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5 Motivos pelos quais o Grammy 2018 foi um Fracasso

domingo, 4 de fevereiro de 2018 21 comentários

O Grammy 2018 exemplificou exatamente como a elite de Hollywood está completamente alheia ao público americano.

Sem sal, chato, irritante, hipócrita, alheio, moralizante, desastroso - estou descrevendo o Grammy 2018. E, se você leu os artigos anteriores sobre o Grammy, meu relacionamento de longa data com essa premiação já me causou muita dor e sofrimento.

Este ano foi ainda pior do que o habitual. Claro, esperávamos aquela mesma "ostentação de virtude" de nossos novos superiores morais: A "Santíssima Hollywood". Mas não esperávamos que essa sessão de lavagem cerebral de 3 horas e meia fosse tão estranha e desastrosa. Quase todas as pseudo-celebridades que receberam o microfone tiveram que dar um sermão.

Apesar de toda essa conversa, ninguém tinha uma opinião verdadeiramente pessoal, ninguém tinha uma visão original e nem mesmo trazia nuances ou reflexões pessoais. Todo mundo estava apenas repetindo as mesmas frases que podia repetir. Quando Luis Fonsi cantando "Despacito" se torna um alívio bem recebido, você sabe que algo está terrivelmente errado.

Aqui estão as 5 principais razões pelas quais o Grammy 2018 fracassou completamente.

#5: U2? Sério?

Apesar do fato de U2 não ter sido nomeado para receber Grammy este ano, a banda foi colocada dentro e fora do palco, não uma vez, nem duas vezes, mas três vezes. U2 estava lá no início com Kendrick Lamar, pois eles foram trazidos de volta no final para anunciar o álbum do ano e depois eles apresentaram um novo single que ninguém realmente queria ouvir: "Get Out of Your Own Way".

A performance ocorreu em frente à Estátua da 
Liberdade enquanto olhos eram projetados atrás da banda.

A canção fala dos Estados Unidos e de sua política de imigração.

No final, Bono pegou um megafone pintado de bandeira 
dos EUA e começou a gritar um monte de coisas.

O print acima é altamente simbólico. Ele diz que Bono está falando pelos americanos... embora ele seja irlandês.

O vídeo dessa música - criado por cineastas de Israel - transmite mensagens específicas que também aparecem em outros vídeos populares.

O vídeo apresenta imagens como a Estátua da Liberdade 
que desmorona quando um coquetel molotov acende.

Ele também mostra queima de dinheiro americano. O vídeo Justin 
Timberlake "Supplies" também mostra coquetéis molotov e queima 
de dinheiro americana (leia o artigo sobre isso aqui). Eles estão
 nos dizendo algo aqui.

Apesar da intensa promoção, a música não é um sucesso. Ela mal chegou a 1 milhão de visualizações no YouTube, mesmo após a apresentação do Grammy. Talvez eles deveriam forçar 500 milhões de usuários do iTunes a baixar a música para que possam ouvi-la. Oh, espere, eles já fizeram esse ato assustador em 2014.

Então, por que o U2 estava no Grammy? Por que essa música específica foi executada? A resposta pode ser encontrada na seguinte imagem.

Bono e George Soros no Fórum Econômico Mundial.

George Soros é uma das pessoas mais influentes que molda a economia, a política e as questões sociais do mundo. Sua Open Society Foundations opera com um orçamento perto de um bilhão de dólares por ano e está fortemente implicada nas políticas sociais de quase todas as nações do mundo. Não abordarei todas as formas em que essa Fundação transforma a sociedade moderna, mas uma das principais questões é a promoção de fronteiras abertas.

Bono é muito próximo de Soros (aqui está um vídeo dele o elogiando por 3 minutos). "Get Out Your Own Way" é basicamente um infomercial para a agenda de Soros. É por isso que foi promovido durante o Grammy, enquanto outras músicas e artistas foram ignorados.

Embora Bono adore se vestir com uma "roupagem de caridade", ele não pratica o que prega. Em 2006, a banda causou controvérsia quando transferiu suas operações de sua Irlanda natal para a Holanda para evitar o pagamento de impostos. Em 2017, Bono foi mencionado no Paradise Papers por investir em empresas que estavam sonegando impostos.

