Se houvesse um prêmio para o cartão de Natal com menos cara de cartão de Natal na história do mundo, eu acredito que o cartão de Natal Kardashian 2013 levaria o prêmio. Dirigido pelo fotógrafo de moda elitista David Lachapelle, o cartão é uma soma bastante sombria e deprimente do mundo do entretenimento - uma indústria governada por uma elite sombria que está transformando a cultura popular em um terreno baldio tóxico preenchido com celebridades vazias, como as Kardashians.
A grande panorâmica do cartão está cheia de simbolismo e referências descrevendo tudo o que a indústria de entretenimento Illuminati é. A foto se passa em um cinema abandonado, um que parece destruído e vandalizado. Veja o cartão na imagem acima (clique para ampliar) .
Há muita coisa acontecendo ali, então vamos olhar para ele da esquerda para a direita.
Primeiro, há Kim Kardashian posando com uma roupa reveladora. Suas
curvas são a principal razão pela qual toda a sua família é famosa agora.
É talvez por isso que há um grande sinal de dólar ao lado dela.
Por trás das irmãs Jenner estão duas pirâmides Illuminati, completas com o
Olho Que Tudo Vê. O cartão não poderia ser mais claro sobre quem é o "dono" de toda esta família. Espalhados pelo cartão estão manequins desmembrados, um símbolo que é usado frequentemente para representar o Controle Mental,
uma prática que é bastante na indústria do entretenimento Illuminati.
Kylie (esquerda) usa um cocar em forma de vulva fazendo-a parecer como uma espécie de sacerdotisa. As irmãs estão sobre uma pilha de revistas de "culto a celebridades", o lixo sobre o qual suas carreiras são construídas (Kanye retratado como Jesus na capa da Rolling Stones faz parte do mesmo). Por trás das irmãs (na base da pirâmide) está uma quase irônica caixa
de Wheaties, com Bruce Jenner quando ele era um atleta olímpico.
Khloe Kardashian posa sentada no banco de trás de um carro (por quê?), enquanto o
filho de Kourtney Mason deita em cima, com um olhar de como se a vida fosse uma
chatice para ele. Acima deles está um boneco de papelão parecendo o menino Jesus,
com uma glória em torno de sua cabeça. Será que é o bebê North West? A matriarca
da família, Kris Jenner, parece com algum tipo de rainha do Egito, enquanto
Bruce, em angústia, está preso em um tubo, a ponto de ficar sem ar. Entre elas há a palavra "caixa", talvez tudo isso signifique transações de dinheiro. Acima de ambos está marcada a palavra "fama", o que implica que eles estão prontos para fazer o que for preciso para serem famosos.
Ao lado de Bruce está um manequim desmembrado vestindo
suas medalhas olímpicas. Será que Bruce perdeu seu status de
"herói" para se tornar um fantoche encapsulado
da indústria do entretenimento?
Contrastando com a obsessão da família pela a fama e a fortuna, há imagens de mães e bebês africanos no fundo. É claro que ninguém parece se preocupar com eles, o mundo prefere fofocar sobre a família que é "famosa por ser famosa".
Em suma, isso resume qual é a cultura popular do cartão em 2013: Illuminati, o controle mental, a superficialidade, a exploração de crianças, o entorpecimento mental por todos os lados e o desperdício de tempo com idiotices. Feliz Natal!
O vídeo de Taylor Swift "Look What You Made Me Do" parece ser sobre ela tirar sarro de seus desafetos e dela mesma. No entanto, o simbolismo do vídeo refere-se diretamente ao lado sinistro da indústria do entretenimento e sua obsessão pelo controle mental.
Taylor Swift não é nova no jogo. No VMA 2009, mencionei que Taylor fez parte de um mega-ritual televisionado. O evento foi sua "iniciação" na indústria do entretenimento. Depois de ter sido "humilhada" por Kanye West durante um discurso, Taylor ressurgiu, vestida de vermelho, como uma artista nova e consagrada. A partir daí, o trabalho de Taylor começou a ser contaminado pelos códigos e simbolismos da elite oculta.
