"Behind the Mirror": Outro Vídeo de Moda sobre Controle Mental

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013 13 comentários

Dsquared2 é uma casa de moda internacional fundada pelos irmãos gêmeos idênticos Dean e Dan Caten. Suas criações são usadas por celebridades como Britney Spears, Madonna, Rihanna, Christina Aguilera, Fergie, Justin Timberlake, 50 Cent e Bill Kaulitz. Para promover sua coleção Primavera-Verão, Dsquared2 divulgou um vídeo de moda que contém um monte de imagens e símbolos relacionados ao controle mental Monarca. Isto não é tão surpreendente visto que muitos "vídeos de moda" estão completamente cheios de simbolismo MK (outro exemplo flagrante é este Comercial de Donatella Versace). Aqui está o vídeo Dsquared.
 
 
O vídeo inteiro é baseado nos conceitos de alter-persona e a confusão entre realidade e ilusão através de reflexos confusos.

Ambos os conceitos estão diretamente relacionados ao controle mental. O título do filme em si, "Behind the Mirror" (por trás do espelho), lembra o dito "através do espelho" de Alice no País das Maravilhas. Como visto em artigos anteriores, as técnicas de programação MK usam espelhos e reflexos para confundir os escravos. Os escravos também são informados por seus manipuladores para "atravessarem o espelho", a fim de incentivar a sua dissociação.

Na primeira cena, um dos irmãos olha a si mesmo no espelho (será seu irmão 
gêmeo olhando de volta para ele?). O colarinho de estampa felina parece ser 
uma referência sutil à programação Kitten). 

Em seguida, aparece um alter-persona vestido de drag. Isso acontece em meio a um
 monte de espelhos e reflexos que borram a linha entre a realidade e a ilusão. Essa mesma 
imagem foi utilizada em outras temáticas MK descritas neste site, como a apresentação de

Visto que a mistura de realidade e ilusão aumenta, as coisas ficam mais intensas. Então, como
 em todo vídeo MK, um espelho se quebra - representando a fragmentação da personalidade 
do escravo (Sim, um espelho trincado também aparece na apresentação de Beyoncé e em
 muitos outros vídeos descrito no site).

 Uma vez que o espelho é rompido (e a personalidade fragmentada), a transformação do 
rapaz em um alter persona mulher está completa. Aqui, o reflexo no espelho olha diretamente 
no alter, insinuando que essa criação é completamente independente da personalidade
 núcleo. Esse uso de espelhos é tão original e inovador! Espere, não ... 

 Uma cena do filme Cisne Negro, que contém muitos dos
 mesmos elementos (leia o artigo sobre ele aqui).

Em suma, esse vídeo promocional recicla vários símbolos referentes ao controle mental utilizados na cultura popular. Sob o pretexto de ser "artístico", esse vídeo perpetua o simbolismo associado ao Mk-Ultra. É mais uma prova de que o mundo da moda também está completamente enterrado no mundo terrível da programação Monarca ... E você viu aquele chapéu fabuloso?!

Fonte:VC

Veja mais em:
Filme "Espelhos do Medo" -  Não é Terror é Controle Mental
Comercial de Donatella Versace - Controle Mental

Imagens Simbólicas (fevereiro/13)

A atriz brasileira Carolina Dieckmann em ensaio para a revista Criativa, enfatizando
 um olho em meio a espelhos fragmentados. É interessante ver essa temática surgindo 
agora em ensaios para revistas brasileiras.

Mais alusão ao "um olho" e espelhos fragmentados. 
Note o "decote felino" que escolheram para ela.

Mais alusão ao "um olho".

Ainda no Brasil, a novela "Malhação" da Rede Globo trouxe o personagem 
Orelha com um boné com simbolismo Illuminati em um episódio recente.

Justin Timberlake e seu novo álbum fazendo alusão ao "um olho".  Ele teve o
 privilégio que poucos teriam de divulgar sua nova música no Grammy 2013.

Esta outra capa de disco, da cantora americana Nikka Costa, é um
pouco antiga, mas faz alusão ao Controle Mental com uma borboleta
sendo projetada em frente de um olho apenas.

