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Aleister Crowley - Seus Laços com a Elite e Seu Legado

segunda-feira, 13 de agosto de 2012 29 comentários

O homem que acabou por ser chamado de "Grande Besta 666" e apelidado pela imprensa como "o homem mais vil da História" foi mais do que um ocultista teatral: Aleister Crowley é o coração de um dos movimentos mais influentes dos séculos 20 e 21. Ele também tinha ligações com algumas das figuras mais poderosas do mundo, até mesmo trabalhou com a Agência de Inteligência Britânica MI-5. Este artigo descreve a vida e obra do ocultista Aleister Crowley e olha para os seus laços com a elite mundial que facilitou a propagação do Thelema.

Embora ele seja considerado o ocultista mais influente do século 20 e foi reconhecido pela BBC como o 73º "maior britânico de todos os tempos", a maioria das pessoas nunca ouviu falar de Aleister Crowley. O mágico ocultista inglês, místico e cerimonial é incrivelmente popular em alguns círculos (ocultistas, artistas, celebridades, etc), mas totalmente desconhecido pelas pessoas comuns. E por que ele deveria ser conhecido? O que ele faz? Simplificando, ele prenunciou a mudança radical filosófica que varreria a civilização ocidental durante o século 20. Fundando a filosofia de Thelema e anunciando a vinda de um Novo Aeon (Era), Crowley não só formulou os principais preceitos filosóficos do século 21, mas também fez parte do motor iluminista que os promoveu.

Por causa de rituais sexuais de Crowley, consumo de drogas e incursões em Magia Negra - Black Magick (ele introduziu a letra "k" no final de "mágica" para diferenciá-lo dos mágicos de entretenimento) - Crowley foi caluniado e fortemente criticado pela imprensa durante sua vida. No entanto, documentos liberados, desde então, revelaram que a "Grande Besta 666" levava uma vida dupla: Crowley aparentemente manteve laços com o governo britânico e trabalhava com os membros britânicos de inteligência e de alto escalão do governo americano. A sociedade secreta O.T.O. que ele popularizou tinha dentro de seus ranks algumas das pessoas mais influentes da época, que por sua vez, usavam seu poder para promover o avanço de sua filosofia principal: a Thelema.

Sua Juventude

O jovem Crowley

Crowley nasceu em uma família rica e religiosa. Seus pais eram parte dos "Irmãos Exclusivos", uma facção conservadora da denominação cristã chamada de "Irmãos de Plymouth". Seu pai, um pastor viajador para a sua seita, era particularmente devoto e é dito que costumava ler um capítulo do versículo para sua esposa e filho todos os dias depois do almoço¹. Embora Crowley mantivesse um bom relacionamento com seu pai, ele desprezou sua mãe, que o descreveu como "a besta" - um nome que mais tarde adotou como seu apelido ao longo da vida.

Depois de perder seu pai com câncer de pulmão, aos 11 anos, Crowley herdou a fortuna da família e passou a estudar Literatura Inglesa no Trinity College em Cambridge. Foi durante os anos letivos que Crowley começou a renunciar e até mesmo se rebelar contra a sua criação cristão. Ele questionou seriamente a Bíblia, participou em atividades sexuais com as meninas locais e prostitutas e desenvolveu um interesse agudo no ocultismo. Outro passo simbólico para sua auto-afirmação foi sua mudança de nome de Edward Alexander para Aleister. Aqui está um trecho de sua autobiografia, descrevendo os motivos de sua mudança de nome:


"Por muitos anos eu tinha detestado ser chamado de Alick, em parte por causa do som desagradável e da aparência da palavra, em parte porque era o nome pelo qual minha mãe me chamava. Edward não parecia se adequar a mim e os diminutivos Ted ou Ned eram ainda menos apropriados. Alexander era muito longo e Sandy sugeria cabelo reboque e sardas. Tinha lido em algum livro ou outro que o nome mais favorável para se tornar famoso era um consistindo de um dáctilo seguido por um espondeu, como no final de um hexâmetro: como Jeremy Taylor. Aleister Crowley cumpriu essas condições e Aleister é a forma gaélica de Alexander. Adotá-lo satisfaria meus ideais românticos. A atroz ortografia ALEISTER foi sugerida como a forma correta pelo primo Gregor, que deveria ter conhecido melhor. Em qualquer caso, ALAISDAIR forma um dáctilo muito mau. Por essas razões, selou-me com o meu presente nom-de-guerre - Não posso dizer que tenho a certeza que facilitei o processo de se tornar famoso. Eu devo ter feito isso, sem dúvida, com qualquer nome que eu tivesse escolhido."²


Talvez as experiências mais significativas de Crowley e de sua juventude eram as suas relações homossexuais que, segundo seu biógrafo Lawrence Sutin, levaram-no a um "encontro com uma divindade imanente". Isso desencadeou nele um grande interesse pelo ocultismo, sociedades secretas e, mais especificamente, o que ele mais tarde chamaria de magia sexual.

Sociedades Secretas

Crowley, em regalia mágica

Em seus vinte e tantos anos, Crowley uniu muitos grupos esotéricos, onde foi tanto admirado e ou subia alto nos ranks ou era desprezado e expulso. Inspirado pelo livro de Arthur E. Waite, "O Livro de Magia Negra e dos Pactos", Crowley entrou para a Ordem Hermética da Golden Dawn, conhecida como a "Grande Fraternidade Branca", em 1898. Essa sociedade secreta realizada com membros da elite e membros altamente influentes da sociedade. Lá, ele foi apresentado à magia cerimonial e ao uso ritualístico de drogas.

Em 1899, ele teria se tornado um membro do coven ocultista Old George Pickingil. No entanto, ele não foi bem recebido por muito tempo como resultado de sua atitude irresponsável e suas inclinações para a homossexualidade (que foi chocante na época, mesmo aos ocultistas). A sacerdotisa de sua clã mais tarde o descreveu como "um monstro ocupado, inclinado para o mal e viciosamente sujo!" ³.

Crowley também se tornou um maçom de alto escalão, juntando-se a várias lojas e adquirindo vários graus maçônicos. Em sua autobiografia, Crowley descreveu a sua realização do 33º (e último) do Rito Escocês no México:


"Don Jesus Medina, um descendente do famoso Grande Duque Armada e um dos mais altos chefes do Rito Escocês na Maçonaria. Meu conhecimento cabalístico sendo já profundo pelos padrões atuais, ele pensou que eu fosse digno da mais alta iniciação em seu poder de conferir; poderes especiais que foram obtidos tendo em vista minha permanência limitada, e eu fui empurrado rapidamente e admitido no trigésimo terceiro e último grau antes de deixar o país."4


Com a ajuda do proeminente autor e maçom John Yarker, Crowley obteve outros graus maçônicos, incluindo o 3 ° na França, pela Loja anglo-saxônica nº 343, 33° do Rito irregular escocês 'Cerneau' e 90 ° / 95 ° do Rito de Memphis / Misraim (5). De acordo com a Grande Loja Unida da Inglaterra, no entanto, cujo reconhecimento é geralmente considerado o padrão para a validade maçônica, nenhum desses corpos maçônicos foram considerados regulares e ele nunca foi considerado um maçom oficial.

"O Livro da Lei", o Thelema e o Aeon de Hórus

Em 1904, Crowley e sua nova esposa Rose visitaram o Egito para sua lua de mel. Foi durante essa viagem que ele escreveu em seu livro mais famoso, "Liber Legis", O Livro da Lei, que se tornaria a pedra angular de sua vida.

De acordo com o seu próprio relato, a esposa de Crowley o levou a um museu no Cairo, onde ela mostrou-lhe uma estela funerária do sétimo século a.C. conhecida como Estela da Ankh-ef-en-Khonsu (que seria mais tarde reverenciada como Estela da Revelação). Crowley foi surpreendido pelo número da exposição: 666, o número da Besta do Apocalipse.

