O Plano Mestre/You Tube/Esclarecimentos/2016

terça-feira, 29 de dezembro de 2015 104 comentários

O You Tube bloqueou um dos meus vídeos sobre o Estado Islâmico (ISIS), que tinha mais de 100 mil visualizações, e como punição proibiram que eu postasse novos vídeos por um tempo, portanto não vou postar a continuação da série "O Plano Mestre" que estava marcada para hoje. A alegação que eles usaram foi que o conteúdo do vídeo sobre o ISIS violava os termos de uso do You Tube, mas em nenhum momento explicaram como ele poderia ter violado, pois não havia pornografia, violência, incitação a ódio etc, nem ao menos reclamação de direitos autorais. Enviei minha queixa, mas não obtive resposta até agora. A decisão do You Tube de banir o vídeo pareceu simplesmente arbitrária para mim. Já existia outros vídeos bloqueados também.

Visto que fui impossibilitado de postar por um tempo no meu canal You Tube, decidi que não iria postar "O Plano Mestre" em nenhum outro lugar também até que a situação do canal voltasse ao normal. Afinal de contas, faltam apenas mais dois episódios para concluir a série. O lançamento da parte 9 ficará, então, ficará adiado sem previsão de nova data, mas acho que em breve vou conseguir postar novamente (janeiro/fevereiro/março). Fiquei tão desanimado com tudo isso que até perdi a vontade de fazer posts novos nesses últimos meses, mas já estou voltando à ativa nesta semana. Informarei a todos sobre a volta de "O Plano Mestre".

Em 2016, pretendo fazer vídeos novos, mas bem diferentes dos quais estou acostumado a fazer. Pretendo fazer vídeos dublados e com edição simples, para que eu possa conclui-los em 3 dias no máximo. Dessa forma, poderei produzir mais vídeos em menos tempos, mas ainda estou estudando essa possibilidade, pois é muita coisa para eu pensar e fazer sozinho. Portanto, se houver alguém por aqui que tenha bastante experiência com dublagem, edição e design interessado em ser voluntário para mim no ano que vem, mande-me mensagem via inbox no Facebook

Desejo a todos um ótimo 2016. Há 6 anos atrás eu estava começando o Knowledge is Power e fico feliz por ver aquele blog "tímido e simples" que um dia comecei ter alcançado tantas pessoas e feito a diferença na vida delas. 

Um grande abraço.

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Tina Turner "Private Dancer": Um Vídeo dos Anos 80 Sobre Iniciação Oculta

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015 17 comentários

Tina Turner "Private Dancer", embora seja um vídeo antigo dos anos 80, é mais um daqueles vídeos que conta de forma simbólica a história de uma artista sendo "convidada" para se juntar ao mundo oculto, a fim de obter fama, dinheiro e sucesso. Embora seja de uma época em que vídeos de música estavam apenas dando seus primeiros tímidos passos, os elementos simbólicos encontrados em "Private Dancer" seguem os mesmos padrões de simbolismos aparentemente estranhos dos vídeos que assistimos hoje em dia (coincidência?).

Lançado em 1984, "Private Dancer" (o nome do single e do álbum) tornou-se um sucesso mundial e fez a carreira solo de Tina Turner decolar para outro nível, mesmo embora ela já estivesse na indústria há mais de vinte anos. Até hoje, "Private Dancer" tem sido o seu álbum mais vendido na América do Norte. No entanto, o disco não foi apenas um marco comercial em sua carreira, mas pode também ter sido um marco pessoal em sua vida. Ao analisarmos o vídeo para "Private Dancer" por uma perspectiva profunda, percebemos que Tina Turner está sendo "convidada" para fazer parte do mundo oculto por um "cara sombrio"... ou seja, alguém que fará sua carreira decolar para outro nível.

Será que ela aceitou o convite? Será que foi a partir de "Private Dancer" que Tina Turner juntou-se ao lado oculto?

Private Dancer

Quando analisamos apenas a letra da música "Private Dancer" (Dançarina Particular), percebemos que ela fala de uma dançarina desiludida, procurando um homem rico num baile, para se entregar e fazer qualquer coisa para conseguir dinheiro. No entanto, ao juntarmos os elementos do vídeo com a letra da canção, a coisa toda começa a ganhar outro sentido; percebemos que a música não é apenas sobre uma simples "entrega por dinheiro".

"Private Dancer" é sobre uma artista que ainda não obteve sucesso desejado, mas faria tudo para conseguir mais fama e dinheiro na indústria da música... e no vídeo ela encontra a pessoa certa para isso... ela encontra um "cara sombrio" no baile, simbolizando alguém com bastante influência na indústria, e provavelmente com fortes conexões com a elite oculta; alguém que poderá fazer com que seu sonho se torne realidade.... mas isso tudo terá um preço a ser pago, que veremos mais à frente.

A capa do single de Private Dancer mostra Tina 
Turner com um olhar assustado e o cara sombrio por 
trás dela. Ela não está nem um pouco confortável com o
 que ele está propondo. O olho dele foi escondido para 
mostrar sua forte ligação com a elite oculta.

Qual foi a "proposta" que o rapaz sombrio soprou no ouvido de Tina Turner durante o baile para deixá-la tão apreensiva desse jeito? 

A Proposta

O vídeo começa com Tina Turner preparando-se para um baile, com um olhar triste e desiludido e um penteado não muito bem apresentável. 

Seu olhar triste é representativo de alguém que almeja algo mais para 
sua vida. Em outras palavras, Tina Turner é uma grande artista há muito
 tempo, mas está almejando mais sucesso, ela ainda não está satisfeita.

Se analisarmos apenas o contexto da letra, ao entrar no baile, Tina parece estar procurando por um homem que lhe proporcionará condições financeiras melhores (alguns até mesmo poderão interpretar que Tina está fazendo o papel de uma prostituta, mas não é só isso). Quando levamos em conta o contexto da indústria da música e dos vídeos de iniciação oculta, percebemos que, embora ela esteja à procura de um homem com grana, o cara que ela encontra no baile é alguém que tem fortes laços com a elite oculta e poderá lhe proporcionar muito mais do que apenas dinheiro, como turbinar sua carreira na indústria, por exemplo.

Tina encontra este homem bastante misterioso aparentemente 
simpático que a puxa para dançar. Ele não estava ali por acaso.


Ao puxá-la para dançar, ele coloca um moeda em sua mão, implicando
 que ela está fazendo aquilo apenas por dinheiro. É mais ou menos como
 artistas são tratados pela indústria do entretenimento.


