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Chris Brown faz Um Grande Tributo Illuminati no BET Awards 2015

terça-feira, 30 de junho de 2015 32 comentários

Cerimônias de premiação, como o Grammy Awards, MVA, AMA e outros Awards, têm sido bombardeadas de simbolismo oculto nos últimos anos. Volta e meia, flagramos apresentações que ou parecem um tributo à Elite ou parecem promover alguma agenda específica, com uso de simbolismo oculto explícito ou mensagens distorcidas. Desta vez, Chris Brown foi o artista escolhido para fazer um "lindo e belo" tributo aos Illuminati no BET Awards 2015 no último domingo (28).

Assista ao vídeo abaixo:


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A Misteriosa Morte de Michael Jackson (6 Anos Depois)

segunda-feira, 29 de junho de 2015 23 comentários

Seis anos se passaram da morte de Michael Jackson, mas ainda existe muito mistério em torno dos fatos. MJ aparentemente sabia que seria assassinado e teria dito isso inúmeras vezes para sua família. O médico Conrad Murray, que administrou a dose letal de propofol no cantor, foi julgado em 2011 e condenado a 4 anos de prisão (mas permaneceu pouco tempo), e a morte de Michael foi considerada um mero acidente. No entanto, existem muitos outros motivos para se acreditar que a morte de MJ foi uma conspiração; em 2010, fizemos um post discutindo muitos deles. O que mudou desde então? Foi a morte de MJ um acidente ou foi o resultado de um ato criminoso planejado e premeditado pela Elite? O que podemos concluir?

Assista ao vídeo abaixo:


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Muse "The Handler" - Uma Música Sobre Um Escravo de Controle Mental cantando para Seu Manipulador

sábado, 27 de junho de 2015 16 comentários

"The Handler" da banda Muse é um dos vídeos musicais mais flagrantes sobre o controle mental Monarca já criados. No entanto, é preciso algum conhecimento básico sobre o assunto para entender o verdadeiro significado do vídeo. Aqui está uma análise em "The Handler". 

O vocalista do Muse Matt Bellamy nunca foi um estranho para temas relacionados com o controle mental da elite oculta. O álbum de 2009 da banda, "The Resistance", continha títulos como "Uprising" e "MKULTRA" que aludiam a temas obscuros relativos às teorias da conspiração. Após o sucesso do álbum, Muse obteve algum reconhecimento da indústria da música, participou nos Jogos Olímpicos de 2012 de Encerramento (que foi um grande ritual oculto da elite - leia meu artigo sobre isso aqui) e, desde então, a mensagem da banda mudou um pouco. Na verdade, Matt Bellamy começou declarando em 2006 que: 


"O 11 de setembro é claramente um trabalho interno, não há evidência maciça que sugere que isso foi permitido acontecer ou, ainda pior, deliberadamente feito para acontecer". 

– Drowned in Sound, Muse’s Matt Bellamy: “September 11 is clearly an inside job


Mas voltou atrás sobre o assunto em 2012: 


"Eu não acredito mais nisso, embora haja muitas questões a serem respondidas. Eu ainda leio muito sobre a história política, a influência das corporações e dos militares, mas eu me certifico de que estou lendo de fontes credíveis. Eu acho que meus pontos de vista políticos são um pouco mais apurados agora." 

– Metro, Muse’s Matt Bellamy: It’s only now I feel comfortable singing about love


Esses tipos de declarações, combinadas com um segundo álbum mais moderado, fizeram os fãs se perguntarem se a banda teria "se vendido" para a indústria da música. 

No entanto, o álbum mais recente da banda, "Drones", traz o Muse de volta às suas raízes de "resistência", e vai ainda mais longe no toca do coelho. "Drones" é na verdade um álbum conceitual que "acompanha a jornada do protagonista de abandono à doutrinação como um "drone humano" e de uma eventual deserção.

Matt Bellamy descreveu "Drones" como um álbum sobre a desumanização da guerra moderna:


"Para mim, drones são psicopatas metafóricos que permitem o comportamento psicopata com nenhum recurso. O mundo é dirigido por drones utilizando drones para nos transformar em drones. Esse álbum explora a viagem de um ser humano, desde o seu abandono e perda de esperança, à sua doutrinação pelo sistema para ser um drone humano, à sua eventual deserção de seus opressores."