A Estela da Revelação apresenta o número 666.

Mais tarde, durante a sua estadia no Egito, Crowley e Rose participaram de um ritual mágico em que ele alega ter recebido uma mensagem de uma entidade chamada Aiwass. Como resultado dessa comunicação, Crowley escreveu os três primeiros capítulos do Livro da Lei - um texto místico que, acreditava ele, iria revolucionar o futuro da humanidade.


"Ele anunciou o advento de um novo eon em que Crowley tornou-se o sacerdote-príncipe de uma nova religião, a Era de Hórus. Ele formulou um elo entre a humanidade e a "força solar espiritual, durante a qual o deus Hórus irá presidir nos próximos dois mil anos sobre a evolução da consciência no planeta. (...)

A mensagem de Aiwaz, quem Crowley entendeu ser seu próprio anjo da guarda, convenceu-o de que sua missão na vida era dar o golpe de misericórdia para a Era de Osiris com seu apêndice moribundo, a fé cristã, e construir sobre as ruínas uma nova religião baseada na lei do Thelema - termo grego para 'vontade' "(6)


Capa do Livro da Lei


"Tinha! A manifestação de Nuit.
O desvelar da companhia do céu.
Todo homem e toda mulher é uma estrela.
Cada número é infinito, não há diferença.
Ajude-me, ó guerreiro senhor de Tebas, em meu desvelar perante as Crianças dos homens! "

- As linhas de abertura do Livro da Lei




"Por seus adeptos, o Livro da Lei foi descrito como contendo fórmulas ocultas de alcance cósmico", alguns expressaram abertamente, alguns velaram na teia mais complexa de cifras cabalísticas sempre tecidas em um texto único." Nem era apenas um pedaço de "escrita automática", disse Crowley, mas uma mensagem clara de um poder sobre-humano de inteligência e conhecimento, alguma fonte extraterrestre transcendental, "um dos verdadeiros mestres ocultos iria se manifestar depois dele." 7



Representação de Crowley de Aiwass

De acordo com o pupilo de Crowley, Kenneth Grant, qualquer um que possua a capacidade de compreensão da linguagem do simbolismo "será escalonado com a precisão do resumo do espírito do eon". (8) Em outras palavras, da mesma forma que a Bíblia governou sobre a civilização ocidental durante os últimos dois milênios, a Thelema descreveria o espírito dos próximos dois mil anos.


"No Aeon de Hórus a abordagem dualista para a religião vai ser transcendida através da abolição da noção presente de um Deus externo a si mesmo. Os dois serão unidos." O homem deixará de adorar a Deus como um fator externo, como no paganismo, ou como um estado interno de consciência, como no cristianismo, mas vai perceber sua identidade com Deus." O novo Eon de Hórus, com base na união do masculino e nas polaridades do sexo feminino, vai envolver o uso mágico de sêmen e ecstasy, culminando em uma apoteose da matéria - "na realização da noção gnóstica antiga que a matéria não é dual, mas uma com o espírito" - simbolizada pelo andrógino Baphomet dos Templários e dos Illuminati". (9)


O Livro da Lei se tornou a base de Thelema, que girava em torno de três principais idéias filosóficas:


1 - Faça o que tu queres deverá ser o todo da lei;

2 - O amor é a lei, amor sob vontade;

3 - Todo homem e toda mulher é uma estrela.


O hexagrama unicursal; símbolo principal da Thelema

Acredita-se que o ditado "Faça o que tu queres" significa "fazer o que quiser", portanto descrevendo uma busca egoísta de gratificação instantânea e prazer. No entanto, iniciados dessa filosofia  discordam com essa descrição do axioma visto que eles acreditam que é para ser interpretada em um nível metafísico. Thelema é a palavra grega para "A Vontade". O principal objetivo dessa filosofia é a realização de sua Verdadeira Vontade, que é descrita como um de "chamado superior" ou propósito na vida, independentemente de barreiras de ordem ética ou moral.


"Não há" padrões de certo". Ética é uma bobagem. Cada estrela deve ir em sua própria órbita. Para o inferno com o "princípio moral"; não há tal coisa"(10)


Crowley incorporou esses ensinamentos em sua recém-fundada A. '. A. '. (Argenteum Astrum ou a Estrela de Prata), uma ordem mágica criada para ser a sucessora da extinta Ordem Hermética da Golden Dawn. Para gerar o interesse em sua ordem, Crowley também publicou The Equinox - Revista do Iluminismo Científico (um termo emprestado da Ordem de Adam Weishaupt, Illuminati), onde divulgou rituais esotéricos e técnicas. Seu trabalho posterior, O Livro das Mentiras, capturou a atenção do chefe da Ordo Templi Orienti (OTO), Theodor Reuss, que logo fez dele um iniciado e Grão-Mestre da OTO. A razão dada para tal reconhecimento: o seu conhecimento da magia sexual.

A O.T.O. e a Magia Sexual

Crowley, conhecido como o "Grande Baphomet" da OTO

O sistema mágico e iniciático da OTO tem entre seus mais íntimos um conjunto de ensinamentos sobre atingir a magia sexual. Pode-se observar ainda que a sigla dessa ordem é simplesmente fálica. A magia sexual é o uso do ato sexual, ou das energias, paixões ou despertares que isso evoca, como um ponto para se concentrar a vontade ou desejo mágico no mundo não-sexual. Isso tem sido comparado com o "força vital" e "kundalini". Através do uso ritualístico das técnicas sexuais, inspiradas pelas escolas tântricas do Oriente, o iniciado pode usar a potência imensa da energia sexual para alcançar reinos mais elevados de espiritualidade.


"A ordem tinha redescoberto o grande segredo dos Templários, a magia do sexo, não só a chave para a tradição egípcia antiga e hermética, mas a todos os segredos da natureza, todo o simbolismo da Maçonaria, e todos os sistemas de religião. (11)"


Para pôr em marcha as "forças ocultas que podem resultar na iluminação de todos no ano 2000 d.C.", Crowley tornou-se convencido de que sua missão era de "curar o mundo da repressão sexual". Para alcançar seu objetivo, ele decidiu estudar cada detalhe do comportamento sexual e trazer cada impulso sexual até a região da consciência racional. Para esse fim, ele experimentou com estados alterados de consciência, incluindo cocaína, haxixe e ópio.

Crowley acabaria por introduzir (não sem protesto) a prática da magia sexual homossexual na OTO como um dos mais altos graus da Ordem porque que ele acreditava ser a fórmula mais poderosa (12). Ficou claro que Crowley achava que as acusações contra os Templários originais de sodomia e praticar orgias com mulheres tinham sido baseadas em fatos, mas não entendida por seus detratores.

Crowley também manteve com ele uma série de "Mulheres Escarlete": o mais conhecido delas foi Leah Hirsig, o chamado "Macaco de Thoth". Juntos, eles entrariam em sessões de bebida, drogas e magia sexual. Acredita-se que Crowley fez várias tentativas com várias dessas mulheres para gerar um "filho mágico" (veja O Bebê de Rosemary de Roman Polanski), nenhum dos quais teria dado certo. Ao invés disso, suas tentativas foram focadas em um livro chamado "Moonchild", publicado em 1929.

Capa de Moonchild por Aleister Crowley

No Thelema, a mulher Escarlate é equiparada com Babalon - A Grande Mãe, a Mãe das  Abominações do livro do Apocalipse. Crowley e seus aprendizes, muitas vezes, se envolviam e experimentavam desse conceito.

Agente Secreto 666

Quando as palhaçadas de Crowley foram apanhadas pela imprensa, ele logo se tornou famoso como um mago negro, um satanista e viciado em drogas e que seria apelidado de "o pior homem do mundo". No entanto, os documentos liberados revelaram que isso não impediu a inteligência britânica de contratá-lo como um agente. (Não era a primeira vez que a Coroa britânica contratara os serviços de ocultistas de renome; um exemplo famoso de tal associação pode ser encontrado na relação entre John Dee e da Rainha Elizabeth I.)