Mas ele não quer apenas dançar, o homem sombrio magicamente
 coloca na mente dela pensamentos de glamour, fama e sucesso, como
 se ele pudesse conseguir tudo aquilo e estivesse oferecendo tudo a ela.

Quando os dois começam a dançar, Tina Turner é subitamente transformada em sua "persona dark", vestida de preto e com um ar mais enérgico. É uma forma de ele fazê-la sentir o gostinho do que acontecerá com ela quando aceitar a proposta de se juntar ao lado oculto.

Tina Turner ganha sua "persona sombria", representada 
pelo vestido preto. Agora ela é uma superstar consagrada.

Mas não é só isso. Além de ter sido transformada em uma nova persona "dark", ela é levada para um lugar estranho, mas bastante característico: um baile com piso e pilares maçônicos e um monte de dançarinos fantasiados (como nos bailes típicos de iniciação oculta) e sem expressão (como se estivessem sem vida), cobertos por teias de aranha grotescas, provavelmente representando os escravos da indústria, que se entregaram por dinheiro há anos e estão presos ali... não conseguem mais voltar atrás....e têm que dançar conforme a música.

O piso maçônico e os pilares estão sempre presentes em vídeos de iniciação 
oculta. Ainda, vemos dançarinos sem expressão cobertos por teias de aranha.

Este casal está literalmente amarrado. Uma vez que
 você entra para o lado oculto, não será possível escapar.

De repente, a mulher que estava amarrada vira o rosto, revelando 
olhos de cores diferentes. Esta cena não foi colocada por acaso, é 
apenas uma forma de lembrá-lo do sinal do "um olho". 

Este músico está coberto por teias, implicando que ele 
estava ali há muito tempo não pode mais sair; tem que apenas
 tocar sem parar, como um escravo desumanizado.

Olha quem não podia faltar no ritual de iniciação: Baphomet.
Ele está sempre presidindo os bailes de iniciação oculta.

Enquanto vemos todas essas cenas acima, escutamos Tina Turner cantar:


Eu sou sua dançarina particular
Uma dançarina por dinheiro
Eu farei o que você quer que eu faça


Isso nos leva a entender que os artistas muitas vezes não desejam, mas aceitam a se juntar ao lado oculto da indústria apenas por dinheiro e acabam se tornando "propriedade" deles... "dançarinos particulares" que tem que submeter a tudo o que eles quiserem... muitas vezes eles se submetem a abuso extremo.

Em outra cena, Tina Turner aparece com uma chuva 
de dinheiro sobre ela. Existe maneira melhor de persuadir
 uma pessoa a não ser com muito dinheiro?

O Sacrifício

Assombrada com tudo o que experimentou, Tina é encontrada
 em choque sentada numa cadeira, vestida de vermelho, a cor 
da iniciação e do sacrifício.

Mas não é só isso. Juntar-se ao lado oculto requer um grande sacrifício, muitas vezes esse sacrifício é retratado pela morte da própria pessoa.

Tina Turner aparece caída sobre o piso dualístico preto e branco em meio 
ao que parece ser sangue, espelhos fragmentados (representando a divisão 
de sua personalidade) enquanto todo mundo a aplaude e joga rosas vermelhas 
sobre seu corpo, símbolo do sacrifício. Uma referência ao "sacrifício de sangue 
sobre piso maçônico", que também lembra esta capa de Michael Jackson.

Desesperada com o que viu, Tina Turner acorda e sai correndo 
do baile. Nós somos levados a acreditar que ela não  gostou da 
proposta do "cara sombrio" e não quis se juntar ao lado oculto.

Mas será que Tina Turner realmente não se juntou ao lado oculto como no vídeo? Será que ela conseguiu resistir a tentação?

Julgando pela capa do disco de 1984, também de nome 
"Private Dancer", ela não apenas se juntou ao lado oculto 
como também parece ter gostado. Nessa capa, vestida de preto
 atrás de um gato preto, ela mostra uma persona bem 
diferente da dos seus trabalhos anteriores.

Julgando também pelo sucesso que artista obteve nos anos seguintes, Tina Turner foi iniciada durante essa época. "Private Dancer" foi um marco na carreira solo de Tina Turner e teve bastante notoriedade nos anos 80 vendendo mais de 20 milhões de cópias no mundo todo e tornando-se um dos discos mais icônicos de sua carreira, além de render-lhe um par de Grammys e consagrá-la de vez como uma diva na indústria da música. 

Seja nos anos 80 ou nos dias atuais, a mesma história se repete. Para conseguir fama, sucesso e dinheiro, você tem que se entregar a eles e deixar que eles façam o que quiser com você, assim como uma prostituta que se entrega por dinheiro. Volta e meia, vemos artistas sendo exaltados enquanto outros humilhados, seja pessoalmente ou comercialmente, por quê? Porque alguns seguem à risca a cartilha que diz: "você é minha dançarina particular, e só está aqui por dinheiro, faça o que eu disser para você fazer".

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Miley Cyrus "BB Talk" comemora o Abuso Infantil

domingo, 20 de dezembro de 2015 61 comentários

Apesar de Miley Cyrus já ser uma veterana em trazer lixo insalubre para as massas, "BB Talk" atinge um novo nível ao comemorar o abuso de crianças. Esse vídeo verdadeiramente encarna tudo o que está de errado com a indústria do entretenimento.

A história de Miley Cyrus é bastante triste e, infelizmente, ela continua ficando ainda mais triste. Recrutada pela Disney em uma idade muito jovem, ela rapidamente se tornou um outro caso de uma estrela infantil que se transformou em um menor "hipersexualizado". Para a sua carreira pós-Disney, uma novo persona foi criada: a selvagem, de cabelos curtos, altamente drogada e escrava da indústria que é 100% orientada para promover uma agenda feia da elite oculta (como documentado pelos artigos anteriores sobre ela). Como a figura cabeça do sistema Beta Kitten, Miley tem pouco ou nenhum controle sobre sua carreira e é constantemente colocada em situações degradantes e posta a agir de acordo com todas as perversões da elite oculta.

"BB Talk" é mais um ataque à decência humana básica visto que ele claramente celebra, normaliza e banaliza a sexualização das crianças. Todo o contexto dessa canção não é nada menos do que a fantasia de um abusador de crianças. Assistir ao vídeo é simplesmente revoltante (você realmente não precisa vê-lo) - especialmente quando se leva em conta o histórico de Miley na "indústria".

BB Talk

A premissa da canção é que Miley Cyrus não gosta de seu namorado (ou qualquer outro) conversando como um bebê com ela, porque ela acha isso irritante. Isso é uma queixa justa. No entanto, no vídeo, ela desempenha o papel de um bebê, o que dá a música uma nova dimensão assustadora. Estamos basicamente vendo um bebê dizendo a um homem:


Me f*da para você parar de falar como um bebê


O vídeo, em seguida, agride os espectadores com imagens que trazem uma sensação de mente violada e imunda.