Janis Joplin, uma cantora de Clive Davis que morreu em circunstâncias
estranhas nos anos 70, teve um coletânea lançada há algum tempo atrás com 
o simbólico olho na capa. Ótima maneira de dizer quem mandava nela.

Gucci Mane na capa de seu álbum em que ele faz o papel de Deus? Não é blasfêmico, né?

Capa do álbum da banda sueca "Europe" no início dos anos 90.

Rihanna novamente fazendo alusão ao "um olho" na capa da Rolling Stone.

Mais "um olho" e como influenciar seus fãs ao vício, não é mesmo, Rihanna?

Aqui nesta apresentação de "Diamonds" ela deixa evidente a que este sinal realmente se refere.

A atriz americana Marisa Tomei e o Olho de Hórus tatuado no pé direito.

 A atriz americana Chloe Moretz em ensaio para a revista 
Teen Vogue usando as famosas orelhas de Mickey Mouse que 
podem se referir ao Controle Mental.
 
 No mesmo ensaio, vemos a atriz com um boné que diz "lavagem cerebral"
com o "olho que tudo vê" junto. Sim, as orelhas de Mickey realmente estavam se
 referindo ao Controle Mental, que na verdade é um tipo de lavagem cerebral.

 A modelo Lindsay Hamlyn na edição de fevereiro da revista Superior.

 Lil Wayne escondendo um olho e apontando o dedo para a 
cabeça como se fosse uma arma. Ou faça isso ou morre?

Até Taylor Swift.

 A escola de samba Mocidade Alegre trouxe a temática da "tentação de Gênesis" no Carnaval 
2013 em São Paulo, mas fez questão de destacar uma figura reptiliana e assustadora de Satanás oferecendo o fruto proibído em meio a várias criaturas horripilantes em seu primeiro carro. Seria esse desfile um tributo à visão luciferiana de que Satanás libertou a humanidade por meio do fruto proibido? De quebra, a escola levou o título do Carnaval 2013 e o bicampeonato para casa.

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Lil Wayne "Love Me": Um Vídeo glamourizando a Programação Sex-kitten

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013 31 comentários

O single de Lil Wayne "Love Me" (com a participação de Drake e Future) parece ser uma outra canção de rap sobre meninas fáceis e assim por diante. O simbolismo do vídeo, no entanto, acrescenta um significado mais sinistro para a música: ele se refere diretamente ao Controle Mental Monarca, especificamente à Programação Kitten e ainda se refere a suas técnicas. Vamos analisar o simbolismo de Lil Wayne "Love Me". 

À primeira vista, "Love Me" parece ser outra canção em que rappers gabam-se de quantas "minas" que eles têm. Enquanto alguns podem desaprovar a falta de originalidade do assunto, outros podem desaprovar a forma como as mulheres são retratadas no vídeo. No entanto, vou acrescentar mais um motivo para se chacoalhar a cabeça: "Love Me" se refere à prática mais terrível que existe na Terra, o Controle Mental Monarca (se você não souber do que estou falando, leia este artigo). Em suma, a programação Beta (também conhecida como Programação Kitten) é usada para criar escravas sexuais de mentes lavadas.


Esta programação elimina as convicções morais aprendidas e estimula os instintos primitivos sem inibições. Esse programa de treinamento (normalmente para as mulheres) é para o desenvolvimento de uma "prostituta final". Esse é o programa mais utilizado (pelos abusadores conhecedores do Projeto Monarca).

 - Mark Phillips, a Operação Monarca
 

Como veremos neste artigo, o vídeo contém todo o simbolismo possível relativo à programação  Kitten e também enfatiza a condição de escrava das mulheres no vídeo. As garotas de Lil Wayne estão literalmente trancadas em jaulas e descritas como animais. Elas também são mostradas em situações que aludem sutilmente a técnicas de tortura que manipuladores MK reais usavam ​​para traumatizar escravos e levá-los a dissociar da realidade. Claro, tudo é retratado de uma forma legal e elegante, para se certificar de que jovens abracem tudo isso mesmo sem perceber. Vamos então entender o significado do vídeo. 

Mulheres como Escravas MK, Rappers como Manipuladores

Nos primeiros segundos do vídeo, vemos uma imagem semi-subliminar que anuncia sobre o que o vídeo se trata. 