A obra mais significativa sobre o tema da carreira de espião de Crowley é de Richard B. Spence, "Agente 666". Usando documentos extraídos de arquivos britânicos, americanos, franceses e italianos, Agente Secreto 666, sensacionalmente, revela que Crowley teve um papel importante no naufrágio do Lusitânia, um complô para derrubar o governo da Espanha, a frustração dos irlandeses e conspirações nacionalistas indianas, e e o vôo de Rudolf Hess em 1941.

Capa de "Agente Secreto 666"

Durante sua pesquisa, Spence descobriu um documento da velha Divisão de Inteligência Militar do Exército dos EUA apoiando a própria declaração de Crowley de ter sido um espião:


"Aleister Crowley foi um empregado do governo britânico...em missão oficial neste país do qual o cônsul britânico, New York City tem pleno conhecimento" (13)


De acordo com Spence:


"Crowley era um psicólogo amador adepto, tinha uma incrível capacidade de influenciar as pessoas e, provavelmente, utilizava a sugestão hipnótica em seu trabalho secreto. A outra coisa que ele fez foi o bom uso de drogas. Em Nova York, ele realizou estudos muito detalhados sobre os efeitos da mescalina (peyote). Ele gostava de convidar vários amigos para jantar, fazer para eles curry e dosar a comida com a mescalina. Em seguida, ele observava e tomava notas sobre o seu comportamento. A mescalina foi mais tarde utilizada por agências de inteligência para experimentos de modificação do comportamento e de controle mental. (14)"


Durante a Segunda Guerra Mundial, Crowley tornou-se editor de uma revista pró-alemã chamada "A Pátria", em que publicou artigos incendiários, anti-britânicos. Ele mais tarde afirmou que esses escritos eram tão absurdos e estranhos que, em última análise, ajudou a causa dos britânicos. Crowley também propusera diversas idéias para ajudar os aliados, a maioria das quais foram rejeitadas. Uma delas, enquanto inicialmente rejeitada, foi mais tarde implementada. Isso envolvia distribuir panfletos ocultos no campo alemão que previa resultado terrível para a guerra e retratava a liderança nazista como satânica. Sua experiência em comunicação, propaganda e gestão da opinião pública seria usada para fazer a sua Thelema uma grande força na cultura popular de hoje.

Aprendizes Importantes

Como chefe da OTO na Califórnia, Crowley ensinava muitas pessoas que tiveram um grande impacto na sociedade americana. Uma delas é Jack Parsons.

Jack Parsons

Jack Parsons, era um pesquisador americano de propulsão de foguetes no Instituto de Tecnologia da Califórnia. Ele foi um dos principais fundadores do Laboratório de Propulsão a Jato e do Corp Aerojet. Sua pesquisa sobre foguetes foi uma das primeiras nos Estados Unidos, e seu trabalho pioneiro no desenvolvimento de combustíveis sólidos e a invenção da unidades de aeronaves JATO foi de grande importância para o início da era da humanidade no espaço. O engenheiro Theodore von Karman, amigo e benfeitor de Parsons, declarou que o trabalho de Parsons e de seus colegas ajudaram a inaugurar a era das viagens espaciais. Na verdade, a cratera Parsons no lado escuro da lua foi dada  esse nome por causa dele.


"Ele (Jack Parsons) tem sido descrito como "o indivíduo único que mais contribuiu para a ciência dos foguetes" e como um indivíduo que viajou sob as ordens secretas do governo dos EUA "(15)


Atrás de portas fechadas, Parsons estava profundamente mergulhado no ocultismo e se tornou um proeminente membro da OTO, onde participou em rituais mágicos extremos de sexo:


"Entre os muitos parceiros de Parsons, o sexo também era com sua própria mãe (seus encontros incestuosos foram filmados). Tanto a mãe e o filho engajados em bestialidade, e ambos parecem ter sido dessa espécie de psicóticos que podem funcionar normalmente em público e alcançar posições de autoridade sobre os outros."(16)


Em 1942, Parsons foi nomeado chefe da Loja da OTO, Agape, por Aleister Crowley. Como Crowley, Parsons estava obcecado com a idéia de criar um "filho mágico" com Babalon ou a Mulher Escarlate.


"O objetivo da operação de Parson foi subestimado. Ele procurou produzir uma criança mágica que seria um produto de seu ambiente em vez de sua hereditariedade. Crowley descreve o Moonchild nesses termos. O trabalho de Babalon em si foi a preparação para o que estava por vir: um messias Thelêmico."(17)


Parson com outros membros da Loja Agape.

Não houve separação clara entre a vida profissional e oculta de Parson. Na verdade, ele era conhecido por recitar o poema de Crowley, "Hino a Pã", antes de cada teste de foguete.



Vibra do cio subtil da luz,
Meu homem e afã
Vem turbulento da noite a flux
De Pã! Iô Pã!
Iô Pã! Iô Pã! Do mar de além
Vem da Sicília e da Arcádia vem!
Vem como Baco, com fauno e fera
E ninfa e sátiro à tua beira,
Num asno lácteo, do mar sem fim,
A mim, a mim!
Vem com Apolo, nupcial na brisa
(Pegureira e pitonisa),
Vem com Artêmis, leve e estranha,
E a coxa branca, Deus lindo, banha
Ao luar do bosque, em marmóreo monte,
Manhã malhada da àmbrea fonte!
Mergulha o roxo da prece ardente
No ádito rubro, no laço quente,
A alma que aterra em olhos de azul
O ver errar teu capricho exul
No bosque enredo, nos nás que espalma
A árvore viva que é espírito e alma
E corpo e mente - do mar sem fim
(Iô Pã! Iô Pã!),
Diabo ou deus, vem a mim, a mim!
Meu homem e afã!
Vem com trombeta estridente e fina
Pela colina!
Vem com tambor a rufar à beira
Da primavera!
Com frautas e avenas vem sem conto!
Não estou eu pronto?
Eu, que espero e me estorço e luto
Com ar sem ramos onde não nutro
Meu corpo, lasso do abraço em vão,
Áspide aguda, forte leão -
Vem, está fazia
Minha carne, fria
Do cio sozinho da demonia.
À espada corta o que ata e dói,
Ó Tudo-Cria, Tudo-Destrói!
Dá-me o sinal do Olho Aberto,
E da coxa áspera o toque erecto,
Ó Pã! Iô Pã!
Iô Pã! Iô Pã Pã! Pã Pã! Pã.,
Sou homem e afã:
Faze o teu querer sem vontade vã,
Deus grande! Meu Pã!
Iô Pã! Iô Pã! Despertei na dobra
Do aperto da cobra.
A águia rasga com garra e fauce;
Os deuses vão-se;
As feras vêm. Iô Pã! A matado,
Vou no corno levado
Do Unicornado.
Sou Pã! Iô Pã! Iô Pã Pã! Pã!
Sou teu, teu homem e teu afã,
Cabra das tuas, ouro, deus, clara
Carne em teu osso, flor na tua vara.
Com patas de aço os rochedos roço
De solstício severo a equinócio.
E raivo, e rasgo, e roussando fremo,
Sempiterno, mundo sem termo,
Homem, homúnculo, ménade, afã,
Na força de Pã.
Iô Pã! Iô Pã Pã! Pã!

- Aleister Crowley "Hino a Pã" ( tradução foi publicada em outubro de 1931 em "Presença", de Fernando Pessoa)


Parson mais tarde associou-se a um indivíduo que se tornou muito influente: L. Ron Hubbard, o homem que estabeleceria a Igreja de Cientologia.

L. Ron Hubbard

Parsons gostava muito de Hubbard, que era então um capitão da Marinha EUA, e iniciou-o nos segredos da OTO.


