma noite perfeita para Taylor... como se tudo tivesse sido planejado com antecedência.

Taylor ganhou as brilhantes pirâmides Illuminati ao longo da noite.

Mas, espere, havia alguém presente nessa cerimônia? Sim, havia esse cara.

Bad Bunny usava um terceiro olho protético. Como visto 
em artigos anteriores, a elite oculta adora usar esse símbolo
 para identificar ironicamente seus peões.

Poppy estava na premiação usando uma máscara representando o silêncio 
dos escravos MK. Para mais informações sobre ela, leia meu artigo That Poppy:
 da grande mídia.

Conclusão

Minha primeira menção a essas premiações foi a do VMA de 2009, que envolveu Kanye West interrompendo uma jovem, de olhos arregalados e “saudável”, Taylor Swift, durante seu discurso de aceitação. Toda a cerimônia foi um drama ritualístico altamente simbólico destinado a “iniciar” Taylor na indústria da elite.

Nove anos depois, Taylor é coroada rainha do AMA com uma performance altamente simbólica. Embora Kanye não estivesse lá para interromper seus muitos discursos, ele ainda continua sendo seu arqui-inimigo

De fato, durante a mesma semana, Taylor Swift, a garota do interior do Tennessee (que votou em Trump por uma margem de 61% a 35%), pede que as pessoas votarem nos democratas. Enquanto isso, Kanye West, o rapper de Chicago (um dos maiores redutos democratas dos Estados Unidos), anda por aí com um boné da campanha de Trump  - MAGA - e se encontrou com ele pela segunda vez.

O drama ritualístico continua.

The Vigilant Citizen

Veja Mais
A Apresentação de Taylor Swift no AMA 2012 - Um Típico Ritual de Iniciação
O Significado Oculto de Taylor Swift "Look What You Made Me Do"


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O Significado Oculto de Taylor Swift "Look What You Made Me Do"

quinta-feira, 31 de agosto de 2017 47 comentários

O vídeo de Taylor Swift "Look What You Made Me Do" parece ser sobre ela tirar sarro de seus desafetos e dela mesma. No entanto, o simbolismo do vídeo refere-se diretamente ao lado sinistro da indústria do entretenimento e sua obsessão pelo controle mental.

Taylor Swift não é nova no jogo. No VMA 2009, mencionei que Taylor fez parte de um mega-ritual televisionado. O evento foi sua "iniciação" na indústria do entretenimento. Depois de ter sido "humilhada" por Kanye West durante um discurso, Taylor ressurgiu, vestida de vermelho, como uma artista nova e consagrada. A partir daí, o trabalho de Taylor começou a ser contaminado pelos códigos e simbolismos da elite oculta.

Assista à análise em vídeo:


Oito anos depois, no VMA 2017, Taylor Swift estreia seu novo vídeo "Look What You Made Me Do" (conhecido como LWYMMD no Twitter). A mensagem do vídeo não poderia ser mais clara: ela agora é uma escrava total da indústria. 

A maioria das fontes da mídia que tentaram "decodificar" esse vídeo apontou apenas os "shades" dirigidos a Kanye West, Kim Kardashian, Katy Perry e a seu ex-namorado Calvin Harris. No entanto, ao fazer isso, eles ignoram cerca de 90% das imagens do vídeo. Há algo mais além acontecendo.

Para aqueles que já estão cientes, o vídeo pode ser visto quase como um "tudo o que você precisa saber sobre o simbolismo MK". De fato, o vídeo aborda muitas imagens e conceitos que têm sido discutidos neste site há anos. Aqueles que governam a indústria do entretenimento precisam fazer a cultura monarca estar constantemente na vanguarda da cultura popular. Agora é a vez de Taylor Swift trazê-la em pleno vigor, com um vídeo que está quebrando recordes no YouTube e no Spotify.

LWYMMD é, de fato, um manifesto monarca bastante óbvio. (Se você nunca ouviu falar da programação Monarca, uma subseção do projeto MKULTRA da CIA, leia este artigo primeiro).

O objetivo principal da programação Monarca é programar escravos criando várias personas que podem ser ativadas quando quiserem. A programação Beta (também programação Sex-Kitten) é usada para criar escravos sexuais a fim de serem traficados no submundo da elite oculta.

Notícia rápida: a indústria do entretenimento está cheia de Beta Kittens.

Notícia rápida: A elite se gaba disso nos meios de comunicação usando artistas como Taylor Swift.