Assista à análise em vídeo:
Oito anos depois, no VMA 2017, Taylor Swift estreia seu novo vídeo "Look What You Made Me Do" (conhecido como LWYMMD no Twitter). A mensagem do vídeo não poderia ser mais clara: ela agora é uma escrava total da indústria.
A maioria das fontes da mídia que tentaram "decodificar" esse vídeo apontou apenas os "shades" dirigidos a Kanye West, Kim Kardashian, Katy Perry e a seu ex-namorado Calvin Harris. No entanto, ao fazer isso, eles ignoram cerca de 90% das imagens do vídeo. Há algo mais além acontecendo.
Para aqueles que já estão cientes, o vídeo pode ser visto quase como um "tudo o que você precisa saber sobre o simbolismo MK". De fato, o vídeo aborda muitas imagens e conceitos que têm sido discutidos neste site há anos. Aqueles que governam a indústria do entretenimento precisam fazer a cultura monarca estar constantemente na vanguarda da cultura popular. Agora é a vez de Taylor Swift trazê-la em pleno vigor, com um vídeo que está quebrando recordes no YouTube e no Spotify.
LWYMMD é, de fato, um manifesto monarca bastante óbvio. (Se você nunca ouviu falar da programação Monarca, uma subseção do projeto MKULTRA da CIA, leia este artigo primeiro).
O objetivo principal da programação Monarca é programar escravos criando várias personas que podem ser ativadas quando quiserem. A programação Beta (também programação Sex-Kitten) é usada para criar escravos sexuais a fim de serem traficados no submundo da elite oculta.
Notícia rápida: a indústria do entretenimento está cheia de Beta Kittens.
Notícia rápida: A elite se gaba disso nos meios de comunicação usando artistas como Taylor Swift.
Eles a Fizeram Fazer Isso
Para entender o verdadeiro conceito do vídeo, não é necessário analisar muito além do título, que em português traduz-se por "Veja o que você me fez fazer". Isto é, os manipuladores da indústria controlam Taylor Swift e a fazem fazer o que for necessário para promoverem suas agendas.
O vídeo descreve simbolicamente o que acontece com estrelas que ficam presas nos níveis mais altos do setor do entretenimento ocultista. Embora recebam um sucesso insano, elas também se tornam escravas da indústria, sem vida própria. Seu som, imagem e até mesmo sua personalidade são moldados à vontade daqueles que estão nos bastidores.
O vídeo não apenas retrata Taylor como uma escrava da indústria, mas também anuncia que ela "subiu" paradoxalmente ao status de "Grande Sacerdotisa". Parece ridículo? Talvez fosse ridículo... se o vídeo não fosse tão direto.
O Vídeo
A mídia de massa tem tentado arduamente decodificar o vídeo. No entanto, a maioria dos críticos perde completamente o principal tópico subjacente.
"O vídeo é divertido, se não um pouco maluco. É certamente o vídeo de música pop mais audaz e ambicioso desde que Beyoncé lançou Lemonade na primavera do ano passado, repleto de pirotecnia e de dezenas de mudanças de figurino, mas não equivale a muito mais do que uma sucessão de imagens desconectadas".
– The Guardian, Look what you made her do: decoding the disses of Taylor Swift’s new video
O vídeo não é uma "sucessão de imagens desconectadas". Na verdade, é muito linear e coerente. No entanto, para entender a narrativa em questão, é preciso saber algumas coisas sobre a programação Monarca.
O video começa com uma Taylor Swift zumbi surgindo dos mortos.
Zumbi Swift sai do túmulo e começa a
cantar sobre alguém que ela não gosta.
Eu não gosto de seus joguinhos
Não gosto do seu palco inclinado
O papel que você me fez fazer
De boba, não, eu não gosto de você
Eu não gosto do seu crime perfeito
De como você ri quando mente
Você disse que a arma era minha
O primeiro verso é dito ser para Kanye West e/ou Katy Perry porque ambos se apresentaram em palcos inclinados. No entanto, quando se considera o contexto do vídeo, ela também pode estar cantando para seus manipuladores que "jogam joguinhos" para programá-la e que a empurram para "os papéis que eles a colocam para fazer".