 
Por cerca de um segundo, o fogo do isqueiro toma a forma de uma cabeça de
 Baphomet/ bode de Mendes. Esta é uma espécie de "selo de aprovação" da elite 
oculta e um símbolo importante usado na programação MK. 

A canção é sobre como as mulheres, aparentemente, amam Lil Wayne. No vídeo, no entanto, elas não parecem ter muita escolha, porque estão PRESAS EM GAIOLAS, dentro de um local que se assemelha muito a um calabouço. 

Future canta sobre como as mulheres o amam ... mas ele não está prestes a libertá-las 
de suas gaiolas. Esta cena contraditória está relacionada à forma como os escravos
 MK são programados para identificar e até mesmo "amar" seu manipulador
 através de jogos mentais confusos. 

Trancar escravos em gaiolas é uma técnica da programação Monarca real usada para disciplinar, traumatizar e desumanizar as vítimas.

 Uma pintura feita por uma sobrevivente do controle mental baseado no trauma, 
Kim Noble, (do artigo O Mundo de Controle  Mental Através dos olhos de uma
 Artista com 13 Alter Personas) retratando crianças trancadas em jaulas 
e observadas por um manipulador. 

As várias imagens de mulheres mostradas durante todo o vídeo de alguma forma fazem alusão a um aspecto da programação Kitten. Aqui estão algumas delas:

Esta modelo tem impressões felinas em seu rosto (que são usadas nos meios de comunicação
 para se referir à programação Kitten). Para ter certeza que você está pegando a mensagem, 
ela também tem olhos de gato e está lambendo sua "pata". Neste ponto, o vídeo está, 
basicamente, gritando: PROGRAMAÇÃO KITTEN.

Lamber uma lâmina é talvez perigoso, mas isso também se refere à mistura 
de desinibição de lascívia e abuso físico envolvidos na programação Kitten.
 
 Este capacete é uma reminiscência de material BDSM, mas também é uma forma 
de representar a mente de um escravo sendo presa e controlada por um manipulador.

Kittens são treinadas para realmente abraçar seu estado de servidão. 
Esta modelo parece estar amando a prisão demais. Um pouco demais. 

Esta modelo tem uma borboleta enorme cobrindo um dos olhos, que é 
provavelmente a referência mais flagrante de controle mental Monarca no vídeo.

No vídeo, Lil Wayne desempenha o papel do manipulador, no qual ele está, basicamente, no controle dessas mulheres hipnotizadas. 

 Aqui, Lil Wayne está em um quarto que está cheio de água com mulheres nadando 
nela. Tirando o fato de que essa água provavelmente irá causar uma série de danos no 
quarto, ela é também uma forma de mostrar que essas escravas estão, literalmente, 
"fora de si". Além disso, observe o quadro à esquerda com borboletas dentro.
 Sim, é tudo relacionado à programação monarca.

Uma das primeiras rimas de Lil Wayne é:


Essas mulheres me amam como Satanás, cara!


Vemos então um flash desta imagem: 

 Lil Wayne como Satanás. 

Este verso é desconcertante por algumas razões. Por que essas mulheres o amariam como Satanás? Ele está insinuando que elas estavam amando a Satanás? Se foi intencional ou não, esse verso tem profundas implicações no campo da programação monarca, visto que escravos são frequentemente vítimas de SRA (Ritual de Abuso Satânico) e têm que participar de rituais traumáticos (onde se tornam escravas, "noivas de Satã") e assim por diante. Às vezes manipuladores MK contam a suas escravas que eles são o próprio Satanás, enquanto as abusam para mais trauma. 


"Alters dentro de um escravo monarca são condicionados pela sua servidão a acreditam que a sua vida é controlada por Satanás, que seria mais forte do que Deus. Onde estava Deus quando eles precisaram dele? "

- Fritz Springmeier, The Illuminati Formula to Create a Mind Control Slave
 

Outra rima de Wayne é estranhamente reminiscente para o tipo de diálogo que um escravo Kitten teria com um manipulador. 


Ela disse: Eu nunca quero deixá-lo bravo,
Eu só quero fazer você se sentir orgulhoso
Eu digo, garota, só me faça g*zar,
Então não faça barulho 
 
 
Sem alma... como um manipulador MK. 

