Imagens Simbólicas (setembro & outubro/18)

quarta-feira, 31 de outubro de 2018 3 comentários

Este é Lil Wayne na capa da revista Billboard. Não me 
diga que o cabelo na frente de seu olho foi coincidência.

Eu acho que não! Lembra?

A nova campanha publicitária da Valentino é toda sobre o "sinal do 
um olho". Mas espere, talvez seja tudo uma coincidência. As mulheres 
às vezes andam por aí carregando suas bolsas assim, não é mesmo?

Mas talvez seja uma coincidência mesmo. Talvez
 seja assim que Gigi Hadid sempre carrega sua bolsa.

Bem, acho que não era coincidência não.

 Todo mês, dezenas de personalidades posam fazendo o sinal do 
um olho. Este é o escritor francês Édouard Louis, no Le Monde.

Bella Thorne escondendo um olho com uma mão na qual está um 
olho enquanto um terceiro olho está na testa dela. Isso é como uma 
confirmação tripla do olho que tudo vê.

 James Harden é um superstar na NBA. Essa é a foto 
que vimos em todos os lugares durante o NBA Media 
Day. A elite está dizendo que os possui.

Este é o jogador de futebol belga, que atualmente atua no Manchester 
City, Kevin De Bruyne, promovendo uma nova chuteira, colocando-a 
em seu rosto e escondendo "um olho" com ela.

 Este é um anúncio do evento 29Rooms organizado pela revista feminina
 29Refinery. A revista é financiada principalmente pela Turner Broadcasting
 Systems, proprietária da CNN, Adult Swim e muitos outros canais da mídia. 
Tudo sobre este evento esteve relacionado à agenda de elite oculta.

 Uma das salas possuía um piso quadriculado e um olho
 que tudo vê. É difícil não ver a influência maçônica aí.
Uma imagem maçônica que caracteriza o piso 
quadriculado ritualístico e o Olho Que Tudo Vê.

 E é claro que o evento tinha um monte 
de gente fazendo o "sinal do um olho".

O evento também teve bastante simbolismo relacionado à pedofilia... 
observe o triângulo em espiral e a mancha de uma mão na roupa.

Símbolos usados para identificar
 pedófilos de um arquivo do FBI.

  Naturi Naughton e Joseph Sikora são as estrelas da série 
"Power". Neste post do Instagram, eles estão se submetendo à 
verdadeira fonte de "poder" em suas vidas.

 Como visto em meus artigos anteriores sobre Ariana Grande, tudo 
sobre ela tem sido muito simbólico. Esta é a última foto do perfil do
 Instagram que foi postada depois que ela terminou com Pete Davidson.

Imagem promocional do filme 
"Venom" e mais referências a um olho.

 Esta é uma imagem da abertura da nova série da Netflix 
"O Mundo Sombrio de Sabrina". Vemos uma cruz invertida um 
pentagrama, além de muito satanismo ao longo dos episódios.

Nesta imagem promocional da série, vemos 
um grande pentagrama invertido sobre Sabrina.

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O Significado Oculto de "Thunderclouds" com Sia

sábado, 27 de outubro de 2018 5 comentários

O vídeo da música Thunderclouds do grupo LSD, com participação de Sia, é mais um vídeo cheio de referências simbólicas que pode ser interpretado com uma "viagem" dentro do mundo oculto da programação monarca. Assista à análise abaixo:


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O Significado Perturbador de Poppy "Time is Up"

sábado, 20 de outubro de 2018 14 comentários

Poppy tem assustado as pessoas desde 2015 no YouTube com centenas de vídeos bizarros, surrealistas e hipnóticos. No artigo That Poppy: Uma Youtuber Sobre Controle Mental Illuminati, expliquei como todo o seu trabalho gira em torno do MKULTRA. De fato, quase todos os vídeos desse canal abordam uma faceta diferente do controle mental, já que Poppy fala com a câmera de um jeito robótico. Além disso, espalhado ao longo dos vídeos, há muitas menções sutis e inconfundíveis ao satanismo. Em suma, Poppy está 100% alinhada com a agenda da elite oculta.