"Em um comunicado de 1946 a Crowley, Parsons escreveu: "Cerca de três meses atrás eu conheci o Capitão L. Ron. Hubbard (Marinha dos EUA)... Embora Ron não tivera nenhum treinamento formal em Magia, ele teve uma quantidade extraordinária de experiência e compreensão no campo ... Ele é a pessoa mais Thelêmica que eu já conheci e está em completo acordo com nossos princípios. Ele também está interessado no estabelecimento do Novo Aeon ... Estamos unindo os nossos recursos em uma parceria que irá funcionar como uma empresa limitada para controlar empreendimentos de negócios."(18)


Parte de um artigo de 1969 sobre a relação entre Hubbard e Crowley.

A Igreja da Cientologia de Hubbard é hoje uma seita extremamente influente e bem financiada que possui em suas fileiras mais de 8 milhões de membros, incluindo várias celebridades como Tom Cruise, Will Smith, John Travolta e Lisa Marie Presley.

Cultura Popular

Embora Crowley tenha morrido quase sem dinheiro, lutando contra um vício em heroína, o seu legado é, contudo, nada menos que colossal. O impacto de Crowley sobre a cultura popular de hoje é visível em muitos níveis, seja através de referências diretas à sua personalidade ou por meio de obras inspiradas  na Thelema.

Os exemplos mais óbvios de influência de Crowley na cultura popular são as referências feitas pelos astros do rock que estavam apaixonados com sua personalidade e filosofia, como os Beatles e Jimmy Page.

Crowley na capa do álbum dos Beatles "Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band"

Jay-Z vestindo uma blusa com o famoso ditado de Crowley: "Faça o que tu queres".

Crowley também inspirou personagens de filmes, incluindo Le Chiffre - o vilão de James Bond em "Casino Royale de Ian Fleming" e o bruxo satanista Adrian Marcato em "O Bebê de Rosemary". Hoje, as referências a Crowley e sua Thelema podem ser encontradas em lugares estranhos, como o anime "Yu-Gi-Oh!", em que um dos personagens da série é chamado Alister em homenagem a ele. Esse personagem tem em sua testa "O Selo de Orichalcos", que é uma cópia do hexagrama unicursal de Crowley.

Alister com o hexagrama unicursal na testa.

Além dessas referências diretas, um analista astuto pode detectar a influência da filosofia Thelêmica de Crowley e sua visão de um Novo Aeon em incontáveis produtos da mídia de massa. De fato, membros proeminentes da O.T.O. foram (e ainda estão) muito envolvidos na produção de filmes de Hollywood, embutindo dentro dos enredos suas doutrinas Thelemicas. A ficção científica é um gênero privilegiado para expor os espectadores à programação preditiva.


"A OTO inicia histórias em massa no mercado, especialmente de ficção científica, com subliminares, temas ocultos publicados em livros e revistas populares. Entre os mais influentes desses foram o de Robert Heinlein, "Strange in a Strange Land", o de A.H. White, "Rocket to the Morgue" e o já mencionado de Arthur C. Clarke, "The Sentinel", e "Childhood's End" (...)

Por meio do gênero recém-emergente de ficção científica, a OTO foi capaz de moldar a visão da América através de programação preditiva, que prevê um "futuro inevitável", de forma a influenciar tudo, desde a arquitetura de nossas cidades para o design de nossos automóveis e a concepção do que constitui "o progresso e libertação" no futuro. (...)

A capacidade da OTO em transformar a América consistiu na ligação dessa descarada mentira com a ciência e ficção científica, moldando a mídia e a medicina em sua imagem e semelhança e criando uma nova religião "Thelêmica" para as massas." (19)


Conclusão

Hoje, Crowley é considerado um gênio incompreendido ou místico ou um charlatão depravado, um profeta para uma era de iluminação espiritual ou um prenúncio satânico do Anti-Cristo, um agente para a libertação sexual da humanidade ou um viciado em drogas pederasta. Eram suas visões espirituais verdade ou ele enganou milhares de seguidores? Responder a essa pergunta hoje é praticamente irrelevante. Na juventude, Crowley queria se tornar uma celebridade e mudar o curso da história e, à sua maneira, ele cumpriu dois objetivos. Não só seu caráter peculiar faz dele uma espécie de ícone ocultista, suas obras filosóficas e esotéricas são hoje uma grande força que influenciam a cultura, valores e espiritualidade das massas.

Diferente da maioria das figuras históricas que perdem sua relevância como o passar dos anos, a influência de Crowley é cada vez maior no século 21. Isso não só é um resultado da sorte ou evolução natural, no entanto. Crowley e sua O.T.O. manteve laços com membros de alto nível dos governos britânico e americano, bem como com figuras influentes em Direito, ciência e cultura. A Elite mundial, predominada por valores iluministas, está em perfeito acordo com o Thelema de Crowley. Essas conexões facilitaram a divulgação e a aceitação de suas obras na cultura popular. Crowley não só previu o abandono da sociedade das religiões tradicionais e o abraçar da Era de Horus, mas fez parte do motor que fez essas mudanças acontecerem. Sua visão de um Novo Aeon também coincide com o velho plano dos Illuminati de uma ordem mundial secular governada por uma elite "iluminada". As palavras podem ser diferentes, mas o fundo hermético filosófico é o mesmo. Diríamos que Crowley e o Estabelecimento olham "olho no olho" sobre esse mesmo assunto...e esse olho é o olho de Hórus.

  1. Lawrence Sutin, “Do What Thou Wilt: A Life of Aleister Crowley 
  2. Aleister Crowley, The Confessions of Aleister Crowley: An Autohagiography 
  3. Rosemary Ellen Guiley, The Encyclopedia of Witches and Witchcraft 
  4. Op. Cit. Crowley 
  5. Op. Cit Sutin 
  6. Peter Tompkins, The Magic of Obelisks 
  7. Ibid. 
  8. Op Cit. Thompson 
  9. Ibid. 
  10. Aleister Crowley, The Old and New Commentaries to Liber AL 
  11. Theodor Reuss, Oriflamme 
  12. Jason Newcomb, Sexual Sorcery 
  13. Richard A. Spence quoting a U.S. military document, Secret Agent 666 
  14. Op. Cit. Spence 
  15. Michael A. Hoffman II, Secret Societies and Psychological Warfare 
  16. Ibid. 
  17. Richard Metger, John Whiteside Parsons: Anti-Christ Superstar 
  18. Ibid 
  19. Ibid  Fonte: Secret Arcana 
Leia Mais:

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Análise em "Labirinto - A Magia do Tempo", com David Bowie

terça-feira, 15 de novembro de 2011 35 comentários



O filme Labirinto de 1986, estrelado por David Bowie e Jennifer Connelly, mergulha os espectadores para um mundo de fantasia e maravilha. Como muitos outros contos fantásticos, o filme encerra em seu simbolismo com um significado subjacente e, neste caso, é bastante perturbador. Labirinto descreve a programação de uma vítima de controle mental nas mãos de um manipulador sádico. Vamos olhar para o significado oculto do simbolismo encontrado em Labirinto.

Labirinto é um filme dos anos 80 por excelência que contém tudo o que amamos dos anos 80: música com sintetizador, efeitos CGI dos anos 80 e um David Bowie nos anos 80 com o mesmo penteado que sua tia Susan tinha nos anos 80. Por que não amar? O filme tem, de fato, tornado-se um "culto clássico " e ainda é um favorito das crianças.

