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O Plano Mestre - Parte 4 - As Raízes da Babilônia

domingo, 5 de outubro de 2014 Leave a Comment

"As Raízes da Babilônia" é a quarta parte da tão aguardada (e controversa) série "O Plano Mestre" (se você ainda não viu a última parte, clique aqui). Nas partes anteriores, aprendemos que há mistérios no mundo antigo que perduram até hoje e vimos também que a Terra foi provavelmente visitada por seres extradimensionais, que teriam feito contato com os seres humanos, ensinando-lhes conhecimento avançado e formando alianças. Nesta parte da série, abordaremos a Babilônia como o grande marco nas atividades dessas entidades com os seres humanos. As entidades mencionadas anteriormente teriam, portanto, "passeado" pela Terra fazendo-se de deuses, apresentando-se com nomes diferentes para cada povo, e, além do conhecimento oculto, da construção de portais dimensionais e de megálitos, que elas introduziram, um medonho sistema religioso foi instalado na Terra; um que teve origens na Babilônia.

Assista ao quarto vídeo da série. Obs: O vídeo pode parecer confuso para quem nunca leu sobre o assunto. Sugiro que assistam várias vezes e pesquisem um pouco também.

 
 
Veja Mais
O Plano Mestre - Parte 3 - Abrindo os Portais
O Plano Mestre - Parte 2 - Os Estranhos Visitantes

 

13 comentários »

  • rodrigo silva said:  

    Otimo video como sempre. esperando aparte 5

  • Gabriel Previato said:  

    Legal, Danizudo. Interessante também é que Semíramis era a mãe de Ninrode, né? E que Tamuz nasceu em 25 de dezembro! Essa data é inverno no hemisfério norte. O hermetismo se utiliza desse fato para fazer a seguinte alegoria:
    As religiões pagãs estão intimamente ligadas aos ritmos da natureza e, nesse aspecto, não são boas nem más, convergindo para uma tentativa de harmonização entre o homem e o meio ambiente. O Mal consiste no endeusamento de tais fenômenos, na manipulação devocional e no estabelecimento de mistérios que somente sacralizam o intuito de concentrar o poder de muitos nas mãos de poucos.
    Ninrode, Semíramis e Tamuz, na verdade, são figuras bem menos importantes pela existência mundana que tiveram ou pelos atos que tenham praticado do que pelos princípios que eles mitificam.
    Acima de qualquer condenação moral, a implicação de Ninrode ter desposado a própria mãe possui um significado maior do que a decadente perversidade de uma relação incestuosa. É preciso ver Semíramis através de uma perspectiva mais ampla, pois ela foi e é usada para representar a própria mãe natureza, fonte de toda a vida terrena. Tendo essa premissa em mente, lembremos Lavoisier que disse:
    "Na natureza, nada se perde, nada se cria, tudo se transforma."
    A natureza recicla continuamente a sua própria criação e o casamento de Ninrode e Semíramis, mãe e filho, ilustra esse mesmo processo indissolúvel. Ninrode representa a morte no sentido de um adormecimento ou latência necessária das forças da natureza no advento do inverno. Conforme nos aproximamos dessa estação, além da queda de temperatura, as noites se alongam, os dias encurtam e a vida se recolhe em si mesma.
    Simbolicamente, Ninrode morre nos braços de Semíramis, que o recria através de Tamuz (diminuto sol invernal ou deus-menino), filho, irmão e reencarnação de Ninrode. Na religiosidade pagã, trata-se da consumação de um ciclo para o início de outro, dando continuidade à vida. Outras culturas utilizam mitos relativamente similares para essa mesma representação, como é o caso de Osíris, Ísis e Hórus.
    "Assim como é acima, também é abaixo", diz o aforismo hermético de correspondência. Na Terra, Semíramis personifica a natureza que recicla e revitaliza a fauna e a flora. No céu ela é o próprio espaço. É a rainha celestial em cujo ventre ou manto estrelado trafega o Sol, em seu percurso pelo Universo. Notem como aquilo que é natural e pertence à ordem do mundo fenomênico passa a adquirir contornos de religiosidade mística.
    O Sol parece menor ou mais distante até alcançar a sua inclinação máxima, envolvendo a Terra nas trevas da noite mais longa do ano, quando entra no signo de Capricórnio e inaugura o inverno para quem vive no hemisfério norte do planeta. Mas, em torno do dia 25 de Dezembro, o Sol parece retornar, aumentando gradativamente o calor e a intensidade da luz que irradia. Com ele, ressurge a vida. Tal fenômeno ficou conhecido na antiguidade como “Natalis Solis Invictus” (Nascimento do Sol Invencível)."
    E, por favor, que venha logo a parte 5!