Eles a Fizeram Fazer Isso

Para entender o verdadeiro conceito do vídeo, não é necessário analisar muito além do título, que em português traduz-se por "Veja o que você me fez fazer". Isto é, os manipuladores da indústria controlam Taylor Swift e a fazem fazer o que for necessário para promoverem suas agendas.

O vídeo descreve simbolicamente o que acontece com estrelas que ficam presas nos níveis mais altos do setor do entretenimento ocultista. Embora recebam um sucesso insano, elas também se tornam escravas da indústria, sem vida própria. Seu som, imagem e até mesmo sua personalidade são moldados à vontade daqueles que estão nos bastidores. O vídeo não apenas retrata Taylor como uma escrava da indústria, mas também anuncia que ela "subiu" paradoxalmente ao status de "Grande Sacerdotisa". Parece ridículo? Talvez fosse ridículo... se o vídeo não fosse tão direto.

O Vídeo

A mídia de massa tem tentado arduamente decodificar o vídeo. No entanto, a maioria dos críticos perde completamente o principal tópico subjacente.


"O vídeo é divertido, se não um pouco maluco. É certamente o vídeo de música pop mais audaz e ambicioso desde que Beyoncé lançou Lemonade na primavera do ano passado, repleto de pirotecnia e de dezenas de mudanças de figurino, mas não equivale a muito mais do que uma sucessão de imagens desconectadas".

– The Guardian, Look what you made her do: decoding the disses of Taylor Swift’s new video


O vídeo não é uma "sucessão de imagens desconectadas". Na verdade, é muito linear e coerente. No entanto, para entender a narrativa em questão, é preciso saber algumas coisas sobre a programação Monarca.

O video começa com uma Taylor Swift zumbi surgindo dos mortos.

Zumbi Swift sai do túmulo e começa a
 cantar sobre alguém que ela não gosta.


Eu não gosto de seus joguinhos
Não gosto do seu palco inclinado
O papel que você me fez fazer
De boba, não, eu não gosto de você
Eu não gosto do seu crime perfeito
De como você ri quando mente
Você disse que a arma era minha


O primeiro verso é dito ser para Kanye West e/ou Katy Perry porque ambos se apresentaram em palcos inclinados. No entanto, quando se considera o contexto do vídeo, ela também pode estar cantando para seus manipuladores que "jogam joguinhos" para programá-la e que a empurram para "os papéis que eles a colocam para fazer".

Então, vemos a zumbi Taylor enterrando a velha Taylor.


A velha Taylor Swift está morta e está sendo enterrada 
por uma nova Taylor Swift. Esta é uma imagem Monarca
 clássica que representa a criação de uma nova persona.

Essa imagem do cadáver de Taylor está justaposta com a nova persona que está deitada em diamantes.

Taylor está se banhando em diamantes e
 jóias, ao lado de uma única nota de dólar.

Na programação MK, os diamantes são usados ​​para identificar os escravos Sex-Kitten que se elevam ao nível "mais alto" e se tornam "modelos presidenciais".


"Para sinais de reconhecimento, os escravos Monarca usam diamantes para significar que são modelos presidenciais, rubis para significar sua programação Oz para prostituição e esmeraldas para significar sua programação para fazer negócios com drogas".

– Fritz Springmeier, The Illuminati Symbolism to Create Mind Control Slaves


Na próxima cena, Taylor é coroada "alta sacerdotisa" da indústria. Como? Recriando o cartão de tarô da Alta Sacerdotisa.

Taylor senta-se entre dois pilares enquanto serpentes sobem pela escada.

O cartão de tarô da Alta Sacerdotisa  retrata uma 
mulher entre os pilares maçônicos Jaquim e Boaz. 

Em artigos anteriores, afirmei que Madonna era considerada uma Sacerdotisa da indústria. Parece que Taylor já alcançou esse status também.

Mas por que essa grande sacerdotisa está cercada de cobras?

Serpentes por toda parte.

Será que as cobras representam Taylor Swift fazendo o papel de cobra depois de ter sido chamada assim por Kim Kardashian nas mídias sociais? De certo modo, sim. No entanto, considerando o contexto oculto dessa cena, as cobras também representam um conceito mais profundo. De fato, nas escolas de mistérios, a serpente está associada a Lúcifer - o portador da luz - o "salvador" que trouxe o conhecimento para Adão e Eva, convencendo-os a morder a maçã proverbial. Ela é agora uma grande sacerdotisa no sistema da elite oculta.