Mas, como muitos desses filmes de fantasia deliciosa irreal, há mais sobre Labirinto que os olhos podem enxergar. Pela compreensão do simbolismo oculto e referências em Labirinto, o filme se torna uma alegoria grande para o controle mental, onde cada cena se refere a um aspecto particular do processo. O que parece ser uma missão de uma jovem através de um labirinto para encontrar seu irmão bebê, torna-se uma metáfora para o mundo interno de uma vítima de controle mental que está sendo programada por um manipulador. Os obstáculos que Sarah, o heroína da história, deve passar se relacionam com a vida real infligida à mente dos escravos do controle para incitar dissociação. Jogos da mente, tortura, drogas e abuso sexual são todos simbolismos revelados durante o filme, dando a "aqueles que a conhecem" uma história completamente diferente do que é mostrado de primeira. Labirinto é, portanto, construído como a maioria das obras esotéricas na História: ele é usado para esconder o simbolismo das massas, enquanto revela aos iniciados.

Muito pouco conhecimento prévio é necessário para compreender o significado subjacente de Labirinto, no entanto. O filme foi, de fato, mencionado por alguns autores no controle mental que o descreveu como um dos filmes mais flagrantes em programação Monarca. Fritz Springmeier até mesmo declara que Labirinto é usado por manipuladores de controle mental como um script de programação para treinar os escravos. Isso é muito plausível, pois o filme tem muitas semelhanças com Alice no País das Maravilhas e O Mágico de Oz - dois filmes que são conhecidos por serem usadas na programação de controle mental. A única diferença é que Labirinto foi provavelmente construído especificamente para esse fim, enquanto, ao mesmo tempo, expoe as massas a esse tipo de simbolismo.

Já que Labirinto é um projeto para controle mental, é justo que a estrela do show seja um artista que tem servido como um modelo a estrelas pop modernas: David Bowie. Ao longo de sua carreira longa e eclética, Bowie tocou em muitos temas ocultitas e rituais que hoje são utilizados pelas estrelas pop feitas pela indústria. E, por alguma razão, muitos daqueles que tocam esses temas ocultos também integram o controle mental em seus trabalhos. Talvez seja devido ao fato de que o controle mental depende fortemente dos rituais de magia negra e os ensinamentos cabalísticos. Então, antes de olharmos para o simbolismo do filme, vamos dar uma breve olhada em alguns dos simbolismos utilizados por David Bowie.

David Bowie: Aquele que Todos Imitam

Muitos artigos deste site mencionam estrelas pop modernas e o simbolismo oculto embutido em suas obras. Era apenas uma questão de tempo até David Bowie ser mencionado, visto que ele é, aparentemente, uma grande fonte de inspiração para muitos deles. David Bowie é de fato o protótipo do ícone pop-star/oculto cujas obras incorporam conceitos originários de sociedades secretas. De estranho alter-egos, ao conceito ocultista da androginia e, claro, incluindo referências a Aleister Crowley e sua Thelema, Bowie fez décadas atrás o que as estrelas pop estão fazendo agora.

 O alter-ego de Bowie chamado Ziggy Stardust era uma representação do "homem 
iluminado" que alcançou o mais alto nível de iniciação: androginia (como 
representado por Baphomet).

Desenho da Árvore da Vida Cabalística

Bowie vestido com trajes egípcios (como Crowley costumava fazer) e exibindo o sinal da 
mão de "Assim acima, como abaixo", também conhecido como o signo de Baphomet.

A diferença entre Bowie e estrelas pop de hoje é que ele estava bastante aberto em relação à influência oculta em seu ato e música. Em uma entrevista de 1995, Bowie declarou: "Meu interesse primordial é na cabala e no Crowleyismo. "Aquele lado errado do cérebro todo escuro e bastante temido do mundo do nunca". Em sua canção Quicksand, 1971, Bowie cantou:

"Estou mais perto da Golden Dawn
Imersos no uniforme das  imagens de Crowley"

(Golden Dawn é o nome da sociedade secreta fundada por Crowley). Esses são apenas alguns exemplos da influência oculta sobre o trabalho de Bowie e um livro inteiro poderia ser escrito sobre o assunto.

Uma vez que o principal antagonista de Labirinto é um feiticeiro que também acaba querendo cantar de improviso músicas pop, David Bowie foi um ajuste perfeito para o papel. Será que ele sabia que desempenhou o papel de um manipulador de controle mental?

Labirinto

Este cartaz do filme Labirinto é cheio de imagens de gatilho MK.

Lançado em 1986, Labirinto foi um esforço colaborativo entre George Lucas, Jim Henson (seu último filme) e David Bowie. Usando efeitos incríveis , o filme rapidamente se tornou um clássico no que podemos chamar de "fantasia torcida" do gênero. O enredo do filme é simples: uma adolescente chamada Sarah passa por um labirinto estranho e mágico para recuperar seu irmão bebê que foi raptado por um feiticeiro chamado Jareth e seu exército de duendes.

Alguns críticos não apreciam a natureza aleatória dos eventos do filme. Robert Ebert afirmou que este tipo de filmes "não são tão de suspense como deveriam ser porque eles não têm de seguir qualquer lógica. Qualquer coisa pode acontecer, nada precisa acontecer, nada é como parece e as regras continuam mudando." Ao descrever o filme dessa maneira, sem saber Ebert descreve o mundo interior de um escravo do controle mental, que é exatamente o que o labirinto representa. Através de trauma, a psique do escravo é reprogramada pelo manipulador, resultando em uma situação onde tudo pode acontecer, nada precisa acontecer, nada é como parece e as regras continuam mudando.

A busca de Sarah por seu irmão bebê é, na verdade, uma busca para recuperar sua persona inocente (seu eu "real") que foi tomada pelo manipulador. Os vários eventos que acontecem à Sarah são reflexos distorcidos  de trauma de controle mental real - escondido atrás de um véu de fantasia e imaginação.

A Premissa

A trama do filme lembra muito a de O Mágico de Oz e Alice no País das Maravilhas, duas histórias que são por acaso conhecidas por serem utilizadas na programação de controle mental. Uma jovem, entediada e perturbada com a sua vida normal, se encontra em uma terra de fantasia, onde tudo pode acontecer. A fim de voltar para casa, ela embarca em uma perigosa missão para chegar a um grande castelo (não muito diferente da cidade Esmeralda de O Mágico de Oz). Ao longo do caminho, a menina assertiva usa sua inteligência, coragem e força para passar os obstáculos em um mundo onde não há regras estabelecidas.

Labirinto é fortemente simbólico do início ao fim, a partir da primeira cena. Sarah está em um parque, vestida como uma princesa, ensaiando para uma peça sob o olhar atento de uma coruja que está de pé em cima de um obelisco.

Uma coruja está em pé no topo de um obelisco, vigiando Sarah.

Nós rapidamente aprendemos que a coruja é Jareth, o Rei dos Duendes (interpretado por David Bowie). O fato de que Jareth assume a forma de uma coruja no "mundo real" e que ele está no topo de um obelisco é muito revelador sobre o que ele realmente representa: A elite oculta. A coruja é conhecido por ser o principal símbolo dos Illuminati da Baviera e ainda é usado por grupos de elite como o Bohemian Grove. Ela representa "aqueles que agem sob o manto da escuridão".

 Símbolo do grupo Minerval dos Illuminati da Baviera que é caracterizada por uma coruja vigilante.

A coruja fica em cima de um obelisco, um monumento que está constantemente visível em todo o filme inteiro. O obelisco foi, durante séculos, o símbolo supremo do poder da elite oculta. Encontra-se em pé em lugares mais poderosos do mundo e estranhos poderes ocultos são atribuídos a eles. Estes monumentos de altura originam-se no antigo Egito e é dito representar o falo perdido de Osíris - em outras palavras, a energia masculina. O obelisco é um símbolo fálico, portanto, o fato de que essa jovem encontra muitos deles durante a sua busca pode ser um lembrete do manipulador dominando-a  mentalmente e sexualmente (por meio de abuso).