Poppy também é uma artista que assinou com a gravadora Island Records. Ela vai lançar em breve um segundo álbum de estúdio intitulado "Am I a Girl?" e embarcar numa segunda turnê mundial com o mesmo nome. E desta vez, o impulso da mídia é forte. De fato, aos poucos, ela está passando para o mainstream e ficando pronta para se tornar um nome familiar.

Exposição Mainstream

Quando escrevi pela primeira vez sobre Poppy em 2017, ela foi um fenômeno viral com milhões de visualizações no YouTube. No entanto, ela ainda era bastante desconhecida pelo público em geral. Isso provavelmente mudará em breve, já que ela está recebendo aquela doce exposição da mídia que geralmente é reservada para as maiores estrelas do mundo. E tudo nela ainda está focado no controle mental Illuminati.

 Poppy ganhou os prêmios de Artista Revelação no Streamy Awards 2017
No tapete vermelho, ela estava presa dentro de uma caixa como uma espécie de 
animal enjaulado - uma ótima maneira de representar um escravo do controle 
mental. Ela estava sendo puxada pelo seu manipulador MK... o Satanic
 Sinclair... Ops, quero dizer... o Titanic Sinclair.

A roupa peculiar de Poppy no American Music Awards de 2018 atraiu
 muita atenção da mídia. No entanto, ninguém mencionou que a máscara 
simbolicamente representa o silêncio forçado dos escravos MK.

O pôster da turnê de Poppy "Am I a Girl? Tour" também está repleto de simbolismo MK.

 O pôster apresenta um design dualista proeminente, preto versus branco, 
um conceito extremamente importante no controle mental. Poppy está usando
 um chapéu do Mickey Mouse que é usado para identificar escravos MK na indústria
 do entretenimento. Além disso, as cores vermelho, branco e preto são as cores oficiais 
da elite oculta. Por fim, as “mãos que rezam” de Poppy aludem a uma pirâmide.

O nome da turnê - "Am I a Girl?" - é o tipo de pergunta que um escravo MK faria depois de ser transformado em uma folha em branco por meio de traumas e programação intensa.

"Time is Up", o principal single de seu novo álbum é uma das celebrações mais flagrantes do controle mental já lançada na grande mídia. E, foi realizada em rede nacional.

Poppy promove sua aparição no Late Late Show com o 
apresentador James Corden. Ela está ficando mainstream.

Em "Time is Up", Poppy é uma escrava MK (como de costume) que amaldiçoa a humanidade como um todo e torce pela sua destruição. Sim. Vamos dar uma olhada.

Time is Up

A letra dessa música e as imagens do vídeo são 100% sobre Poppy ser uma escrava do controle mental. Embora também haja alusões a ela ser algum tipo de robô de IA, o vídeo indica que ela é uma garota que foi totalmente desumanizada por meio de programação.

O primeiro quadro do vídeo diz tudo.

O vídeo começa com Poppy deitada em uma cama, dentro do que parece 
ser uma cela estilizada. Ela está ligada a uma máquina que monitora suas
 funções vitais, mas robôs não têm funções vitais. O vídeo é sobre um
 humano sob o MKULTRA.

 Ela tem eletrodos conectados à cabeça. 
Sua mente está literalmente sob controle.

 Poppy é monitorada por um manipulador, que no vídeo é o Diplo.

A letra do primeiro verso não poderia deixar mais óbvio que fala sobre o MKULTRA:


Na fábrica
No lugar estéril onde eles me fizeram
Eu acordei sozinha
Tonta da programação
Eu já fui formatada de novo?
Oh meu Deus, eu nem sei


Poppy acorda “na fábrica” (o local de controle mental) “tonta da programação”. No mundo perturbador do controle mental baseado no trauma, a “programação” envolve drogas, abuso sexual, tortura mental e física, terapia de eletrochoque e outras práticas horríveis.

Quando ela pergunta: “Eu já fui formatada de novo?”, Isso significa que ela foi submetida a um trauma tão intenso que ela se dissociou da realidade e sua mente “se quebrou” e transformou-se numa folha em branco, que pode ser reprogramada pelo seu manipulador.

Ela então descreve seu local MK.


É um mistério
Todos ao meu redor estão tão ocupados
Esta é minha casa?
Eu sou sua prisioneira ou sua libertadora?
Oh meu Deus, você nem sabe


 Poppy é então apresentada para uma
 multidão como um protótipo de robô inovador.