# 4: Hillary Clinton? Sério?

Um dos piores momentos do show de horrores que foi o Grammy foi a aparição "surpresa" de Hillary Clinton. Sua leitura sobre Donald Trump comendo no McDonald's foi uma política insignificante no seu pior - uma propaganda política intransigente e desastrosa que ainda conseguiu perder sua marca. Tudo o que isso realmente conseguiu foi lembrar o mundo de que Hillary era a única alternativa para Trump.

Ainda mais estranho foi o entusiasmo excessivo quando Hillary apareceu na tela.

"Êêêê! É Hillary Clinton! Uhulll!" 

Eu me pergunto o que teria sido a reação do público se fosse mostrada esta foto...

"Ei, é Harvey Weinstein! Foraaaaa! Hashtag 
MeToo! Hashtag Time's Up! Foraaaaa!" 

Ok, agora, e se o público tivesse visto estas imagens...

"Êêêê, é a Hillary! Espere, quero dizer, fora, 
Weinstein! Espere, quero dizer..." *A mente bugou*

Algumas semanas antes dos Grammy, outra figura poderosa atraiu aplausos depois de um discurso muito assustador.

"Êêê, é a Oprah! Tão corajosa! 
Oprah para Presidente!" 

"Êêêê, é a Oprah! Quero dizer, fora Weinstein!
 Quero dizer..." *A mente bugou de novo*

#3: Kesha "Praying"

Eu realmente sinto por Kesha. Durante anos, relatei como ela foi forçada a cantar músicas que ela odiava e sobre seu abuso nas mãos do Dr. Luke. Não há dúvida de que a mensagem por trás de sua música "Praying" seja poderosa. No entanto, o fato triste é: ela ainda está sob o controle do Dr. Luke e sua gravadora Kemosabe Records. Kesha tentou quebrar seu contrato nos anos anteriores, que foi negado pelo tribunal.

O olho que tudo vê na mão de Kesha: a prova 
visível de que ela está sob o controle da indústria.

O meu vídeo analisando "Praying" de Kesha é um triste lembrete de que ela ainda é propriedade da indústria, expliquei como o vídeo (dirigido por um favorito da indústria, Jonas Akerlund) simbolicamente revela que ela ainda é uma escrava da indústria. Embora "Praying" seja sobre Kesha "libertar-se" de Dr. Luke, uma parte de cada álbum vendido ainda vai direto para os bolsos dele.

Após a apresentação, a Sony Music, a empresa-mãe da Kemosabe Records, publicou um tweet que elogiava Kesha... para depois excluí-lo.


A coisa toda foi um exemplo perfeito de hipocrisia na indústria da música.

#2: Chefe do Grammy Acusado de Sexismo


Apesar de criar um dos mais intensos eventos de "ostentação de virtude" de todos os tempos, o presidente do Grammy, Neil Portnow, ainda encontrou uma maneira de ser acusado de sexismo. Depois que ele foi questionado sobre o baixo número de nomeações e vencedoras mulheres, Portnow respondeu:


"Tem que começar com... mulheres que têm a criatividade em seus corações e almas, que querem ser musicistas, que querem ser engenheiras, produtoras e querem fazer parte da indústria no nível executivo", disse ele. "[Elas precisam] crescer porque eu acho que seriam bem-vindas".


Pink, Sheryl Crow, Kelly Clarkson e outras responderam para Portnow, afirmando que não precisavam "crescer". Portnow então recuou, pediu desculpas e até anunciou algum tipo de "plano de ação" para abordar o preconceito de gênero na música (ou seja lá o que for).

Isso não impediu que algumas celebridades exigissem a renúncia de Portnow, visto que uma petição com mais de 10.000 assinaturas circulou online.

A indústria do entretenimento criou para si um clima tão tenso e vingativo que os "ostentadores de virtude" estão realmente se agarrando até a morte. É uma visão bastante patética de se ver.

Enquanto isso, menos americanos do que nunca se preocupam com isso.

#1: O Grammy Menos Assistido

O Grammy 2018 registrou a menor audiência da história no grupo demográfico de adultos entre 18-49 anos. No total, a cerimônia foi assistida por 19,8 milhões de telespectadores, uma queda de 24% em relação à cerimônia do ano passado.

Várias teorias tentam explicar o motivo dessa queda acentuada.