Em cada pilar está inscrito ET TU BRUTE, uma frase latina que é popularmente traduzida por "Até tu, Brutus?". Essas palavras foram tornadas famosas na peça de William Shakespeare, "Julius Caesar", dito por César enquanto ele estava sendo esfaqueado até a morte pelo seu amigo e protegido Brutus.

O que isso significa no contexto de Taylor Swift? Ela é o Júlio César da indústria que continua sendo esfaqueada por indivíduos mais baixos? Tanto faz. Porque, na próxima cena, entendemos que, apesar de ser uma Sacerdotisa e semelhante a Júlio César, ela ainda está sujeita à vontade de seus manipuladores.

À medida que Taylor repete o trecho da música 
"Veja o que você me fez fazer", ela bate seu carro. 

Taylor parece tão elegante enquanto bate seu 
carro. A autodestruição está tão na moda agora. 

Por que Taylor Swift canta "Olha o que você me fez fazer" enquanto bate seu carro? Quem a fez fazer isso? Quando Swift sai do carro, as coisas ficam simbolicamente claras.

Taylor está vestida com um casaco felino - a maneira de identificar
 as Beta-kitten da elite oculta. Para tornar as coisas mais óbvias, há 
um felino ao lado dela. Ela está segurando seu troféu do Grammy, 
lembrando-nos do verdadeiro custo de estar sob esse doce holofote.

Quando Swift canta "olha o que você me fez fazer", ela está realmente cantando para a indústria que a possui. Ela controla sua ascensão para o sucesso e suas quedas, empurrando-a para a auto-destruição (e até a morte), se necessário.

A próxima cena mostra claramente o que realmente significa ser uma estrela da elite.

Taylor senta-se em um balanço dentro de uma gaiola de pássaros.

Os seres humanos presos em gaiolas de pássaros são um símbolo recorrente para identificar escravos MK na cultura popular. Esse símbolo específico foi identificado várias vezes nas nossas análises.

Enquanto balança na gaiola, Taylor canta:


Eu não gosto das chaves do seu reino
Elas um dia já pertenceram a mim


Esse é um vocabulário MKULTRA flagrante. Os manipuladores na programação MK obtêm as "chaves do reino" de um escravo ao tomar controle de sua personalidade principal - seu verdadeiro eu.

Embora ela esteja bebendo champanhe e comendo lagosta
 (representando a boa vida), Taylor está presa atrás das grades, enquanto
 um grupo de guardas observa todos os seus movimentos. Ela não é livre.

As próximas cenas representam Swift como uma Beta Kitten que lidera um grupo de outras Beta-kittens.

Aqui, Taylor Swift usa uma máscara de gatinha enquanto usa 
uma camisa Gucci que possui uma cabeça felina. Na camisa estão
 as palavras "cego pelo amor". Os escravos MK são de fato cegos. 

Na cena acima, Taylor e seus seguidores ganham dinheiro com uma empresa de streaming. Foi isso o que realmente aconteceu?

Em outra cena, Taylor é a chefe de um exército de meninas. 

 Taylor fala com uma multidão de meninas
 enquanto gatinhos hipnóticos aparecem nos telões.

De acordo com a mídia de massa, essa cena estaria imitando o "time" de modelos com o qual Taylor gosta de sair. Isso pode estar correto. No entanto, as imagens são muito mais profundas do que isso.

As meninas parecem ser de plástico 
sem vida, como robôs. Novas Beta Kittens.

Como uma alta sacerdotisa, Taylor tem poder e influência sobre a próxima geração de "robôs" da indústria.

Aqui, as robôs estão no chão, sem vida e desmembradas. Mais uma vez, 
esta é uma maneira clássica de descrever os escravos MK que ficam impotentes 
fraturados. Apesar de Taylor ser colocada em uma posição de poder, ela 
usa uma enorme gargantilha, lembrando-nos de que ela também continua
 sendo uma escrava Beta.

A Velha Taylor Está Morta

O final do vídeo descreve a morte da " antiga Taylor" e o nascimento de mais uma persona.

Vestida de preto, a nova Taylor se sobressai
 entre as suas personalidades anteriores.

Enquanto canta "Look What You Made Me Do", Taylor dança
 ao estilo de Beyoncé. Sim, eles a fizeram dançar assim, e, também, 
eles mandaram-na fazer aquele sinal sutil do "um olho". 