Em seus vídeos no YouTube, Poppy é uma escrava que sofreu lavagem cerebral e está acostumada a fazer lavagem cerebral em outras pessoas. Esse conceito também está presente no vídeo "Time is Up".

 Poppy dá pílulas para seus seguidores, não 
muito diferente de um padre durante a Eucaristia. 

Depois de engolir a pílula, os seguidores de Poppy têm 0s e
 1s projetados em seus rostos - o que significa que eles mesmos
 estão se transformando em robôs (escravos).

Aparentemente, essas pílulas não são muito saudáveis. Os seguidores de Poppy logo se veem convulsionados pela dor.

 Poppy não gosta de seus seguidores e humanos
 em geral. Ela realmente os quer mortos.

No segundo verso, Poppy basicamente deseja a destruição da humanidade por causa do ambiente. 


Exponencialmente, todos os dias estou aumentando minha memória
Você não acreditaria
Sua vida é sem sentido, você é como as baratas
Exterminação é sua única esperança
História humana, poluição e cidades superlotadas
Esse é o seu legado
Mas não fique tão deprimido
Você logo será nada
Oh meu Deus, você nem sabe


Poppy, uma escrava MK programada pela elite oculta, conta à humanidade que “o extermínio é sua única esperança”. Ela é basicamente um porta-voz da elite, que há tempos tem fantasiado sobre o despovoamento do planeta.

O vídeo prossegue então para confirmar que Poppy é uma ferramenta da elite oculta.

Poppy canta para seus seguidores recém-controlados pela mente
 enquanto usa um vestido que apresenta uma cabeça estilizada de
 Baphomet - o ídolo da elite oculta.

Em suma, "Time is Up" é uma mistura de tudo da elite oculta: o MKULTRA e suas práticas horrendas, o extermínio da humanidade e, acima de tudo, o satanismo sutil. E a CBS achou incrível. De fato, Poppy cantou essa música no Late Late Show. A performance foi super-simbólica.

 Poppy no Late Late Show na CBS. 

Como você pode ver, há muita coisa acontecendo lá. Primeiro, a roupa de Poppy é basicamente uma cruz invertida gigante - um símbolo que representa o satanismo. Meninas com perucas loiras (representando escravas Beta Kitten) dançando dentro de tubos MK. Por fim, dois caras colocam máscaras de gás e acabam “mortos” aos pés de Poppy.

Um olhar mais atento ao monitor confirma que Poppy não é um robô, mas um escravo MK.

No monitor, vemos o nome “Poppy” e itens como “Corpo, Sistema
 Esquelético, Sistema Nervoso”. Os robôs não têm sistema nervoso.

Conclusão

Poppy representa uma nova geração de estrelas pop que estão levando as coisas a um novo nível assustador. De fato, embora a maioria das estrelas pop lancem alguns vídeos com temas MK, todo o trabalho de Poppy é sobre ela ser uma escrava MK. Ela está constantemente desempenhando esse papel, mesmo em entrevistas. O subtexto é ela sendo constantemente submetida a abuso, trauma e tortura enquanto sofre uma “programação”.

Há algo surreal em assistir Poppy cantando em rede nacional que as pessoas são como “baratas” e que “o extermínio é sua única esperança”. Já que ela é basicamente uma escrava formatada, tudo o que ela diz foi programado para ela. Em outras palavras, a elite está falando através dela para as massas. E as pessoas estão aplaudindo isso porque Poppy é fofa e a batida é cativante.

A menos que eles acordem em breve, as massas continuarão a aplaudir as mensagens que celebram a sua própria destruição... até o tempo acabar.

The Vigilant Citizen

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Ex-Marido de Mariah Carey diz que o MK-ULTRA é Real ao falar de Kanye West

sexta-feira, 19 de outubro de 2018 2 comentários

Kanye West é o mais recente de uma longa lista de celebridades sob o foco da mídia após um grave colapso mental. No caso de Kanye, as coisas estão assumindo uma dimensão social e política maior, já que ele é uma celebridade rara que apóia abertamente o presidente Trump. E Trump recebeu esse apoio de braços abertos. Literalmente.

Visita de Kanye no Salão Oval no dia 11 de outubro.

O amor de Kanye pelas políticas de Trump causou uma extrema reação dos colegas rappers e meios de comunicação em geral que o acusam dos piores insultos: vendido, traidor etc.