Então, vemos a zumbi Taylor enterrando a velha Taylor.
A velha Taylor Swift está morta e está sendo enterrada
por uma nova Taylor Swift. Esta é uma imagem Monarca
clássica que representa a criação de uma nova persona.
Essa imagem do cadáver de Taylor está justaposta com a nova persona que está deitada em diamantes.
Taylor está se banhando em diamantes e
jóias, ao lado de uma única nota de dólar.
Na programação MK, os diamantes são usados para identificar os escravos Sex-Kitten que se elevam ao nível "mais alto" e se tornam "modelos presidenciais".
"Para sinais de reconhecimento, os escravos Monarca usam diamantes para significar que são modelos presidenciais, rubis para significar sua programação Oz para prostituição e esmeraldas para significar sua programação para fazer negócios com drogas".
– Fritz Springmeier, The Illuminati Symbolism to Create Mind Control Slaves
Na próxima cena, Taylor é coroada "alta sacerdotisa" da indústria. Como? Recriando o cartão de tarô da Alta Sacerdotisa.
Taylor senta-se entre dois pilares enquanto serpentes sobem pela escada.
O cartão de tarô da Alta Sacerdotisa retrata uma
mulher entre os pilares maçônicos Jaquim e Boaz.
Em artigos anteriores, afirmei que Madonna era considerada uma Sacerdotisa da indústria. Parece que Taylor já alcançou esse status também.
Mas por que essa grande sacerdotisa está cercada de cobras?
Serpentes por toda parte.
Será que as cobras representam Taylor Swift fazendo o papel de cobra depois de ter sido chamada assim por Kim Kardashian nas mídias sociais? De certo modo, sim. No entanto, considerando o contexto oculto dessa cena, as cobras também representam um conceito mais profundo. De fato, nas escolas de mistérios, a serpente está associada a Lúcifer - o portador da luz - o "salvador" que trouxe o conhecimento para Adão e Eva, convencendo-os a morder a maçã proverbial. Ela é agora uma grande sacerdotisa no sistema da elite oculta.
Em cada pilar está inscrito ET TU BRUTE, uma frase latina que é popularmente traduzida por "Até tu, Brutus?". Essas palavras foram tornadas famosas na peça de William Shakespeare, "Julius Caesar", dito por César enquanto ele estava sendo esfaqueado até a morte pelo seu amigo e protegido Brutus.
O que isso significa no contexto de Taylor Swift? Ela é o Júlio César da indústria que continua sendo esfaqueada por indivíduos mais baixos? Tanto faz. Porque, na próxima cena, entendemos que, apesar de ser uma Sacerdotisa e semelhante a Júlio César, ela ainda está sujeita à vontade de seus manipuladores.
À medida que Taylor repete o trecho da música
"Veja o que você me fez fazer", ela bate seu carro.
Taylor parece tão elegante enquanto bate seu
carro. A autodestruição está tão na moda agora.
Por que Taylor Swift canta "Olha o que você me fez fazer" enquanto bate seu carro? Quem a fez fazer isso? Quando Swift sai do carro, as coisas ficam simbolicamente claras.
Taylor está vestida com um casaco felino - a maneira de identificar as Beta-kitten da elite oculta. Para tornar as coisas mais óbvias, há
um felino ao lado dela. Ela está segurando seu troféu do Grammy,
lembrando-nos do verdadeiro custo de estar sob esse doce holofote.
Quando Swift canta "olha o que você me fez fazer", ela está realmente cantando para a indústria que a possui. Ela controla sua ascensão para o sucesso e suas quedas, empurrando-a para a auto-destruição (e até a morte), se necessário.
A próxima cena mostra claramente o que realmente significa ser uma estrela da elite.
Taylor senta-se em um balanço dentro de uma gaiola de pássaros.
Os seres humanos presos em gaiolas de pássaros são um símbolo recorrente para identificar escravos MK na cultura popular. Esse símbolo específico foi identificado várias vezes nas nossas análises.