– Gigwise, Muse announce Drones album and UK Psycho tour


 A capa do álbum "Drones" retrata um mestre 
das marionetes invisível que controla um drone 
que está controlando massas de drones. 

A sexta canção do álbum, intitulada "The Handler" (O Manipulador), descreve a doutrinação do protagonista... e essa doutrinação é claramente realizada através do controle mental Monarca (se você não sabe a que eu estou me referindo, leia este artigo primeiro). O vocabulário da música e do simbolismo do vídeo não poderia ser mais claro, tornando "The Handler" uma das referências mais claras para a programação Monarca na cultura popular até hoje. Vamos analisar o vídeo. 

The Handler 

A canção é sobre um escravo MK cantando para seu manipulador. Desde o início, as letras se referem ao controle mental baseado em trauma.


Você (você, você) 
Era meu opressor 
E eu (eu, eu)
Eu fui programado para obedecer

E agora (agora, agora) 
Você é meu manipulador
E eu (eu, eu) 
Vou executar suas ordens


O manipulador foi primeiro o "opressor", visto que ele submeteu o escravo a dor insuportável, tortura e trauma, a fim de induzir a dissociação. Uma vez que isso é realizado, o opressor torna-se o "manipulador", que programa um alter-persona que pode ser controlado à vontade. 

No vídeo, uma figura sombria em uma capa preta desempenha o papel do manipulador. Ele está saindo de uma estrutura estranha que parece ser o cérebro do escravo. Enquanto o manipulador atua como o mestre de cerimônias, imagens simbólicas giram em torno do cérebro do escravo. Todas elas se referem à programação monarca - e muitas delas são imagens reais de gatilho MK. 

Enquanto o Muse canta sobre o Manipulador, um bando de personagens 
simbólicos movem-se na frente dele. Aqui, uma lua crescente dentro de 
uma gaiola representa a prisão do escravo MK. 

 Então Alice no País das Maravilhas aparece. Esse conto de fadas é usado por 
manipuladores MK para programar escravos visto que eles são encorajados a 
"seguir o coelho branco através do espelho" no sentido de dissociação.

Aqui vemos Minnie Mouse (uma referência à programação Mickey Mouse) e, à 
esquerda dela, um baú cheio de borboletas monarcas voando ao redor. Pinóquio
 também faz uma aparição mais tarde. A história do boneco de madeira criado
 por um titereiro que se transforma em um "menino de verdade" repercute 
profundamente na programação MK. 

Outro item que aparece na frente do manipulador é um ursinho de pelúcia. Brinquedos de pelúcia e animais de estimação muitas vezes são dados aos escravos para que eles possam se relacionar com eles e obter algum conforto... para depois fazê-los viver o trauma de perder um ente querido. Mais tarde, veremos como isso se desenrola no vídeo.

A letra da canção menciona as principais etapas da programação Monarca. O refrão faz alusão ao objetivo final da programação Monarca: dissociação.


Deixe-me sozinho
Devo dissociar de você


A palavra "dissociar" aparece em letras gigantes acima do manipulador 
sombrio, enquanto Alice no País das Maravilhas gira ao redor. Isso
 não poderia estar mais relacionado com o MK-ULTRA.

Depois de serem submetidos a trauma intenso e tortura, os escravos MK são levados em direção à dissociação - é um mecanismo de defesa natural do cérebro, quando confrontado com trauma insuportável. Depois de dissociação, manipuladores têm "acesso" ao cérebro do escravo e podem criar alter-personas programáveis.

O segundo verso da canção refere-se ao estado do escravo após a programação. 


Eis aqui minha transformação


O vídeo mostra a palavra "transformation" escrita como "Trance 
Formation". É uma referência ao livro "Trance Formation of
 America" por Cathy O'Brien.

"Trance Formation of America" é um dos primeiros livros a revelar o sistema de controle mental Monarca utilizado pela elite oculta. Veja meu post sobre Cathy O'Brien aqui. Em sua biografia, O'Brien escreve: 


"Eu preparei esse livro para sua revisão e edificação relativas a uma ferramenta pouco conhecida que o "nosso" Governo dos Estados Unidos está secretamente, de forma ilegal, e inconstitucionalmente usando para implementar a Nova Ordem Mundial (Governo Mundial). Essa ferramenta bem documentada é uma forma sofisticada e avançada de modificação de comportamento (lavagem cerebral) mais comumente conhecida como controle mental. Meu conhecimento em primeira mão desta técnica altamente secreta do governo americano de guerra psicológica é desenhado a partir de minha experiência pessoal como uma escrava de controle mental "modelo presidencial" da Casa Branca.