O rapper TI, que trabalhou com Kanye no passado, atacou nas mídias sociais:


"Esta é a minha parada, já basta para mim!!!! [F—] Trump e seu pequeno menininho. Houve um tempo em que foi um prazer trabalhar ao seu lado. Agora, eu tenho vergonha de ter sido associado a você. Esse é o mais repugnante, vergonhoso e constrangedor ato de desespero de leiloar a alma para ganhar poder que eu já vi. Você está se envolvendo num nível totalmente novo e eu recuso a me associar com algo tão vil, fraco e desconsiderar o efeito que isso tem no bem maior de TODAS AS NOSSAS PESSOAS!!!!”


TI também divulgou um vídeo dele sentado no Salão Oval enquanto uma sósia de Melania Trump se despia para ele.

O vídeo foi chamado de “Querido 45, eu não sou Kanye”.

A reação contra Kanye também se estendeu à imprensa.

Uma manchete do The Guardian perguntando se Kanye West deveria 
ser chamado de Tio Tom - um termo depreciativo usado para negros 
que se “vendiam” para pessoas brancas.

Alguns acreditam que o apoio de Kanye a Trump é o resultado de ele estar mentalmente instável.

O rapper e apresentador de TV Nick Cannon levou as coisas adiante aludindo ao MKULTRA. 

“MKULTRA é Real!”

Após a visita de Kanye à Casa Branca, Nick Cannon postou um tweet bastante incisivo, sugerindo que Kanye está sob controle mental. 

"Convencido que é um clone de Kanye West. Eles estão bagunçando com a mente
 dos meus manos. MKULTRA é real! Seu espírito é puro, no entanto. Não vamos
 desistir dele. Sua mensagem de amor é real, mas ele está permitindo demônios
 tirarem vantagem de sua vulnerabilidade e o tratarem como um fantoche."

Embora muitos possam descartar este tweet como mais uma celebridade falando besteiras nas mídias sociais, o caso de Nick Cannon é diferente: ele sabe das coisas. De fato, Cannon esteve casado por seis anos com um dos exemplos mais gritantes de controle mental da indústria: Mariah Carey.

Nick Cannon com Mariah Carey e seus
 filhos gêmeos no Kid's Choice Awards.

A história de Mariah Carey é um exemplo típico de controle mental da indústria. Se quiser saber mais, assista a estes dois vídeos antigos que já fiz sobre ela:



Em 1993, Mariah se casou com Tommy Mottola, o presidente da Sony Music. Enquanto Mariah disparava para o topo das paradas, sua relação tumultuada com Mottola - que era mais um manipulador MK do que um marido - causou um grave estrago em seu bem-estar mental. De fato, Motolla controlava todos os aspectos da vida pessoal e profissional de Mariah. Ele monitorava cada movimento dela e a manteve enclausurada numa mansão que acabou chamando de “Sing Sing” (o nome de uma prisão de segurança máxima em NY). A mansão acabou pegando fogo anos mais tarde, após ser vendida.

Em 2002, Michael Jackson chamou o famoso Tommy Mottola de "demônio" ao descrever a situação de Mariah Carey:


“E Tommy Mottola é um demônio!

Eu não deveria dizer o que vou dizer agora, mas quero que saibam disso. Por favor, não gravem o que eu vou dizer, ok? Desligue isso por favor. Quer saber? Eu não me importo! Pode gravar!

Mariah Carey, depois de se divorciar de Tommy, veio a mim chorando. Chorando. Ela estava chorando tanto que eu tive que segurá-la. Ela me disse: "Ele é um homem mau, e Michael, esse homem me persegue. Ele grampeia os telefonemas dela e é muito, muito mau. Ela não confia nele. Ele é um ser humano horrível. E nós temos que continuar nossa luta até que ele seja exterminado. Nós não podemos permitir que ele faça isso com grandes artistas, nós simplesmente não podemos.”


Será uma coincidência que tudo em torno de Mariah durante esses anos envolveu borboletas monarcas - o principal símbolo do controle mental Monarca?

A capa do álbum de Mariah “Butterfly”, lançado 
em 1997 (na época de seu divórcio com Motolla).