A última parte do vídeo também é um pouco perturbadora. Ela começa com as "kittens" entrando em um quarto branco.

Elas se movem como gatos, isto é, como na programação Kitten. 

Elas, então, chegam a uma banheira cheia de líquido vermelho (sangue) e, sem motivo aparente, fazem uma grande bagunça. 

As mulheres estão todas cobertas de sangue erolando nele e tudo. Isso é para 
ser legal ou algo assim? Quem em sã consciência faria isso? Ninguém. Mas 
essas mulheres não estão em seu estado mental normal. 

Mais uma vez, esta cena sutilmente se refere a uma prática real da programação monarca que é usada para traumatizar escravos e causar dissociação. 


"Em busca de traumas a aplicar às crianças pequenas, os programadores descobriram que essas fobias naturais que ocorrem na maioria das pessoas desde o nascimento vão funcionar "maravilhosamente" na divisão da mente. Nessa linha, são estas as amostras de traumas feitas para programar escravos:
 (...) 

C. A imersão em fezes, urina e recipientes de sangue. Depois sendo feitos comer essas coisas. Estes são os traumas padrões". 

- Ibid.
 

Enquanto a implicação na vida real de que essa cena é horrível, tudo é, no entanto, retratado de um jeito legal e estilizado, onde as modelos continuam fazendo uma cara sensual para a câmera (na vida real, essa cara seria completamente distorcida e dolorosa). 

Conclusão 

Como muitas outras canções pop, Lil Wayne "Love Me" tem um significado superficial de não se preocupar com inimigos enquanto suas "minas" a amam, mas o vídeo da música acrescenta um significado muito sinistro subjacente. Os leitores regulares deste site entendem que há um padrão inegável e recorrente de simbolismo na cultura popular e "Love Me" definitivamente acrescenta. De fato, neste vídeo, todo o simbolismo que está associado com a programação Kitten (um olho, borboletas, estampas de animais, etc) é representado no vídeo, juntamente com várias referências a  práticas de programação Monarca na vida real. Embora cada elemento individual poderia ter estado presente no vídeo para simbolizar algo mais do que o MK-Ultra, diga-me ... quais são as chances de que todos esses símbolos estariam sendo "aleatoriamente" inseridos em um vídeo de quatro minutos? Como é o caso de outros vídeos avaliados neste site, não se trata de apontar instâncias individuais de símbolos aleatórios, mas entender cada peça como um todo e as realidades ocultas a que elas se referem. Uma dessas realidades ocultas é programação monarca, uma das práticas favoritas da elite ocultista, que pode ser rastreada até ao que Springmeier chama de "famílias geracionais satânicas". 

 Enquanto o rap sempre teve uma boa dose de bravata machista, "Love Me" é uma deformação dessa "tradição", que acrescenta um toque doente e pervertido a ele, incluindo alusões a tortura, abuso, e até mesmo violência. Ao passar dos anos, esse "empurrão do envelope" torna-se mais evidente visto que a cultura original em torno do hip-hop está devagarinho, mas fielmente tornando-se "amiga dos Illuminati". Como muitos outros movimentos na sociedade, o hip-hop tem sido cooptado pela elite para ser usado como uma ferramenta para doutrinar os jovens. Há ainda rappers reais lá fora? Sim, toneladas deles. Mas você provavelmente nunca os viu no Grammy.

Fonte: VC

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Grammy 2013: As apresentações de Taylor Swift, Carrie Underwood "Blown Away" e o Tributo ao Controle Mental

sábado, 16 de fevereiro de 2013 27 comentários

Virou tradição, principalmente por causa das últimas cerimônias do Grammy, a referência, muitas vezes explícita, de simbolismo da Elite durante a apresentação dos artistas prediletos da indústria da música. Em edições anteriores, já tínhamos testemunhado rituais de iniciação com "sangue", um "exorcismo" assustador em pleno palco, uma estranha apresentação da agenda da polícia de Estado e do transhumanismo, além de outras agendas escondidas em discursos vagos e incidentes curiosos acontecendo no show, como visto no ano passado no artigo Whitney Houston e o Mega-ritual do Grammy 2012