Miley dentro de um berço, vestida de forma 
provocativa,  fazendo gestos provocativos.

A fralda e a chupeta combinadas com as pernas abertas: 
Associando a inocência dos bebês com a sexualidade.

Transformando uma mamadeira gigante em um objeto fálico. 

Cantando "F*da  me" ao fazer o gesto 
correspondente... enquanto usa uma roupa de bebê.

O bebê está fumando drogas - o tipo de coisa 
que um abusador de crianças iria pensar.

Transformando um bebê que engatinha em uma experiência perversa
 e estranha que "eles" aparentemente querem que a gente testemunhe.

Como você pode ver, esse vídeo me irrita porque não tem nenhuma qualidade e nem sequer tenta esconder as suas intenções por trás de uma premissa falsa. Trata-se de transformar a inocência das crianças em sexualidade. Sabendo que a pedofilia é galopante na indústria do entretenimento, e que artistas como Miley são abusadas rotineiramente, esse vídeo celebra (e aceita) o estado de espírito doentio da elite oculta. Miley Cyrus, uma figura cabeça da programação do Beta Kitten, é colocada para agir dessa forma grotesca. Através dela, as pessoas ruins na indústria estão nos dizendo: "Olhe o que nós gostamos de fazer e olhe para o que estamos fazendo com ela".

Fonte: VC

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A História Profunda do Álbum de Kendrick Lamar "To Pimp a Butterfly"

domingo, 6 de dezembro de 2015 58 comentários

O álbum de Kendrick Lamar  "To Pimp a Butterfly" destina-se a ser ouvido do início ao fim. Ele conta uma história comovente sobre Kendrick entrando no mundo da música e descobrindo a verdade feia por trás dele.

Aviso: Este artigo contém letras explícitas.

O primeiro álbum de Kendrick Lamar Good Kid, M.A.A.D City foi um sucesso comercial e de crítica, que disparou a carreira do rapper em um super-estrelato. Além de apresentar canções que agradam multidões como a B*tch, Don’t Kill My Vibe, o álbum cativou os puristas da música com uma intrincada história que se desenrolou ao longo do trabalho.

O segundo álbum de Lamar,  To Pimp a Butterfly, vagamente segue a mesma fórmula, mas com um nível adicional de loucura criativa. O álbum é mais intenso, mais bizarro, mais profundo e mais controverso. Na verdade, To Pimp a Butterfly pode muito bem ser um dos álbuns mais complexos da história do rap. Cada canção é caracterizada por seu próprio conceito distinto e, em maior escala, todas as músicas são interligadas por uma narrativa mais ampla que gira em torno de Kendrick se tornando uma celebridade em um sistema de propriedade do "Tio Sam" e governado pelos "males de Lucy" (a personificação de Lúcifer).

Vamos olhar para a história contada em todo o álbum.

Explorando a Borboleta

O álbum começa com Wesley's Theory, uma canção bizarra que introduz o tema geral do álbum: a "exploração" de artistas pela indústria (personificada pelo Tio Sam). O primeiro verso foi escrito a partir da perspectiva de um rapper sem contrato que está animado para se juntar à indústria da música.



Quando eu conseguir um contrato, mano, eu vou agir como um bobo.
Ir para as pistas de dança, luzes estroboscópicas no lugar
Pegar sua secretária vadiazinha para os manos.
Demônio de olhos azuis com bunda grande, fumando
Eu vou comprar um novo Caddy
Prata em tudo, prata no anel de casamento.
Casado com o jogo e uma vadia má escolheu.


No segundo verso, o Tio Sam responde:


O que você quer? Uma casa ou um carro? 
Quarenta acres, um piano, uma guitarra?
Qualquer coisa, veja, meu nome é Tio Sam, eu sou seu cão
Filho da mãe, você pode viver no shopping 
Eu sei o seu tipo (É por isso que eu sou gentil)
Não tem recibos (Oh, cara, tudo bem)
Pague-me mais tarde, use esses jacarés
Cliché, em seguida, diga: "F*da-se seus haters"


E assim o Tio Sam incentiva o rapper a entrar em seu cartão de crédito ilimitado. No final do verso, no entanto, ele deixa ao rapper uma grave advertência:


Mas lembre-se, você não vai passar em economia na escola
E tudo que você comprar, impostos negará
Vou te tratar como o Wesley Snipe antes dos trinta e cinco anos


Tio Sam lembra ao rapper que ele é completamente ignorante sobre as coisas do sistema e que ele pode facilmente cuspi-lo. A linha "Vou te tratar como o Wesley Snipe antes dos trinta e cinco" refere-se simultaneamente a dois aspectos, o sistema pode desligar uma figura pública: Através de métodos financeiros (o ator Wesley Snipes foi condenado por evasão fiscal utilizando a teoria de protesto a impostos) e através de assassinato, antes da idade de 35 anos.

Em For Free? (Interlude), Kendrick repete o mantra "esse p*nis não é grátis" em resposta às demandas materialistas de uma menina. A filosofia é então estendida para o Tio Sam, onde Kendrick afirma poeticamente que ele não vai ser explorado pelo sistema... sem compensação adequada. Embora a pista parece ser sobre emancipação, ele também narra Kendrick caindo na armadilha do Tio Sam. Da mesma forma que as prostitutas dizem-se "essa v*agina não é grátis" antes de serem exploradas, Kendrick acaba colocando um preço em si mesmo.

O vídeo "For Free? (Interlude)" descreve um triângulo profano onde 
Kendrick precisa 'servir' Tio Sam, a fim de agradar as interesseiras.

Em suma, Kendrick afirma que suas partes íntimas "não são grátis", o que também significa que elas têm um preço... um preço que o Tio Sam pode facilmente pagar.

Apropriadamente, a canção seguinte é King Kunta, a música mais apropriada para as rádios do álbum. Numa batida dançante e limpa, Kendrick comemora estar no topo do rap, mesmo se gabando de que ele destruiu as carreiras de rappers menores. O título da canção refere-se a Kunta Kinte, o escravo que teve o pé decepado por tentar fugir da escravidão. Adicionando "King" para o nome de Kunta, ele transforma o escravo em Rei Kendrick no topo da indústria da música.