Enquanto balança na gaiola, Taylor canta:
Eu não gosto das chaves do seu reino
Elas um dia já pertenceram a mim
Esse é um vocabulário MKULTRA flagrante. Os manipuladores na programação MK obtêm as "chaves do reino" de um escravo ao tomar controle de sua personalidade principal - seu verdadeiro eu.
Embora ela esteja bebendo champanhe e comendo lagosta
(representando a boa vida), Taylor está presa atrás das grades, enquanto
um grupo de guardas observa todos os seus movimentos. Ela não é livre.
As próximas cenas representam Swift como uma Beta Kitten que lidera um grupo de outras Beta-kittens.
Aqui, Taylor Swift usa uma máscara de gatinha enquanto usa
uma camisa Gucci que possui uma cabeça felina. Na camisa estão
as palavras "cego pelo amor". Os escravos MK são de fato cegos.
Na cena acima, Taylor e seus seguidores ganham dinheiro com uma empresa de streaming. Foi isso o que realmente aconteceu?
Em outra cena, Taylor é a chefe de um exército de meninas.
Taylor fala com uma multidão de meninas
enquanto gatinhos hipnóticos aparecem nos telões.
De acordo com a mídia de massa, essa cena estaria imitando o "time" de modelos com o qual Taylor gosta de sair. Isso pode estar correto. No entanto, as imagens são muito mais profundas do que isso.
As meninas parecem ser de plástico e sem vida, como robôs. Novas Beta Kittens.
Como uma alta sacerdotisa, Taylor tem poder e influência sobre a próxima geração de "robôs" da indústria.
Aqui, as robôs estão no chão, sem vida e desmembradas. Mais uma vez,
esta é uma maneira clássica de descrever os escravos MK que ficam impotentes
e fraturados. Apesar de Taylor ser colocada em uma posição de poder, ela
usa uma enorme gargantilha, lembrando-nos de que ela também continua
sendo uma escrava Beta.
A Velha Taylor Está Morta
O final do vídeo descreve a morte da " antiga Taylor" e o nascimento de mais uma persona.
Vestida de preto, a nova Taylor se sobressai entre as suas personalidades anteriores.
Enquanto canta "Look What You Made Me Do", Taylor dança
ao estilo de Beyoncé. Sim, eles a fizeram dançar assim, e, também,
eles mandaram-na fazer aquele sinal sutil do "um olho".
A próxima cena é outro clássico simbolismo monarca.
Swift se afasta de um carro explodindo
enquanto usa o uniforme Beta Kitten.
Esta cena é mais um cliché da indústria Monarca. Precisa de um exemplo? Ok, aqui está a cena final do vídeo de Iggy Azalea, "Change Your Life".
Iggy Azalea se afasta de um carro em chamas enquanto está vestindo
uma blusa com um grande Olho que tudo vê (símbolo dos escravos da
indústria). O clube de striptease é chamado "Cheetahs" - uma referência
"Me desculpe, a velha Taylor não pode vir ao telefone agora". "Por quê? Porque ela está morta!"
O vídeo termina com as múltiplas personas de Taylor Swift discutindo uma com a outra.
Ao longo dos anos e com cada álbum, Taylor trocou estilos
e personas. Nesta cena, todas elas discutem uma com as outras,
mostrando como elas são diferentes e criadas artificialmente.
Em um momento, a Taylor zumbi diz a Taylor dos primeiros dias:
"Parem de agir como se vocês fossem todas legais. Vocês são tão falsas".
Esse é o objetivo de tudo. Tudo a respeito dela é falso. Ela sempre será remoldada e remoldada para atender a vontade de seus manipuladores. Qual delas é a Taylor real? Quem é que sabe? Oh, seus manipuladores sabem.
Conclusão
Alguns podem dizer: "Cara, você está exagerando. Esse vídeo é sobre Taylor Swift dando o troco em Kanye, Kim, Katy, Calvin e outros. É isso aí. Eu li isso no E!Online, então eu já sei tudo, cara." Mas, irmão, pense nisso por um segundo. Kanye entrou num completo colapso no ano passado e foi internado num hospital à força. Ele supostamente sofreu perda de memória e ainda não se recuperou. Toda a família Kardashian/Jenner tem estado, há anos, relacionada a tudo sobre a programação Beta-Kitten e Katy Perry tem sido uma ferramenta da elite há anos. Em suma, estamos testemunhando marionetas insultando outras marionetas. Nos bastidores, os mestres de marionetes são os mesmos. Não há uma "treta" de verdade, apenas dramas ridículos e fabricados de pessoas que vivem em um ambiente tóxico.