 O Grammy geralmente premia os artistas favoritos da indústria ou aqueles artistas cujos selos estão querendo promover e transformá-los em grandes estrelas nos próximos meses. É por isso que existem artistas, com poucos discos e singles de sucessos lançados, além de pouquíssimo talento musical, mas que já conquistaram vários grammys (muitas vezes em uma só tacada), enquanto há outros com mais de 20 anos de carreira e 150 milhões de discos vendidos, porém com menos que meia dúzia de prêmios desse tipo. Isso se dá porque o Grammy é um "clube fechado" dos “artistas favoritos da Elite” do momento e, também, um lugar para aqueles que a Elite está convidando a participar desse "clube". Existem exceções, é claro, especialmente no passado, entretanto as últimas edições dessa premiação têm mostrado que é dessa forma que o negócio funciona. 

 Portanto, a edição do Grammy 2013 não poderia ser diferente das sucessoras. Estavam lá os artistas favoritos da Elite, como Justin Timberlake, apresentando seu novo trabalho, Rihanna, Bruno Mars, Taylor Swift e outros. As gravadoras parecem investir pesado para colocar seus artistas nas apresentações da cerimônia do Grammy para promover suas músicas. Cada apresentação no Grammy faz com que as músicas desses artistas subam rapidamente nas paradas da Billboard na semana seguinte, seja na venda de singles ou na execução nas rádios. Ou seja, o Grammy não é um lugar para qualquer artista - é um negócio sério, no qual muito dinheiro está em jogo. Em troca, as gravadoras parecem ter que pagar algum tipo de “tributo aos Illuminati”. O Grammy 2013 foi então montado em volta de um tema que tem sido explorado exaustivamente na indústria do entretenimento, sobretudo na música e nos filmes de Hollywood, que, no entanto, ainda permanece desconhecido (ou desacreditado) do público geral - a Programação Monarca de Controle Mental.

Kimbra e Gotye levando o Grammy pela melhor gravação do ano. No total, a cantora levou 
dois prêmios para casa; um dos poucos artistas da Oceania a atingir tal feito. Lembre-se
 da cantora Kimbra do artigo Kimbra – Uma Nova Artista sobre Controle Mental

 Embora a 55ª edição do Grammy não tenha sido recheadíssima de simbolismo oculto, duas apresentações musicais de duas artistas "favoritas" da indústria da música do momento expuseram o mesmo simbolismo de Controle Mental, de forma divertida e engraçada, deixando o público ao final da apresentação pensando: "Nossa, que linda e criativa apresentação!" e outros possíveis artistas ali presentes assistindo ao show perguntando-se: "Será que é isso que tenho que fazer para conseguir sucesso com meu próximo álbum?". Vamos analisar as apresentações de Carrie Underwood e Taylor Swift no Grammy 2013. 

 Carrie Underwood "Blown Away" 

A cantora country Carrie Underwood, que chegou ao estrelato por meio do programa American Idol, ressurgiu em 2012 com um novo álbum cheio de simbolismo. O vídeo para seu primeiro single “Good Girl” lida com o tema de dualidade e alter-personas, conceitos referentes ao controle mental. No vídeo, Carrie ganha um novo alter-ego, um mais agressivo e sombrio, assim como em diversos vídeos de outras artistas que apresentam o mesmo conceito de “menina boa se tornando má”. Na noite do Grammy 2013, Carrie fez uma apresentação que deixou todo mundo "blown away", não apenas pela canção, mas pelo seu “lindo” vestido iluminado com um monte de borboletas monarcas saindo dele ao final da apresentação. 

Várias borboletas monarcas saindo de seu vestido em sua 
apresentação no Grammy 2013, "oh, que linda apresentação!". 

Visto que a borboleta monarca é o símbolo mais importante da Programação Monarca (por isso que leva esse nome), não há como não inferir que as borboletas em seu vestido sejam apenas adornos sem significado algum. A música que ela apresentou no Grammy, "Blown Away", por exemplo, conta a história de uma menina que sofria abusos de seu pai em casa, um conceito que também está intrinsicamente associado ao Controle Mental. A maioria das vítimas de Controle Mental Mk-Ultra sofreu abusos, especialmente sexuais, durante a infância pelo próprio pai em casa. Algo bem parecido com os relatos de Cathy O'Brien, uma ex-vítima de controle mental usada pelo governo para fins específicos, mas que conseguiu ser desprogramada e, a partir de então, passou a denunciar as operações negras do governo pela qual sofreu (assista a um dos depoimentos de Cathy O' Brien neste vídeo). 