O resto do segundo verso descreve a impotência de um escravo MK programado que não consegue evitar, mas obedece as ordens do manipulador. O escravo é um estranho em sua própria mente.


E você está autorizado a fazer o que quiser 
Minha mente estava perdida na tradução
E o meu coração se tornou uma máquina fria e impassível 


O terceiro verso é sobre o escravo se rebelando e tentando romper com sua programação.


Eu não vou deixar você controlar meus sentimentos mais 
E eu não vou mais fazer o que eu sou dito
E eu não estou mais com medo de andar sozinho 
Deixe-me ir
Deixe-me ser
Eu estou fugindo das suas garras
Você nunca vai me possuir novamente


Durante o terceiro verso, as coisas mudam na mente do escravo:
 Não há mais gaiola prendendo a lua, as borboletas monarca são
 libertas do baú e o manipulador é morto. 

No entanto, como a maioria das histórias sobre a programação Monarca, a vitória é mera ilusão.

À medida que a câmera se afasta, vemos outro manipulador maior acima do 
manipulador morto. No sistema MK, há níveis múltiplos de manipuladores. A maioria
 dos manipuladores MK são também escravos que são utilizados para realizar o traba-
lho sujo enquanto manipuladores de nível superior supervisionam todo o processo. 
Observe como o urso de pelúcia está pendurado agora de cabeça para baixo. 

Conclusão

"The Handler" é um dos vídeos musicais mais flagrantes sobre controle mental Monarca na cultura popular. No entanto, ao contrário de outros vídeos pop MK temático descritos neste site, a narrativa da história de Muse não glorifica a programação Monarca, mas vai de encontro a ela. Será que isso significa que, apesar de ter assinado com uma grande gravadora, o Muse é anti-elite e anti-indústria? 

Bem, isso não está claro. Como afirmado em um artigo no Pseudo-Occult Media, há uma dualidade que permeia a mensagem e o simbolismo das obras de Muse. Por um lado, alguns de seus trabalhos têm uma mensagem rebelde e revolucionária, mas, por outro lado, a banda só acrescenta mais ruído da elite oculta na mídia de massa, embora com uma perspectiva ligeiramente diferente. Embora o simbolismo do vídeo "The Handler" não poderia estar mais claro para alguém que entende sobre o controle mental Monarca, ele ainda está muito imcompreensível para os espectadores regulares (leia os comentários do YouTube do vídeo, você vai entender).

No final, o trabalho do Muse realiza o que o simbolismo faz de melhor: Ele revela coisas para aqueles que o conhecem e esconde daqueles que não conhecem. Por esta razão, cabe a nós sermos cidadãos vigilantes e compreendermos o que a mídia de massa está tentando nos vender. Caso contrário, você vai se transformar em drones que são controlados por outros drones.

Fonte: VC

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Imagens Simbólicas (maio & junho/15)

domingo, 21 de junho de 2015 27 comentários

 Miley Cyrus conseguiu mais uma vez ser o centro de uma polêmica ao posar nua
 em poses perturbadoras para a revista Paper Magazine. As poses são provavelmente
 referências à condição perturbada da mente de um escravo MK. Nesta imagem, os 
olhos brancos de Miley representa sua "cegueira" e o fato de ela ter "perdido" sua 
alma. Embora o terceiro olho na testa possa ter outros significados nas tradições 
orientais, aqui ele representa que ela está "selada" pela indústria Illuminati.

 O traço azul sobre sua sobrancelha foi uma 
forma de enfatizar o sinal do "um olho".

 Aqui Miley mostra um olhar confuso e robótico, suas pernas saindo da
 pirâmide mostra o quanto ela está mergulhada na agenda Illuminati.

 Esta imagem representa a divisão da personalidade dos escravos MK.

 Ela também postou esta imagem em
 seu Instagram. Parece que gostou.

Fazendo uma performance vestida de borboleta no Adult Swim Upfront 
Party - a borboleta é outra maneira de caracterizar os escravos MK.

"Eu nunca me esqueço de influenciar meus fãs".

Agora me explica que droga é essa?

A integrante do grupo Fifth Harmony Normani Kordei é a nova musa
inspiradora da linha de roupas Psylence. Esta imagem é do vídeo lançado
 para divulgar a coleção e este foi o resultado: o sinal do "um olho".