A próxima cena é outro clássico simbolismo monarca.

Swift se afasta de um carro explodindo 
enquanto usa o uniforme Beta Kitten.

Esta cena é mais um cliché da indústria Monarca. Precisa de um exemplo? Ok, aqui está a cena final do vídeo de Iggy Azalea, "Change Your Life".

Iggy Azalea se afasta de um carro em chamas enquanto está vestindo 
uma blusa com um grande Olho que tudo vê (símbolo dos escravos da 
indústria). O clube de striptease é chamado "Cheetahs" - uma referência
 à programação Beta Kitten. Veja o meu artigo sobre este vídeo aqui.

Então Taylor diz:


"Me desculpe, a velha Taylor não pode vir ao telefone agora".

"Por quê? Porque ela está morta!"


O vídeo termina com as múltiplas personas de Taylor Swift discutindo uma com a outra.

Ao longo dos anos e com cada álbum, Taylor trocou estilos
 e personas. Nesta cena, todas elas discutem uma com as outras, 
mostrando como elas são diferentes e criadas artificialmente.

Em um momento, a Taylor zumbi diz a Taylor dos primeiros dias:


"Parem de agir como se vocês fossem todas legais. Vocês são tão falsas".


Esse é o objetivo de tudo. Tudo a respeito dela é falso. Ela sempre será remoldada e remoldada para atender a vontade de seus manipuladores. Qual delas é a Taylor real? Quem é que sabe? Oh, seus manipuladores sabem.

Conclusão

Alguns podem dizer: "Cara, você está exagerando. Esse vídeo é sobre Taylor Swift dando o troco em Kanye, Kim, Katy, Calvin e outros. É isso aí. Eu li isso no E!Online, então eu já sei tudo, cara." Mas, irmão, pense nisso por um segundo. Kanye entrou num completo colapso no ano passado e foi internado num hospital à força. Ele supostamente sofreu perda de memória e ainda não se recuperou. Toda a família Kardashian/Jenner tem estado, há anos, relacionada a tudo sobre a programação Beta-Kitten e Katy Perry tem sido uma ferramenta da elite há anos. Em suma, estamos testemunhando marionetas insultando outras marionetas. Nos bastidores, os mestres de marionetes são os mesmos. Não há uma "treta" de verdade, apenas dramas ridículos e fabricados de pessoas que vivem em um ambiente tóxico.

Como em tudo na história, a verdade sobre LWYMMD está no simbolismo. Através de imagens fortes, o vídeo retrata Taylor Swift em ascensão num sistema sinistro de controle e exploração. Estrelas como Taylor estão à mercê das pessoas que as controlam. E quando esses artistas são mandados fazer algo, seja construtivo ou autodestrutivo, eles ou fazem ou entram em colapso. E quando eles o fazem, tudo o que podem dizer é: "Olha o que você me fez fazer".

Fonte: VC

Veja Mais
O Verdadeiro Significado do Vídeo de Taylor Swift "Style"
A Apresentação de Taylor Swift no AMA 2012 - Um Típico Ritual de Iniciação


O Simbolismo Illuminati no American Music Awards 2014

sábado, 29 de novembro de 2014 22 comentários

O American Music Awards 2014 contou com estrelas como Taylor Swift, Iggy Azalea e Jennifer Lopez. Embora esses artistas pertençam a diferentes gêneros musicais, todos estavam cantando a mesma canção: "Nós somos peões da elite". Caso em questão: Suas performances estavam repletas de simbolismo Illuminati.

Assistir a uma premiação é uma experiência estonteante e entorpecente para a maioria das pessoas, mas elas se tornam uma experiência verdadeiramente revoltante para aqueles que entendem seu simbolismo subjacente. No artigo sobre o VMA 2014, expliquei que esse show foi sobre a "sexualização excessiva trazida por fantoches da indústria da música". Embora produzido por outra rede de televisão, o American Music Awards 2014 foi uma continuação perfeita dessa tendência. Os mesmos poucos artistas tiveram a exposição que eles tanto anseiam ao subirem ao palco e se apresentarem (aqueles que estão sempre sob os holofotes), vimos as mesmas celebridades no meio da multidão reagindo exageradamente a canções medíocres (assistir a Taylor Swift ou as irmãs Jenner dançando um novo single é uma ótima maneira de levar as pessoas a fazer o download no iTunes) e a mesma mensagem é finalmente trazida: para fazer sucesso na indústria, você tem que promover a mensagem da elite.