Haverá uma série de teorias para explicar o declínio. Embora o Grammy tivesse um time de grandes artistas - incluindo Kendrick Lamar, U2 e Rihanna - , muitos "superstars", incluindo Taylor Swift, Drake e Kanye West, não compareceram. 

As cerimônias de premiação também se tornaram cada vez mais políticas, com apresentadores celebridades e vencedores desempenhando o papel de fanáticos políticos. O Grammy, que foi transmitido pela CBS, não foi diferente no domingo, com vários artistas trazendo o tema da imigração e do movimento #MeToo. U2 performou em uma balsa em frente da Estátua da Liberdade, uma performance não exatamente sutil em seu simbolismo, e Hillary Clinton apareceu em um segmento gravado, lendo sobre a preferência do presidente Trump pela comida do McDonald's, do best-seller de Michael Wolff, "Fire and Fury: Inside the Trump White House."

Nikki R. Haley, a embaixadora dos Estados Unidos nas Nações Unidas, deu voz aos defensores do "cale a boca e cante". "Sempre amei o Grammy, mas fazer os artistas lerem o livro 'Fire and Fury' matou", escreveu a Sra. Haley em um tweet durante o evento. "Não estrague uma ótima música com lixo. Alguns de nós amamos a música sem política jogada em cima. 

– The New York Times, Ratings for Grammy Awards Drop 24 Percent


Como se estivessem esperando que os telespectadores fossem tentar se matar após esse fiasco, o rapper Logic surgiu para cantar sobre o número de prevenção ao suicídio.

Você não está sozinho... O Grammy realmente foi um droga.

A queda acentuada na audiência foi provavelmente um resultado combinado de tudo mencionado acima, e o mais importante ainda, isso é sintomático de uma crescente divisão na América, onde uma grande parte do público simplesmente não se relaciona com a agenda óbvia que está sendo pressionada pelos meios de comunicação de massa. Como afirmado acima, essa agenda não vem do "povo", mas de uma elite globalista que busca criar um mundo sem fronteiras, sem gênero e sem princípios.

Os valores, as perspectivas e as prioridades de muitos americanos simplesmente não coincidem com os vistos na TV. A mídia de massa perdeu sua relevância e sua credibilidade. Muitos vêem através da superficialidade e da hipocrisia da "ostentação de virtude" de Hollywood. E eles estão cansados disso. Eles perceberam que a maioria dessas pessoas apenas "mostra preocupação" quando a câmera está ligada.

Aqui está uma ideia: ao invés de desfilar com vestidos pretos, rosas, laços, alfinetes ou qualquer outra coisa, que tal denunciar o abuso de crianças desenfreado que tem acontecido em Hollywood há décadas? Como fazer com que as autoridades atuem sobre esta prática horrível com investigações reais, prisões, julgamentos e punições? Que tal parar com as hashtags e os sermões e realmente agir?  
Mas isso seria muito real. E Hollywood não lida com o real.


Fonte: The Vigilant Citizen


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Grammy 2017: A Adoração à Rainha e o Protesto contra o Rei

domingo, 26 de fevereiro de 2017 47 comentários

O Grammy 2017 contou com estrelas pop que protestaram contra Trump enquanto elevavam Beyoncé a um status de deusa. Foi uma atualização da agenda da elite 2017.

Assista à análise em vídeo:


Todos as cerimônias de premiação contêm momentos cuidadosamente planejados para serem discutidos pelos meios de comunicação nos dias seguintes. O Grammy 2017 não foi exceção e, este ano, esses "momentos" tiveram uma mensagem política específica que claramente explicava o que a elite espera das pessoas neste ano.

No momento, Trump pode ser comparado a um "vilão" de histórias em quadrinho, um tirano racista, irracional, egocêntrico, intolerante, capitalista, patriarcal, misógino e incompetente que precisa ser imediatamente removido do poder. Trump é o inimigo comum em torno do qual a juventude da nação quer combater. É como se Trump estivesse desempenhando esse papel para "tornar a agenda da elite legal novamente". O lema da elite é "ordem a partir do caos". Trump é o "caos". A agenda da elite é a "ordem" para corrigi-lo.

No Grammy, a mensagem anti-Trump chegou ao seu ápice quando Busta Rhymes subiu ao palco e chamou Trump de "agente laranja" (que também é o nome de um herbicida tóxico usado pelo exército dos EUA no Vietnã). 