As próximas canções descrevem efeitos da celebridade, principalmente o isolamento. Em Institucionalized, Kendrick convida seus "manos" do bairro para participar da premiação da BET. Quando ele descobre que eles estão realmente planejando roubar algumas das celebridades ricas presentes na premiação, ele percebe que não é possível se associar mais com eles. O segundo verso é contado a partir da perspectiva dos "manos" que não poderiam ficar de braços cruzados enquanto riquezas estivessem sendo ostentadas na frente deles.

Em These Walls, Kendrick se entrega a um dos benefícios do estrelato: sexo com groupies que estão impressionadas com seu status de celebridade. Brincando com a expressão "se estas paredes falassem", a canção, na verdade, refere-se a paredes vaginais enquanto Kendrick as penetra. No terceiro verso, a canção toma um rumo inesperado: Kendrick revela que ele está dormindo com a "baby mama" de um de seus inimigos, que está preso. A canção aparentemente sexy transforma-se em um conto cruel de vingança onde as paredes de carne do prazer físico se transformam em paredes de concreto de uma cela de prisão.

Kendrick também está, no entanto, em sua própria prisão: entre as quatro paredes de um quarto de hotel. Enquanto ouvimos Kendrick literalmente gritando dentro de um quarto de hotel, a música u começa. Facilmente nessa música mais deprimente do álbum, Kendrick fala para si mesmo na terceira pessoa, odiando o que ele se transformou.


Eu estou te dizendo, você falhou, você não é nenhum líder!
Eu nunca gostei de você, sempre o desprezei - eu não preciso de você!
O mundo não precisa de você, não deixe que eles te enganem
Números mentem também, f *da-se seu orgulho também, isso é para dedicação


A canção se rompe por alguns momentos enquanto ouvimos uma empregada de hotel batendo na porta de Kendrick. Na segunda parte da canção, Kendrick está bêbado, ainda falando para si mesmo e indo para o fundo do poço visto que ele está pensando em suicídio.


Deveria ter matado sua bunda há muito tempo atrás
Você deveria ter sentido aquela explosão do revólver preto há muito tempo atrás
E se esses espelhos pudessem falar diriam "você tem que ir"
E se eu lhe dissesse seus segredos 
O mundo saberia que dinheiro não pode parar uma fraqueza suicida


Após o tormento psicológico de u, a canção Alright responde com esperança visto que Kendrick se convence que suas dificuldades são todas parte do plano de Deus. O vídeo estende sentimentos de orgulho e otimismo a toda a comunidade negra na sequência de inúmeros assassinatos cometidos pela polícia.

No vídeo, Kendrick está livre como um pássaro, literalmente
 flutuando no ar. Ele sorri atentamente, como se sua vida depen-
desse disso... porque, de certa forma, ela realmente depende.

Apesar da vibe positiva de Alright, é durante essa canção que Lucy se apresenta para Kendrick, prometendo-lhe ganho material.


O que você quer, você uma casa, um carro?
40 acres, um piano, uma guitarra?
Qualquer coisa, olha o meu nome é Lucy, eu sou seu cão
Filho da mãe, você pode viver no shopping


Aqui, Lucy usa as mesmas linhas que o Tio Sam na música Wesley's Theory, o que implica que Tio Sam e Lúcifer estão relacionados... bastante.

Depois de se apresentar em Alright, Lucy recebe particularidade insistente na música seguinte, For Sale? (Interlúdio).



Meu nome é Lucy, Kendrick
Você me apresentou Kendrick
Normalmente eu não faço isso
Mas eu vejo você e eu Kendrick
Lucy não te dá nenhuma preocupação
Lucy tem milhões de histórias
Sobre esses rappers que eu segui, quando eles estavam chatos
Lucy vai encher seus bolsos
Lucy vai tirar sua mama de Compton
Para dentro de uma mansão gigantesca como prometi
Lucy só quer a sua confiança e lealdade
Me evitando?
Não é tão fácil eu estou em conformidade com essas funções
Kendrick, Lucy não folga um minuto
Lucy trabalha mais duro
Lucy vai chamá-lo mesmo quando Lucy sabe que você ama seu Pai
Eu sou Lucy
Eu vagamente ouvi orações em seu primeiro álbum verdadeiramente
Lucy não se importa porque no final do dia você vai me procurar
Lucy vai buscar, Lucy não é tímida, Lucy na frente
Lucy começou o trabalho em cima de trabalho
Eu quero que você saiba que Lucy tem você
Toda sua vida eu o assisti
E agora vocês todos cresceram para assinar esse contrato se isso é possível


Neste verso, Lucy promete riqueza a Kendrick, paz de espírito e tratamento adequado aos seus negócios. Ela não se importa que Kendrick "ama seu Pai" (Deus) e que seu primeiro álbum ainda tinha conotações cristãs. Ela simplesmente quer que ele assine o contrato de venda de sua alma, o resto é irrelevante

Neste ponto entendemos que, à medida que Kendrick entra mais profundamente na indústria, ele é cada vez mais exposto à matéria, ao mal espiritual. Tio Sam se transformou em Lúcifer e seu contrato de gravação se transformou em um contrato de venda de sua alma. Perturbado por essa situação, Kendrick volta para casa à procura de respostas.

Em Momma, Kendrick é recebido de volta a Compton como um herói. Em Hood Politics, no entanto, ele percebe que seu povo está fazendo as mesmas peripécias como sempre e que sua comunidade ainda está cheia com os mesmos problemas. Embora ele acreditasse que iria encontrar respostas de volta à casa, Kendrick tem uma epifania longe, muito longe de Compton.

Em How Much A Dollar Cost?, Kendrick encontra um homem sem-teto em um posto de gasolina na África do Sul. Quando o velho lhe pede algum dinheiro, Kendrick diz a ele para "cair fora", pensando que ele era um bêbado e um viciado em drogas. Quando o velho insistente e começa a citar a Bíblia, Kendrick fica irritado e ofendido, afirmando que ele não dá o seu dinheiro suado para vagabundos. O homem sem-teto então começa a revelar que ele é o próprio Deus... e que Kendrick perdeu seu lugar no céu.


Eu olhei para ele e disse: "Todo níquel é minas para manter"
Ele olhou para mim e disse: "Conhecereis a verdade, ela vai te libertar"
Você está olhando para o Messias, o Filho de Jeová, o poder superior
O coral que falou a palavra, o Espírito Santo
O nervo de Nazaré, e eu vou dizer-lhe apenas quanto custa um dólar
O preço de ter um lugar no Céu, abrace sua perda, eu sou Deus


No outro da canção, Kendrick se arrepende e pede perdão.


Vire esta página, me ajude a mudar, então conserte meus erros


Este é o ponto de virada do álbum, onde Kendrick é confrontado com seu próprio egoísmo e humilhado pelo próprio Deus. Esse encontro o ajuda a livrar-se das tentações de Lucy e se concentrar em ter um impacto positivo na sociedade.