Nos anos após o divórcio com Motolla, Mariah passou por um colapso mental, que muitas vezes acontece depois de anos de controle mental baseado no trauma. Não diferente de Britney Spears e outros, o colapso começou com um “comportamento estranho”.

Em 21 de julho de 2001, Carey fez uma aparição bizarra no programa de Carson Daly, que agora é conhecida como o "Colapso do Sorvete". Tudo começou quando Mariah entrou empurrando um carrinho de sorvete enquanto usava uma camiseta GG masculina. Ela então tirou a camiseta e pediu para Carson Daly “sequestrá-la”. Ela então falou sobre como ela precisava de terapia e que "ela não estava vendo nenhum dinheiro no banco". Carson, visivelmente abalado, anunciou:


"Senhoras e senhores, Mariah Carey perdeu a cabeça."


Seis dias depois, Carey postou mensagens perturbadoras em seu site:


"Eu não sei o que está acontecendo com a minha vida".


Alguns dias depois, ela foi hospitalizada por 14 dias.


“Em 26 de julho, ela foi subitamente hospitalizada, com “exaustão extrema” e “colapso físico e emocional”. Mariah foi internada em um hospital não revelado em Connecticut e permaneceu internada sob cuidados médicos por duas semanas, seguido de uma ausência prolongada do público.”

- Wikipedia, Mariah Carey


Mariah foi hospitalizada pela mesma razão que Kanye e permaneceu sob “cuidados médicos” por aproximadamente o mesmo período de tempo no “hospital não revelado”. Hoje, Mariah foi oficialmente diagnosticada com o mesmo problema mental que Kanye: Transtorno Bipolar.

Nick Cannon esteve casado com Mariah entre 2008 e 2014. Durante esse período, ela exibiu o comportamento típico de um escravo MK após um colapso: “Fora de si”, consumindo muito álcool e altamente medicada. Se alguém pode atestar que o MKULTRA é real, essa pessoa é Nick Cannon.

O Colapso de Kanye

Em 20 de novembro de 2016, Kanye foi algemado e levado às pressas para o Centro Médico UCLA, onde passou dez dias sob cuidados médicos.

Embora o diagnóstico oficial fosse de “psicose temporária” devido à desidratação e privação de sono, revelações feitas por pessoas próximas a Kanye indicavam um problema muito mais grave. De fato, mais de três meses depois de Kanye ser liberado do hospital, o colaborador de longa data Malik Yussef revelou durante uma entrevista que sua “memória estava voltando”. Yussef disse a Popsugar: 


“Eu estive na casa dele sentei-me com ele por cerca de seis, sete horas, apenas falando sobre sua saúde e recuperação. Sua memória está voltando, o que é muito bom. [Ele] está se curando, passando tempo com sua família.”


Então, Yussef indicou que, após sua hospitalização forçada, Kanye sofreu uma grave perda de memória e que, três meses depois, ainda não se recuperou totalmente. Considerando esses fatos, pode-se perguntar naturalmente: o que realmente aconteceu durante esses dez dias no hospital e o que poderia causar uma perda de memória tão prolongada?

Aqui está algo a considerar: a principal ferramenta do controle da mente baseado no trauma é a terapia de eletrochoque (ECT) e o principal efeito colateral da ECT é a perda de memória.


“A perda de memória é o principal efeito colateral associado ao tratamento com ECT. A maioria das pessoas experimenta o que é chamado de amnésia retrógrada, que é uma perda de memória de eventos que levam até e incluindo o tratamento em si. A perda de memória de algumas pessoas é maior e maior com o ECT. Alguns têm dificuldade em recordar eventos que ocorreram durante as semanas que antecederam o tratamento ou as semanas após o tratamento. Outros perdem lembranças de eventos e experiências em seu passado.

A perda de memória geralmente melhora dentro de algumas semanas após o tratamento com ECT. Tal como acontece com medicamentos psiquiátricos, nenhum profissional ou médico pode dizer-lhe com certeza que tipo de perda de memória você vai experimentar, mas praticamente todos os pacientes experimentam alguma perda de memória. Às vezes a perda de memória em alguns pacientes é permanente”.

– PsychCentral, Risks of Electroconvulsive Therapy (ECT)


Outro fato a ser considerado: Kanye recebeu esses “tratamentos” na mesma instalação onde Britney Spears e Amanda Bynes foram levadas às pressas em “internação psiquiátrica” durante seus próprios colapsos no estilo MKULTRA.