Oposta ao "agente laranja" estava Beyoncé, que apresentou o papel de uma deusa-mãe inspiradora, rodeada por uma aura de pureza. Ela era a rainha da cerimônia e recebeu o elogio universal. 

Deusa Mãe

Como na tradição, Beyoncé foi a rainha dessa cerimônia de premiação. Enquanto a maioria dos artistas ofereciam performances sóbrias, a sua era uma intensa experiência visual e auditiva entrelaçada com palavras poderosas e imagens simbólicas.

Pouco antes do Grammy, Beyoncé fez um anúncio de gravidez grandioso que fez com que os meios de comunicação ficassem loucos. Algumas manchetes foram até mesmo estranhas demais, afirmando que "era exatamente o que essa nação precisava".


Uma manchete típica sobre Beyoncé. 

Essa resposta dos meios de comunicação foi planejada. A equipe de Beyoncé fez tudo certo para tornar esse momento tão icônico e transcendente quanto possível. 

O frenesi da mídia em torno da gravidez de Beyoncé começou quando ela postou uma foto atraente no Instagram.

O anúncio da gravidez de Beyoncé no Instagram. 

Enquanto todos, e até mesmo sua mãe, fofocavam sobre essa foto, ninguém parecia notar um item extremamente importante ali: o véu. Por que seu rosto está coberto por um véu pálido ao anunciar sua gravidez? Véus tradicionalmente representam a virgindade de uma noiva.


"Uma ocasião em que uma mulher ocidental é suscetível a usar um véu é no dia do seu casamento. Os véus cobrindo o cabelo e o rosto tornaram-se uma referência simbólica à virgindade da noiva com o tempo. Uma noiva pode usar o véu facial durante a cerimônia. Então, seu pai levanta o véu, apresentando a noiva a seu noivo, ou o noivo levanta o véu para consumar simbolicamente o casamento." 


Combinando um símbolo da virgindade com sua barriga grávida, nós vemos a mensagem bizarra de que seus bebês estão sendo concebidos sem relações sexuais - não diferente da Virgem Maria.

A performance de Beyoncé no Grammy foi ainda mais profunda no simbolismo da Virgem Mãe, enfatizando o conceito de concepção imaculada. 

No início da performance, Beyoncé ficou parada, como se 
estivesse numa pintura religiosa, segurando sua barriga 
enquanto um brilho divino brilhava sobre ela. 

Não muito diferente de seu álbum/vídeo Lemonade, o visual de Beyoncé é grandemente inspirado pela deusa Oxum. No entanto, existem elementos adicionados. 

Em torno de sua cabeça estão dois símbolos espirituais antigos: uma aureola e raios solares. Estes são encontrados frequentemente em retratos clássicos da Virgem Maria, que é a versão católica de Semíramis, a deusa-mãe, precursora do culto ao sol (veja a série o Plano Mestre).

Uma imagem da Virgem Maria com uma aureola e uns 
raios solares em torno de sua cabeça (culto ao deus sol).


Aureola: Também chamado de nimbus. Forma geométrica, geralmente sob a forma de um disco, círculo, anel ou estrutura de raios, representando tradicionalmente uma luz radiante ao redor ou acima da cabeça de uma personagem divina ou sagrada, um monarca antigo ou medieval, etc. 


Os sete raios solares ao redor da cabeça de Beyoncé deram a sua performance um significado esotérico ainda mais profundo - aquele que se refere a mistérios ocultos.

Apollo (à esquerda), Mitra (centro) e a Estátua da Liberdade (à direita). 
Sete raios solares emanando da cabeça de uma figura divina é um símbolo 
importante nas escolas de mistério e um simbolismo maçônico. O verdadeiro 
significado esotérico deste símbolo pode ter se perdido na Antiguidade. 

Durante sua apresentação visualmente intensa, Beyoncé foi cercada por fiéis seguidores que reverenciavam o chão pelo qual ela caminhava. Em um ponto, as coisas ficaram estranhas. 

A cadeira de Beyoncé inclinou-se muito para trás - uma 
manobra que NÃO É RECOMENDADA para mulheres grávidas. 