As próximas quatro canções giram em torno dos temas de amor-próprio e auto-aceitação. Assim como Kendrick está aprendendo a amar a si mesmo em um nível pessoal, ele também está pedindo a sua comunidade a se amar novamente. Em Blacker The Berry, Kendrick assume o papel de uma gangue que denuncia o racismo, mas passa sua vida em guerra com sua própria espécie - e não ao contrário de tribos inimigas na África.


Então, por que eu chorei quando Trayvon Martin estava na rua
quando briga de gangue me fez matar um mais negro do que eu?
Hipócrita!


O tema do auto-amor atinge o seu paroxismo com i, uma canção otimista com um refrão que repete continuamente "Eu me amo". i está, portanto, em completa oposição a u, onde Kendrick estava se afogando em auto-aversão. Enquanto u foi escrita na terceira pessoa, porque Kendrick odiava o que ele tornou-se, i está escrita na primeira pessoa, o que significa que ele está feliz e confortável com quem ele é. Em uma escala mais ampla, i instiga a comunidade a se elevar através de uma ação positiva.

Após essa celebração de amor-próprio, Mortal Man, a última canção do álbum, serve ouvintes uma forte dose de realidade. Ao rejeitar Lucy e por falar livremente o que tem na sua mente, Kendrick teme que ele vai acabar se tornando um alvo. Aqueles que falam contra o sistema muitas vezes sentem a ira do Tio Sam... e muitas vezes é uma operação secreta. Sentindo que sua queda é inevitável, Kendrick pergunta a seus fãs se eles ainda vão amá-lo depois que seu nome ficar sujo e seu caráter assassinado.


Será que você saberia onde o sermão está se eu morresse nesta próxima linha?
Se eu estiver julgado em um tribunal, se a indústria me cortar fora
Se o governo me quiser morto, plantar cocaína no meu carro
Você me julgaria um drogado ou me veria como K. Lamar
Ou questionaria meu caráter e me degradaria em todos os blogs


Mais tarde, na canção, Kendrick lista líderes que acabaram sendo silenciados ou mortos em circunstâncias suspeitas, mencionando Michael Jackson, que se voltou contra a indústria no fim de sua vida.


Quantos líderes você disse que precisava em seguida deixou-os morrer?
É Moisés, é Huey Newton ou Detroit Red?
É Martin Luther, JFK, atire ou você é assassino
É Jackie, é Jesse, oh eu sei, é Michael Jackson, oh
Quando a m*rda rebater no ventilador, você ainda será um fã?
Quando a m*rda rebater no ventilador, você ainda será um fã?
Aquelo nego nos deu Billie Jean, você diz que ele tocou aquelas crianças?
Quando a m*rda rebater no ventilador, você ainda será um fã?


No outro do álbum, descobrimos que Kendrick estava recitando em todo o trabalho um poema para Tupac Shakur - que foi uma figura importante que falou contra o sistema antes de ser assassinado. Esse poema resume a história do álbum.


Eu me lembro que você estava em conflito
Usando mal sua influência
Às vezes, eu fiz o mesmo
Abusando meu poder, cheio de ressentimento
Ressentimento que se transformou em uma depressão profunda
Encontrei-me gritando no quarto do hotel
Eu não queria me auto-destruir
Os males de Lucy estavam todos em torno de mim
Então eu fui correndo por respostas
Até que cheguei em casa
Mas isso não impediu a culpa do sobrevivente
Indo e voltando tentando me convencer das listras que ganhei
Ou talvez o quão excelente era a minha fundação
Mas, enquanto os meus entes queridos estava lutando a guerra contínua de volta na cidade,
Eu estava entrando em uma nova
Uma guerra que foi baseada no apartheid e na discriminação
Me fez querer voltar para a cidade e contar aos manos o que eu aprendi
A palavra era respeito
Só porque você usou uma cor diferente da minha gangue
Não significa que eu não possa respeitá-lo como um homem negro
Esquecendo toda a dor e mágoa que causamos um ao outro nessas ruas
Se eu respeito você, nós unificaremos e impediremos o inimigo de matar-nos
Mas eu não sei, eu não sou nenhum homem mortal, talvez eu sou apenas mais um negão


Ambos os rappers, em seguida, iniciam uma conversa surreal sobre música, sociedade e revolução, onde Tupac partilha as suas opiniões de além do túmulo. Então Tupac fica de repente em silêncio, fazendo com que Kendrick comece a gritar:


Pac? Pac? ... Pac ?!


O álbum termina com o silêncio insuportável de Tupac, uma dessas raras figuras carismáticas que tinham todas as qualidades para se tornar um grande líder - mas não o tipo de líder que o Tio Sam gosta. Sua morte, na idade precoce de 25, causou uma profunda ferida para a comunidade hip-hop, que ainda não está totalmente curada. Essa parte da música quase que de forma masoquista toca na ferida, revivendo a dor dessa perda e fazendo-nos perguntar se Kendrick vai seguir o mesmo caminho.

Conclusão 

"To Pimp a Butterfly" pode ser comparado a uma peça de teatro musical, onde cada música representa uma cena de um drama que se desenrola. Ao longo dos dezesseis títulos do álbum, Kendrick descreve sua ascensão como uma estrela do rap, as tentações que enfrentou com ela, o auto-ódio que se seguiu, e a epifania que lhe permitiu permanecer aterrado. Embora ele entende que ele é parte de um sistema que é governado pelos "males da Lucy", Kendrick sente que sua influência pode ser usada para curar, elevar, unificar e inspirar sua comunidade. Ao tornar-se um líder franco, Kendrick também percebe que ele poderia estar se sacrificando - Tio Sam e Lucy não têm problemas em esmagar aqueles que os enfrentam.

Em suma, "To Pimp a Butterfly" vai contra tudo o que o mundo da música é. É duro, honesto, difícil, brilhante, imprevisível, anti-mainstream, afrocêntrico, um pouco religioso e cheio de solos de clarinete. Há, porém, uma coisa que Kendrick precisa lembrar: Lucy não desiste tão facilmente.

Fonte: VC

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Autoridades estão usando Os Ataques de Paris para avançar Novas Leis de Vigilância em Massa

segunda-feira, 23 de novembro de 2015 19 comentários

A CIA e os governantes em todo o mundo estão usando os ataques de Paris para avançar novas leis de vigilância. E foi tudo planejado com antecedência.