 Logo após o seu lançamento no hospital, o cabelo de Kanye foi 
descolorido. Os escravos MK são frequentemente identificados 
com cabelos loiros (descolorindo ou com perucas).

Fora do Lugar Afundado?

Em 2018, Kanye ressurgiu em público, alegando que ele estava "fora do lugar afundado".

 O tweet de Kanye sobre o "lugar afundado".

A expressão “lugar afundado” vem do filme de 2017 "Corra!" e refere-se ao estado de dissociação do personagem principal após ser hipnotizado por uma mulher usando traumas passados.

 Memes sobre Kanye estar no "lugar afundado" surgiram
 depois de ele ser acusado de estar sob o controle de pessoas
 brancas por apoiar Trump.

Como você pode ver, tem havido muita conversa sobre Kanye e o controle mental. Você sabe quem mais falou sobre Kanye e o controle mental? O próprio Kanye.

Tweets de "Controle Mental" de Ye

Kanye (que agora se passa por Ye) postou no Twitter vários vídeos enigmáticos intitulados “Controle Mental”. No último vídeo da série, ele fala contra o controle mental social e sobre mídia de massa com sua "agenda maior".

Uma print do tweet "Controle Mental".

Então, será que Kanye ainda está sob controle mental? Ele está sendo controlado por - como Nick Cannon coloca - "diabos" que estão "usando-o como fantoche"? No Twitter, muitos discordaram da avaliação de Nick Cannon.


É possível que Kanye realmente tenha quebrado sua programação? Ele testemunhou em primeira mão o lado negro da indústria e agora está tomando posição contra isso? É simplesmente um contrariador? Pode ser uma mistura de tudo. Eu nem tenho certeza se Kanye realmente sabe a resposta exata. No entanto, tenho certeza de uma coisa: Kanye passou por algo obscuro e perturbador durante sua hospitalização e saiu uma pessoa diferente. E aqueles por trás disso são os verdadeiros "diabos".



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Taylor Swift: A Rainha do American Music Awards 2018

sexta-feira, 12 de outubro de 2018 23 comentários

A maioria dos meus artigos sobre premiações mostra um fato importante: elas são peças de um drama ritualístico cuidadosamente orquestradas envolvendo um número limitado de personagens. Dê uma olhada nos meus artigos anteriores sobre premiações passadas e você rapidamente perceberá um padrão claro. O AMA 2018 obviamente se encaixou nesse padrão inconfundível.

Todo o show foi orquestrado para transmitir uma mensagem clara: “Salve, salve, Taylor Swift”. E, em uma época em que tudo deve ser politizado a um nível extremo, Taylor Swift fez sua “propaganda” política no momento mais estratégico possível.

O Alvoroço

A mídia de massa pode criar, a partir do nada, um "alvoroço" intenso em questão de horas, e agora foi a vez de Taylor Swift criar. O burburinho começou em 8 de outubro, quando ela anunciou no Instagram que votaria em democratas nas eleições de meio de mandato. Citando direitos LGBT e racismo sistêmico, Swift escreveu para seus 112 milhões de seguidores que, apesar de apoiar as mulheres no governo, ela não pôde dar seu apoio a Marsha Blackburn, a candidata republicana ao Senado no estado do Tennessee.

Postagem Instagram altamente mediatizada de Taylor Swift. 

Este anúncio acabou com os anos de “inaceitável” silêncio político de Taylor Swift. De fato, desde a eleição de Donald Trump em 2016, Swift permaneceu em silêncio sobre questões políticas, um silêncio que foi ensurdecedor aos ouvidos de alguns jornalistas. Por exemplo, este artigo de 2017 do The Guardian sugere que Taylor Swift não ataca Trump pelo fato de ela ser uma “mensageira” dele e a associa com o “alt-right”.

Uma manchete do The Guardian criticando o  silêncio político de Taylor Swift.

O artigo afirmou:


No ano em que Donald Trump foi eleito, o mundo do entretenimento esteve amplamente unido em seu desdém por sua presidência. Mas uma voz notável está faltando no refrão: a de Taylor Swift, a maior popstar do mundo. Seu silêncio é impressionante, destacando os paralelos entre o cantor e o presidente: seu uso adequado de mídias sociais para promover uma base de apoio obstinada; seu solipsismo; seu foco de laser na linha de fundo; seu apoio entre o "alt-right".