Como em tudo na história, a verdade sobre LWYMMD está no simbolismo. Através de imagens fortes, o vídeo retrata Taylor Swift em ascensão num sistema sinistro de controle e exploração. Estrelas como Taylor estão à mercê das pessoas que as controlam. E quando esses artistas são mandados fazer algo, seja construtivo ou autodestrutivo, eles ou fazem ou entram em colapso. E quando eles o fazem, tudo o que podem dizer é: "Olha o que você me fez fazer".
O VMA 2014 esteve focado em um único tema - um tema que foi expressado utilizando a maior parte das estrelas do show. De Nicki Minaj e Ariana Grande a Iggy Azalea e Beyonce, a imagem e o som do VMA foi sobre a mesma coisa: a "sexualização" excessiva trazida pelos fantoches Illuminati.
O VMA do ano passado foi todo sobre Miley Cyrus agindo como uma Beta kittentotalmente programada. Este ano, quase todos as artistas que subiram ao palco estavam também agindo como Beta kittens programadas. Quando os "destaques" de uma cerimônia de premiação são os implantes de bumbum de Nicki Minaj e (provavelmente) Iggy Azalea, você já sabe que não haverá muita substância lá. Após o show, a MTV informou como "notícia" o que Austin Mahone disse sobre Nicki Minaj:
"Sua bunda estava enorme. Isso era tudo que eu consegui me concentrar."
Isso resume muito bem o VMA 2014: um público estupefato olhando para bumbuns por algumas horas, misturados com alguns fantoches da indústria recebendo troféus brilhantes. Embora alguns espectadores possam dizer "Isso foi incrível!", não vamos esquecer que o público-alvo da MTV nasceu por volta do ano 2000. Eles são os que cresceram vendo isso, absorvendo essas imagens e sons. E as imagens e sons do VMA 2014 enviaram uma mensagem clara para esses jovens.
"Oversexualization", do inglês, significa, simplesmente, "sexualizar excessivamente". Sim, fazer amor é uma parte maravilhosa da vida, mas quando esse ato é banalizado, corrompido, explorado e vendido para as mentes dos jovens imaturos isso pode produzir efeitos psicológicos e interpessoais negativos ao longo da vida. No entanto, para a elite oculta, esses efeitos são desejáveis porque produzem uma população com "moral frouxa", que é exatamente o tipo de população que eles estão procurando criar.
Um gigante e assustador Olho Que Tudo Vê está permitin-
do que você saiba que a elite está patrocinando esse fiasco.
Como de costume, o VMA contou com uma pequena seleção de artistas. Até mesmo o público estava concentrado apenas em algumas pessoas, ou seja, Katy Perry, Taylor Swift, e Kim Kardashian. Em suma, o VMA 2014 foi todo sobre as kittens da indústria.
Aqui está um olhar para as principais estrelas do VMA e sua mensagem principal. Você provavelmente vai perceber que elas são todas semelhantes, quase como se estivessem controladas pelas mesmas pessoas. Notícia rápida: Elas realmente estão.
Ariana Grande
Ariana Grande é mais uma estrela de TV infantil
que se transformou em uma kitten da indústria.
Ariana Grande foi a rainha do olhar "eu sou tão jovem e inocente" durante sua carreira na televisão (veja o post sobre Ariana Grande aqui). Esse olhar agora foi combinado com trajes pequenos para agradar pervertidos ao redor do mundo. Até mesmo o apresentador do programa, Jay Farrow, comentou sobre a sensação de desconforto causada pela performance de Ariana.
Ariana Grande está arrasando agora. Eu estou atraído por ela e, você sabe,
eu me sinto um pouco estranho com isso, porque... ela parece muito novinha, não é? Você não pode ser um homem crescido que gosta de "Sam e Cat", assim como seu sobrinho de cinco anos. Ele fala assim: "Tio, eu gosto dela". E eu: "Eu gosto dela também querido, ela é
incrível".