Enquanto os sistemas democráticos costumam levar meses (se não anos) para aprovar novas leis e legislações, levou-se apenas alguns dias após os ataques de Paris para que eles presenteassem os cidadãos honestos com mais leis de vigilância. Várias organizações estão realmente aproveitando o medo e o pânico causados pelos ataques a fim de trazer uma nova agenda que dará um novo passo ousado para a vigilância governamental total. O que é pior: as informações vazaram provando que as autoridades estavam à espera de um ataque terrorista para irem em frente com seu plano.

Em um e-mail vazado escrito por Robert S. Litt, advogado superior da comunidade de inteligência durante o mês de agosto, o plano está claramente delineado: Há falta de apoio para a proibição de comunicações criptografadas, mas um ataque terrorista poderia rapidamente virar o jogo.


"Embora o ambiente legislativo seja muito hostil hoje, ele poderia se transformar em caso de um ataque terrorista ou evento criminoso, em que a forte criptografia pode ter demonstrado que tenha dificultado a aplicação da lei.

Existe um valor mantendo nossas opções em aberto para tal situação."



Apenas alguns meses depois desse e-mail, um ataque terrorista acontece em Paris. Apenas algumas horas após os ataques, os noticiários estranhamente culparam as "comunicações criptografadas". Apenas alguns dias após os ataques, as autoridades estão pedindo... a proibição de comunicações criptografadas.


O comissário de polícia de Nova York, Bill Bratton, chamou isso de uma "virada de jogo" e insinuou que uma nova legislação que pretende proibir a criptografia seria necessário, adicionando: "[Encriptação] é algo que está sendo necessário ser debatido muito rapidamente, porque não podemos continuar operando onde nós somos cegos.



O diretor da CIA, John Brennan, também está usando os ataques terroristas para pleitear a vigilância irrestrita do governo em todas as comunicações, culpando "grupos de privacidade" de dificultar o seu trabalho.


Em seguida, na segunda-feira, em um episódio épico de transferência de culpa, o diretor da CIA, John Brennan, teria dito que os defensores da privacidade minaram a capacidade de espiões de monitorarem terroristas. Ele explicou:

"Por causa de uma série de divulgações não autorizadas e um monte de lamentação a respeito do papel do governo no esforço para tentar descobrir esses terroristas, tem havido alguma política e ações legais e outras que são tomadas para fazerem a nossa capacidade coletiva e internacional para encontrar esses terroristas muito mais desafiadores", acrescentando que há uma "deturpação de que os serviços de segurança de inteligência estão fazendo".

Leia os comentários de Brennan com cuidado, pois eles são muito reveladores. Quando ele diz "ações legais", ele está se referindo ao fato de que os tribunais têm decidido que a vigilância em massa secreta do governo sobre milhões de americanos é ilegal. Então parece que o diretor da CIA está dizendo que é uma pena que as agências de inteligência não podem mais operar completamente acima da lei, e está pondo como bode expiatório qualquer incumprimento por parte de sua agência na prestação de contas, que é a marca registrada de qualquer democracia. (Mesmo assim ele ainda pode aparentemente operar acima da lei.)

Mais importante ainda, os comentários de Brennan são incrivelmente desonestos. A Lei da Liberdade dos EUA pós-Snowden aprovada pelo Congresso reformou exatamente um dos inúmeros programas de espionagem em massa que os EUA executam. Foi o que sugou os telefonemas dos americanos, e aqui está o negócio: ela tem estado ativa o tempo todo e não está prevista para encerrar até o final do mês. 

- Ibid.


Funcionários do governo no Reino Unido também estão capitalizando sobre o medo de novas leis abrangentes.


Do outro lado do Atlântico, os políticos no Reino Unido, que já tem as leis de vigilância mais amplas no mundo ocidental, estão usando a tragédia para tentar apressar seu novo projeto de lei de espionagem em massa ainda mais invasivo, que tem por finalidade permitir a polícia ver os sites que cada cidadão visita e forçar empresas como a Apple permitir o acesso a suas ferramentas criptografadas.

- Ibid.


Não Eficaz

Nenhuma dessas leis têm se mostrado eficazes na prevenção de ataques terroristas. Na verdade, os ataques de Paris ocorreram seis meses após a promulgação de uma enorme (e controversa) lei de vigilância na França.


Aprovada pelo Parlamento francês em maio em resposta aos ataques contra a revista com sede em Paris, Charlie Hebdo, a lei permite que governo monitore telefonemas e e-mails de pessoas suspeitas de ligações ao terrorismo sem a autorização de um juiz.

Mas vai mais longe do que isso. A lei exige que os prestadores de serviços de Internet instalem "caixas pretas" que são projetadas para aspirar e analisar os metadados de navegação na Web e hábitos de uso geral na Internet de milhões de pessoas que utilizam a Web e deixar os dados disponíveis para as agências de inteligência.

Em casos excepcionais, a lei permite que o governo implante o que são chamados de "coletores Ismi" para rastrear todas as comunicações de telefonia móvel em uma determinada área. Esses coletores são basicamente projetados para representar torres de celular, mas eles interceptam e gravam dados de comunicações a partir de telefones dentro do seu alcance e também podem acompanhar os movimentos de pessoas carregando os telefones.

Por fim, a lei permite que os agentes do governo invadam as casas dos suspeitos de terrorismo para fins de implantar microfones e câmeras de vigilância e instalar keyloggers em seus computadores, os dispositivos que capturam dados sobre cada clique de teclas e mouse.

- Recode, France Has a Powerful and Controversial New Surveillance Law


Em suma, após cada evento traumático no mundo ocidental (fabricado ou não), a atenção está voltada para um item muito específico e direcionado que "tem de ser resolvido o mais rapidamente possível". Esse item é, de fato, parte da lei controversa que está nas prateleiras até que possa ser passada de forma insidiosa, enquanto as massas são golpeadas com horror. Foi o que aconteceu com a "Lei Patriótica" e, quase 15 anos depois, está acontecendo novamente. Sua fórmula é "ordem a partir do caos" e isso continua funcionando.

Fonte: VC

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Os Ataques em Paris Foram Previstos na Capa da Revista "The Economist" em Janeiro?
Capa da Revista "The Economist 2015" está Repleta de Símbolos Ocultos e Previsões Sombrias

Os Ataques em Paris Foram Previstos na Capa da Revista "The Economist" em Janeiro?

sábado, 14 de novembro de 2015 79 comentários

A revista The Economist publicou em janeiro uma capa enigmática intitulada "O Mundo em 2015", que incluiu várias imagens enigmáticas. Será que a revista previu ambos os ataques terroristas em Paris em 2015?