Podemos perceber que existe também um padrão semelhante na vida de artistas da indústria da música. Christina Aguilera, por exemplo, declarou que sofria abusos durante a infância, e outros artistas já falaram abertamente sobre uma infância triste e traumática. Depois, Christina foi selecionada por um programa da Disney nos anos 90, ao lado de Britney Spears e Justin Timberlake, por onde alcançaram a indústria da música. O trauma é o requisito mais importante para o Controle Mental Monarca; por esse motivo, no passado (ou até hoje), o governo procurava por crianças que sofriam abuso sexual em casa para poder facilmente transformá-las em escravas sexuais de mente controlada. Se o pai, ou responsável, não entregasse sua filha para o projeto Mk-Ultra do governo, ele seria então chantageado, ou seja, o governo ameaçaria acusá-lo legalmente de abuso sexual infantil. Foi exatamente isso que Cathy O'Brien diz ter acontecido com ela em um de seus depoimentos, e, talvez, ainda esteja acontecendo com muitas outras crianças até os dias de hoje. 

O vídeo da música “Blown Away” de Carrie Underwood mostra um comportamento abusivo de seu pai logo no início.

 O abuso em casa faz um cenário perfeito para se criar uma vítima MK. 

Carrie então se fecha em seu quarto e começa a chorar desejando que a tempestade destrua sua casa e a leve para um lugar mais tranquilo. Se analisarmos apenas a letra, a canção parece realmente estar falando apenas disso. Porém, ao analisarmos o vídeo juntamente, a música ganha um significado subjacente; isto é, torna-se possível entender que quando Carrie está desejando "um lugar melhor", a música na verdade está sutilmente se referindo a um conceito clássico da programação de controle mental e a "O Mágico de Oz", um filme MK que serve como uma ferramenta na dissociação das vítimas. Nesse filme, Dorothy procura por "um lugar melhor", "um lugar além do arco-íris, onde o céu é azul". Na verdade, esse conceito é um gatilho para encorajar as vítimas a dissociarem completamente da realidade e procurar um lugar tranquilo dentro de sua mente conturbada durante a programação, ou seja, "um lugar além do arco-íris". 

Ao entrar em seu quarto, Carrie começa a cantar e, assim, somos levados imediatamente ao seu mundo interior, triste e conturbado. 

 A tempestade que se aproxima na verdade refere-se ao terror 
que as vítimas passam dentro de sua própria mente. 

 Carrie passeando por este antigo cemitério, a tempestade que se aproxima e o cenário 
sombrio; tudo isso remete à psique conturbada das vítimas durante a programação.

Para poder escapar do horror em que se encontra sua mente e se dissociar completamente da realidade, a vítima precisa percorrer uma trajetória em sua própria mente, ou seja, “seguir a estrada de tijolo amarelo”, um gatilho para trazer a dissociação nas vítimas. Um conceito proveniente do clássico "O Mágico de Oz", um filme que foi provavelmente produzido especialmente para o Controle Mental Mk-Ultra, ao lado de Alice no País das Maravilhas. Perceba que a indústria da música não se cansa de fazer referências a esses dois filmes. 

 Carrie segue, então, a estrada (de tijolo) amarela. Esse caminho 
levará Carrie à dissociação completa, ou seja, "além do arco-íris". 

 Aqui os tijolos ficam visíveis, não deixando dúvidas a que o vídeo se refere. 

Durante a tempestade os vidros da casa são estilhaçados.

 Vidros ou espelhos estilhaçados representam o jeito que 
a mente é fragmentada durante a tortura mental.

Quando Carrie passa por um portal, ela encontra um lugar tranquilo em sua mente, ou seja, alcançou a dissociação - um lugar tranquilo que é criado na psique da vítima para ajudá-la a escapar da dor e do trauma e criar alter-personas.
 
 Carrie consegue atravessar a tempestade e alcança a dissociação ao atravessar esse portal.

 Aqui vemos a estrada amarela e o arco-íris, fazendo alusão a "O Mágico de Oz".
 A tempestade se foi, agora só a "terra da fantasia " trazida pela dissociação. 