A coruja assiste à Sarah, que está vestida como uma princesa e ensaiando para uma peça, ilustrando a sua tendência natural para dissociar da realidade e para assumir outras personalidades, uma característica que os manipuladores MK procuram quando recrutam escravos com potencial. Sarah é, portanto, "marcada" pelo sistema sombrio de controle mental Illuminati.

Na casa de Sarah, encontramos várias pistas relacionadas com a sua predisposição ao controle mental. Ela é cercada por brinquedos, livros e cartazes que anunciam a aventura dissociativa que ela está prestes a embarcar. Muitos dos brinquedos de Sarah serão encontradso animados durante sua aventura, que nos diz que tudo o que vai acontecer vai ser um resultado de sua própria imaginação, alimentada pelas coisas que são familiares a ela.

Entre as coisas de Sarah, encontramos uma versão de brinquedo do obelisco cravejado de labirinto, ela está prestes a entrar nos livros do Mágico de Oz e Alice no País das Maravilhas. Ambos os contos de fadas são usados ​​para incentivar as vítimas a dissociar da realidade. Labirinto não é diferente e é, provavelmente, usado em programação real de controle mental.

Logo acima de cama de Sarah está o famoso desenho de Escher com o nome de "Relatividade".

O desenho "Relatividade", de Escher, (a imagem com as escadas indo em todas as direções) 
logo acima de cama de Sarah.

As imagens incompreensíveis de Escher contêm características confusas que a mente nunca poderá calcular. Por esta razão, elas são usadas ​​na programação de controle mental real. Essa pintura em particular irá se tornar muito importante mais tarde no filme.

"Se [a criança] tem ondas cerebrais artística, em seguida, o programador irá utilizar o trabalho de arte na programação. O trabalho de arte do artista europeu M.C. Escher é excepcionalmente adequado para fins de programação. Por exemplo, em seu desenho de 1947 "Another World", o avião de trás que está no centro serve como um muro em relação ao horizonte, um piso em conexão com o ponto de vista através da abertura superior e um limite máximo no que diz respeito à visão em direção ao céu estrelado. Reversões, imagens de espelho, ilusão, e muitas outras qualidades aparecem na obra de arte de Escher que fazem todas as 76 ou mais de suas obras excelentes para a programação . "
Fritz Springmeier, The Illuminati Formula to Create a Mind Control Slave

Então Sarah está com raiva de seus pais, especialmente a madrasta, porque ela tem que ficar em casa e tomar conta de seu irmãozinho chamado Toby, enquanto eles saem. Confrontado com gritos incessantes da criança, Sarah quer que o Rei dos Duendes a leve embora. Uma coruja, em seguida, entra no quarto e transforma-se em Jareth, o Rei dos Duendes.

Jareth oferecendo Sarah "presentes" representado pela bola de cristal.

Jareth levou Toby ao seu mundo e irá transformá-lo em um de seus duendes. Em termos de controle mental, o bebê Toby representa a real personalidade de Sarah que foi levada por Jareth, seu manipulador. Enquanto Jareth detém a real persona de Sarah, ele será capaz de fazê-la atravessar o Labirinto - que representará sua programação.

Quando Sarah pede para Jareth devolver Toby, o Rei Goblin usa suas habilidades de manipulação e persuasão. Ele mostra a Sarah uma bola de cristal e diz a ela que a bola contém "todos os seus sonhos". Ele adverte que no entanto "não é um presente para uma menina normal, que cuida de um bebê chorão". Em outras palavras, o presente é só para as meninas que perderam o bebê - vítimas de controle mental. Jareth o manipulador tem o poder para ajudar a Sarah escapar da vida que ela detesta, mas ela deve permitir que ele possua sua personalidade real - para controlar a sua mente. Quando Sarah recusa a oferta de Jareth, que é equivalente com o tema de Fausto de vender a alma ao Diabo, a bola de cristal magicamente se transforma em uma cobra e é jogada a ela. Jareth então ameaçadoramente diz: "Não me desafie". Vendo que ela não vai esquecer-se sobre o bebê, Jareth diz a Sarah que Toby está em seu castelo e que ela tem 13 horas para encontrá-lo. Ambos são transportados para o Labirinto, que é uma grande imagem representando Sarah em seu mundo interior sob o controle de um manipulador.

Dentro do Labirinto

Sarah deve atravessar um labirinto gigante, a fim de chegar ao castelo, que representa sua persona  compartimentada. O labirinto inteiro é o mundo interno de Sarah e Jareth é o mestre incontestável de tudo que acontece nele. Ele também pode mudar tudo à vontade. Obeliscos são encontrados em todo o labirinto, um símbolo fálico lembrando do controle sexual dos manipuladores têm sobre seus escravos.

Dentro do labirinto, Sarah rapidamente percebe que ela não obedece as regras da realidade. Ela se encontra andando caminhos retos inacabáveis levando a lugar nenhum.

O Labirinto parece ser um caminho infinito em linha reta para lugar nenhum.

Sarah, em seguida, descobre que é só retratando mentalmente uma entrada para o castelo que se irá aparecer uma. Ela deve fazer seu próprio caminho dentro de sua própria mente.

Plantas estranhas com os olhos nas paredes do labirinto nos lembra que Sarah é totalmente monitorada pelo seu manipulador durante todo o processo. O símbolo do olho que tudo vê é muito utilizado em programação real de controle mental.

Ao tentar avançar através do labirinto, Sarah percebe que tudo continua a mudar ao seu redor. Ela conhece criaturas estranhas que dizem enigmas confusos que levam a caminhos inacabáveis de lógica circular. Seu lema parece ser "isso não é justo", como ela repete isso inúmeras vezes durante o filme. Essa frase resume muito bem a vida de um escravo MK. Não há regras e todo tipo de injustiça pode ocorrer.

Enquanto isso, Jareth está no castelo com Toby,  monitoramento Sarah.

 O trono de Jareth tem características de chifres - como muitas outras coisas no Labirinto - lembrando os telespectadores sobre a natureza satânica subjacente ao processo de controle mental.

As Fortes Experiências

Em seu caminho em direção ao castelo, Sarah passa por todos os tipos de obstáculos, muitos dos quais representam simbolicamente traumas reais vividos por vítimas de controle mental.

Na primeira prova de Sara, ela cai em um poço cheio de "mãos que ajudam".

 Sarah é mantida e agarrou pelas mãos incontáveis ​​em torno dela. Isto pode se 
referir às vítimas sendo manipuladas e abusadas por manipuladores ocultos.

Depois, Sarah se encontra em uma floresta e cercada pela Gangue do Fogo, que são criaturas cantantes estranhas que podem remover partes de seus corpos à vontade. O conceito de partes do corpo desmembrando é central para a programação de controle mental.

A performance da Gangue do Fogo logo se transforma em um pesadelo quando eles saltam sobre Sarah e tentam remover sua cabeça.

A Gangue do Fogo tenta remover a cabeça de Sara de seu corpo,
representando a dissociaçãoo escravo MK  em relação à realidade.

Após escapar da Gangue do Fogo, Sarah se encontra em um lugar ainda pior, o Piscina do Odor Eterno.


Sarah e seus amigos são forçados a atravessar o lago nauseabundo, a fim de continuar a busca. Esta cena estranha pode se referir à técnica de controle da mente real para induzir trauma que consiste na imersão dos escravos nas fezes e urina e / ou a consumi-los. Nossa repulsa natural de excrementos e o mau cheiro que começa a partir deles são a forma do nosso corpo para nos dizer para ficar longe deles, porque eles estão infestados com todos os tipos de vermes e parasitas que são tóxicos para nós. Nossos organismos são tão bem feitos que somos instintivamente repulsados pelas coisas que são ruins para nós. O consumo forçado de excrementos é, portanto, particularmente traumático, uma vez que vai contra os instintos mais básicos do corpo humano. O episódio de Sarah na Piscina de Odor Eterno é uma maneira "criativa" para descrever a experiência traumática de Sarah como um escravo MK durante a programação.