Apesar de ser uma "deusa humana", Beyoncé está, no entanto, submetida à vontade da indústria que a controla. Essa cadeira representa a indústria que poderia feri-la facilmente e seus filhos. O mesmo conceito - uma deusa controlada pelas forças das trevas - está no centro do seu álbum visual Lemonade (leia a análise completa aqui).

Apesar de seu status de deusa, Beyoncé não ganhou o álbum do ano. Foi vencida por Adele, cuja apresentação do Grammy foi exatamente o oposto da oferta etérea de Beyoncé. Na verdade, Adele arruinou a canção de George Michael e falou palavrão na TV ao vivo, algo que ela ficou pedindo desculpas depois.

Durante seu discurso, Adele fez um comentário bizarro sobre como ela é obcecada por Beyoncé, dizendo:


"Eu quero que você seja minha mãe".


Isso é uma coisa bizarra de se dizer. Mas é a coisa perfeita a dizer à mulher que desempenhou o papel de uma deusa-mãe vivificante, em carne e osso.

Resista a Trump

Acredite ou não, a eleição de Trump foi a melhor coisa que poderia acontecer com a agenda da elite e todo o sistema de mídia de massa. Nos últimos anos, a mídia tradicional (incluindo notícias e entretenimento) estava ficando obsoleta e perdendo influência. A eleição de Trump re-energizou profundamente todo esse sistema, dando-lhe um novo propósito. A agenda da elite agora pode ser apresentada como a solução para derrotar Trump, que não é o presidente querido da nação. 

Agora isso pode ser associado com revolta e rebelião, duas coisas que os jovens acham atraentes. A Agenda está agora "lutando contra o poder" e sua mensagem para a juventude este ano é "resistir". 

A música de Katy Perry Chained to the Rhythm é um exemplo perfeito de cultura pop usando Trump para dar um ar contestatório. Embora Perry tenha sido usada, por anos, para promover vários aspectos da agenda da elite (veja vários artigos sobre Katy Perry aqui), ela está agora dizendo às pessoas para "acordar" e assim por diante.


Somos loucos?
Vivendo nossas vidas através de uma lente
Presos em nossa cerca branca de madeira
Como ornamentos
Tão confortáveis, estamos vivendo em uma bolha, bolha
Tão confortáveis, não podemos ver o problema, problema


O problema é que... ela é uma parte da bolha. Ela faz parte do sistema de mídia que usa a adoração de celebridades para promover narrativas criadas artificialmente.

Katy está em uma casa rodeada por uma cerca branca 
de madeira, vestindo uma braçadeira escrito "Persista".

A mensagem dessa música é bastante confusa. As pessoas aparentemente estão presas em suas casas com cercas brancas de madeira. Estão "demasiadamente confortáveis ​​e devem sair de sua bolha". Isso vem de uma estrela pop que vive em uma propriedade de US$ 20 milhões. 

Ela parece esquecer que milhões de americanos realmente iriam gostar de possuir uma casa com uma cerca branca de madeira. Milhões realmente perderam sua casa na crise de 2008 que foi toda projetada pelos seus governantes de elite. 

Durante sua performance, água e fogo foram projetados na casa. 

A casa e a cerca estão em chamas. Isso 
representa um período de intensa turbulência.

Em seguida, Skip Marley (neto de Bob Marley) canta um verso que resume o que a elite quer da juventude nesse momento em particular.


Este é o meu desejo
Romper as barreiras para conectar, inspirar
Ei, aí em cima, no seu lugar alto, mentirosos
O tempo está contado para o império
A verdade que eles alimentam é fraca
Como muitas outras vezes antes
Eles são gananciosos sobre o povo
Eles estão tropeçando e sendo descuidados
E nós estamos prestes a nos revoltar
Eles acordaram, eles acordaram os leões


Ao ler essas letras, percebemos que estamos em um momento interessante na História. Vocabulário revolucionário é usado contra Trump, um visitante temporário da Casa Branca e está ameaçado por protestos. Enquanto isso, a verdadeira elite, que permanece no poder, não importa quem é presidente, ela é intocada. É o mestre de marionetes invisível puxando as cordas nos bastidores. 

Depois do verso de Marley, a casa americana é completamente desmontada. 

A casa, símbolo do sonho americano, é quebrada em 
pedaços. Katy Perry disse que estávamos muito confortáveis. 