"Sam e Cat" foi um programa da Nickelodeon
popular entre as crianças menores de 12 anos.
A co-estrela de Ariana, Jennette McCurdy, causou controvérsia quando
selfies reveladores "vazaram" online. Mais uma vez, os jovens fãs testemu-
nharam a transformação de uma jovem garota que eles idolatravam em
um produto da indústria Beta Kitten.
Ariana Grande está recebendo um grande impulso da indústria para lançar sua carreira. Sem surpresa, ela já está promovendo as mensagens e simbolismo que vêm com o ser um fantoche da indústria.
Em seu vídeo "Break Free", a Árvore da Vida Cabalística é usada para lançar
a nave espacial. Não ao contrário de Madonna, Britney Spears e outras kittens
da indústria, Ariana Grande está na "Cabala de Hollywood".
O selo oficial de peão da indústria.
Nicki Minaj
Releia o título deste artigo para entender completamente esta imagem.
Conforme documentado em vários artigos neste site, Nicki Minaj tem sido usada para promover todos os tipos de agendas nos últimos anos. Seu mais recente single, "Anaconda", é uma continuação daquilo que a indústria quer que ela faça. Sua música tem trechos de "Baby Got Back" de Sir Mix-A-Lot e usa várias vezes o verso "Minha anaconda não quer nada, a menos que você tenha pães", que pode ser traduzido para "Você não vai atrair os caras, se você não tiver um gigantesco bumbum como o de Nicki Minaj". Quando Sir Mix-A-Lot cantava esse verso na canção original parecia até meio engraçado, mas, no contexto da canção de Minaj, tornou-se uma maneira de fazer as jovens se sentirem inadequadas.
Se você for capaz de não se concentrar exclusivamente em sua bunda e ouvir a letra, você vai perceber que cada verso fala sobre Nicki com um cara diferente. Porque ele tem dinheiro. Bastante motivador.
Esse cara chamado Michael costumava comprar motos P*nis maior do que uma torre, não estou falando sobre a Eiffel
Um verdadeiro cara patriarca, me deixa brincar com sua espingarda
A garota aqui botou ele pra dormir, agora ele está me chamando de remédio NyQuil Agora esse bangue bangue bangue, eu o deixei transar porque ele vende cocaína Ele faz sexo oral como se seu nome fosse Romaine E quando a gente termina, eu faço ele me comprar alface Estou no meio de algumas idiotices
O último verso desse trecho é bastante verdade. Mas as coisas ficam piores. Uma parte da música diz repetidamente: "Oh. Meu. Meu Deus. Olhe para a bunda dela". Entretanto, durante sua performance Nicki balançou seu traseiro cirurgicamente ampliado continuamente. É nesses momentos de clareza em que você percebe que a nossa civilização atingiu um novo patamar cultural e que não estamos longe do estilo de decadência romano.
Claro, pode-se dizer: "É uma música divertida sobre bundas grandes! Supere isso companheiro!". Bom, tudo bem, amigo. Vamos olhar para a outra performance dada por Minaj:
Usher encosta a cabeça na traseira de Minaj e depois dá um tapinha nela.
Não era apenas uma canção. A premiação inteira foi sobre vender essas coisas através de fantoches da indústria.
O selo oficial de peão da indústria.
Jessie J
Jessie J e as amigas após a performance de "Bang Bang".
Como se para destacar a verdadeira mensagem da premiação,
Nicki Minaj mal conseguia segurar suas roupas.
Por alguma razão, Jessie J é sempre convidada a grandes eventos. Talvez seja porque ela sempre esteve comprometida com a Agenda Illuminati. Neste caso, sua música "Bang Bang" se encaixa perfeitamente no tema principal do VMA 2014. Aqui está o refrão da música:
Bangue-bangue, no quarto (eu sei que você quer)
Bangue-bangue, todinho em você (vou deixar você ter)
Espere um minuto, vou te levar para lá (ah)
Espere um minuto, vou te contar
Bangue-bangue, lá vai o seu coração (eu sei que você quer)
No banco de trás do meu carro (vou deixar você ter isso)
Espere um minuto, vou te levar para lá (ah)
Espere um minuto, vou te contar
Jessie J é apenas mais um fantoche vendendo essas mensagens para os jovens.