Depois de atravessar a piscina, Sarah é dada um presente - um que é envenenado, é claro.

Sarah recebe um pêssego que a faz ter alucinações - uma alusão velada aos 
medicamentos que são dadas aos escravos Monarca durante a programação

Quando Sarah dá uma mordida no pêssego, ela se sente tonta e começa a alucinar. Escravos monarcas estão constantemente recebendo drogas para amplificar os efeitos da programação e de incitar o medo e terror. Deitado no chão, Sarah vê uma bola de cristal com uma imagem simbólica que a representa.

Sarah vê bonecas em roupas de princesa cercada por grades - uma maneira 
clássica de retratar escravos controle mental dissociativos .

Sarah é mostrada em uma estranha bola com o convidado usando máscaras de cabras, porcos e aves (comumente chamado de um baile Illuminati) e encontra Jareth, seu manipulador, esperando por ela.

Jareth à espera de Sarah por trás de uma máscara com chifres no baile Illuminati.

Jareth and Sarah encontram um aos outro e começam a valsa juntos, com Jareth dando olhares sugestivos ... para uma menina de 15 anos de idade. A cena retrata simbolicamente a união forçada satânica entre o escravo (que se diz ser a princesa de seu mundo) e seu manipulador. As letras da música de David Bowie tocando durante o baile pode ser interpretativo como uma "canção de amor" de um manipulador a um escravo controle mental.


"Como a dor varre
Não faz sentido para você
Toda emoção foi
Não foi muita diversão de verdade
Mas eu estarei lá para você
Quando o mundo cai ...

... Está caindo"

O baile, então, rapidamente se transforma em um pesadelo, onde todos os convidados mascarados começam a correr atrás dela (ela está "alucinando"?). Sarah começa a correr, quebra um espelho e passa através dele, outro símbolo clássico de controle mental.

Para escapar do baile, Sarah deve quebrar um espelho - a imagem simbólica que representa a ruptura de sua personalidade.

Confrontando Jareth

Apesar de todos esses problemas, Sarah finalmente chega ao castelo e entra nele. Ela se encontra perdida em uma pintura de Escher em tamanho real com o engatinhante Toby. Jareth magicamente aparece em toda parte dentro da cena, da mesma forma que os manipuladores aparecem no mundo interior dos escravos Monarca.

Pinturas de Escher representam perfeitamente o  o mundo interno  
absurdo e totalmente desorientado de escravos monarca.

Então o mundo inteiro em torno de Sarah desmorona, deixando apenas seu manipulador de frente para ela. Sarah pede Jareth para lhe dar de volta o bebê (seu núcleo inocente). Jareth lhe dá uma clássica ambígua - do tipo que os escravos MK recebem de seus manipuladores. Ele diz:

"Eu tenho reordenado  otempo ... Eu tenho virado o mundo de cabeça para baixo ... Eu fiz tudo para você. Estou exausto de cumprir suas expectativas sobre mim. Não é isso generoso? "

Ele, então, oferece-lhe a bola de cristal novamente.


Ele diz:

"Olha o que eu estou lhe oferecendo. Seus sonhos. Peço por tão pouco. Apenas me deixe controlar  você, e você pode ter tudo o que você quer. Apenas tenha medo de mim, me ama, faça como eu digo, e eu serei o seu escravo ".

Este é o clássico  "pacto com o Diabo" de Fausto, em que Jareth diz que ele "pede tão pouco", enquanto ele está realmente pedindo tudo de Sarah: sua mente, corpo e alma.

Sarah, em seguida, começa a recitar os versos que ela estava praticando no início do filme e diz: "Você não tem nenhum poder sobre mim". Tudo se desintegra, mais uma vez, Sarah deixa seu mundo interno e se vê de volta ao mundo externo, o mundo real, sua casa. Toby está de volta em seu berço e tudo está aparentemente de volta ao normal.

Em seu quarto, vê algumas das criaturas que ela conheceu no Labirinto e está aparentemente feliz em vê-los. Ela diz a eles:

"Eu não sei porque, mas ... às vezes na minha vida, por nenhuma razão, eu preciso de você".

Em outras palavras, Sarah aceitou o mundo interno que foi programada nela pelo seu manipulador. Ele agora pode ser desencadeada por ele a qualquer momento durante sua vida.

Sarah e sua festa de amigos em seu quarto sob o olhar atento de uma coruja, Jareth, 
que nunca perdeu o controle dela. Ele é realmente o vencedor do duelo com Sarah. 
Sua programação está completa.

O filme fecha com uma canção de David Bowie "Underground". A canção tem estilo gospel (com um coro alto evangélico acompanhando-o) e fala sobre um lugar com "nenhuma dor". Esse lugar não é o céu, mas "Underground", que pode ser equiparado ao inferno, que, em termos de controle da mente, é a vida cheio de trauma de um escravo MK.

Assim, em perfeita continuidade com o filme, Bowie deixa os telespectadores com uma inversão última de bem e mal, céu e inferno e prazer e dor, com esta canção:

"Ninguém pode culpá-lo
Por caminhar para longe
Muita rejeição (na na)
Nenhuma injeção de amor
A vida pode ser fácil
Não é sempre fantástico
Não me diga que a verdade dói, menina
Porque dói como o inferno
Mas lá no subsolo
Você encontrará alguém verdadeiro
Embaixo, no subterrâneo
Uma terra serena
A lua de cristal, ah, ah

É apenas para sempre
Não muito longo
Perdido e solitário
Isso é subterrâneo
Subterrâneo

Papai, papai, me tire daqui
Ha ha eu estou no subterrâneo
Ouvi falar de um lugar hoje
Nada machuca novamente
Papai, papai, me tire daqui
Ah ha eu estou no subterrâneo
Irmã irmã, por favor leve-me para baixo
Ah ah eu estou no subterrâneo
Papai, papai, me tire daqui "

Enquanto a maioria dos espectadores interpretam a história de Labirinto como um conto sobre "a importância da imaginação" ou algo do tipo, o simbolismo do filme dá-lhe um significado mais profundo. Uma vez que o imaginário e os gatilhos relacionados ao controle da mente são entendidos, o filme torna-se uma vívida descrição do mundo interno de um escravo Monarca durante a programação. Totalmente à mercê de seu manipulador e o mundo distorcido que ele criou em sua mente, o escravo tenta retornar à realidade, onde as coisas fazem sentido. A tarefa é difícil como o manipulador controla o tempo (daí o relógio de 13 horas que continua aparecendo durante o filme) e espaço (passagens secretas no Labirinto). Durante a busca, o escravo se reúne com amigos que parecem estar ajudando ela, mas que estão, na realidade, levando-a a exatamente onde seu manipulador quer que ela esteja. De fato, a inteira "busca pela libertação" de Sarah é na verdade sua manipulação no sentido da aceitação de sua programação. Ao passar pelo labirinto, Sarah passou por todos os traumas necessários para programá-la. O que parece ser a derrota de Jareth é na verdade uma vitória como ele conseguiu programar o mundo interno de Sarah. Ele pode ser usado, em suas palavras "às vezes em sua vida".

Conclusão

Como O Mágico de Oz e Alice no País das Maravilhas, Labirinto é um conto de fadas imaginativo cuja história pode ser usada como um script na programação controle mental. Ao contrário dos contos mais antigos no entanto, Labirinto poderia ter sido construído especificamente para fins de controle mental. A história, o simbolismo e a música do filme tudo forma sobrecarga sensorial coesa, onde os espectadores estão totalmente imersos no estranho mundo de controle mental. Há no entanto um problema: como o controle mental das vítimas, a maioria dos telespectadores estão completamente enganados pelo filme e sua mensagem. Embora pareça ser sobre o triunfo do espírito de uma menina sobre o mal,  é na verdade o triunfo do mal sobre a mente de uma menina. Nas palavras de Bowie, 'não me diga a verdade dói, menina', 'Porque dói como o inferno'.