A casa é transformada em uma parede em que é projetada a Constituição 
dos EUA. O fato de que uma típica casa americana, uma representação 
da propriedade privada, foi destruída para compor este muro é irônico.

Falando da Constituição, o lendário grupo de rap A Tribe Called Quest realizou uma canção intitulada We The People. Embora a música rap sempre tenha tido um elemento contestatório, essa canção tem como objetivo políticas muito específicas.


Todos vocês negros, vocês devem ir
Todos vocês mexicanos, vocês devem ir
E todos vocês pobres, vocês devem ir
Muçulmanos e gays, rapaz, nós odiamos seus passos
Então, todos vocês, gente má, vocês devem ir


A performance terminou com Q-Tip gritando "Resista!" Cercado
 por refugiados, imigrantes e outras pessoas alvo das políticas de Trump.

Embora a música rap tenha sempre estado do lado das minorias, ela está atualmente sendo fabricada para se enquadrar numa agenda globalista mais vasta. Não só Trump está sendo rejeitado (o que era de se esperar), mas o oposto de suas políticas (ou seja, fronteiras abertas) está simultaneamente sendo promovido. Quando chegar a hora de substituir Trump, a "resposta" será 100% de acordo com a agenda da elite. E as pessoas perceberão isso como uma vitória. 

Conclusão 

O Grammy 2007 foi de contrastes e dualidades. Ele elevou ao nível de divindade a "rainha" da indústria da elite enquanto vilipendiou e rejeitou o "rei" dos Estados Unidos.

Trump é representado como um velho irritado consumido por ódio, ganância e poder. Beyoncé é cercada pela aura divina de uma deusa que carrega filhos. Através desse simbolismo poderoso, o Grammy explicitamente diz aos espectadores o que rejeitar e o que abraçar.

Então, o Grammy não é "sobre música". É sobre qualquer outra coisa. Se você gosta de música, mas não sente vontade de receber lavagem cerebral durante três horas, a única coisa a fazer é cair fora.

Fonte: VC 

Veja Mais
O Significado Oculto do Grammy 2015
Grammy 2014: Ainda promovendo a Agenda Illuminati


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O Significado Oculto do Grammy 2015

domingo, 22 de fevereiro de 2015 62 comentários

A cerimônia de premiação do Grammy 2015 trouxe novamente mais simbolismos em suas apresentações. Já virou praticamente tradição vermos esses shows serem usados para empurrar a filosofia da Elite Illuminati. A edição deste ano teve apresentações de AC/DC, Madonna, Ariana Grande, Rihanna, Kanye West, Beyonce entre outras. Essas performances foram sutilmente usadas para comunicar um significado profundo e bastante importante para os Illuminati: o conceito hermético da dualidade. O show começou com um tributo satânico e encerrou com um louvor a Deus, formando assim um contraste "luz versus escuridão" para, então, simbolizar a dualidade preto e branco.

Assista ao vídeo:


Veja Mais 
Grammy 2014: Ainda promovendo a Agenda Illuminati 
Grammy 2013: As apresentações de Taylor Swift, Carrie Underwood "Blown Away" e o Tributo ao Controle Mental 

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Grammy 2014: Ainda promovendo a Agenda Illuminati

terça-feira, 28 de janeiro de 2014 58 comentários

O Grammy Awards 2014 contou com um ritual de magia negra e bruxaria disfarçada na performance de Katy Perry. Surpreendido? Você não deveria estar. Isso vem acontecendo há anos. Nós vamos analisar a Agenda Illuminati sendo promovida no Grammy 2014.

O Grammy Awards deste ano, aparentemente, tinha algo para todos. Enquanto roqueiros da velha guarda podem ter gostado de ver Paul McCartney, Ringo Starr, Willie Nelson e Metallica tocando ao vivo, são os fantoches da indústria atuais que atingem os jovens. E são suas performances que estão cheias de simbolismo e mensagens. Ao contrário dos cantores mais antigos, as apresentações dadas por Beyoncé, Katy Perry, e até mesmo Mackelmore, não eram estritamente sobre música. Suas performances foram veículos para empurrar a Agenda Illuminati que os patrocina. 