Na sequência dos terríveis atentados de Paris que custaram a vida de centenas de pessoas inocentes, uma cobertura específica da revista The Economist imediatamente me veio à mente.

No começo de 2015, publiquei um artigo intitulado Capa da Revista "The Economist 2015" está Repleta de Símbolos Ocultos e Previsões Sombrias, que analisou as suas muitas mensagens. Na verdade, a capa da revista com o nome "O Mundo em 2015" continha várias imagens estranhas e sinistras que apareceram para anunciar um ano violento. Considerando o fato de a revista The Economist ser parcialmente propriedade da família de banqueiros Rothschild da Inglaterra e seu editor-chefe, John Micklethwait, atender a Conferências Bilderberg, deve-se tomar cuidado com avisos emitidos por aqueles que podem torná-los realidade. 

Para uma análise detalhada desta capa, leia este artigo.

Provavelmente a parte mais enigmática da capa é o canto inferior direito, onde vemos duas setas com números misteriosos, uma pilha de sujeira e um quadro antigo.   

Zoom da parte inferior direita da capa. 

Ao olhar para o que aconteceu este ano, essa parte da capa torna-se bastante preocupante, pois é um pouco profética.

Em primeiro lugar, o quadro ao lado das flechas é o de Leonardo Da Vinci, Belle Ferronière. Esse quadro está atualmente localizado no Museu do Louvre, em Paris. [O monte de sujeira próximo ao pé de Alice, que está e verde e amarelo, poderia ser alguma referência à tragédia da lama em Minas Gerais, no Brasil, que também ocorreu alguns dias antes do ataque em Paris?]

Em segundo lugar, os números sobre as duas flechas são 11,5 e 11,3. Os dígitos sobre as flechas podem, portanto, ser reorganizados para se formar ambas as datas [ou apenas a data 13.11.15]. Se alguém for mais longe na numerologia cabalística, ambas as datas somadas resultam no número 12 (1 + 5 + 1 + 5 e 1 + 1 + 1 + 3 + 1 + 5). 

Ambos os ataques foram reivindicados por grupos terroristas islâmicos: Al Qaeda e ISIS. A capa da The Economist caracterizou um homem do tipo ISIS segurando um rifle. 

A maioria das vítimas dos ataques parisienses 
foram mortas ​​por rifles kalashnikov. Na capa, o
 terrorista está cercado de respingos de sangue.

A capa também apresenta o presidente francês, François Hollande Presidente... olhando para outra direção.

Como afirmei no artigo ISIS: Uma Criação da CIA para justificar a Guerra no Oriente Médio e a Repressão no Ocidente, tenho poucas dúvidas de que o ISIS é usado como uma ferramenta para promover a agenda da elite oculta que inclui: invadir a Síria e justificar medidas de vigilância draconianas e táticas de estado policial no Ocidente.

Vamos relembrar os feitos concretos do ISIS este ano. 
  •  Justificou a invasão da Síria, finalmente destruindo seu status como uma força regional.
  • Acelerou o êxodo em massa de sírios para o Ocidente
  • Abriu as comportas de refugiados sírios em todo o mundo ocidental (impulsionado pela imagem de um menino morto). 
  • Causou pânico generalizado no mundo ocidental com o ataque terrorista em Paris, justificando mais rígido monitoramento e táticas de estado policial. 
Os noticiários já estão relatando que um dos terroristas de Paris tinha um passaporte sírio com ele e que Hollande está considerando os ataques como um ato de guerra.

Em suma, após culpar o mundo para aceitar milhares de refugiados sírios em todo o mundo, um ataque causa medo, ódio e desconfiança em relação aos sírios e muçulmanos nesses mesmos países.

As coisas estão prestes a ficar complicadas. Mas, por que "eles" propositadamente fazem uma coisa tão terrível dessas para tantas pessoas inocentes? Bem, seu lema é Ordo Ab Chao... Ordem a partir do caos.



CONTINUA...

Fonte: VC

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Laura Branigan "Self Control": Um Vídeo Perturbador dos Anos 80 Sobre Controle Mental

sexta-feira, 13 de novembro de 2015 26 comentários

O hit de Laura Branigan "Self Control" é o epítome de tudo dos anos 80, mas também é o epítome de tudo que é MK ULTRA: uma história perturbadora de um escravo MK manipulado por um manipulador abusivo. 

Lançado em 1984, "Self Control" balançou discotecas em todo o mundo na época em que as mulheres usavam cabelo grande e cacheado e aquelas ombreiras e dançavam freneticamente com aqueles homens com bigodões e cabelo mullet. Todas essas lindas pessoas cantaram "Eu, eu vivo entre as criaturas da noite" sem perceber o que isso realmente queria dizer. Eles pensaram que era sobre uma menina desfrutando a vida noturna - mas isso é apenas o que parece.

O vídeo "Self Control" adiciona uma camada significativa para a música, que é bastante preocupante. A cantora é perseguida por um homem mascarado, que eventualmente acaba ficando sem camisa em seu quarto. Combinado com o simbolismo MK do vídeo, "Self Control" torna-se uma homenagem à elite oculta, uma promoção de seu simbolismo e uma celebração de sua prática mais sádica: o controle mental Monarca (se você nunca ouviu falar disso, por favor leia este artigo antes de continuar).

Quando o vídeo foi lançado em 1984, a indústria da música estava começando a adotar os clipes de música como uma ferramenta promocional e "Self Control" foi bastante inovador em seu escopo. Foi também o primeiro vídeo a ser dirigido pelo diretor, ganhador de Oscar, William Friedkin, o diretor de "O Exorcista".

Ao contratar um diretor que é famoso por aterrorizar toda uma geração com a história de uma menina possuída por um demônio, esperava-se um certo nível de bizarrice. E Friedkin certamente fez isso. No entanto, ao contrário do exorcista, os elementos mais perturbadores de "Self Control" não estão em seu rosto, mas em vez disso estão implícitos através do simbolismo.

Se você leu outros artigos neste site, você provavelmente vai achar o simbolismo fácil de reconhecer, e vai até mesmo achar que está "na cara". Em suma, é uma celebração descarada da agenda de controle mental da elite oculta durante uma época em que apenas poucas pessoas sabiam que essas coisas existiam. Vamos analisar o vídeo.