Vamos analisar as mensagens degradantes e desumanas que foram servidas ao público durante o AMA 2014.

Taylor Swift mata um Bando de Homens 

O AMA começou com o ídolo da América suburbana: Taylor Swift. As meninas a amam porque ela é tão "legal e realista". Matar ritualisticamente um bando de homens de maneiras terríveis é algo "legal e realista"? Bem, foi essa a sua performance... E eu não sei se muitos "swifties" (sim, é assim que os fãs de Taylor Swift são chamados) entenderam essa mensagem. Taylor Swift não é mais a artista  humilde que dedilhava o violão - ela está no pop Illuminati agora.

Durante a performance de seu single "Blank Space", Swift faz o papel de uma mulher rica devoradora de homens.

  A performance começa com Swift sentada em uma sala de jantar 
elegante com algum pobre coitado. Observe o padrão dualista no fundo
 que se refere à conotação ritualística do ato.

  A sala, em seguida, estende-se para baixo e revela o terrível 
destino dos homens na pintura. Eles são suas vítimas do passado. 

 Swift, em seguida, dá uma maçã vermelha para o pobre coitado 
(a cor é importante), que imediatamente come como um idiota e
 morre. Assassinato é legal quando Taylor Swift faz.

Todo o cenário é feito de um padrão preto e branco dualista justaposto com objetos que são vermelhos, a cor do sacrifício de sangue. Passando-se em uma mansão elegante, a performance refere-se aos sacrifícios de sangue que a elite oculta gosta de fazer.

Swift detém uma rosa vermelha que está pegando fogo. 
Ela possui uma chama em sua outra mão, insinuando a feitiçaria 
mortal envolvida em seus assassinatos.

  Os dançarinos são realmente homens mortos que foram mortos por Swift. Um 
olhar mais atento em seus trajes durante a apresentação revela que um deles
 foi atropelado por um carro, outro foi baleado várias vezes no peito e outro 
foi estrangulado. Muito legal. Observe as cortinas vermelhas no fundo.

Essa performance é mais um exemplo da elite querendo fazer a morte e o assassinato algo legal e sexy.

  Alguém está batendo na porta vermelha de Taylor (que foi 
arranhada por alguém que tentou escapar). Quem poderia ser?

Outro pobre coitado. *** Aplausos para Taylor Swift! ***

A boa e saudável Taylor Swift fez o papel de uma rica senhora de elite que sacrifica homens dentro de uma grande mansão. Os "swifities" gostaram de tudo isso!

Charli XCX 

Charli XCX é claramente uma nova favorita da indústria da música. Sua performance no AMA foi uma ocasião perfeita para "introduzi-la" para o público americano. O resultado? Outra performance ritualística codificada com cores para simbolizar uma iniciação à indústria da música.

  Charli começou a performance vestida com um vestido virginal em um
 cenário semelhante a de um baile de formatura da escola. Tanta inocência.

  Na música seguinte, ela tira o vestido para revelar uma 
roupa preta. Seu nome aparece em letras pegajosos brancas
 no fundo... o que é nada sexual de jeito algum. 

A performance segue a narrativa clássica da "boa menina virou má" - onde a artista começa vestindo branco, parecendo um pouco pura para depois se transformar em uma bomba sexual vestida de preto. Britney Spears, Rihanna, Beyoncé, Lady Gaga, Taylor Swift e muitas outras estrelas pop passaram por essa narrativa em um ponto ou outro de sua carreira.

 Charli terminou sua performance com sua virilha na cara de um rapaz 
com máscaras de coelho. Bem-vindo à indústria da música, Charli! 

Iggy Azalea - P*ssy Power 

Como se para enfatizar o fato de que somente um seleto grupo fica nos holofotes, Charli XCX voltou ao palco com Iggy Azalea... que mais tarde teve Jennifer Lopez.

Iggy começou a sua performance fazendo uma conferência de imprensa de brincadeira, mas cercada por um logotipo muito simbólico.

 Este poderia ser o logotipo oficial da programação Sex Kitten. O rosto de um gato 
que tem um raio (representando o eletrochoque) dividindo a cabeça na metade
 (representando a fragmentação da psique dos escravos MK).

Debaixo da cabeça do gatinho eletrocutado está a palavra "poder", o que é quase irônico, pois nenhum desses escravos tem qualquer poder sobre suas vidas.