Durante anos, estive afirmando que as cerimônias de prêmios de música são uma celebração do que a indústria Illuminati representa, visto que seu formato coreografado oferece à indústria a oportunidade de colocar no imaginário coletiva mensagens e simbolismos específicos. Após cada temporada de premiação, noto um número crescente de pessoas percebendo que algo está "off" com a indústria da música e que ela promove um conjunto específico de valores e atitudes. Está o público ficando mais sábio ou será apenas as coisas que estão se tornando óbvias demais para se ignorar? Seja o que for, o show levou pessoas como AJ McCarronex, ex-jogador de futebol americano, que jogou para a Universidade do Alabama, tuítar:

 É só eu ou algumas das performances do Grammy até agora
 parecem ser realmente demoníacas? Parece que há uma 
grande quantidade de mal no mundo.

Até mesmo  a E!Online tuítou durante o show: 

Hum, será que acabamos de testemunhar uma feitiçaria
 real durante a performance #Grammy de Katy Perry?

Beyoncé Representando Beta Kitten


 A premiação começou com Beyoncé cantando as palavras: 

Eu tenho bebido, eu tenho bebido
Fico imunda quando aquele licor entra em mim
Eu estive pensando, eu tenho pensado
Por que não posso manter meus dedos longe dele, baby?

A partir desse ponto, sabíamos que essa premiação provavelmente não seria "adequada para crianças". Vestida com uma roupa revelando uma boa parte de seu corpo, a performance de Beyoncé era tão sexual quanto a letra da música. Isso levou muitos pais a se queixar porque isso foi televisionado às 8h, enquanto as crianças (muitos das quais admiram Beyoncé) ainda estavam acordadas. Outros notaram que, se Miley Cyrus desse a mesma performance, provavelmente haveria uma revolução violenta agora mesmo.

A performance de Beyoncé era de fato uma representação exata do seu recém-lançado "álbum visual", que contém um monte de vídeos muito sugestivos. Depois de ver esse álbum, eu posso estimar com segurança que cerca de 80% das imagens consiste em close-ups de Beyoncé se tocando de um jeito sensual. Na verdade, neste álbum, Beyoncé parece desempenhar o papel de uma Beta Kitten que está programada para ser sexual o tempo todo (se você não sabe sobre a Programação Beta, leia este artigo). Alguns dos vídeos no álbum de Beyoncé contêm simbolismo de programação monarca. 

 Esta cena do vídeo "Partition" é uma verdadeira homenagem à programação 
Beta Kitten. Há duas Beyoncé (representando o desdobramento de personalidades);
 Elas estão atrás das grades (representando escravos MK ) e elas estão cobertas de
 estampas de animais (representando escravos Kitten em simbolismo Illuminati). 

A performance do Grammy de Beyoncé está, portanto, em consonância com o tema principal de seu "álbum visual" - a programação Beta Kitten. Televisionada no início da premiação, sua performance é ainda outro exemplo de como uma premiação expõe milhões de mentes jovens ao excesso de sexualização.

Katy Perry a Bruxa

A parte mais flagrante dos prêmios foi, sem dúvida, a performance de Katy Perry, que era tão flagrante que até fez muitos espectadores "não-conscientes" ficarem perturbados por suas conotações satânicas. A performance começou com um ditado de voz sinistra:

 "Ela lança magias de bolas de cristal. Invocando espíritos. Ela me coloca em transe". 

Dentro de uma bola de cristal, Katy Perry canta enquanto quatro figuras demoníacas com chifres sobem acima dela.

  Algumas das figuras sinistras têm chifres do tipo Baphomet. 

Katy então sai da bola de cristal e se movimenta com seus dançarinos, controlando-os remotamente  como se eles estivessem sob seu feitiço. 

Vendo a performance, rapidamente entendemos que a música
 não é sobre amor, mas sobre estar sob possessão oculta. 

O refrão da música reflete, basicamente, o que acontece com aqueles que aceitam pactos sombrios... não diferente da maioria das pessoas de sucesso na indústria do entretenimento que estavam na platéia.
 
 Então, você quer brincar com a magia,
 Cara, você deveria saber no que você está caindo
 Baby, você se atreve a fazer isso
 Porque eu estou indo para você como um cavalo escuro

Em seguida, Katy aparentemente invoca um cavalo negro - é uma referência ao cavalo negro do Apocalipse?