O selo oficial de peão da indústria.
Iggy Azalea e Rita Ora
Iggy Azalea desceu o nível durante a apresentação de "Black Widow".
Iggy Azalea e Rita Ora ambas já foram destaques no KIP porque promovem a Agenda Illuminati (veja meu vídeo falando sobre Iggy). No VMA, ela cantou a música "Black Widow", que é o nome de peçonhentas aranhas fêmeas que comem os machos após o acasalamento. Adivinha sobre o que a canção fala? Sim, copular com um cara e matá-lo depois. Cópula vingativa e má misturada com a morte. Esse é o tipo de porcaria que a indústria gosta de promover.
Duas artistas, dois selos oficiais de peões da indústria.
Beyonce
Um monte de pernas espalhadas durante esta premiação.
Não diferente dos VMAs dos últimos anos, Jay-Z e Beyoncé atuaram como a "família real" da premiação. Beyoncé recebeu o prêmio Video Vanguard e começou a apresentar uma série de canções. Beyonce sendo premiada nessa edição do VMA faz sentido, já que durante anos ela foi a figura principal da indústria kitten. Como dito em vários artigos neste site, Beyoncé tem sido usada para promover todos os aspectos da agenda da elite.
Como esperado, a performance de Beyoncé ficou bastante atrevida e explícita. Aqui está um trecho de sua música "Partition".
Motorista suba a divisória, por favor
Motorista suba a divisória, por favor
Não preciso que você veja "Yonce de joelhos'
Foram necessários 45 minutos para ficar arrumada
Nem vamos conseguir chegar nessa balada
Agora o meu rímel está escorrendo
O batom vermelho borrado
Oh ele está tão excitado, ele quer transar
Ele desabotoou todos os meus botões e rasgou minha blusa
Ele, no estilo da Monica Lewinsky, estava no meu vestido
Isso foi entrelaçado de uma forma um pouco confusa com o feminismo.
Nada disso faz sentido. Para terminar, isso foi
seguido por ela cantando "Curvem-se v*dias".
Enquanto Beyonce estava cantando, a câmara se manteve em Jay-Z e Blue Ivy.
"Olha, mamãe está no pole dance de strippers agora".
Embora a presença de Blue Ivy tenha sido um pouco reconfortante, há uma questão que é preciso ser feita. Ninguém mais está trazendo seus filhos? Por que ela é tão presente e divulgada? Ela precisa estar nesses holofotes? No contexto desses VMAs - que são quase dramas ritualísticos, sim, ela precisava estar lá. Ela é a herdeira do casal real. Como todos os jovens de todo o mundo, ela testemunhou algumas horas de intensa "sexualização". E depois ela viu a mãe conseguir um troféu por isso. A Agenda é sobre a implementação de valores para a geração mais jovem e Blue Ivy representou isso. E é assim que o VMA terminou.
Selo oficial de peão da indústria.
Conclusão
O VMA desse ano não conteve o simbolismo oculto habitual que é descrito no site. Na verdade, ele não conteve muita substância. Ele focou exclusivamente em uma parte essencial da agenda: sexualizar os jovens e expô-los a mensagens humilhantes e degradantes. Trata-se de associar arte, música e criação com a exploração da lascívia. Como visto nas letras e imagens acima, as "estrelas" do show não são artistas independentes, elas são marionetes partes do mesmo sistema, todas ligadas pelo "sinal do um olho".
Em um mundo ideal, esse tipo de espetáculo levaria os espectadores a questionar o estado da arte e cultura da sociedade moderna, que está constantemente afundando para novos níveis. Faria telespectadores perguntarem-se por que a "música" tornou-se uma fossa homogênea de mensagens excessivamente estimulantes e entorpecentes. Infelizmente, a maioria dos espectadores tiveram apenas uma reação ao assistir ao VMA 2014: "Olhe para a bunda dela!"