A segunda canção apresentada por Iggy foi "Beg for It" (Implorar por Isso) e sua letra está em linha perfeita com sua persona Beta-kitten. As primeiras palavras da canção praticamente se referem a ela ser uma prostituta.


Chego com a aparência perfeita, baby 
O preço é alto, mas eu valho a pena, baby 
 

As primeiras palavras do segundo verso explicam o que logotipo do gato "P*ssy Power" significa. Embora seja possível interpretar isso como uma marca de feminismo mentalmente desafiadora, a marca é, na verdade, sobre ser uma Beta-kitten.


P*ssy Power, me paga a cada hora.


A capa do single "Beg For It" apresenta Azalea e um felino
 atrás dela - o que representa o seu alter-persona Beta-kitten. 

Sim, eu estava "implorando por isso"... Implorando para que essa música terminasse.

Todos os Olhos de Fergie 

Em seguida, Fergie entrou no palco para apresentar seu single "LA Love", que é sobre amar Los Angeles. Não há necessidade de incorporar um monte de símbolos Illuminati nisso, certo? Errado. Seu videoclipe e sua performance no AMA foram banhados de simbolismo Illuminati.

 A performance de Fergie começou com um monte de Olhos Que
 Tudo Vê assustadores piscando no escuro, como se a elite ocultista
 estivesse dizendo: "Nós estamos de olho em você". 

 O vídeo da música de Fergie e sua performance no AMA ambos giram em
 torno de um único objeto: Um ônibus estranho e colorido com uma "entrada"
 mais estranha ainda. Por que tanta ênfase nessa "entrada"? Porque 
é uma réplica da entrada de um templo maçônico. 

Fergie se apresenta na frente de uma entrada feita de dois pilares - na qual estão desenhados Olhos que Tudo Vê - com um triângulo em cima. Esse é um projeto clássico utilizado nas imagens e arquiteturas maçônicas.

  Aqui estão duas pinturas maçônicas que apresentam entradas
 maçônicas feitas de colunas que sustentam um triângulo. Ambas 
as imagens têm um Olho Que Tudo Vê acima. 

 As entradas de duas lojas maçônicas reais. 

No final de sua performance, Fergie tirou algumas de suas roupas (ela realmente não precisa) e ficou entre os dois pilares. Será que ela estava se preparando para sua iniciação?

J-Lo tentando permanecer Relevante 

Jennifer Lopez está procurando ser uma estrela relevante na indústria da música novamente. O que ela deve fazer? Passo 1: Faça uma canção chamada "Booty" feat. Iggy Azalea. Passo 2: Promova a programação Kitten.

  J-Lo de quatro, enquanto estampas felinas são projetadas
 sobre ela. Sim, isso é outro olá à programação kitten. 

Mas espere, essa cena não é um pouco familiar?

 Esta é uma cena do vídeo "Partition" da Beyonce. Ela está dançando 
como uma stripper enquanto estampas de animais são projetadas sobre ela. 

Será que a equipe de J-Lo não tem imaginação? Não é isso. A semelhança é porque a equipe de J-Lo é, na verdade, a equipe de Beyonce, que também é a equipe de Iggy Azalea. Elas são todas peões do mesmo grupo que os usa para promover seus códigos específicos.

  Para passar a mensagem Beta-kitten da performance, Iggy Azalea e 
Jennifer Lopez se apresentam em torno de um stripper pole, enquanto 
padrões dualistas são projetados sobre elas. Belas modelos 
para as mulheres jovens em todo o mundo. 

Conclusão 

Quer seja o MTV Video Music Awards, o Grammy ou American Music Awards, estive analisando essas premiações por anos (enquanto também tentava esconder a minha aversão por elas), pois são todas um espelho da indústria da música. Esses shows são de fato um reflexo claro dos rituais, dos símbolos e da agenda da elite. Se alguém ler todos os meus artigos sobre essas premiações, um padrão claro e óbvio emergirá - que não pode ser ignorado ou descrito como "coincidência".

As premiações não existem para premiar os artistas mais merecedores, elas são um evento de mídia cuidadosamente planejado que celebra aqueles por trás da indústria da música... E essas pessoas são simplesmente doentias. O AMA 2014 foi uma mistura profana de sexualização excessiva e desumanização, salpicada com rituais velados e simbolismo oculto. E todo esse lixo foi intercalado com cenas rápidas das Kardashians dançando com um olhar vazio em seus rostos. Em suma, se você não assistiu a essa premiação, você fez a coisa certa.
 

Fonte: VC

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