Traduzido de Vigilant Citizen



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A Indústria da Música Exposta - Parte 6 - A Filosofia Satânica

domingo, 28 de agosto de 2011 69 comentários


Depois que um artista vende sua alma, sua vida se torna bastante conturbada. Muitos mudam seu comportamento, apresentam uma queda moral, envolvem-se em drogas, entram em depressão ou simplesmente aparecem mortos em circunstâncias suspeitas. Existem vários níveis de possessão. Quando um artista vende sua alma, esse demônio o acompanha, dando inspiração para a composição de suas músicas. As letras se tornam explicitamente satânicas e mensagens subliminares são embutidas. A maioria das músicas que escutamos hoje em dia está baseada na Filosofia Satânica, que é os ensinamentos ocultistas do mago Aleister Crowley. Assista ao sexto vídeo da série e veja como a indústria da música está engenhada para carregar e disseminar a filosofia de Thelema.



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A Indústria da Música é controlada (parte 6) Coldplay e o Rock

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010 31 comentários

... e o Rock?

O Rock, na indústria musical, se faz a maior arma na manipulação de mentes. A música Rock eletrônica moderna, inaugurada no início dos anos 60 é, e sempre foi, um empreendimento conjunto da Inteligência Militar britânica e das seitas ocultistas. De um lado, os ocultistas controlam os principais grupos de música Rock por meio das drogas, do sexo, das ameaças de violência e até do assassinato. Do outro lado, a publicidade, os tours e as gravações são financiadas por empresas conectadas com os círculos da Inteligência Militar britânica. Ambos os lados estão intimamente interconectados com o maior negócio do mundo - o tráfico internacional de drogas. 


As "estrelas do Rock" são na verdade marionetes patéticas presas em um esquema muito maior. No momento em que recebem as primeiras verbas de direitos autorais, os grupos já estão profundamente imersos nas drogas. Por exemplo, "astros" muito admirados, como John Lennon, dos Beatles, e Keith Richards, do The Rolling Stones, eram viciados em heroína. Richards precisou fazer uma transfusão e substituir todo seu sangue contaminado para conseguir passar em um exame e obter seu visto para ir aos Estados Unidos. [Tony Sanchez, Up and Down with the Rolling Stones, pg 319] 

(Extraído e adaptado de Espada.eti.br, fev. 2010)

Todos sabem que o Rock é recheado de ocultismo e tem levado inúmeras pessoas a participarem de rituais ocultos inconscientemente. A Illuminati é esperta e fica distraindo os jovens com o som da guitarra, que sozinha não tem nehuma relação com o oculto. Baterias e guitarras fazem um som exuberante sem precisar do oculto, não entendo porque essas bandas tem que se mergulhar nas drogas, letras ocultas etc. Só há uma explicação: alguém manda e desmanda na indústria e faz todo mundo "entrar na dança." 

Assista à análise de Viva La Vida - Coldplay



Você sabe quem foi Aleister Crowley?


Ele foi considerado o homem mais perverso do mundo (imagem acima, direita). Foi um mago que declaradamente cultuava as entidades ocultas e que odiava Jesus. Também, manteve grande influência na música, principalmente no Rock.
O ensino mais famoso de Crowley, "Faça o que quiser, isso há de ser toda a lei" tornou-se o mantra da revolução das drogas, perversões sexuais e todo o anticristianismo dos anos 60. "Faça tudo o que você quiser. Se for bom e der prazer, então faça".   
-->De acordo com o The All Music Guide, o álbum Sargeant Pepper, dos Beatles, "será para sempre conhecido como a gravação que mudou o Rock & Roll. A revista Time disse: "Sargeant Pepper estava encharcado de drogas." [Time, 26/9/1967, pg 62] 
A capa do álbum mostrava os Beatles com um fundo formado por pessoas que, de acordo com Ringo Starr "de quem gostamos e que admiramos" [Hit Parade, outubro/1976, pg 14] Paul McCartney falou sobre a capa do álbum: "... íamos ter as fotos dos nossos heróis na parede..." [Musician, Edição Especial para Colecionadores, Beatles e The Rolling Stones, 1988, pg 12]   
Um dos heróis dos Beatles incluído na capa do álbum Sargeant Pepper, era o infame Aleister Crowley! A maior parte das pessoas em 1967 não sabia quem era Crowley - mas os Beatles certamente sabiam.   
Capa do álbum "Sargeant Pepper", dos Beatles (imagem acima).
"... íamos ter as fotos dos nossos heróis na parede..."
O "herói" Aleister Crowley é o segundo a partir da esquerda na linha de cima.
Aparentemente, os Beatles encaravam os ensinos de Crowley com muita seriedade - John Lennon, em uma entrevista, disse que "toda a idéia dos Beatles" era o famoso ensino 'Faça o que você quiser', de Crowley.   
"Toda a idéia dos Beatles era faça tudo o que você quiser, certo? Assumir suas próprias responsabilidades, fazer o que quiser e tentar não prejudicar as outras pessoas, certo? FAÇA O QUE QUISER, desde que não fira ninguém... [Entrevista da revista Playboy com John Lennon e Yoko Ono, David Sheff & G. Barry Golson, pg. 61]   
"Eles são totalmente anticristãos! Eu também sou anticristão, mas eles são tão anticristãos que me deixam chocados, o que não é uma coisa fácil." - Derek Taylor, Assessor de Imprensa dos Beatles [Saturday Evening Post, 8/8/1964]
"Jesus El Pifico, um covarde fedorento, fascista, bastardo, comedor de alho." [John Lennon, A Spaniard in the Works, pg 14]
"O cristianismo vai acabar, vai diminuir e desaparecer totalmente. Não preciso discutir esse fato. Estou certo e o tempo vai provar isso... Neste momento, somos mais famosos que Jesus." [John Lennon, San Francisco Chronicle, 13/abril/1966, pg 26] 
LED ZEPPELIN
Um dos discípulos mais devotos de Crowley foi o guitarrista do Led Zeppelin, Jimmy Page. Page comprou a "casa dos horrores" de Crowley - Boleskine, situada no Lago Ness, na Escócia. Boleskine era a casa onde Crowley realizava sua "magia ", incluindo sacrifícios de sangue. Crowley foi enterrado dentro de um câmara escura em Boleskine. O ensino mais famoso de Crowley era "Faça o que quiser, isso será toda a lei". Page inscreveu no vinil no terceiro álbum da banda, Led Zeppelin III, "Faça o que quiser. Assim seja." Sem que as pessoas que assistiam aos seus concertos soubessem, Jimmy Page realizava rituais aprendidos de Crowley durante algumas apresentações da banda Led Zeppelin.   
OZZY OSBOURNE  
Ozzy Osbourne chamou Crowley de "fenômeno da sua época" [Circus, 26/8/1980] Ele gravou uma música em tributo a Crowley - Mister Crowley. A letra diz:
Você enganou a todos com a magia Você aguardou o chamado de Lúcifer... Crowley, não quer montar no meu cavalo branco?
Ozzy, conhecido por seus atos violentos e incontroláveis quando está no palco, confessou em uma entrevista:
"Realmente gostaria de saber por que fiz algumas coisas nestes anos. Não sei se sou um médium para alguma força de fora. Seja lá o que for, francamente, espero que não seja o que penso que é: Lúcifer." [Hit Parade, fevereiro de 1978, pg 24]
THE DOORS  
Jim Morrison, o superastro do grupo The Doors, que morreu "misteriosamente" em 3/julho/1971 estava profundamente imerso no ocultismo. Ele e sua noiva se casaram em uma cerimônia na religião Wicca, de pé sobre um pentagrama desenhado no chão e bebendo um o sangue do outro.  
(Extraído e adaptado de Espada.eti.br, fev, 2010)