Então não é surpreendente que Carrie tenha apresentado a canção "Blown Away" no Grammy 2013 com um vestido cheio de borboletas monarcas, pois o vídeo e a música são sobre Controle Mental. O filme "O Mágico de Oz" está sempre ganhando algum tipo de "olá" na mídia de massa. No mês que vem, estreia o mais novo filme da Disney "Oz the Great and Powerful", que parece ser mais um tributo ao antigo filme de Controle Mental Mk-Ultra. Vamos esperar para ver.

 Mariah Carey cantará a música tema do filme "Oz". Esta é a capa do 
single da canção e sim, vocês estão vendo uma borboleta monarca ali.
 
Taylor Swift e Alice no País das Maravilhas

Não foi apenas "O Mágico de Oz" que recebeu um tributo durante as apresentações do Grammy 2013. A apresentação de Taylor Swift abriu o Grammy com a canção "We Are Never Ever Getting Back Together" e fez um tributo de arrepiar ao clássico "Alice no País das Maravilhas". Diversos artigos neste site mencionam como o filme é aludido em diversos trabalhos de artistas da indústria da música, como descrito neste artigo Gwen Stefani e o Significado Oculto de “What Are You Waitin’ For”. Depois de realizar uma apresentação no AMA 2012 aludindo a sua iniciação oculta, Taylor Swift agora paga tributo ao Controle Mental. 

 Aqui vemos Taylor Swift com o coelho branco, um gatilho do filme "Alice". 
Quando é dito "siga o coelho branco", está se dizendo para percorrer o caminho 
até a dissociação, algo parecido com "siga a estrada de tijolo amarelo" de "Oz". 

 Há dualidade preto e branco por todo o lado, altamente usada em controle mental. 
Há uma roda hipnótica preto e branca, remetendo-se ao controle mental dos
 manipuladores sobre a vítima, a qual esse rapaz está sendo torturado.

 Há também essa marionete sendo controlada por um
 manipulador enorme. Sim, é controle mental.

 Taylor Swift sorri, ela agora é uma favorita da indústria da música (depois de 
ter sido praticamente humilhada no palco por Kanye West na edição de 2009). 

 Como mostrado em diversos artigos e vídeos anteriores do KIP, o simbolismo da Elite está sendo descrito em diversos trabalhos artísticos. Existem pessoas que perguntam qual é o propósito de eles espalharem tantos símbolos por aí se eles não querem ser descobertos. Uma das muitas respostas é que não é bem eles que fazem tudo isso. A arte por si só possui um característica denunciadora. O ser humano gosta de revelar seu íntimo por meio dela. Os trabalhos artísticos sempre estiveram de alguma forma denunciando o consciente e o inconsciente dos artistas, seja por meio de desenhos ou letras de música, é na arte que encontramos "a verdadeira alma" de um ser humano. 

 Ao trazer temas como Controle Mental para a televisão na noite do Grammy, a Elite está dizendo, de uma forma artística e estilística, além daquilo que lhe traz lucro, qual é o caminho que os artistas precisam percorrer para alcançar o estrelato. Você pode ser um excelente cantor e ter uma voz exuberante, mas se você não "seguir o coelho branco" ou "percorrer a estrada de tijolo amarelo", você não encontrará o lugar "além do arco-íris". O programa American Idol mostra exatamente isso: existem vários cantores com vozes exuberantes que nunca alcançaram sucesso, enquanto artistas com pouco talento vocal como Nicki Minaj, além de estar em todos os lugares nas paradas de sucesso, está servindo de juiz em um programa de competição de quem canta mais. Isso acontece por que alguns encontram o "coelho branco", enquanto outros nem ao menos percebem que ele existe (ainda bem). Na noite do Grammy, a Elite provavelmente estava querendo comunicar esta mensagem para muitos artistas que talvez ainda não se arriscaram: veja esses meus artistas favoritos aqui nesta noite sendo premiados, aplaudidos e louvados. Todos eles tiveram que "percorrer a estrada de tijolo amarelo" para chegar até aqui. Vamos, há um lugar “além do arco-íris” onde tudo é muito melhor. 

 Beyonce, que conquistou seu 17º Grammy, confirma.