Fazendo um triângulo com a mão.


Mais uma vez.

O novo comercial do perfume de Katy Perry "Mad Potion" está 
cheio de referências à dualidade preto e branco e pentagramas, além
 do"olho que tudo vê".


Fka Twigs na capa da revista  Complex com um pilar estrategicamente colocado
 abaixo de seu olho. Na capa está escrito "Construído para durar"... porque quando
 você faz parte da Agenda, como FKA Twigs já é, você dura um pouco mais.

Modelo escondendo um olho na capa da revista Faerie.


Natasha Poly na capa da Vogue Russia coberta por várias
 borboletas uma estrategicamente pousada sobre sua boca 
como se estivesse a silenciando - programação monarca.


Marilyn Manson na capa da Rolling Stone 
México, fazendo o sinal do "um olho" mais vez.


Sylvester Stallone na capa da revista Du Jour.
Ele parece cansado de fazer o sinal do "um olho".

Esta capa é um pouquinho antiga (2010), mas mostra o músico 
Chris Watson com o rosto assustadoramente coberto por borboletas,
 incluindo um de seus olhos - novamente programação monarca.


O palco do Eurovision 2015 foi um olho gigante, o que é bem apropriado, pois o
evento é um concurso musical que visa encontrar o novo "fantoche Illuminati".


A cantora brasileira Anitta e um grande olho que tudo vê em sua blusa.


Esta manifestação da última Parada Gay em São Paulo causou bastante polêmi-
ca alvoroço entre religiosos nas redes sociais nas últimas semanas por retratar
 uma transexual "crucificada". Eu particularmente não me importei com isso, mas 
penso seriamente se aquele foi um ato genuíno ou uma manifestação fabricada 
por grupos políticos para fomentar no Brasil uma "guerra religiosa".


Na plaquinha "Basta de Homofobia com GLBT" 
 desenhos de olhos. Havia algum grupo por trás disso?


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Kesha acusa a Sony Music de permitir Seu Abuso

No ano passado, Kesha entrou com uma ação bombástica contra o produtor Dr. Luke (veja o artigo aqui). A cantora havia alegado ter sofrido abusos sexuais, físicos, verbais e emocionais durante um bom tempo. A ação dizia que Luke começou a assediá-la sexualmente quando Kesha assinou contrato para trabalhar com ele. Na época, a cantora tinha 18 anos e ele teria a obrigado a beber álcool e usar drogas para se tornar menos inibida.

Na semana passada, o caso ganhou mais um capítulo. A cantora incluiu a Sony Music Entertainment na ação. Segundo o The Hollywood Reporter, a gravadora fez vista grossa em relação ao tratamento que Dr. Luke teria dado a ela e que isso a teria colocado em "perigo físico". Ela ainda alega que a empresa é em parte responsável por ter dado ao produtor "uma plataforma para continuar seu abuso".

Na ação, é dito que Dr. Luke também abusou de outras e que a Sony deveria ser responsabilizada também.


A pop star Kesha Sebert continuou sua ação bombástica contra o  produtor Lukasz "Dr. Luke" Gottwald com uma queixa alterada que adiciona a Sony Music como réu por supostamente apoiar e ratificar o seu comportamento.

Na corte de Los Angeles, Kesha afirmou previamente que Luke, de 41 anos, deu drogas a ela, abusou dela, ameaçou tirar seus direitos de publicação e constantemente menosprezou sua aparência, conduzindo-a bulimia.

Ela agora voltou sua atenção para a Sony e alega em novos documentos obtidos pelo The Hollywood Reporter que as gravadoras estão desesperadas por "sensações pop" em meio a queda nas vendas e, assim, fizeram um "investimento substancial" - 60 milhões de dólares - no Dr. Luke por sua capacidade para desenvolver "talento cativante e criativo."

Mas Kesha, representada por Mark Geragos, afirma que há um custo para fazer negócios com o famoso produtor.

De acordo com a queixa alterada, a tendência de Dr. Luke de conduta abusiva era aberta e óbvia para os executivos [da Sony Music Entertainment], que ou conheciam a conduta e fecharam os olhos, não conseguiram investigar a conduta de Dr. Luke, não tomaram qualquer ação corretiva, ou ativamente esconderam o abuso de Dr. Luke."

Os representantes de Kesha alegaram que Dr. Luke abusou de outros e que a Sony deveria ser, em parte, responsável também.