  • Ana Vitória said:  

    Danizudo do céu. UHAEUAUEH Demora tanto e ainda é tão pouco :( o tempo parece passar mais rápido quando eu vejo essa série, eu pisco e acabou.

  • Ramon Andradniz said:  

    Seus vídeos são muito bem feitos! É você mesmo que edita? Que programa usa?
    Parabéns pela qualidade!

  • Samantha Cristina said:  

    Será que ela é a virgem maria ou nossa senhora aparecida do catolicismo?? :O

  • Jucilei Borges said:  

    Na Índia também tem o menino com cabeça de elefante que tem significado de criador! No catolicismo também, Maria é exaltada e Jesus sempre visto como morto na Cruz ou criança em seu colo. Como na babilônia e Egito eles tentavam controlar o dinheiro e a religião, Roma partio com o mesmo intento! Como não podiam impedir o crescimento rápido do cristianismo , tomaram pra si o controle se fazendo cristões. No livro filho do fogo, volume 2 , eles ensinam no ocultismo deles as formas que fizeram pra controlar o mundo na época! Isse estudo é só mais uma confirmação!.

  • Deborah Custodio Lima said:  

    Dani, por favor, não demore a postar a parte 5!

  • Alexei said:  

    E assim surgiu a Trindade. Quando os povos foram dispersos após a tentativa frustrada de revoltar-se contra Deus e manterem-se reunidos na ocasião da Torre de Babel, levaram suas ideias para o mundo todo. Os egípcios e outros povos levaram consigo muitas desses conceito consigo...

  • Gabriel Previato said:  

    Se a parte 5 sair agora (e eu espero que saia) até imagino do que vc falará. Justamente sobre o verdadeiro significado do Natal, não é isso? Vai mencionar as saturnálias, a adoração a Tamuz como o ressurgimento do deus Sol no solstício de inverno no hemisfério norte e por aí vai. Continuo aguardando essa demorada série e com quase certeza de que vc abordará esse assunto justamente agora na época do Natal.

  • Anônimo said:  

    Jesus não nasceu em 25 de dezembro, foi colocado nessa data pela igreja católica, justamente na comemoração do solstício de inverno, o culto ao aparecimento do sol.
    Pelos estudos Jesus nasceu no meio do ano na festa dos Tabernáculos.

  • Anônimo said:  

    Realmente, eu já sabia que Jesus não tinha nascido em 25 de Dezembro... Caramba, como podem usar Jesus para essas coisas tão horrorosas???
    Esperando ansiosamente pela parte 5!

  • Anônimo said:  

    Ei, então se essa Deusa teve seu filho e disse que ele é um Deus e tal... Sabe aquela tradicional pintura de Maria segurando seu Jesus? Fiquei confusa, então Maria foi uma pessoa ruim como essa Deusa e também usou seu filho para se glorificar, ou a imagem de Maria foi usada para que quando adorassem ela estivessem adorando aquela Deusa?

  • Alexandre Almeida said:  

    Fico impressionado como o povo, a massa é manipulada em suas crença e verdades. Imagino quanta decepção e desestruturação de valores sociais e até ódio serão gerados quando forem desmascaradas e cair o "império das religiões falsas" citada pela Bíblia. Haverá um caos fundamentalista, insustentável.

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