A Noite é o Seu Mundo 

Uma interpretação avançada não é necessária para entender que "Self Control" não é simplesmente sobre a "vida noturna". É sobre Laura Branigan perder sua vontade, seu poder e o seu eu na mão de um ser sem rosto. O refrão da música resume a situação:


Você pega o meu eu, você pega meu auto-controle
Você me faz viver apenas para a noite
Antes do amanhecer, a história é contada
Você pega o meu eu, você pega meu auto-controle


O verso "você pega o meu eu" é muito significativo, especialmente no contexto de controle mental. Na psicologia, o "eu" é definido dessa forma:


O "eu" é constituído por aspectos de uma pessoa consciente e inconsciente, sua personalidade, cognições ou pensamentos e sentimentos. Todas essas características ou aspectos se combinam na identidade central da pessoa. Outros sinônimos para o "eu" são alma, ego, personalidade, ou indivíduo. 

O objetivo final de um manipulador MK é pegar a "chave" para a personalidade núcleo do escravo e criar um novo alter persona programável. Isso é conseguido através de trauma e dissociação. Nesse contexto, "a noite" torna-se uma metáfora para a dissociação, o estado de transe em que os escravos são forçados durante a programação. 

O vídeo começa com uma boneca com seu 
cabelo castanho o que lembra o de Laura. 

Em simbolismo MK, bonecas representam os alter personas maleáveis ​​e controláveis ​​dos escravos MK.

Vemos, então, Laura parecendo um pouco pensativa e fora de foco.

Há um homem que está em sua cama. 
Nós assumimos que ele é seu namorado.

 Laura então se apronta para sair. Ela é ajudada por pessoas estranhas que aparecem do nada. 

 Quando essas pessoas aparecem, começamos a entender que 
que acontece no vídeo está principalmente na cabeça de Laura. 

Quando Laura vai para fora, sua "jornada de controle mental" começa - e não há falta de simbolismo que represente isso.

Quando Laura fica do lado de fora, dois manequins que flutuam no ar (uma
 ótima maneira de representar escravos MK dissociativos) aparecem atrás dela. 

Logo depois que ela sai, um carro de luxo entra na frente dela. 

Um homem mascarado está sentando no banco de trás. 

O homem mascarado é o manipulador MK de Laura. Enquanto os escravos MK são dissociados, seus manipuladores MK têm a capacidade de entrar em suas mentes e controlar seus pensamentos e ações. O fato de que este homem mascarado está sendo conduzido na parte traseira de um carro de luxo implica sua ligação com a elite oculta.

Ao dançar em uma boate, Laura vê o homem mascarado novamente. Ela o segue. 

 Enquanto o homem mascarado persegue Laura no clube, vemos 
um monte de máscaras por trás dele, indicando que os manipuladores 
MK são também escravos MK com múltiplas personas. 

De acordo com uma pesquisa recente*, 100% das mulheres não seguiria um homem usando uma máscara (*não uma pesquisa real). Então, por que Laura o seguiria? Porque ela não tem auto-controle. A letra da primeira estrofe perfeitamente descreve o estado de espírito de um escravo MK que está à mercê do manipulador durante a dissociação (ou seja "a noite").


Na noite, sem controle 
Através da parede algo está entrando 
Vestindo branco enquanto você está andando, 
Descendo a rua da minha alma


O resto do refrão é uma descrição bastante pungente do estado de espírito de um escravo dissociado que vive em um mundo de sonho fabricado pelo seu manipulador.


Uma noite segura, eu estou vivendo na floresta do meu sonho 
Eu sei que a noite não é como parece 
Devo acreditar em algo, então eu vou fazer-me acreditar 
Que esta noite nunca irá


Laura não pode lutar contra a vontade do homem mascarado e continua o seguindo. Ele a leva para uma seção oculta da boate, onde descobrimos uma orgia mascarada do tipo "De Olhos Bem Fechados" acontecendo. 

Laura é simbolicamente levada para o submundo da 
elite oculta, onde "as festas Illuminati" acontecem.

 O homem mascarado então despe Laura, que parece estar em transe. 

Essa cena representa bem literalmente Laura sendo usada como uma escrava sexual em festas de elite.

Laura porém percebe que algo está terrivelmente errado e tenta escapar. Ela logo descobre que não se pode fugir da sua própria mente. 

Quando Laura tenta fugir, mãos histéricas surgem das 
paredes ilustrando o trauma e a tortura que escravos MK 
enfrentam quando vão contra a sua programação.

Quando Laura finalmente chega ao fim do corredor, vemos o
 homem mascarado que estava esperando por ela o tempo todo. 

De volta para casa, Laura percebe que ela não está segura em nenhum lugar, nem mesmo em seu quarto. O homem mascarado aparece magicamente no quarto dela... e ele está sem camisa. Sem camisa!

Não.

 Ele então agarra Laura e tem relações com ela. 
Manipuladores MK abusam sexualmente de seus escravos
 para aumentar o trauma e a programação. 

O homem mascarado, em seguida, desaparece magicamente (ele está dentro e fora de sua cabeça). Laura, em seguida, fica sentada lá, completamente em transe. 

 O rosto do trauma. 

Laura então repousa na cama ao lado de seu "namorado", que estava aparentemente dormindo o tempo todo. Quando ele vira a cabeça em direção a ela, uma enorme surpresa espera por ela.

É o homem mascarado novamente. 

O manipulador está em toda parte na mente do escravo MK. Ele controla seus pensamentos, suas ações e toda a sua realidade. Ela não pode escapar dele, porque ele tem a chave para a sua personalidade núcleo.

O vídeo termina com uma imagem simbólica, uma que é bastante preocupante considerando o verdadeiro significado do vídeo. 

É a mesma boneca desde o início do vídeo, mas seu cabelo está 
bagunçado e seu vestido está rasgado (expondo um peito). Um de
 seus olhos está fechado - o sinal do um olho Illuminati. 

A boneca foi claramente "violentada", o sinal de um olho indica quem está por trás disso (a elite oculta). O sorriso congelante e assustador na boneca é bastante revoltante. Então, sim, essa simplesmente não é uma música sobre "vida noturna". 

Conclusão 

Após a análise da música e do vídeo, "Self Control" conta a história de uma mulher que perde todo o seu "eu" na mão de um manipulador. Ela é levada para festas de elite e, quando ela tenta escapar, ela é abusada pelo seu manipulador, de quem ela nunca pode escapar.

Embora lançado no início da era dos vídeos de música, "Self Control" já continha todas as características de um vídeo de controle mental Illuminati. Mais de trinta anos depois, os mesmos enredos estão todos ainda lá, desde simbolismo a significados ocultos distorcidos. Hoje, mais do que nunca, vemos jovens estrelas que cantam sobre o seu estado de controle mental em melodias cativantes com vídeos assustadores que comemoram o sistema MK da elite oculta.

Em suma, "Self Control" é considerada "uma das músicas definidoras dos anos 80"... mas também pode ser considerada como uma das músicas que definem a cultura MK.

Fonte: VC

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