"A conduta da SME colocou as artistas do sexo feminino de Jane Doe, incluindo a Sra. Sebert, em perigo físico, dando a Dr. Luke total controle criativo e empresarial, com recursos financeiros quase ilimitados, sobre jovens artistas do sexo feminino que, necessariamente, foram obrigadas a se tornarem dependentes de sua boa vontade." 

A denúncia alega ainda que Kesha reclamou sobre os termos de seus acordos com Dr. Luke - que ele não vai "renegociar, como ele prometeu e de acordo com o costume da indústria" - e que a Sony tem "ratificado" isso dando a Dr. Luke um contrato e uma "plataforma para continuar seu abuso."

"Com base no comportamento da SME, a SME forçou um relacionamento abusivo entre Dr. Luke e a Sra. Sebert até hoje ", diz a denúncia alterada.

Os novos documentos legais são os últimos de uma ampliação legal que iniciou em outubro passado.

Um juiz da Califórnia está preparado para fazer sua própria decisão sobre a possibilidade de pausar a ação da Kesha em favor de Dr. Luke, em Nova York, nos termos de uma cláusula no contrato de Kesha com Dr. Luke.

A queixa alterada de Kesha tem por objetivo ser disputada na Califórnia, porque, trazendo a Sony na história, os advogados de Kesha argumentam que esses acordos estão sem uma cláusula do fórum de Nova York. Os advogados de Dr. Luke disputam essa leitura do contrato.

Mas se ou não essa disputa for realmente sobre o dinheiro, a Sony vai agora ter de enfrentar alegações de que ela deve ser responsabilizada por abuso sexual, assédio sexual, violência de gênero e muito mais. A ação alterada também afirma que a Sony continua a apoiar Dr. Luke sobre a "conduta concebida para destruir a carreira de Sra. Sebert em retaliação por Sra. Sebert bravamente antecipar suas alegações de abuso."

Sony se recusou a comentar. "Este parece ser um esforço desesperado", responde Christine Lepera, advogado de Dr. Luke. "São conclusões sem fatos, e não há nada de novo. Eles estão tentando enredar a Sony e isso não vai funcionar."

- The Hollywood Reporter


Embora Kesha estivesse sob o forte controle de Dr. Luke e da Sony Music, já faz bastante tempo que ela mostrou sinais de que estaria querendo "acordar". Desde o lançamento do single "Die Young", em 2012, Kesha tem deixado escapar que não estava contente com o seu trabalho e que teria sido forçada a cantar essa música. Alguns meses depois, Kesha gravou uma música chamada "Dancing With the Devil" (Dançando com o diabo), que descreve bem sua relação com o manipulador Dr. Luke e com a indústria da música em geral. 

Esse tipo de abuso que Kesha alega ter sofrido parece ser norma na indústria da música. Para conseguir apoio dos executivos e obter sucesso desejado, o artista precisa realmente "dançar com o diabo", submetendo a tudo que eles querem. Já dissemos inúmeras vezes neste site que o artista tem pouco, ou quase nenhum, controle sobre sua carreira - isso vai da imagem ao estilo de música que eles apresentam - tudo é cuidadosamente fabricado. Mas não é apenas isso, o artista tem que, muitas vezes, submeter-se a "relacionamentos amorosos arranjados" a fim de conseguir o apoio necessário na indústria. Isso pode explicar o porquê de alguns casais tão discrepantes no meio artístico (Beyonce e Jay-Z, Mariah Carey e Tommy Mottola, nos anos 90).

Os representantes de Kesha alegaram ainda que Dr. Luke abusou de outras artistas sob o conhecimento da Sony. Embora essa alegação não seja referente a ela, o caso de Dr. Luke/Kesha nos lembra de Mariah Carey nos anos 90, que alegou ter sofrido abusos de seu ex-marido, na época presidente da Sony Music. Tommy era 20 anos mais velho que a cantora e agia como um manipulador. Os dois formavam um casal estranho, como se ela tivesse se sucumbido a se casar em troca do sucesso que fez. Quando decidiu se divorciar, Mariah percebeu que a Sony Music estava tentando sabotar sua carreira (assista ao vídeo sobre Mariah Carey aqui).

Até o momento, parece que Dr. Luke está saindo na frente na disputa judicial. O juiz pausou a ação de Kesha contra ele nesta semana. Dificilmente, Kesha conseguirá fazer alguma coisa contra uma gigante como a Sony e seus protegidos e, provavelmente, será retaliada mais à frente. Este foi mais um capítulo da série "Quando você se junta à indústria da música, você literalmente vende sua alma para eles".