– The Guardian, The Guardian view on Taylor Swift: an envoy for Trump’s values?


O artigo termina com esta frase condenatória.


Swift parece não apenas um produto da época de Trump, mas uma enviada musical para os valores do presidente. 


- Ibid.


Outras fontes de notícias também não puderam lidar com o silêncio de Taylor Swift, que foi percebido como um ato de traição. Por que ela não poderia ser mais como Katy Perry, que apoiou abertamente Hillary Clinton durante a campanha presidencial?


Uma manchete da Refinery de 2017 
condenando o silêncio político de Taylor.

Considerando essa história, o apoio de Taylor Swift ao Partido Democrata gerou um alvoroço instantâneo. Fontes de notícias relataram um aumento notável no registro de eleitores após o post no Instagram.

E sim, as pessoas do The Guardian foram tranquilizadas.

Uma recente manchete do The Guardian celebrando o fato de que Taylor Swift 
“finalmente” fez uma intervenção política. FINALMENTE. Tudo o que precisamos 
agora é de Ja Rule revelando em quem ele votará e estaremos prontos.

Como de costume, esses “comentaristas” ignoram completamente um fato muito importante: a marca Taylor Swift pertence a sua gravadora. Tudo o que ela diz e faz é controlado por seus manipuladores da indústria. Taylor Swift nunca apoiou Trump no passado, ela simplesmente não assumiu uma postura política, talvez porque sua base de fãs Tennessee/Country seja altamente conservadora. Foi um movimento calculado.

Mas agora os cálculos mudaram. O endosso político de Taylor Swift caiu em um momento estratégico e estimulou uma dinâmica de mídia que foi levada ao AMA 2018.

E o AMA foi todo sobre Taylor Swift. Não foi nem engraçado. Foi tudo roteirizado para coroar a rainha da noite.

Rainha do AMA

O AMA 2018 não perdeu tempo. A cerimônia começou com um vídeo listando as muitas realizações de Taylor Swift no mercado musical.

O AMA começou lembrando-nos que Swift tinha 
“turnê americana de maior bilheteria” e que ela
 ganhou o “prêmio de maior artista do ano”.

O locutor então diz que Taylor estava disputando “quatro grandes prêmios” e que ela poderia quebrar o recorde de mais vitórias no AMA de uma mulher. Ela vai fazer isso?! O suspense está me matando! 

Então, era hora da performance de Taylor Swift... que foi muito simbólica. Era um clássico ensopado tóxico de simbolismo da elite oculta misturado a mensagens degradantes sobre ser uma bruxa cruel, odiosa e manipuladora.

A música é evocativamente chamada "I Did Something Bad", de seu álbum de 2017 "Reputation". O primeiro single desse álbum foi "Look At What You Made Me Do" e seu vídeo estava repleto de simbolismo de controle mental. "I Did Something Bad" também é um produto puro da lavagem cerebral da elite oculta. O refrão da música resume a mensagem da elite para os jovens:


Eles dizem que eu fiz algo ruim
Então, por que isso é tão bom?
Eles dizem que eu fiz algo ruim
Mas por que isso é tão bom?
A maior diversão que já tive
E eu faria de novo e de novo, se pudesse
Foi tão bom, bom
Foi tão bom


Mau é Bom

A performance começa com Taylor em pé no que parece ser um templo futurista, com um altar e pilares iluminados de vermelho. Um grupo de homens está deitado a seus pés, completamente à mercê dela.

 Quando Taylor canta o verso “Eu os toco como um violino”, 
os homens se levantam como marionetes e caem de novo.

Numa análise crua, a música seria sobre Taylor Swift destruindo "homens que falam m****". Alguns acreditam que é sobre Kanye West e outros caras. No entanto, é difícil ignorar o significado espiritual subjacente de toda essa exibição. De fato, a performance é uma celebração da religião favorita da elite: satanismo.

Quando Taylor canta o verso "Ele fez por merecer", ela faz um 
sinal de chifre do diabo com a mão. Tudo sobre essa performance 
foi bem coreografado e isso foi claramente intencional.