 A musculatura do cavalo escuro, a cor azulada e brilhantes
 olhos vermelhos são muito semelhantes a um outro cavalo: O 
"cavalo diabo" do Aeroporto Internacional de Denver.

 Este cavalo assustador está na frente do Aeroporto Internacional de
 Denver - um lugar cheio de simbolismo sobre a Nova Ordem Mundial. 
É o cavalo na performance de Katy uma referência ao "cavalo diabo"
 (que é como as pessoas em Denver o chamam) do aeroporto de Denver? 

Katy então dança ao redor e a sua vassoura se transforma em um poste de dança de stripper por um minuto. Para completar o ritual, seus dançarinos acendem um círculo de fogo ao seu redor. 

  Fogo em torno de Katy, enquanto as figuras com chifres a vigiam.

  A cruz vermelha brilhante no vestido de Perry é muito 
semelhante ao da cruz vermelha da Ordem dos Templários. 

Os Cavaleiros Templários eram uma sociedade secreta ocultista medieval que foi considerada a criadora da Maçonaria, os Illuminati da Baviera e os guardiões dos segredos do magia sexual praticada pela OTO de Crowley. Os Cavaleiros Templários foram processados ​​devido à sua suposta adoração a Baphomet e pela prática de bruxaria. Perry vestindo sua cruz está, portanto, muito apropriada. Essa cruz também representa a filosofia da elite oculta como um todo.

  A arte da capa do Dark Horse apresenta um Olho Que Tudo Vê na parte 
superior, sinalizando que isso é patrocinado pela elite ocultista. Além disso,
 o pássaro e a gaiola dão dica para os elementos ocultos 
de controle mental da canção.

Em suma, a performance de Katy Perry é a razão pela qual eu chamo a maioria das cerimônias de premiação de "mega- rituais". 

Promovendo "Malévola" 

Continuando na mesma linha exata da performance de magia negra de Perry, o Grammy foi usado ​​também para promover o mais recente filme da Disney "Malévola".

 O filme contará com Angelina Jolie como a
 bruxa má de A Bela Adormecida com chifres. 

O trailer mostrado na cerimônia contou com a canção "Once Upon a Dream", cantada por Lana Del Rey - outra figura de proa para a programação Beta Kitten (veja 98% de seus vídeos de música). Não ao contrário da maioria do Grammy, este filme da Disney parece estar destinado a jovens, mas não há tons sombrios escondidos nele. 

  No trailer, vemos Malévola, apelidada de "a senhorita de todo o mal", 
colocando uma maldição no bebê Aurora. Esta é uma boa imagem para 
representar o que a mídia de massa faz com a juventude.

 O trailer termina com Malévola dizendo: 

 "Não há mal neste mundo. Ódio. E Vingança... hahahahahah !" 

Seja o que você disser, esta mais uma produção Disney. 

O Culto na Igreja

Os prêmios, em seguida, tomou um rumo estranho quando Mackelmore executou sua canção pró-gay "Same Love". A performance apresentou 33 casais (um número simbólico Illuminati) sendo casados ​​por Queen Latifah. Logo depois, Madonna, a Grande Sacerdotisa da indústria da música sai para cantar para seus súditos.

  Segurando um cetro, símbolo de poder, Madonna dá suas
 bênçãos de Grande Sacerdotisa para o casamento em massa. 

A performance ocorreu em uma igreja falsa, com um coral gospel, no qual 33 casais foram casados ​​legalmente. Isso é essencialmente o que a indústria Illuminati está tentando fazer: tornar-se a nova religião das massas... completa, com mega- rituais televisionados.

 Conclusão 

Como de costume, o Grammy 2014 premiou os artistas que a indústria quis recompensar e promoveu as mensagens que os Illuminati queriam promover. Enquanto muitas performances eram simples e sóbrias, aquelas dadas pelos artistas mais influentes de hoje eram pesadas em mensagens e imagens. Da performance Beta Kitten de Beyoncé ao ritual de magia negra de Katy Perry, vimos mais uma vez que eventos importantes são quase sempre usados ​​para fazer lavagem cerebral na juventude e para dirigi-la a uma direção específica. Por que tudo é direcionado para doutrinar os jovens?

Como a canção de Ketty Perry diz: " Porque uma vez que você for meu... não há como voltar atrás."

Fonte: VC

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