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O Plano Mestre - Parte 6 - As Herdeiras de Mitra

quarta-feira, 10 de junho de 2015 55 comentários

"As Herdeiras de Mitra" é a parte 6 da série O Plano Mestre (se você ainda não viu a parte anterior clique aqui). Vimos que ao longo dos séculos, a religiosidade proveniente da Babilônia criou raízes, infiltrando-se em diversas culturas do mundo. A religião cristã que se instituiu durante o Império Romano absorveu bastante dessa influência. Consequentemente, criou-se uma ramificação religiosa diversa que acabou herdando os traços sincréticos da primeira. Não apenas na iconografia, mas os resquícios dessa herança existem até mesmo nas mais profundas doutrinas das religiões contemporâneas.

Assista ao sexto vídeo da série:


Veja Mais 
O Plano Mestre - Parte 5 - Os Resquícios do Culto ao Sol  
O Plano Mestre - Parte 4 - As Raízes da Babilônia
  

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Bin Laden lia Sobre "Teorias da Conspiração Illuminati" e o MK-Ultra, diz Inteligência Americana

sábado, 6 de junho de 2015 10 comentários

A Inteligência Americana divulgou recentemente uma lista de livros que foram (aparentemente) recuperados do composto de Bin Laden no Paquistão. Ele, aparentemente, gostava de ler sobre os Illuminati, ocultismo, MK-ULTRA e até teorias da conspiração sobre o 11 de setembro. Será que a mídia de massa está tentando associar o "movimento da verdade" com o terrorismo, usando uma lista de livros falsa? 

Quatro anos após o anúncio triunfante da morte de Osama Bin Laden pelo governo dos EUA, o Escritório do Diretor da Inteligência Nacional divulgou recentemente uma lista de livros supostamente encontrada em seu composto. Essa lista de livros em língua inglesa pode ser quase classificada como "conspiração para iniciantes", com títulos como Fritz Springmeier "Bloodlines of the Illuminati", John Coleman, "The Commitee of 300", as audiências MK-ULTRA de 1977 e "Secret Teachings of All Ages" de Manly P. Hall. Bin Laden aparentemente, também gostava de ler sobre política externa dos EUA e teorias da conspiração sobre o 11/09. Aqui está a lista completa de livros como relatado pela BBC.


Lista de Livros em Língua Inglesa

  • The 2030 Spike by Colin Mason
  • A Brief Guide to Understanding Islam by IA Ibrahim
  • America’s Strategic Blunders by Willard Matthias
  • America’s “War on Terrorism” by Michel Chossudovsky
  • Al-Qaeda’s Online Media Strategies: From Abu Reuter to Irhabi 007 by Hanna Rogan
  • The Best Democracy Money Can Buy by Greg Palast
  • The Best Enemy Money Can Buy by Anthony Sutton
  • Black Box Voting, Ballot Tampering in the 21st Century by Bev Harris
  • Bloodlines of the Illuminati by Fritz Springmeier
  • Bounding the Global War on Terror by Jeffrey Record 
  • Checking Iran’s Nuclear Ambitions by Henry Sokolski and Patrick Clawson
  • Christianity and Islam in Spain 756-1031 A.D. by CR Haines Civil
  • Democratic Islam: Partners, Resources, and Strategies by Cheryl Benard
  • Confessions of an Economic Hit Man by John Perkins
  • Conspirators’ Hierarchy: The Committee of 300 by John Coleman
  • Crossing the Rubicon by Michael Ruppert
  • Fortifying Pakistan: The Role of U.S. Internal Security Assistance (only the book’s introduction) by C Christine Fair and Peter Chalk
  • Guerrilla Air Defense: Antiaircraft Weapons and Techniques for Guerrilla Forces by James Crabtree 
  • Handbook of International Law by Anthony Aust 
  • Hegemony or Survival: America’s Quest for Global Dominance by Noam Chomsky
  • Imperial Hubris by Michael Scheuer 
  • In Pursuit of Allah’s Pleasure by Asim Abdul Maajid, Esaam Ud-Deen and Naahah Ibrahim
  • Killing Hope: U.S. Military and CIA Interventions since World War II by William Blum Military Intelligence Blunders by John Hughes-Wilson
  •  Project MKULTRA, the CIA’s program of research in behavioral modification. Joint hearing before the Select Committee on Intelligence and the Subcommittee on Health and Scientific Research of the Committee on Human Resources, United States Senate, Ninety-fifth Congress, first session, August 3, 1977. United States. Congress. Senate. Select Committee on Intelligence.
  • Necessary Illusions: Thought Control in Democratic Societies by Noam Chomsky
  • New Pearl Harbor: Disturbing Questions about the Bush Administration and 9/11 by David Ray Griffin
  • New Political Religions, or Analysis of Modern Terrorism by Barry Cooper 
  • Obama’s Wars by Bob Woodward 
  • Oxford History of Modern War by Charles Townsend 
  • The Rise and Fall of the Great Powers by Paul Kennedy 
  • Rogue State: A Guide to the World’s Only Superpower by William Blum 
  • The Secret Teachings of All Ages by Manly Hall (1928) 
  • Secrets of the Federal Reserve by Eustace Mullins 
  • The Taking of America 1-2-3 by Richard Sprague 
  • Unfinished Business, U.S. Overseas Military Presence in the 21st Century by Michael O’Hanlon 
  • The U.S. and Vietnam 1787-1941 by Robert Hopkins Miller 
  • Website Claims Steve Jackson Games Foretold 9/11, artigo postado em ICV2.com (este arquivo continha apenas uma página da web salva) 