Então, ao contrário de outras estrelas pop, Taylor Swift se compara a uma bruxa sendo queimada na fogueira.


Eles estão queimando todas as bruxas, mesmo que você não seja uma

Eles conseguiram seus forcados e provas, suas fontes e razões
Eles estão queimando todas as bruxas, mesmo que você não seja uma
Então me queime (me queime), me queime (me queime)


Enquanto Taylor repetia “me queime” (como se fosse um mantra),
 seus dançarinos imitavam os movimentos de uma cobra… como se
 estivessem invocando uma cobra gigante ou algo do tipo.

Uma cobra gigante emerge do pedestal semelhante
um altar e governa ameaçadoramente a multidão.

Aparentemente, essa cobra é chamada Karyn e fez aparições regulares durante a turnê de Taylor. Mas o que há com ela e as cobras? Em seu vídeo, "Look What You Made Me Do", ela estava cercada por cobras. Alguns dizem que é uma referência a Kim Kardashian chamando-a de cobra em um telefonema vazado (ou algo assim). No entanto, considerando o contexto oculto e espiritual dessa performance, o símbolo da cobra assume um profundo significado.

A música é chamada "eu fiz algo que fiz algo ruim". Segundo a tradição religiosa, em Gênesis, Eva mordeu o fruto proverbial que foi dado a ela por Satanás, que tomou a forma de uma cobra. Ela fez algo ruim porque isso era estritamente proibido por Deus, que baniu Adão e Eva do jardim do Éden. Os mistérios ocultos ensinam que essa serpente, associada a Lúcifer, o portador da luz, é na verdade um salvador da humanidade.

No final da performance, Taylor brinca novamente com os rapazes como se fossem fantoches.

 Taylor levanta um cara com uma corda invisível como se ele fosse 
um fantoche. Ela então sopra um beijo da morte e ele cai de volta. 
A elite gosta de retratar as pessoas como fantoches impotentes
 que podem ser mortos quando quiser.

Neste ponto, estamos a cerca de 3 minutos do AMA e o show já se transformou em um pesadelo infernal satânico com fogo, relâmpago, uma cobra gigante, homens deitados sem vida no chão e Taylor cantando que ela “fez uma coisa ruim”. Ela foi aplaudida de pé.

Mais tarde, Taylor ganhou todos os quatro prêmios que ela estava disputando, quebrando o recorde de que eles estavam falando no início de sua performance. Sim, foi uma noite perfeita para Taylor... como se tudo tivesse sido planejado com antecedência.

Taylor ganhou as brilhantes pirâmides Illuminati ao longo da noite.

Mas, espere, havia alguém presente nessa cerimônia? Sim, havia esse cara.

Bad Bunny usava um terceiro olho protético. Como visto 
em artigos anteriores, a elite oculta adora usar esse símbolo
 para identificar ironicamente seus peões.

Poppy estava na premiação usando uma máscara representando o silêncio 
dos escravos MK. Para mais informações sobre ela, leia meu artigo That Poppy:
 da grande mídia.

Conclusão

Minha primeira menção a essas premiações foi a do VMA de 2009, que envolveu Kanye West interrompendo uma jovem, de olhos arregalados e “saudável”, Taylor Swift, durante seu discurso de aceitação. Toda a cerimônia foi um drama ritualístico altamente simbólico destinado a “iniciar” Taylor na indústria da elite.

Nove anos depois, Taylor é coroada rainha do AMA com uma performance altamente simbólica. Embora Kanye não estivesse lá para interromper seus muitos discursos, ele ainda continua sendo seu arqui-inimigo

De fato, durante a mesma semana, Taylor Swift, a garota do interior do Tennessee (que votou em Trump por uma margem de 61% a 35%), pede que as pessoas votarem nos democratas. Enquanto isso, Kanye West, o rapper de Chicago (um dos maiores redutos democratas dos Estados Unidos), anda por aí com um boné da campanha de Trump  - MAGA - e se encontrou com ele pela segunda vez.

O drama ritualístico continua.

The Vigilant Citizen

Veja Mais
A Apresentação de Taylor Swift no AMA 2012 - Um Típico Ritual de Iniciação
O Significado Oculto de Taylor Swift "Look What You Made Me Do"