Os documentos provavelmente utilizados por outros residentes 

  • Art Education: The Journal of National Art Education Association, “Islamic Art as an Educational Tool about the Teaching of Islam” by Fayeq S Oweiss (March 2002) 
  • Arabic Calligraphy Workshop by Fayeq S Oweiss 
  • Published Work Sample from Fayeq S Oweiss (2004) 
  • Resume for Fayeq S. Oweiss, PhD (2006) 
  • Delta Force Extreme 2 Videogame Guide 
  • Game Spot Videogame Guide 
  • Grappler’s Guide to Sports Nutrition by John Berardi and Michael Fry 
  • Guinness Book of World Records Children’s Edition 2008 
  •  Is It the Heart You Are Asking? by Dr. Islam Sobhi al-Mazeny (guia de prevenção suicida) 
  • Silkscreening Instructions


Após a divulgação dessa informação, os jornais da mídia de massa (como o The Guardian) aproveitaram a história para ridicularizar os "buscadores da verdade" e associá-los maliciosamente com terroristas.


Obcecado com planos para arruinar a América, aterrorizado por bugs implantados em obturações dentárias ou vestuários femininos, e isolado até mesmo de seus confidentes, Osama Bin Laden não deve ter tido paz de espírito durante seus anos na clandestinidade. Talvez deva vir como nenhuma surpresa que a sua biblioteca pessoal incluía teorias da conspiração sobre o oculto, os Illuminati - e até sobre o 11/9.   

 - The Guardian


No artigo acima, o The Guardian vai mais longe ao envergonhar David Ray Griffin, o autor de  "The New Pearl Harbor: Disturbing Questions About the Bush Administration and 9/11" só porque Bin Laden aparentemente possuía esse livro.

O The Guardian não parece saber que a inteligência dos EUA e a CIA não entendem exatamente sobre precisão jornalística. Eles entendem de propaganda e informações de guerras. Quando eles liberam alguma "informação", não é porque eles acreditam que essa informação é "interessante de se saber", é porque ela serve para um propósito específico. Toda essa história de "livros" parece completamente fabricada para servir a um propósito específico. Por que liberar essa informação? Será que é porque ela serve à Agenda de vilificar os "buscadores da verdade" e associá-los com o terrorismo?

Para tornar as coisas ainda mais convenientes, não há cópias físicas desses livros - Bin Laden aparentemente preferia ler e-books em PDF.

O momento da divulgação dessa informação também é estranho. Por que vir com essa história mais de quatro anos após o anúncio da morte dele? Essa história (juntamente com uma afirmando que Bin Laden estava planejando outro grande ataque) foi feita apenas alguns dias após o lançamento público do artigo de Seymour M. Hersh, "O Assassinato de Bin Laden". Em seu artigo de 10.000 palavras, o ganhador do Prêmio Pulitzer descreveu como toda a história por trás do assassinato de Bin Laden foi falsificada pela CIA. Hersh aponta ainda em seu artigo que não havia "tesouro de informações" recuperado do composto de Bin Laden. 


"Apesar de toda a conversa," o oficial aposentado continuou, "havia nenhum saco de lixo cheio de computadores e dispositivos de armazenamento. Os rapazes apenas enfiaram alguns livros e papéis que encontraram em seu quarto nas suas mochilas. Os militares não estavam lá porque eles achavam que Bin Laden estava governando um centro de comando para as operações da Al-Qaeda, como a Casa Branca mais tarde diria a mídia. E eles não eram especialistas em inteligência coletando informações dentro daquela casa". 

(...)  

Cinco dias após o ataque, a imprensa do Pentágono foi fornecida com uma série de fitas de vídeo que foram ditas por autoridades norte-americanas terem sido recuperadas de uma grande coleção que os militares tinham retirado do composto, juntamente com 15 computadores. Trechos de um dos vídeos mostrava um solitário Bin Laden parecendo pálido e envolto de um cobertor, assistindo ao que parecia ser um vídeo de si mesmo na televisão. Um funcionário não identificado disse aos jornalistas que o ataque produziu um "tesouro... a maior coleção única de altos materiais terroristas de todos os tempos", que iria fornecer sinais vitais de planos da Al Qaeda. O funcionário disse que o material mostrava que Bin Laden 'permaneceu líder ativo na Al-Qaeda, fornecendo instruções estratégicas, operacionais e táticas para o grupo... Ele estava longe de ser uma figura de proa [e] continuou a dirigir até mesmo detalhes táticos de gestão do grupo e para incentivar o plano "do que foi descrito como um centro de comando e controle em Abbottabad. "Ele era um jogador ativo, tornando a operação recente ainda mais essencial para a segurança da nossa nação", disse o oficial. A informação foi tão vital, acrescentou, que a administração estava planejando uma força-tarefa para processar isso: "Ele não era simplesmente alguém que estava escrevendo estratégias para a al-Qaida. Ele estava colocando ideias operacionais lá e ele também estava dirigindo especificamente outros membros da Al Qaeda."

Essas alegações foram fabricações: não havia muita atividade para Bin Laden exercer comando e controle. O oficial de inteligência aposentado disse que relatórios internos da CIA mostram que, desde que Bin Laden se mudou para Abbottabad em 2006, apenas alguns ataques terroristas poderiam estar relacionados com os remanescentes da al-Qaeda de Bin Laden. "Foi-nos dito no início," disse o oficial aposentado, que os militares produziram sacos de lixo de material e que a comunidade está gerando relatórios diários de inteligência a partir desse material. E, em seguida, fomos informados de que a comunidade está reunindo tudo e precisa traduzi-los. Mas nada veio disso. Cada coisa que eles criaram acaba por não ser verdade. É uma grande farsa. Igual ao "Piltdown Man". O funcionário aposentado disse que a maioria dos materiais de Abbottabad foram entregues para os EUA pelos paquistaneses, que mais tarde arrasaram com o edifício. O ISI assumiu a responsabilidade das esposas e dos  filhos de Bin Laden, nenhum dos quais foram disponibilizados para os EUA para interrogatório.     

"Por que criar a história do tesouro?", Disse o funcionário aposentado. "A Casa Branca teve que dar a impressão de que Bin Laden ainda era operacionalmente importante. Caso contrário, por que matá-lo? Uma matéria de capa foi criada - que havia uma rede de mensageiros indo e vindo com cartões de memória e instruções. Tudo para mostrar que Bin Laden permanecia importante."      

 - Seymour M. Hersh, "O Assassinato de Bin Laden"


As pessoas muitas vezes esquecem o fato de que Bin Laden era um ex-agente da CIA que foi usado para avançar a agenda dos EUA no Afeganistão contra a União Soviética na década de 80. Ele foi usado novamente (como um bicho-papão) para avançar a agenda dos EUA no Afeganistão (e no mundo) 2001-2011. 

Quando se considera que Bin Laden era um peão em um jogo internacional de xadrez, que ele pode ter morrido muito antes da data simbólica de 1º de maio de 2011 em que foi anunciada a sua morte (leia o meu artigo sobre isso aqui), e que o 11 de setembro foi um trabalho interno, então a verdade sobre essa "história de livros" torna-se evidente: É uma tentativa bastante pesada para associar os "buscadores da verdade", os "teóricos da conspiração" e qualquer um que questiona os meios de comunicação com o terrorismo.

Fonte: VC

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